O filho adolescente do meu chefe, comeu meu cu, para eu nao ser demitido
Isso aconteceu tem 9 anos, na época Pedrinho era adolescente, eu estava passando por dificuldades, acabei aceitando dar o cu pra ele.
Eu trabalhava como motorista para um dos homems mais ricos da nossa região, ele só tinha um filho, de 17 anos, que tudo era para esse garoto estudar para medicina e jogar vídeo game. O garoto era da idade do meu filho, mas nao eram amigos. Quando foi em novembro, meu chefe me chamou no escritório, assim que entrei falei.
- Sr Pedro, mandou me chamar.
- amanha preciso que venha buscar o Pedrinho bem cedo, e leve para São João, por algum erro , a prova da universidade ficou marcada para lá, isso está sobe sua responsabilidade, se ele perder essa prova por chegar atrasado, você vai ser demitido.
- ele nao vai chegar atrasado, eu garanto, senhor.
Sai de la pensando, não podia perder meu emprego, as coisas lá em casa nao estavam bem, meu pai ja estava desempregado, a loja da mãe estava indo de mal a pior, meu filho não tinha conseguindo o estágio, se eu perdesse meu emprego, nós iriamos passar fome, era eu que estava praticamente colocando comida na mesa.
Acordei meia hora atrasado no outro dia, nem tomei café, so tomei um banho e fui para casa deles, minha sorte, meu chefe ja tinha saído, logo fui na sala, chamar o Pedrinho.
- está atrasado, o pai vai te matar.
- relaxa, vamos correndo.
Entramos no carro, e pegamos a estrada, e ele falou.
- você verificou os pneus?
- acha que eu tenho sua idade?
- nao sei nem que idade você tem
- 44, claro que olhei os pneus, estão bem cheios
- e o estepe?
- droga- sussurei, ele ouviu.
- o pai falou que o estepe estava seco, que era para você encher.
- relaxa, nada vai acontecer
- e se furar um pneu?
- nao vai, Pedrinho.
- e se furar?
- menino, se esse pneu fura, eu te dou é meu cu, ele não vai furar.
Olhei no relógio, estavamos no km 120, e ainda tinha 2 horas para o início da prova dele. Depois de meia hora, o pneu bateu na porra de um buraco, e uns 10 minutos depois, o carro pesou.
Eu comecei a bater no volante, gritando - droga, droga, droga.
- vou querer ser mamado também- o garoto falou.
- cala boca, Pedrinho.
Olhei no relógio, eu estava nervoso, pensando que não ia dar tempo. Pedrinho ficou rindo. Eu fui olhar o estepe, estava seco mesmo, mas o pneu do carro tinha rasgado, com o impacto no buraco. Nossa única sorte, era que o carro parou embaixo de duas árvores grandes. Me sentei no chão, fui começar a tirar a roda, aquilo iria demorar, toda hora, eu olhava no relógio, e não passava nenhum carro para ajudar. Pedrinho desceu do carro, e ficou encostado na porta, em pé, me olhava, sorria, e eu com raiva.
- sabe Ricardo, eu nunca comi um cu, deve ser bom
- cala boca, Pedrinho.
- falo sério, e foi você que ofereceu.
Olhei para ele com raiva, e disse -
- eu sou hetero, garoto, te sai.
- eu sei, é e melhor, por que você nao vai contar, nem eu
Dei um sorriso, balançando a cabeça, ai ele continuou.
- eu ja fiquei duro, só de pensar.
Ele falou aquilo segurando no volume do pau no short. Eu olhei para o volume, e nem acreditava, o volume era alto, para a idade dele, ainda mais que ele era um pouco gordinho.
- vai te lascar, Pedrinho, eu sou hetero cara.
- eu sei, mas olha, podemos fazer um acordo, me chupar e me dar sua bunda, e eu falo para meu pai, que eu pedi a prova porque esqueci o RG, é não por que você chegou atrasado comigo, aí ele não vai te demitir.
- vai a merda Pedrinho, não vou te dar meu cu, moleque
Pedrinho ficou calado depois disso, e eu troquei o pneu pelo reserva, na esperança de ter pelo menos um pouco de ar, mas quando baixei o carro, estava totalmente seco. Olhei para o relógio, eram 10:30h, se algum carro passasse e tivesse bomba, dava só para encher o estepe. Ele me olhava e sorria, eu continuei sentado no chão, mas estava com medo, não podia perder o emprego. Quando deu 11:00, eu olhei para ele, e perguntei-
- por que caralhos quer me comer?
- eu nunca comi um cu, sempre quis, e você ofereceu.
- eu estava brincando, e eu sou homem, Pedrinho, nao deveria comer um cu de mulher.
- foda-se, cu é cu.
