Transformando o hétero em meu brinquedo sexual
O ego dele era intocável, até ficar algemado na minha cama. Veja como domei a masculinidade do Caio e o transformei no meu vício mais selvagem.
Opa, para quem não me conhece eu sou o Diego: 1,83m de altura, pele clara, olhos azul-esverdeados e um corpo definido de carateca com 19 cm de puro vigor, todos os meu contos aqui são 100% verídicos! Os relatos anteriores eu já trouxe a aventura mais recente, subjugando o primo do meu namorado, e também já trouxe minha primeira experiência com um homem. Hoje trago um caso que durou alguns anos de muita putaria da faculdade.
Nos corredores da faculdade, a dinâmica era um jogo de sombras. O Caio continuava sendo o centro das atenções, rindo alto e cercado por pessoas, mas eu percebia a falha no sistema dele. Bastava eu encostar no batente de uma porta e cruzar os braços, deixando meus bíceps marcarem a manga da camisa, para o riso dele vacilar. Ele buscava o meu olhar, uma confirmação silenciosa de que ele ainda era meu, e eu sustentava o contato até ver o pescoço dele avermelhar.
Nossas fugas tornaram-se o ponto alto daquela rotina acadêmica exaustiva. Cada lugar tinha um peso, uma textura diferente.
No estacionamento, debaixo de muita chuva que castigava o asfalto, a caminhonete dele era o nosso santuário de metal. Me Lembroda primeira vez que o prendi contra o capô molhado. O som da chuva abafava tudo. Eu o via ali, o veterano musculoso, com a camisa de marca jogada no chão e a pele brilhando com as gotas de água e o suor. Quando eu entrava com força, sentindo a resistência daquele corpo de academia, o Caio perdia as palavras. O "hétero top" sumia. Ele encostava o rosto no vidro embaçado e, entre um gemido e outro, confessou com a voz quebrada que "amava receber meu leite". Não era mais um troféu que ele exibia; era uma necessidade que ele admitia para mim, e só para mim.
Já no bosque atrás do bloco da área de saúde, o clima era outro. A terra, as árvores, davam uma sensação quase primitiva do sexo animal. Ali, o peso dos nossos corpos marcava a grama. Eu gostava de deixar ele de joelhos, e admirar meu pau sumir dentro de sua boca.
Foi em uma dessas noites que ele me confessou, ainda com aquela marra de "cara da faculdade", mas com uma humildade nova: "Diego, eu passo o dia inteiro esperando o teu olhar... esperando você decidir onde vai me usar". Ver o ego do Caio minguar enquanto ele se entregava como minha puta era mais viciante do que o sexo em si. Ele não precisava mais se vangloriar de quantas meninas tinha comido naquela semana; o prazer dele agora era ser o meu objeto, o meu brinquedo.
Eu via a masculinidade dele ali, e percebia notório que o "material era de responsa”. Aquele corpo de músculos volumosos, denso e o pau reto, cabeçudo, que latejava de vontade sempre que eu chegava perto. Eu estava dominando não só o corpo, mas a vontade do cara mais popular do campus.
Mas os lugares públicos começaram a ficar pequenos. Eu sentia que o Caio estava pronto para algo mais denso. Eu queria explorar cada centímetro daquele físico de forma metódica, sem pressa, sem o medo de alguém aparecer.
Quando entramos no meu quarto, o silêncio era tão denso que dava para ouvir a respiração do Caio, que já estava pesada antes mesmo de eu encostar nele. Ele parou no centro do cômodo, os ombros largos projetados para frente, esperando. Eu o observei por um momento, sentindo aquela satisfação fria. Durante meses, minha única intenção era usá-lo como ele usava as meninas: comer, me satisfazer e descartar o lixo. Mas o Caio tinha se transformado em algo muito mais interessante. Ele não era apenas um lixo descartado; ele tinha se tornado uma verdadeira putinha submissa, aceitando as migalhas do meu prazer com uma obediência que me instigava.
— Tira a roupa, Caio. Mas faz devagar... quero ver cada detalhe do que é meu hoje — ordenei, sentando-me na poltrona diante da cama.
