Eu e meu pai comendo o meu filho
Quando meu pai me flagrou na cama com meu filho não tinha como negar o que estava acontecendo, o resto...
Esconder o que se sente é uma besteira, uma hora o que tá escondido lá no fundo vem à tona. Ou pior, a coisa toda pode acabar sendo descoberta numa situação que não há como negar. Foi o que aconteceu quando meu pai voltou do mercado aquela manhã.
Imagino que ele e meu avô devem ter passado quase a vida inteira escondendo o que sentiam e faziam — até que eu descobri por acaso, o que deve ter sido um alívio pros dois.
Mas agora a situação se invertia, e eu não sabia o que fazer, ali na cama, completamente nu com meu filho. Não havia como negar o que estava acontecendo, e muito menos eu queria mentir pro meu pai. Da mesma forma como ele se abriu comigo sobre o seu segredo, eu não tinha nada a esconder dele.
"Cheguei na hora errada?", ele brincou.
"Acho que precisamos conversar."
E lá estava eu no meio de uma situação em que uma conversa sobre sexo poderia virar uma bela sacanagem, como tudo começou aquela manhã.
"Tem uma coisa que precisa saber sobre seu avô e eu, filho", eu comecei. "Isso que aconteceu entre nós... meio que por acaso, não é muito diferente da relação que temos, seu avô e eu."
"Quer dizer que vocês dois também...?"
"Quer dizer que temos uma relação aberta, e não precisamos esconder nada um do outro."
"Você gosta de homens, pai... e o vovô também?", ele perguntou, olhando pra nós dois quase inocentemente.
"Não é bem assim", eu sorri. "Eu e seu avô temos um tipo de relação em que o mais importante é ter prazer... e dar prazer... um ao outro."
"E comigo... você teve prazer?"
"Muito, filho", eu o acariciei. "Adorei ter tido o mesmo prazer com você!", sorri, passando a mão pelo seu rosto e ele me sorriu de volta. "Você quase me fez gozar."
"Mas eu queria...", ele respondeu. "Queria te fazer gozar."
"Sério?", eu retribui o carinho.
"Sim", ele sorriu, decidido.
"Já sei", eu me virei pro meu pai, ao lado da cama. "Que tal tentar isso em dose dupla?"
"Quer dizer nós três?", ele arregalou os olhos.
"Por que não?", eu disse. "Acho que seu avô gostaria muito. O que acha?"
"Por mim tudo bem!", ele continuava a olhar pro avô, mas com uma certa excitação.
De novo de pau duro, o Beto olhava pro avô, surpreso com a descoberta do nosso segredo, como se estivesse agora fazendo parte de uma sociedade secreta, só dos homens da nossa família. E enquanto meu pai tirava a roupa, eu acariciava o meu filho, tentando deixá-lo bem à vontade.
Depois, quando o avô subiu na cama e se juntou a nós, o Beto parecia ter toda curiosidade do mundo no seu pauzão coberto de pêlos.
"Pode pegar nele, se quiser!", meu pai continuava a olhar pro avô, mas com uma certa excitação.
Meu filho estava com seu pau durinho, e quando ele se ajeitou na cama, curioso com o pau do avô, já não dava pra esconder a sua excitação, bem visível na sua linda ereção.
Então, quando se deitou na cama, no meio de nós dois, seu rosto parecia mais vermelho, de tão corado. Sua bundinha empinada era a coisa mais linda de se ver, e eu mal podia esperar pra comer o seu cuzinho de novo.
Meu filho acariciou os dois pênis que tinha só pra ele, como que medindo um e outro pra ver qual era o maior. Então, finalmente, ele olhou de soslaio pra mim, com aquela expressão que eu havia notado antes, e passou a língua sobre as duas cabeças. Primeiro uma, depois a outra, e então as duas ao mesmo tempo.
Ele girou a língua em torno das duas cabeças, saboreando as gotas de líquido pré-ejaculatório que escorriam de cada uma.
