#Corno #Coroa #Grupal #Teen

Assistindo dois foderem minha namorada novinha

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CentralDaPutaria

Bianca tinha dezoito anos e uma mania que me desmontava: dançar olhando pra trás.

Naquela sexta, na balada, a pista pulsava num house pesado e ela estava lá, no meio, o vestido preto curto subindo dois dedos a cada movimento, o cabelo comprido grudando na nuca suada. Eu, com meus quarenta e cinco, camisa social aberta e um whisky na mão, ficava na beirada como quem só observa.

Só que ela não dançava comigo.

O cara apareceu do nada — alto, ombros largos, uns vinte e cinco anos — e ela aceitou o convite com um sorriso que eu conhecia bem. Em trinta segundos ele já estava atrás dela, a mão na cintura, o quadril colado no dela. Bianca jogou o cabelo pro lado, encontrou meus olhos no escuro e sorriu.

Só isso. Um sorriso.

E aí aconteceu. Uma coisa quente subiu do meu estômago pro peito e desceu pro pau, tudo junto. Não era ciúme — ou era, mas era um ciúme que dava tesão. Ela rebolou, devagar, de propósito, encaixando a bunda no cara enquanto me encarava. Eu apertei o copo. O pau já estava meia bomba dentro da calça.

Ela levantou a mão e fez sinal pra eu chegar perto. Cheguei. Ela puxou minha cabeça pelo colarinho e gritou no meu ouvido, por cima da música:

— Tá gostando de ver, corno?

Primeira vez que ela me chamou assim. Primeira vez na vida.

— Tô — respondi, e minha voz saiu rouca.

— Ele tá de pau duro em mim — ela disse, sorrindo com o canto da boca. — Sente?

Ela pegou minha mão e levou até a própria barriga, e depois mais pra baixo, e eu senti. Não senti o cara — senti ela: quente, molhada por dentro do vestido, vibrando.

— Vou ficar com ele até o fim da música — ela disse. — Você fica aí olhando.

Fiquei.

E foi ali, no escuro de uma balada lotada, olhando minha mulher de dezoito anos remexer no colo de outro homem, que eu descobri que era corno. Não corno resignado. Corno feliz.

No carro, ela subiu no meu colo antes de eu dar a partida.

— Fala — ela mandou, a boca no meu pescoço.

— Fala o quê?

— Fala que você gostou de me ver dançando com ele.

— Gostei.

— Gostou do quê?

— De ver ele te segurando. De ver você rebolando pra ele. De saber que ele tava de pau duro e você deixou.

Ela mordeu meu lóbulo.

— E você ficou de pau duro também?

— Fiquei.

Ela desceu a mão, abriu meu cinto com uma pressa que me assustou, tirou meu pau pra fora e sentou nele sem tirar a calcinha de lado — só empurrou o tecido e desceu. Molhada, escorregadia, apertada.

— Ah, porra — gemeu. — Isso. Isso é meu.

Ela cavalgou ali, no estacionamento, o volante me furando as costas, e falou tudo o que precisava falar na minha orelha:

— Você é meu marido e é meu corno. Meu corno gostoso. Sente como eu tô? Tô assim desde que ele encostou em mim. E eu não fiz nada, só dancei. Imagina quando eu fizer tudo.

Eu gozei rápido, como moleque. Ela gozou depois, esfregando o clitóris na minha barriga, e ficou ali, mole, em cima de mim.

— Ricardo — ela disse, séria, olhando nos meus olhos. — Eu quero mais.

— Mais como?

— Mais gente. Quero você vendo de perto.

A casa de swing tinha três andares e cheiro de álcool, suor e perfume doce. Bianca estava com um vestido branco que deixava tudo à mostra e uma segurança que eu não tinha. Ela passou pela recepção como se já conhecesse o lugar.

E conhecia os caras.

Denis e Maicon. Dois amigos, ambos passando de um metro e noventa, negros, troncudos de academia, com aquela calma de quem não precisa provar nada. Denis tinha barba baixa e um sorriso lento. Maicon era o mais quieto, ombros gigantes, mãos enormes, e quando apertou minha mão eu senti que a dele fechava a minha inteira.

— Você é o marido — Denis disse, não como pergunta.

— Sou.

Ele olhou pra Bianca, depois pra mim.

— E ela já te contou que a gente fica com ela hoje?

Bianca riu e se encostou no meu braço.

— Contei nada. Ele vai descobrir.

Alugaram um quarto no fundo, com uma cama king, um espelho do chão ao teto e um sofá pequeno de frente pra cama. Foi ali que sentei. Era o meu lugar. Meu trono de corno.

Bianca tirou o vestido sozinha, num movimento só, e ficou de calcinha preta no meio de dois homens que a olhavam como bicho olha carne.

Denis chegou primeiro. Beijou a boca dela devagar, mão na nuca, e Bianca derreteu. Maicon veio por trás, desceu a boca no ombro dela, e os dois tiraram o sutiã ao mesmo tempo, se ajoelhando. Dois pares de mãos. Duas bocas. Ela ficou entre eles, de pé, os seios nas mãos de um, a bunda nas mãos do outro, e gemia sem parar.