Deu 11:10h, 11:20h. E nao passava nenhum carro, abaixei minha cabeça, não daria mais tempo dele chegar na prova, a prova era 12:15h, e ja eram 11:30h e ainda estávamos longe. Eu não podia perder meu emprego, eu ia aceitar a proposta do garoto, entao falei.
- seu pai nao pode achar que foi culpa minha.
Ele me olhou, e perguntou.
- vai aceitar?
- vou, mas ninguém pode saber disso também.
- relaxa, ninguém vai saber.
O garoto se aproximou, e já ia baixar o short.
- aqui? - perguntei assustado
- é claro, vai que depois você nao me der. E estamos ha horas aqui, nao passa uma alma viva.
Eu ainda estava sentado no chão, Pedrinho se aproximou, e abaixou o short até os joelhos, ficando numa cueca branca, massageando o pau, ele tinha minha altura, a diferença era que era um pouco gordinho, eu era mais malhado, mas apenas de correr. O garoto puxou o pau para fora da cueca, eu me espantei, aquilo era grande, talvez um pouco maior que o meu, mas era mais grosso, principalmente no tronco, e como esperando, era bem rosinha a cabeça, afinal ele era branquinho.
- bora testar se você mamar melhor que minha ex, Ricardo.
Abaixei a cabeça novamente, olhando para baixo, eu nao sabia se tinha coragem, Pedrinho não saiu de lá, continuou parado em pé, ao meu lado. Levantei a cabeça, olhei para ele, ele me encarava, eu me virei para ficar de frente para ele, agora ajoelhado, me aproximei da rola dele, e sussurrei.
- não acredito que estou fazendo isso.
Pedrinho sorriu.
Eu aproximei a boca, e engoli a cabeça da pica dele, e rapidamente tirei, ele falou.
- continua Ricardo.
Coloquei na boca novamente, e tentei imitar, as mulheres que me chupavam, indo e vindo com a cabeça, Pedrinho gemeu. E depois de alguns segundos, ele disse.
- cuidado com os dentes
- desculpe
E voltei a colocar na boca, dessa vez passava da cabeça da pica dele, eu escutava ele gemer bem baixinho, e nao reclamou mais dos meus dentes, de repente, ele segurou nos meus poucos cabelos, e empurrou mais a pica na minha boca, dizendo.
- engole mais, Ricardo
A rola entrou até a metade na minha boca, eu me engasguei um pouco, soltei a pica com tudo.
- desculpa, mas sua boca é gostosa.
Olhei para ele, ele realmente parecia que estava gostando. E me puxou novamente pela cabeça, dizendo.
- vai, continua.
A rola entrou novamente, eu não estava mais chupando, estava com a boca sendo fudida, a rola estava entrando quase toda na minha boca, Pedrinho dizia.
- continua, Ricardo, vai continua, caralho, que delícia de boquete.
Eu sentia minha boca toda aberta com a rola dentro, batendo no céu da minha boca, Pedrinho já segurava minha cabeça com as duas mãos, e a velocidade da penetrada acabou aumentando.
- continua Ricardo
Comecei a me engasgar, mas ele continuava enfiando, o garoto parecia bom naquilo, tirei novamente da boca.
- estou sufocando.
Ele sorriu, e disse.
- respira pelo nariz.
E colocou de novo na minha boca, e depois disse.
- engole todo.
Eu ia tirar e dizer que nao conseguia, mas ele me puxou, empurrando todo na minha boca, senti a cabeça se alojando no céu da boca, tirei de novo da boca, mas ele logo me puxou de novo, dessa vez penetrando, e dizendo.
- continua, Ricardo, isso, que delícia
Senti a rola ficar maior, e ele empurra novamente, entrando quase toda, e senti o primeiro jato de galã bate no céu da boca, o moleque estava gozando na minha boca, tentei puxa minha cabeça, mas dessa vez, ele segurou com força, a rola estava metade na minha boca, arregalei os olhos, eu ia acabar engolindo a porra dele, e aconteceu, mais uns três jatos de galã, a mão dele relaxou, eu tirei da boca, caindo para trás.
- voce gozou sem me avisar - limpava a boca com minha camisa - gozou na minha boca
- desculpa Ricardo, estava bom demais, não consegui controlar.
Me levantei, jurando que por ele ter gozado, aquilo acaba ali, ele me empurrou para a porta do carro, e começou a passar a mão na minha bunda, enfiando a mão para dentro da bermuda. E disse.
- abre o botão da bermuda
Eu obedeci, porém estava nervoso. Ele desceu minha bermuda até meus pés, fazendo ele tirar um pé da bermuda, e voltou a passar a mão na minha bunda, dizendo.
- nossa, é enorme sua bunda, Ricardo.
