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Nossa filha nos comeu na pandemia- primeira parte

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Cláudia

No meio do ano 2020 em plena pandemia, dias após o aniversário de quinze anos de minha filha Suzi nos mudamos para uma cidade do Litoral Paulista para uma casa que era o sonho do meu marido, no térreo tínhamos uma grande sala de jantar com mesa para oito pessoas, uma ampla sala de estar com dois ambientes e uma copa cozinha bem ampla, no segundo andar quatro suítes, uma das quais transformamos em escritório, uma reservamos como quarto da bagunça, a segunda maior foi ocupada por Suzi, a master ficou para meu uso e de meu marido. No último andar churrasqueira com metade do espaço coberto e na parte aberta uma pequena piscina. Depois de decorarmos a casa toda, eu tinha pouco a fazer e em um fim de tarde quando estava sentada na banqueta ao lado da churrasqueira matando o tempo , olhando para o terreno vazio do lado da nossa casa, resolvi levantar um pouco mais a cabeça e o que vi mudou minha vida, uma mulher com trinta e poucos anos beijando uma jovem da idade de Suzi. A adulta fez a jovem quase sentar na beira do tanque e sacou de dentro do vestido da menina um de seus seios e passou a mamar gulosamente na adolescente, em seguida voltaram a se beijar enquanto se alisavam como um casal recém casado, minha buceta ficou encharcada fazendo-me viver um tórrido romance que tive na adolescência com uma coleguinha de classe. Desnorteada desci a escada e ao passar em frente da suíte de minha filha ouço aquela música louca no último volume, entrei e baixei o som, Suzi me olhou espantada e eu perguntei se ela não tinha uma música mais calma para ouvir, ela sem saber do meu estado tesudo, sorriu e colocou uma musica dançante bem calminha e estendeu a mão para dançarmos como eventualmente fazíamos, eu a abracei colocando minhas mãos em suas costas e ela me abraçou pela cintura, pois na época, minha menina já era uns dez centímetros mais alta que eu. Coloquei minha cabeça no ombro de Suzi e começamos a balançar o corpo no ritmo daquela música gostosa, case paradas no mesmo lugar, perdida em meus devaneios e certamente ainda impactada pelo que tinha visto a pouco, movida pelo instinto, pelo cheirinho gostoso daquele corpinho ou por sede pelo sexo mesmo, passei a língua no pescoço da minha filha, ela se contorceu e com uma vozinha tesuda que nunca vou esquecer implorou: "Hum que gostoso mamãe, faz de novo". Ouvinda aquelas palavras, com o tom que foram pronunciadas, voltei a passar a língua naquele pescocinho arrepiado e então percebi e Suzi estava com a perna entre as minhas roçando meu grelo duro, quando tentei me separar, ela me segurou firme e me beijou enfiando a língua entre meus lábios, aquilo foi mais forte para mim como mulher do que como mãe, abri minha boca e engoli a língua de Suzi sugando com voracidade que a muito eu já não deixava florescer e ficamos ali nos saboreando por um bom tempo, uma alisando o corpo da outra e nos deitamos na cama de solteiro dela, sentindo minha buceta completamente enxarcada não conseguia parar de esfrega-la na coxa de minha filha enquanto ela fazia o mesmo movimento, passamos a ser ali duas lobas querendo fazer sexo. Levantei minha camiseta e ofereci meu seio para ela que chupou como uma criança faminta levando-me a uma necessidade incontrolável de gozar . A danadinha enfiou a mão dentro da minha bermuda pressionando meu grelo com o dedo, percebi que ela não sabia como massagear-me, mesmo estando com o dedo no lugar certo e passei a rebolar em seu dedo e logo estava gozando divinamente agarrada a aquele corpinho fresquinho, cheiroso, durinho e gostoso. Quase apendida do que acara de fazer, vi minha garota tirar a permuda, abrir as pernas e me encantei ao ver que seu grelinho e do tipo pintinho quando está duro como estava e que de sua rachinha escorria aquele convidativo liquido de mulher. Travei cada uma das coxas de Suzi com meus braços e abocanhei sua bucetinha virgem enfiei minha língua o mais fundo que ela entrou, curvei a língua para cima e puxei em forma de concha. Suzi em um sonoro e demorado gemido, segurou minha cabeça e puxou contra sua buceta, repeti a operação sentindo seu corpo se contorcer para um dos lados e passei a alternas linguadas com sucção até leva-la a um orgasmo forte, no final do qual seu rostinho de choro se transformou em um belo sorriso. Confusa e com um forte sentimento de culpa, sai correndo do quarto e me tranquei no banheiro de minha suíte. Como depois de tantos anos de casada podia ter traído meu marido com outra mulher, pior com minha própria filha. Passei a língua entre minha gengiva e meus dentes e senti o gosto daquela bucetinha gostosa e me senti uma adolescente novamente quando chupei minha primeira buceta, a buceta da Silvia, o que me levou a ligar para ela. Chorosa contei minha epopeia para minha amiga, quase no fim do relato, ouvi a sacana gemer e ela confessou que acara de se masturbar e em seguida lamentou não ter tido a oportunidade que eu acara de ter felicitando-me por minha conquista e sugerindo que eu não deveria em hipótese alguma deixar meu marido saber, mas que devia naqueles tempos difíceis de pandemia satisfazer minha filha. Passei a noite em claro e pela manhã, Suzi acordou eu e Arthur com uma bandeja de café da manhã nas mãos e usando só uma camiseta . Ainda sonada vi os olhos de meu marido grudado no meio das pernas da minha filha, a camiseta não era suficientemente comprida para esconder aquela rachinha gostosa que eu tinha comido a poucas horas e Arthur tentou esconder a ereção com o travesseiro enquanto Suzi olhava para aquele pauzão duro com sua carinha de sacana adolescente. A diabinha depositou a bandeja sobre o criado mudo, deu as costas , mostrando a parte de baixo de suas nádegas ao sair do quarto. Arthur me olhou com os olhos arregalados e sem se importar com a porta aberta, me agarrou , virou meu corpo e me penetrou com tanta volúpia que senti meus lábios vaginais arderem pelo atrito, antes que eu pudesse reclamar, ele empurrou mais ainda seu cacete na minha buceta e começou o movimento com o quadril, eu o abracei e vi Suzi voltar com dois copos de suco de laranja, um em cada mão, ela parou no meio do quarto e passou a ver o pai me devorar. A sacaninha se dirigiu ao lado da cama depositando os copos no outro criado, sentou na cama e alisou as costas do pau no exato momento que ele me enchia com seu leite de macho, ainda ejaculando ele olha para lado e vê a filha tirando a camiseta exibindo aquele par de seios maravilhoso e trava. Suzi sem se abalar como se tivesse previsto a cena beijou o pai na boca. Fiquei completamente sem ação com a ousadia da adolescente e Arthur tirou a caceta da minha buceta virando de barriga para cima com o pau tão duro quanto costumava ser e Suzi agarra o roliço, estica o corpo e beija minha boca. Recomposta e novamente tesuda, correspondi ao beijo, vendo que minha filha estava masturbando lentamente o pau do pai, sem acreditar no que estava acontecendo, alisei aquele seios lindos e o pai engoliu um deles já desconsiderando completamente que aquela mulher atrevida era sua filha, Entendendo o jogo da menina, abocanhei seu outro seio e nos dois mamamos nos seios de nossa filha. Só então Suzi abriu a boca para dizer: "Vamos enfrentar essa pandemia juntos nessa cama". Após essas palavras, curvou o corpo e iniciou a primeira chupeta dela no pau do pai.

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