Ele começou a se despir. Ver o Caio tirar a camisa de marca e revelar aquele peitoral moreno, denso e suado pela ansiedade, era como ver um monumento sendo entregue a mim. Ele tirou a calça e a cueca, ficando ali, completamente nu. levantei e caminhei até ele. Passei a mão pelo seu ombro, sentindo a firmeza do músculo, e desci até o seu rosto, forçando-o a me olhar nos olhos. O ego dele realmente tinha ido embora; não havia mais aquele brilho de deboche, apenas uma entrega absoluta.
— Você tem sido um bom brinquedo, Caio — sussurrei, roçando minha barba por fazer no ouvido dele. — E hoje, eu decidi que você merece sentir um pouco mais. Mas vai ser do meu jeito, nas minhas circunstâncias.
Fui até a gaveta e tirei as algemas de aço. O som do metal no silêncio do quarto fez os pelos do braço dele se arrepiarem.
— Deita de barriga para cima. Braços acima da cabeça e pernas abertas.
Ele se acomodou na cama, o corpo moreno ocupando quase todo o espaço. Prendi seus pulsos e tornozelos nas colunas de aço da cabeceira. O 'hétero top' estava agora completamente esticado, imobilizado e exposto. Eu queria que ele se sentisse vulnerável, que entendesse que, naquele momento, ele era apenas carne e desejo sob o meu comando.
Peguei um pouco de óleo de massagem e comecei a espalhar pelo peito dele. Eu queria explorar aquela masculinidade que ele tanto ostentava de uma forma metódica. Minhas mãos deslizavam pelos gomos do abdômen dele, subindo para os mamilos que endureciam ao meu toque. O Caio soltava gemidos baixos, contidos, enquanto eu mapeava cada fibra do seu corpo.
— Dói ser tão bonito e tão submisso, não é? — provoquei (uma das poucas vezes até aquele momento que verbalizei o quanto de fato ele era bonito), enquanto descia minha boca para o pescoço dele, deixando mordidas leves que o faziam arquechar.
Eu estava pronto para elevá-lo ao topo, mas queria que ele soubesse que cada gota de prazer que ele sentisse ali seria uma concessão minha. Eu ia saborear aquele corpo moreno, ia explorar aquele pau venoso que latejava diante dos meus olhos, e ia mostrar para ele que o prazer de uma putinha submissa só é completo quando o seu dono decide que é a hora.
Eu desci o meu rosto, sentindo o calor que emanava daquela região, e parei a centímetros do seu dote. Me Inclinei e cheirei, deixando que o cheiro de macho invadisse meus sentidos. Era um cheiro de puta testosterona.
Com a mão ainda besuntada de óleo, comecei a rodear a cabeça do pau dele. Sem sombra de dúvida, aquela era a parte mais sensível; ao toque circular dos meus dedos, o corpo dele arqueava por completo. Caio gemia e se contorcia na cama, travando uma batalha interna para controlar uma sensação que eu nunca
tinha permitido ele experienciar.
Comecei a fazer uma pressão firme com as mãos, deslizando pelo corpo venoso do pau enquanto ele se espremia contra os lençóis, tentando inutilmente puxar os braços que estavam fortemente algemados à cabeceira de aço. Foi quando ele, com a voz embargada e os olhos de cachorro pidão, soltou:
— Por favor, Diego... não me maltrata desse jeito...
Aquela súplica foi o gatilho. Eu não respondi com palavras; apenas abocanhei o pau dele por completo. Senti uma dificuldade momentânea, pois o pau era maciço e grosso, exigindo que eu abrisse a boca ao máximo para tentar engolir aquela estrutura pesada. No momento em que minha garganta envolveu a cabeça do seu dote, o Caio não aguentou.
Ele simplesmente urrou, como se fosse um urso selvagem. Era o prazer mais primitivo vindo à tona, uma descarga elétrica que ele nunca tinha sentido em toda a sua vida de conquistas rasas.
Eu mantive a sucção, ignorando o cansaço do maxilar, focado apenas na vibração que vinha da base daquele pau grosso. Quando senti que ele estava prestes a explodir, aumentei a pressão. O Caio tencionou cada músculo do corpo, as algemas tilintaram violentamente contra o aço da cama e ele despejou tudo. Jatos quentes, pesados e fartos de sêmen inundaram minha boca. Eu engoli cada gota, saboreando a prova definitiva da sua entrega.