O garoto se acocou atrás de mim, abriu minhas nádegas, e começou a lamber meu cu. Eu me segurei na porta do carro, havia fechado os olhos, enquanto gemia, e sentia Pedrinho enfiando a língua no cu. Abri os olhos, olhando ao redor, e nenhum carro vinha por nenhum lado, soltei outro gemido. E de repente, senti um tapa na bunda, e ele dizer.
- que delícia.
E voltou a chupar meu cu, nem parecia que ele fazia aquilo pela primeira vez. Eu tentava nao gemer, mas era quase impossível, e de repente, dois tapas, um de cada lado da bunda, morde os lábios, pela força do tapa, e depois senti um beijo em um lado da bunda.
Pedrinho levantou-se atrás de mim, tirou a bermuda, ficando só de camisa, e jogou a bermuda para dentro do carro, e falou praticamente no meu ouvido.
- chegou a hora de experimentar esse seu cuzinho.
Olhei pra ele por cima do ombro, estava nervoso, ouvi ele cuspindo na mão, e passando no meu cu umas 4 vezes, e depois cuspi na cabeça da pica, e esfrega nela, a lubrificando.
- empina um pouco se abaixando - ele falou colocando a mão no meu ombro.
Obedeci.
- mais
Empinei, mesmo sem experiência naquilo.
- só mais um pouquinho.
Olhando para trás, fiz.
- isso, bem aí.
Pedrinho segurava na pica com a outra mão, apontando para minha bunda. Senti ele colocar a cabeça bem na entrada do meu cu, cuspi mais uma vez e esfregar a cabeça ao redor, e empurrou.
Dei um empinada, saindo, ele disse.
- pow aguenta Ricardo.
- doeu Pedrinho.
Voltei para a posição, novamente ele cuspiu, e colocou a cabeça na entrada, e senti ele segura na minha cintura com a outra mão, e empurrou novamente. Eu mordi os lábios, estava doendo, mas senti a cabeça entrar.
- tira Pedrinho, tira.
Senti ele empurrar mais um pouco.
- tira caralho, esta doendo muito.
- relaxa Ricardo, aguenta essa rola.
O garoto empurrou mais um pouco, eu gemi, segurando forte na porta do carro.
- Pedrinho - gemi falando o nome dele.
E de repente, ele empurrou o restante de uma só vez, eu quase cai, minha perna direita tremia mais que tudo, eu estava sem ar, e tentava falar
- Pe..dri...nho, tira... está...doendo... muito.
A mão que estava no meu ombro, passou a alisar minha costa, ele dizendo.
- só relaxa, ja está todo dentro, ja você se acostuma.
Olhei para trás, Pedrinho estava suado, mas suas virilhas estavam encostada na minha bunda. Eu estava ali, com a bunda empinada, com a rola de 20 centímetros do filho do meu chefe enfiada no meu cu, só para nao perder meu emprego, o pior era que ele tinha a mesma idade do meu filho adolescente.
- caralho, que delícia comer um cu
Pedrinho tirou um pouco, e depois empurrou de novo. Eu gemi. Ele fez o mesmo movimento, gemi novamente. E percebi, que ele estava se movimentando atrás de mim. Voltei a segurar forte na porta do carro.
- Pedrinho -, sussurrei.
Ele tirou todo o pau, voltou a cuspi tanto no meu cu, como no pau dele, lubrificou de novo, e voltou a me penetrar.
Eu gemi, Pedrinho ficou tirando, e colocando, colocava so a cabeça, enfiava todo e tirava, fez isso umas 5 vezes.
- que delícia seu cu.
Nao sei por que, eu sorrir. A mão do garoto saiu do meu ombro, para meu pescoço, me puxando para trás, e ele começou a meter com muita força, que sua virilha batendo na minha bunda fazia um barulho de uma lapada.
- devagar - falei entre um gemido.
Ele não parou, continou no mesmo ritmo por uns 3 minutos, minha perna voltou a tremer, até que falou.
- estou gozando.
O garoto gozava e metia ao mesmo tempo, senti a rola engrossa no meu cu, jatos de porra dentro de mim, e enquanto ele continuava enfiando, a porra começou a escorrer, do meu, descendo pela minha perna.
Ele parou, com o pau cravado no meu cu, e relaxou atrás de mim. Até que senti o pau amolecer, e sai do meu cu.
Ele saiu de trás de mim, pegou o short no carro, e se vestiu, eu tentava me manter em pé, minha perna tremia mais que tudo, até que consegui me vestir, mas nao conseguia olhar para ele.
20 minutos depois, um carro apareceu, pela sorte, ele tinham como ajudar, enchermos o estepe, e eu não fui demitido. Ainda trabalho para o pai dele, hoje é médico, mas jamais falamos sobre isso. É nunca voltei a dar o cu novamente.
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Comentários (1)
Mato Grosso 7: Muito só faltou uma fotinha do pau de .Pedrinho
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y