— Olha pro seu marido — Denis mandou, puxando o cabelo dela.

Ela me olhou. Os olhos brilhando, a boca aberta.

— Tá vendo, Ricardo? — ela gemeu. — Tá vendo como eles me pegam?

— Tô vendo, amor.

— Fala pra eles que pode.

— Pode — eu disse, e minha voz falhou. — Faz tudo com ela. Faz o que ela pedir.

Denis riu, baixinho, e empurrou Bianca de joelhos.

Ela chupou os dois ao mesmo tempo, alternando, uma mão em cada pau, e os dois eram grandes de um jeito que dava até respeito. Ela engasgava, babava, olhava pra cima com a cara suja, e o som molhado da boca dela enchia o quarto. Maicon ficou com a mão na cabeça dela, sem forçar, só guiando.

— Assim, neném — ele disse, a voz grave. — Toma até o fim.

Depois jogaram ela na cama.

Denis deitou, Bianca sentou nele de costas pra mim, e eu vi o pau entrar nela inteiro, e vi a boca dela abrir num gemido longo e rouco. Ela começou a cavalgar, e Denis segurava a cintura dela com as duas mãos, subindo e descendo, a bunda dela batendo na coxa dele, e o espelho na minha frente me dando tudo em dobro.

Maicon subiu na cama atrás dela.

Passou gel, passou o dedo, e Bianca parou de cavalgar quando sentiu. Levantou o rosto pra mim.

— Ricardo — ela disse, num fio de voz. — Os dois.

— Os dois, amor.

Maicon encostou. Empurrou. Bianca gritou — um grito que não era de dor, era de espanto. O corpo dela abriu, e ela ficou ali, empalada nos dois, sem respirar, os dedos cravados no peito de Denis.

— Ai, meu Deus — ela gemeu. — Ai, porra. Ai, porra, tá tudo dentro.

— Aguenta — Denis disse, sorrindo.

— Aguenta, amor — eu falei do sofá, me segurando pra não gozar só de olhar.

E aí eles começaram.

Não foi devagar. Foi um ritmo de dois, alternado, um entrando enquanto o outro saía, e Bianca no meio, sem controle nenhum, só tomando. O quarto virou um som só: pele, respiração, gemido, e as palavras sujas que saíam dela e que eu nunca tinha ouvido na nossa cama.

— Fode — ela mandava. — Fode minha buceta. Ai, assim, assim, não para.

— Quem tá fodendo você? — Denis perguntou, a mão no rosto dela.

— Vocês dois.

— E quem tá olhando?

Bianca virou a cabeça pro espelho, me encontrou e sorriu com a boca aberta.

— Meu marido. Meu marido tá olhando.

— E ele gosta? — Maicon perguntou, sem parar de bombar.

— Gosta — ela respondeu. — Ele goza vendo. — E depois, pra mim, num grito: — Não é, Ricardo? Fala que você goza vendo!

— Gozo! — gritei, e era verdade.

Ela gozou duas vezes. A primeira no colo de Denis, tremendo, apertando, e os dois tiveram que segurar ela pra não cair. A segunda veio quando Maicon começou a falar na orelha dela, baixinho, coisa que eu nem entendi, e ela desmanchou de novo, chorando um pouco, rindo um pouco, o cabelo grudado na cara.

Depois trocaram. Denis saiu de baixo, Maicon deitou, e Bianca sentou nele de frente, abrindo as pernas, e Denis veio por trás. Dessa vez ela me olhava o tempo todo, de olho grudado no meu, enquanto dois homens grandes se revezavam dentro dela.

— Ricardo — ela chamou, a voz quebrada. — Vem cá. Vem.

Fui. Ajoelhei na cama, tirei o pau pra fora, e ela chupou enquanto era fodida pelos dois. A boca dela em mim, o corpo dela sendo usado, os gemidos vibrando no meu pau. Não durei três minutos.

— Goza na minha boca — ela pediu, olhando pra cima. — Goza que eu quero engolir.

Gozei. E os dois gozaram quase junto, um de cada lado, um na buceta, outro na bunda, e Bianca ficou ali, no meio de três homens, cheia, suja, ofegante, sorrindo como quem acabou de ganhar um prêmio.

Ficamos no quarto mais uma hora, deitados, e os caras foram embora com tapinhas nas costas e um "quando quiserem, a gente tá aí". Bianca dormiu dez minutos no meu peito.

Depois levantou a cabeça.

— Você tá bem? — ela perguntou, séria agora.

— Tô ótimo.

— Não tá com ciúme?

— Estou. — ri. — Mas é o melhor ciúme da minha vida.

Ela sorriu, encostou a testa na minha.

— Então tá. Porque eu quero fazer de novo.

— Semana que vem?

— Semana que vem.

Eu tinha quarenta e cinco anos, uma mulher de dezoito e uma tatuagem nova na alma. Saí daquela casa de swing com as pernas moles e a certeza de que o cara mais sortudo da festa era o que ficou no sofá.

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Comentários (1)

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  • Beija flor: Descrição excelente de uma foda cheia de tesão. Putaria da boa! Merece a coroa de top do cuckhold!

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