Eu não me afastei. Subi o corpo, deslizando a pele suada sobre a dele, e comecei a distribuir beijos lentos e molhados pelo seu rosto, sentindo o calor que emanava daquela pele. Minha mão desceu, dedilhando o cuzinho dele que ainda mordiscava meus dedos, e sussurrei no seu ouvido, com uma voz carregada de intenção:
— Eu preciso do seu pau duro agora novamente, Caio. Não terminamos.
Para minha surpresa — ou talvez nem tanto, dada ao fogo que sempre era quando estávamos juntos — o corpo dele respondeu instantaneamente. Mesmo após o gozo, o pau dele começou a reagir ao meu toque e à minha voz, ganhando volume e rigidez até estar apontando para o teto, venoso e pronto para o combate.
Olhei fixamente nos olhos dele, que estavam nublados de desejo e choque por sua própria reação física.
— Hoje sua experiência vai ser completa.
Eu ainda mantinha o controle, mesmo prestes a mudar a dinâmica. Caio continuava algemado, os braços esticados, assistindo a tudo sem poder tocar em nada. Eu me posicionei sobre ele, sentindo a ponta daquela tora encostar na entrada do meu cuzinho. Usei o sêmen dele que ainda lubrificava meu corpo e comecei a descer lentamente.
A pressão era absurda. O pau do Caio era maciço, e senti cada centímetro daquela largura forçando passagem. Eu controlava o ritmo, sentindo a cabeça do dote dele abrir caminho, enquanto o Caio assistia de camarote, com a respiração suspensa, o momento em que o seu próprio corpo era engolido pelo meu. Eu descia centímetro por centímetro, fazendo questão de que ele sentisse o aperto e o calor interno do meu corpo.
O rosto do Caio estava transfigurado; ele via, pela primeira vez, o 'galegão' que ele tentou intimidar se entregando ao controle da situação por cima dele.
Quando finalmente senti a base do pau dele colada contra a minha pele, não houve mais espaço para lentidão. Comecei a cavalgar de forma violenta, ditando um ritmo selvagem que fazia a cama de ferro ranger. O som que preenchia o quarto era o estalo seco e rítmico das batidas da minha bunda contra as bolas pesadas dele — um barulho carnal, cru, que ecoava no silêncio da noite.
Caio se contorcia embaixo de mim, os músculos do peito e do abdômen saltados, as veias do pescoço dilatadas enquanto ele tentava acompanhar a minha intensidade. A cada rebolada que eu dava, sentia o dote dele, ainda mais grosso e mais duro, raspar nas minhas paredes internas, atingindo pontos que me faziam perder o fôlego.
Inclinei meu corpo para frente, buscando a boca dele em beijos vorazes, enquanto friccionava o meu próprio pau, já latejante e babado, contra o abdômen trincado dele. O contraste era absoluto: o calor das nossas peles, o cheiro de sexo impregnando o ar e a força bruta de dois homens no ápice do desejo.
— Goza pra mim, Caio! — rosnei contra os lábios dele. — Goza dentro!
O comando foi o gatilho final. Caio soltou um urro que pareceu vir do fundo da alma, esticando o corpo contra as algemas até o limite. Senti a pressão do pau dele aumentar dentro de mim antes de ser inundado por jatos quentes e profundos, preenchendo meu cuzinho com o leite dele. No mesmo instante, minha própria resistência ruiu; explodi em geme dois de prazer, sujando todo o moreno dele com jatos de gala densos e descontrolados.
Ficamos ali por longos minutos, exauridos, com as respirações entrecortadas tentando voltar ao normal. O suor colava nossos corpos e o cheiro daquela entrega mútua era a única coisa que restava da agressividade de antes.
Estiquei o braço e, com um estalo metálico, soltei as algemas de Caio. Ele trouxe as mãos para frente devagar, os pulsos marcados pelo aço, mas não havia raiva no seu olhar. Ele me puxou para baixo e selou nossos lábios em um beijo extremamente quente e, pela primeira vez, carregado de um afeto que nenhum de nós dois sabia que existia. Não era mais sobre dominação ou humilhação; era sobre dois homens que tinham se encontrado na sua forma mais bruta e honesta.
Nos ajeitamos entre os lençóis bagunçados, com o corpo dele, servindo de concha para o meu. O cansaço venceu a adrenalina, e naquela noite, sem as máscaras da faculdade ou o ego dos corredores, dormimos juntos pela primeira vez.
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