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Pecados de Grávida 9 final

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Maquik

No sábado de manhã Caio mandou mensagem dizendo que a pescaria tinha se estendido e que só voltaria no domingo no final da tarde. Li a mensagem duas vezes. Um sorriso apareceu no meu rosto antes mesmo que eu percebesse. Mais um dia inteiro com o Bernardo.

O sábado fluiu exatamente como eu queria. Bernardo encontrava qualquer desculpa para me tocar, apertar meu peito, até me fez chupar ele na cozinha enquanto Camila estava na sala cuidando do irmão. Camila não suspeitava de nada do que acontecia entre eu e seu tio.

À noite abrimos uma garrafa de vinho. Bebemos, conversando baixo depois que a Camila foi para o quarto. Ele pôs o pau para fora na sala e começou a se masturbar, me deixando doida com a atitude dele. Eu coloquei o bebê no carrinho, ajoelhei na sua frente e chupei de forma lenta. Eu queria dar a ele mais uma noite inesquecível. Quando o bebê começou a chorar, levantei para amamentar e fui para o quarto e deitei. O vinho pesou. Acabei adormecendo ao lado do bebê, ainda de vestido.

Acordei assustada perto da uma da manhã. O bebê dormia tranquilo. Olhei o celular, vi a hora e a vontade por Bernardo voltou forte. Levantei sem fazer barulho e fui até o quarto dele.

A porta estava entreaberta. Empurrei devagar.

Bernardo estava ajoelhado na cama, atrás da Camila. Ela de quatro, o rosto enterrado no travesseiro, gemendo baixo. Ele a fodia com a mesma força que usava comigo, as mãos apertando a cintura dela, as estocadas fundas, seu pau na bucetinha dela parecia maior, abrindo ela. Falava com ela do mesmo jeito:

— Isso, putinha… abre essa bucetinha pro titio.

Camila pedia para ir mais devagar, a voz embargada, mas ele não dava ouvidos. Continuava metendo forte. Em determinado momento ele a virou de lado e a penetrou. Ela tentou ir para frente e ele a segurou, depois a fez cavalgar. Ele não era carinhoso como o pai era com ela, e sempre posicionava o corpo dela de forma que ela não conseguisse ver a porta. Parecia que ele sabia que eu estava vendo. Eu fiquei parada no corredor escuro, sem ar, assistindo meu irmão comer minha filha exatamente como me comia.

Quando ele estava perto de gozar, puxou o pau, virou o rosto dela e gozou na boca de Camila. Ela parecia que tinha ganhado experiência com o pai, engoliu o que conseguiu, enquanto ele acariciava o cabelo dela.

Foi só então que ele levantou o olhar e me olhou. Não parou. Não se assustou. Apenas continuou olhando para mim enquanto a sobrinha ainda limpava a boca no lençol. Segurou o olhar por longos segundos, como se dissesse que eu também fazia parte daquilo.

Recuei. Voltei para o quarto sem fazer barulho, deitei ao lado do meu filho e chorei calada, o rosto enterrado no travesseiro, até o cansaço me vencer.

Acordei com o choro do bebê. O sol já entrava pelas frestas da cortina. Amamentei em silêncio, o corpo cansado, a imagem do Bernardo fodendo a Camila gravada atrás dos olhos. Cada vez que o menino puxava o peito, eu lembrava das palavras dele: “putinha”, “abre pro titio”.

Quando o bebê se acalmou, levantei, tomei um banho longo e me olhei no espelho. Os olhos estavam inchados. A decisão veio clara, fria e definitiva.

Peguei o celular e digitei a mensagem para o Bernardo:

“Antes que Caio chegue amanhã, você invente qualquer desculpa e vá embora. Não quero mais te ver nesta casa. Nem perto dela. Nem perto de mim. Acabou.”

Enviei.

Depois apaguei a conversa inteira, apaguei as mensagens antigas e bloqueei o número.

Deitei e fiquei arrumando meu filho. Por volta das 09 horas, Camila entrou no meu quarto e falou que o tio tinha ido embora. Aquilo foi um alívio. Camila veio para a cama e ficou brincando com o irmão. Fiquei olhando os dois e rezando para não acontecer com ele o que aconteceu comigo.

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