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O Batismo de Juninho - Parte 2: O Vestíario dos Gigantes

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Fabio M.

Juninho agora irá sofrer nas mãos dos caras do basquete, engasgar, chorar e servarrombado

Juninho mal conseguia andar no dia seguinte. Cada passo fazia seu cu latejar, ainda inchado e vazando resquícios secos da porra dos veteranos da república. Ele tentou evitar o máximo possível o contato com Maurício e os outros, mas a universidade era pequena demais.
Era fim de tarde de segunda. O treino de basquete tinha acabado há pouco. Juninho passava pelo corredor dos vestiários carregando uma mochila quando três sombras enormes bloquearam seu caminho.
Eles eram do time principal: três grandões negros e mulatos, todos acima de 1,95m, corpos definidos de quem vivia na quadra e na academia.
Ramon, o pivô, com dreads e um sorriso sádico.
Tiago, ala, pele escura brilhando de suor, braços grossos como coxas.
Bruno, o capitão, o mais alto e mais grosso de todos, com uma voz grave que parecia sair do peito.
— Olha só o mascotinho da república... — disse Ramon, empurrando Juninho contra a parede com facilidade. — Maurício mandou um vídeo ontem à noite. Disse que tu já tá treinado pra servir macho de verdade.
Juninho sentiu o sangue gelar.
— Eu... eu tô indo embora, gente. Não...
Não deu tempo de terminar. Bruno abriu a porta do vestiário vazio e os três o arrastaram pra dentro como se ele fosse uma boneca. O cheiro era forte: suor velho, desodorante barato, meias sujas e aquele aroma pesado de macho depois do treino. A porta foi trancada com um clique metálico.
Eles o cercaram no meio do banco de madeira. Três torres de músculos suados olhando pra ele de cima.
— De joelhos, viadinho — ordenou Bruno, já baixando o short de basquete. O pau dele saltou pra fora semi-duro, grosso como o pulso de Juninho, veias saltadas e cabeça rosada brilhando.
Juninho hesitou. Ramon agarrou seu cabelo e forçou ele pro chão.
— De joelhos eu disse, porra. Boca aberta.
O primeiro pau que entrou foi o do Bruno. Direto na garganta. Sem aviso. Juninho engasgou imediatamente, olhos arregalados, lágrimas escorrendo. Bruno segurou sua cabeça com as duas mãos enormes e começou a foder sua cara com estocadas longas e profundas.
— Isso... engole essa rola grossa, caralho. Olha o inchaço na tua garganta, olha isso! Tá vendo, Ramon? O pescoço dele tá deformado.
Tiago ria, batendo a própria pica no rosto de Juninho enquanto esperava a vez.
— Maurício falou que tu chora bonito. Quero ver até onde vai esse engasgo.
Bruno metia sem piedade. A cabeça do pau batia no fundo da garganta de Juninho, invadindo o esôfago. Ele babava copiosamente, golfadas grossas de saliva escorrendo pelo queixo, molhando a camisa. O estômago vazio desde a noite anterior (ele mal conseguira comer de tanta dor) fazia o vômito vir só como baba clara e viscosa.
— Hhhhhhggggg... bluuuuurgh! — Juninho vomitava saliva pura, o corpo convulsionando, mas Bruno não tirava. Só empurrava mais fundo.
— Vomitou? Porra, que delícia. Continua babando, putinha. Limpa meu pau com essa garganta.
Ele tirou o pau melado de saliva e Ramon entrou no lugar. O pau de Ramon era mais comprido, curvado pra cima. Ele segurou as orelhas de Juninho como alças e usou a boca dele como um brinquedo sexual, socando até o nariz encostar na barriga definida.
— Engole tudo, viadinho de república. Tu nasceu pra isso. Olha como tua boca estica... que boquinha de puta barata.
Enquanto Ramon fodia sua garganta, Tiago e Bruno tiravam o resto da roupa. Os três paus enormes balançando, pesados, cheios de veias. Eles esfregavam no rosto dele, batiam na testa, passavam as bolas suadas de treino por cima dos seus lábios.
— Cheira esse saco, vai. Cheira o suor do treino, porra — mandou Tiago, pressionando as bolas grandes e peludas contra o nariz de Juninho.
O garoto estava um desastre: rosto vermelho, olhos inchados de choro, baba escorrendo até o peito, nariz escorrendo. Mas seu próprio pau, traidor, estava duro dentro da calça.
Eles perceberam.
— Olha o pintinho dele babando também — riu Bruno. — Tira a roupa dele, Ramon. Quero ver esse cu que já foi arrombado ontem.
— Tira toda roupa dele — mandou Bruno.
Em segundos Juninho estava pelado, de quatro no chão sujo do vestiário, só com a camiseta ainda vestida. Os três grandões ficaram em pé ao redor dele, shorts abaixados apenas o suficiente, paus livres e brilhando de suor e pré-gozo.