O Beto conseguiu deslizar a cabeça do pênis do avô entre os lábios e o chupou por um instante. Então, recuou por um segundo e deslizou mais um pouco, tentando engolir mais do que podia. Inclinando-se um pouco mais, e levando cinco centímetros do pênis do avô à boca, ele começou a chupá-lo, seus lábios fazendo movimentos para cima e para baixo, descendo gradualmente um pouco mais.
Pra minha surpresa, ele mantinha a cabeça do pênis bem fundo na garganta, mas não engasgou. Ele parecia gostar da minha atenção à sua habilidade, sabendo que estava me deixando excitado. E o avô, por sua vez, mal se continha de prazer, gemendo e suspirando, enquanto era chupado pelo neto pela primeira vez.
Por um instante, meu filho tentou colocar os dois pênis na boca ao mesmo tempo. Caramba, um boquete duplo! Ele deslizou os lábios pelo corpo do pênis que estava chupando, e segurou os dois pênis juntos com a mão direita, enquanto a esquerda repousava no meu peito. As duas cabeças inchadas e em formato de cogumelo pressionavam seus lábios, e ele brincava com elas, sem conseguir engolir mais do que uma de cada vez.
O Beto conseguiu colocar uns sete a dez centímetros de cada pau na boca, mas juntos eram grandes demais pra ele. Mesmo assim, era uma delícia de experiência, e eu nem fazia ideia de como o meu filho era talentoso com um pau na boca.
Ele continuou se revezando entre o meu pau e o do avô por mais alguns minutos, se esforçando pra nos fazer gozar. Até que finalmente conseguiu tirar do avô um gemido mais profundo, com o seu pau quase todo na boca.
Então aconteceu, e eu não tinha palavras para descrever a sensação de testemunhar aquela cena. Meu filho continuava chupando o avô, que se contorcia de prazer, enquanto gozava na sua boca.
Era a primeira vez que o garoto provava a porra de um homem. E mesmo que não fosse a minha, eu estava radiante vendo aquela cena. Um novo jato de gozo no seu rosto e de repente ele tinha porra em volta da boca, tentando lamber o que podia, e me deixando ainda mais excitado.
Quando se levantou, rindo pra mim, eu o abracei e o beijei, sentindo na sua língua o gosto de esperma familiar, que já tinha me acostumado a provar.
"Ainda não te fiz gozar", ele sussurrou no meu ouvido, meio frustrado.
"Tudo bem, filho", eu sorri. "Podemos tentar de novo depois. Nesse instante eu quero outra coisa."
De joelhos na cama, eu beijava o seu pescoço, ao mesmo tempo em que o masturbava, deixando o seu pau durinho. Então, virei ele de costas pra mim, ainda deslizando a língua pelo seu pescoço. Acho que depois do nosso banho o seu cuzinho devia estar bem mais receptivo. E com meu pau ainda pulsando de tesão pelo meu filho, eu abri a sua bundinha pra de novo meter nele.
Eu olhava pro pequeno alvo rosado do meu filho, sentindo uma onda de calor me invadir. De joelhos à minha frente, ele abriu as pernas, me oferecendo a sua bundinha. Meu pau se projetava na minha frente, pressionando o espaço entre as suas nádegas. Olhei pro corpo esguio do meu filho, sentindo um tesão que eu nunca experimentei antes. Meu pau estava duro como pedra, a glande lisa e brilhante de saliva roçando na sua entradinha.
E da mesma forma como se deliciou sendo chupado pelo neto, meu pai não perdeu tempo em se inclinar e abocanhar o seu pauzinho. Meu filho se contorcia, de joelhos na cama, enquanto o avô retribuía o mesmo prazer, chupando gostoso e se deixando foder.
