O amigo do vovô
Meu nome é Larissa Vitoria, moro com meus avós, sou a filha mais nova de 3 filhos; tenho os olhos claros, peitos pequenos e uma bundinha média e cabelo grande ondulado (os homens amam puxar ele enquanto me fode). Modéstia parte, sou bem gostosinha e putinha, tem coisa melhor? Até pq é de família desde novinha gostar de sentar na rola rsrs.
Meu avô tem um amigo de longa data, o Seu Arthur, um coroa de uns 60 anos, viúvo, que vai lá em casa quase toda semana jogar dominó com ele. Eu sempre notei o jeito que o Seu Arthur me olhava. Ele disfarçava na frente do meu avô, mas quando eu passava de shortinho pela sala, os olhos dele desciam na hora.
Na última quinta-feira, o Seu Arthur chegou pra jogar. Eu estava usando um shortinho jeans muito curto e uma blusinha curtinha, sem sutiã e sem calcinha (como sempre). Fiquei na sala um tempo, me inclinando pra pegar coisas, rebolando na frente deles. O Seu Arthur ficou todo sem graça, mas eu via o volume na calça dele crescendo.
Meu avô levantou pra ir ao banheiro. Assim que ele saiu, o Seu Arthur olhou pra mim e eu dei um sorriso de canto. Ele engoliu seco. Eu passei por ele, sussurrei no seu ouvido "vem" e fui em direção ao meu quarto. Ele não pensou duas vezes. Levantou e veio atrás de mim.
Assim que entrou no quarto, fechei a porta e ele já veio pra cima de mim, me beijando com força. Ele não era um dominador agressivo, mas tinha uma pegada firme. Me empurrou na cama, subiu por cima, levantou minha blusa e chupou meus peitos com vontade.
Sua safada... ele falou, com a voz rouca. Eu sempre quis te comer. Desde a primeira vez que você passou na minha frente. Mas eu nunca tive coragem por causa do seu avô.
Ele desceu, tirou meu short e caiu de boca na minha buceta. Ele chupou com maestria, me fazendo gemer baixinho. Depois de me fazer gozar, ele tirou o pau pra fora (que era bem grosso e veiudo) e enfiou em mim de uma vez. Eu gemi, e ele tapou minha boca com a mão.
Cala a boca, sua putinha. Seu avô tá aí fora.
Ele começou a meter, e o barulho da pele batendo com pele tomou conta do quarto. Ele me virava de um lado pro outro, me pegava de quatro, e eu estava adorando cada segundo.
Foi quando a porta do banheiro bateu e ouvimos os passos do meu avô voltando pra sala.
Arthur! o meu avô gritou. Onde você se meteu? É sua vez!
O Seu Arthur congelou por um segundo, mas em vez de parar, ele sussurrou no meu ouvido:
Eu não vou parar. Vou fuder você até encher essa bucetinha de porra, quem diria tão novinha e puta.
Ele meteu mais forte, mais rápido, tapando minha boca com a mão pra eu não gritar. O meu avô chamou de novo, e ele acelerou ainda mais as estocadas, até dar um gemido rouco e gozar dentro de mim. Eu senti o jato quente e gozei junto, tremendo toda.
Ele se levantou rápido, se limpou com a camisa, puxou a calça e sussurrou: Fica aí.
Ele saiu do quarto, fechou a porta e foi pra sala. Eu fiquei na cama, com a porra dele escorrendo da minha buceta pela minha perna.
Fiquei mais uns cinco minutos no quarto, tentando me recuperar, e depois fui pra sala. O Seu Arthur estava sentado na mesa, fingindo que estava analisando o jogo.
Desculpa a demora, velho, ele disse pro meu avô. Foi minha filha que ligou. Fiquei no quarto pra não atrapalhar o jogo.
O meu avô olhou pra ele, depois olhou pra mim. Eu estava com o cabelo todo bagunçado, a blusa amassada e o cheiro de sexo exalando no ar. Ele não falou nada, mas eu vi a desconfiança no olhar dele.
Tudo bem... o meu avô respondeu, voltando a olhar as peças do dominó. Vamos continuar.
Eu me sentei no sofá, com a buceta cheia de porra, e fiquei assistindo os dois jogarem, com um sorriso de santa no rosto.
Beijinhos, espero que tenham gostado. Se quiserem conversar sobre o que achou, pode mandar um e-mail pra mim.
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Comentários (1)
Alice: Nada mais gostoso que ficar com a buceta toda gozada e os outros nem imaginarem. Adoro ficar sentindo a calcinha melada
Responder↴ • uid:1dak09a6ij