Bruno cuspiu duas vezes na mão, passou no próprio pau monstruoso e encostou a cabeça grossa no cu ainda sensível de Juninho.
— Vamos ver como tá esse buraco depois da porra de ontem...
Ele pressionou. A rosca rosada de Juninho resistiu no começo, mas Bruno forçou com o quadril. A cabeça do pau abriu caminho devagar, esticando o anel apertado até o limite. Juninho gemeu alto, o som abafado pelo pau de Ramon que voltara pra sua garganta.
— Porra... olha isso... tá abrindo bonito — grunhiu Bruno, empurrando mais. Centímetro por centímetro, o pau grosso ia desaparecendo. Quando finalmente enterrou até o talo, as bolas pesadas encostaram na pele de Juninho. — Tá todo dentro, caralho. Esse cu tá engolindo minha rola inteira.
Bruno começou a meter. Estocadas fortes, ritmadas, saindo quase tudo e socando de volta. A cada saída, o cu de Juninho ficava mais aberto, a roda rosada inchando, virando um buraquinho vermelho e brilhante.
Tiago tomou o lugar. Seu pau era ligeiramente mais comprido. Ele segurou as nádegas de Juninho, abriu bem e cuspiu direto no buraco já entreaberto.
— Tá ficando mole já... olha como piscou quando eu cuspi.
Ele meteu de uma vez. O cu de Juninho cedeu mais fácil agora, mas ainda apertava em volta da grossura. Tiago fodia com raiva, batendo forte, fazendo as nádegas do garoto balançarem. A cada estocada profunda, o anel se invertia um pouco pra fora, ficando mais inchado, mais vermelho.
— Tá virando uma boceta de verdade... olha a cratera que tá formando — riu Ramon, filmando com o celular.
Quando Ramon assumiu, o estrago já estava visível. O cu de Juninho, antes uma rosinha apertada, agora era um buraco aberto, vermelho-vivo, com as bordas inchadas e levemente evertidas. Ramon meteu devagar primeiro, só pra eles verem: o pau grosso entrando e saindo, o cu se abrindo em volta da cabeça como uma boca gulosa, depois se fechando devagar, só pra ser aberto de novo com mais força.
— Porra, que delícia... tá todo folgado já. Olha o tamanho dessa cratera — disse Ramon, tirando o pau completamente por um segundo. O cu de Juninho ficou ali, aberto, um buraco escuro e rosado piscando, incapaz de se fechar direito, com as paredes internas visíveis. Uma pequena golfada de baba e pré-gozo escorreu de dentro.
Eles continuaram trocando, cada vez mais brutais.
Bruno voltou e meteu com tudo, segurando a cintura fina de Juninho como se fosse um brinquedo. Estocadas fundas, pesadas, o saco batendo forte. O cu do garoto já não oferecia quase nenhuma resistência — era só um buraco quente e molhado sendo arrombado.
— Tá destruído, mano... olha isso — Bruno tirou o pau e deu um tapa na bunda. O cu ficou escancarado, uma cratera vermelha e inchada, latejando, com as bordas protuberantes e o interior brilhando. — Amanhã tu ainda vai tá assim, piscando pra gente.
Tiago meteu em seguida, usando o buraco folgado com facilidade. Ele girava o quadril, revirando por dentro, abrindo ainda mais.
— Esse cu tá virando um vulcão, porra. Tá todo arrombado... olha como fica aberto quando eu tiro.
Juninho estava destruído: tremendo, babando sem parar na rola que estava na sua boca, lágrimas escorrendo, cu latejando como se tivesse levado um soco por dentro. As pernas dele mal sustentavam o corpo. O short dos jogadores continuava abaixado só o suficiente, paus entrando e saindo do cu dele enquanto os três riam e falavam putaria.
— Vai virar o puto oficial do time, Juninho. Todo dia depois do treino tu vai vir aqui dar esse cu pros machos.
No final, eles gozaram um atrás do outro dentro da cratera aberta. Bruno primeiro, enchendo fundo. Depois Ramon. Tiago tirou no último segundo e gozou por cima, vendo a porra escorrer pro buraco já transbordando.
Quando terminaram, o cu de Juninho era uma ruína: um buraco largo, vermelho, inchado, com as bordas viradas pra fora, formando uma cratera visível que não conseguia mais se fechar. Porra grossa e branca escorria sem parar, pingando no chão sujo do vestiário. Juninho desabou de lado, ofegante, destruído, corpo mole, rosto coberto de baba e lágrimas, cu latejando e aberto como nunca.
Bruno deu um tapa forte na bunda marcada.
— Limpa o chão com a língua, viadinho. E amanhã volta no mesmo horário. O resto do time ainda quer experimentar essa cratera nova.
Juninho, voz destruída, só conseguiu gemer baixinho em resposta.

Comentários (1)

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  • Luiz: Essa série de contos está perfeita quero vê Juninho sendo a putinha da faculdade mas não pode deixar de servir o pessoal da república dele

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