Me lembrei do tal vídeo que o deixou tão excitado, que ele quis experimentar comigo. E agora ele tinha a chance de fazer o mesmo com o avô, só que ao contrario. Eu sentia como se estivesse regendo o meu filho em sua linda foda, metendo na boca do avô. E cada estocada que eu dava atrás dele o fazia meter mais fundo, quase gozando de tão excitado.
Meu pai então se levantou, ficando de joelhos na cama. Ele sorria pro neto, limpando os lábios com a ponta da língua. Então o abraçou e o beijou, dividindo com meu filho o gosto do seu próprio pau. Entre nós dois, o garoto era um delicioso recheio de tesão, e eu não resisti a me juntar ao beijo dos dois, partilhando com eles um beijo a três, numa gostosa guerrinha de línguas.
"Adorei o que fez com sua linguinha!", deu pra ouvir meu pai sussurrar no ouvido do Beto. a.
E ele parecia saber o que o avô queria. Então, inclinando-se de quatro na cama, meu filho abaixou a cabeça diante da ereção que se pronunciava à sua frente. Era incrível a visão que eu tinha daquela linda bundinha empinada, enquanto ele de novo chupava o seu avô.
Por um instante, ele olhou por cima do ombro, buscando o meu pau, e eu não precisei de mais incentivo pra me aproximar e mirar de novo no seu cuzinho. Não resisti a mais uma vez meter nele. Empurrei meu pau para dentro dele e o seu cuzinho me aceitou de novo, engolindo o meu pau com facilidade.
O avô se moveu para trás, ainda de joelhos, e ele se inclinou para a frente, agarrando o seu pau e o masturbando. Então, quando meu filho começou a lamber o pau do avô, eu já estava prontinho pra meter nele mais uma vez. Só que dessa vez ele estava sendo penetrado pelos dois lados... e parecia estar adorando.
Eu o segurei firme pela cintura, enfiando meu pau todo nele repetidamente, enquanto sua cabeça balançava no pau do avô. Eu adorava a visão de suas costas esbeltas e suas nádegas firmes com meu pauzão enfiado entre elas. Enquanto eu penetrava e saía de seu cu apertado, eu imaginava o quão fundo meu pau podia chegar lá dentro. E ainda me surpreendia como meu garoto conseguia aceitar meu pau inteiro dentro dele.
Só fico imaginando em todas as vezes em que ele se masturbava, metendo no cuzinho a escova de cabelo da mãe. E me pergunto se o seu prazer maior era o de se penetrar. Será que ele fantasiava com um pau de verdade metido nele? Quem sabe o pauzão do próprio pai? Essa dúvida me enchia de tesão e me fazia meter ainda mais forte no seu cuzinho.
Toda aquela experiência, somada ao prazer de estar partilhando meu filho com meu pai, me deixou com todos os sentidos à flor da pele. Sentia como se fosse gozar a qualquer momento, por mais que tentasse prolongar ao máximo aquele prazer indescritível.
O corpo sexy do meu filho, de quatro na minha cama, era como uma visão do paraíso. E eu só queria meter nele, especialmente por ter sido ele mesmo que me pediu. E o mais surpreendente, em vez de ficar embaraçado com o avô, ele parecia mais do que excitado em chupá-lo.
Eu sabia o quanto aquilo tudo era errado. Aquele tesão todo estava me tornando um pai pervertido. E agora até meu pai se juntava à minha luxúria. Eu estava quebrando um dos tabus mais sagrados da sociedade. Um pai deveria proteger seu filho, e não transar com ele. Mas confesso que era uma delícia; minha mais deliciosa perversão.
O avô segurava a cabeça do neto enquanto seu pau inteiro penetrava a sua boquinha, chegando à sua garganta. Aquilo deveria me encher de ciúmes, mas eu não conseguia sentir outra coisa senão prazer, um enorme prazer lascivo.
Eu sabia que experimentava a conexão mais perfeita e sublime entre pai e filho. E só queria que aquilo durasse pra sempre. Continuei a enfiar meu pau inteiro no cuzinho apertado do Beto enquanto o avô fodia a sua boquinha.
Por uma ou duas vezes ele se engasgou, mas continuava engolindo o pau do avô. Ao mesmo tempo, com uma das mãos, ele alcançava o meu quadril, me puxando pra meter mais fundo.
Eu estava nas nuvens. O ânus avermelhado do meu filho, esticado ao redor do meu pau, se abria cada vez mais. Seu buraco se agarrava a mim cada vez que eu recuava e tornava a meter. Eu empurrava para frente, sacudindo seu corpo. Ao mesmo tempo, sua cabeça subia e descia ritmicamente, engolindo quase todo o pau do avô. Era uma orgia incestuosa como eu nunca imaginei ser possível.
Finalmente, o avô retirou seu pau, se ajeitando na cama.
"Que tal outra posição?", ele sugeriu.
Nós três nos separamos e nos endireitamos, respirando pesadamente pelo esforço. Então me deitei na cama. E sem precisar dizer uma palavra, meu filho se acomodou sobre mim com seu corpinho magro. Seu pau adolescente, duro como uma vara, balançava enquanto ele se posicionava sobre a minha ereção. Ele me encarou nos olhos enquanto segurava meu pau e se abaixava sobre ele. Novamente, seu cuzinho — já não tão apertado — se esticou ao redor da minha grossura.
Considerando nossa significativa diferença de tamanho, eu me impressionava que o buraquinho minúsculo do meu garoto pudesse acomodar o meu pau. Ele continuou a se abaixar, seu anelzinho engolindo o meu pau, enquanto eu acariciava o seu corpo esguio. Seu pau ainda estava duro enquanto suas nádegas repousavam no meu colo. E ele então começou a rebolar sobre mim, com meu pau inteiro enterrado dentro dele mais uma vez.
Eu estava deslumbrado como meu filho era adorável. Seu rosto tinha uma expressão nova, que eu nunca tinha visto, ou prestado a devida atenção. Seus olhos brilhavam, e a boca entreaberta buscava mais ar. Mas, ao me olhar, no canto dos lábios havia um sorriso malicioso, enquanto se contorcia no meu pau.
Segurei sua cintura com firmeza enquanto balançava meus quadris, movimentando meu pau dentro dele. O corpo esguio e atlético se flexionava e relaxava enquanto eu empurrava meu pau para dentro, depois o retirava e o empurrava de volta.
Ele então começou a gemer enquanto meu pau roçava suas paredes internas. Meu garoto começou a subir e descer, se deixando foder pelo papai.
"Tá gostando do pau do papai dentro de você?", o avô perguntou, ao que o Beto balançou a cabeça, meio sem fôlego.
"Depois quem sabe pode provar o pau do vovô. Você gostaria?", e de novo meu filho balançou a cabeça.
"Já tá perto de gozar?", ele se abaixou por um instante sobre o meu peito, sussurrando no meu ouvido.
"Tô quase lá, filho", eu o acariciava. "Quer que o papai goze dentro de você?", eu sussurrei de volta, ao que ele de novo balançou a cabeça, já meio ofegante.
Era lindo ver o meu filho gemer, cavalgando o meu pau e mordendo o lábio inferior. Ele me encarava enquanto nossos corpos se moviam no mesmo ritmo, nos proporcionando um prazer inimaginável. Seu próprio pau balançava para cima e para baixo enquanto ele quicava no meu. Deus, ele era tão sexy! Meu garotinho adorável parecia que não iria aguentar. Seus músculos firmes e levemente definidos deviam estar queimando com todo aquele exercício.
Passei minhas mãos por sua firmeza lisa e úmida, incentivando-o a se inclinar para frente. Suas mãos pousaram no meu peito. Dobrei as pernas para manter meu pau dentro dele enquanto ele gemia fininho.
O seu rosto se aproximou do meu. Nossos lábios se encontraram, enquanto eu fodia o meu garoto com todo meu amor, e nossas línguas se entrelaçavam em meio ao seu hálito quente. Sua respiração era curta e ofegante, acompanhada de pequenos grunhidos. E, mais do que tudo, eu adorava ouvir e fazê-lo gemer.
Movimentei uma das mãos entre nós para provocar seu pau rígido. Penetrei-o com força. Passei meus dedos levemente por sua ereção, nossos lábios se pressionando firmemente um contra o outro.
"E você, filho, vai gozar pra mim? Vai gozar pro papai?", sussurrei, incentivando-o, e ele soltou um gritinho.
"Ai, pai! Aaaahh!!!", e o seu primeiro jato de porra me acertou em cheio a boca, me fazendo lamber com a ponta da língua, provando o seu gozo.
Minha mente foi transportada para um momento em que meu filho ainda era um garotinho, brincando no meu colo, no caminho de volta da escola. E agora ele estava gemendo enquanto gozava. Ao mesmo tempo, seu pai enchia o seu cu apertado de porra. Continuei a roçar meus dedos levemente em seu pau duro, colhendo mais do seu gozo e levando à boca pra me saciar. Então enfiei meus dedos melados de porra na boca e comecei a chupar, até que ele de novo veio me beijar. Nossas bocas ainda estavam unidas, trocando hálito quente e o gosto da sua porra, e eu dava um último suspiro de prazer.
Enquanto eu beijava a boquinha do meu garoto, o avô acariciava as costas dele. Suas mãos desceram, eventualmente agarrando a sua bundinha firme. Senti os seus dedos tocando o lugar onde estávamos intimamente conectados. Ele acariciou meu pau enquanto saía do buraco do meu filho. Então circulou com a ponta do dedo ao redor do ânus dilatado do Beto.
"Acho que tá bem lubrificado... prontinho pro vovô!"
Não imaginei que meu filho fosse aguentar uma segunda rodada, mas olhei pro lado e lá estava ele sentando no pauzão do avô. Deitado na cama, meu pai suspirava enquanto seu pau ia sumindo dentro do neto.
Com o cuzinho todo melado, e a minha porra escorrendo por entre as pernas, meu filho começou a cavalgar o pau do avô. E ele não só demonstrava mais habilidade dessa vez, como o pau enterrado dentro dele parecia deslizar mais facilmente.
Quando acordei aquele dia nem podia imaginar que veria meu filho sendo fodido bem na minha cama... e pelo próprio avô.
Montado nele, o Beto subia e descia, com seu jovem corpo tomado por um prazer inimaginável. Seu corpinho se contraiu, e eu vi jatos de esperma escorrendo do seu cuzinho. Enquanto o avô gozava, sua bundinha se apertou contra o pau que o penetrava, e ele de novo soltava aquele gemido fininho adorável.
Já meio sem forças, meu pai apenas deixava o neto rebolar sobre o seu pau, despejando no seu cuzinho um último jato de porra.
"Uuuuh!", ele gemia, deslizando a mão pelo peito lisinho do neto.
O corpo do meu pai então estremeceu quando ele se recuperou do orgasmo. E quando o neto finalmente se levantou do seu pau, deu pra ver aquele fio prateado de porra escorrendo por entre as suas pernas.
Eu o puxei pra mim, abaixei a cabeça para que nossas bocas pudessem se encontrar. Enquanto eu o invadia com minha língua, ele esfregava a virilha na minha perna. Quando nos separamos, pude ver como ele parecia adorável, com seu rosto vermelhinho, de tão corado.
"Nossa!", meu pai soltou. "Não tava preparado pra isso quando acordei de manhã!", e eu ri junto com o Beto.
"Acho que precisamos de um banho!", e fomos os três pro banheiro.
Claro que depois nós continuamos a nos conhecer melhor, os três, e a nos entregar a um prazer novo e luxuriante, com o qual que nunca ousei sonhar.... mas que agora se tornava bem real na minha vida.
Continua...
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