Fiz meu primo virgem me comer muito (terceiro dia)
Meu primo virgem me comeu dois dias seguidos e no terceiro dia tive uma surpresa complicada
Olá, como havia escrito nos contos anteriores, fiquei no apartamento da praia com meu primo e fiz ele me comer muito. No segundo dia ele pediu pra eu me vestir com umas roupinhas da mãe dele e me comeu feito uma putinha. No dia seguinte acordei meio dolorido da foda do dia anteiror e com mais vontade de levar rola do meu primo André. Fui até a lavanderia lavar a calcinha e a saia da minha tia que estavam meladas de porra do André, quando entrei o pedreiro estava arrumando um cano, o mesmo pedreiro que ficou até mais tarde no primeiro dia que dei para o André e com certeza sabia o que tinha acontecido. Mario tem uns 50 anos, magro, bem alto e branco. Ele me cumprimentou com um sorriso sacana, falei bom dia sem graça, coloquei as roupas na máquina de lavar e fui saindo bem rápido. Antes de sair ele me chamou e disse:
- Eu sei o que está acontecendo com você e o André, não que seja da minha conta, mas ouvi tudo.
Parei, olhei pra ele e respondi:
- Verdade, não é da sua conta e não aconteceu nada
Ele prontamente retrucou:
- Aconteceu sim, voces estão fudendo, até as roupas da mãe dele voces estão usando.
Fiquei paralisado e respondi:
- Ok, é verdade sim, mas onde você quer chegar?
Mario retrucou novamente:
- Eu sou amigo do pai do André, imagina se ele souber de vocês?
Fiquei desesperado e perguntei o que ele queria em troca para não falar.
Mario com uma risadinha sacana na cara respondeu na lata:
- Eu sou separado e adoro um cusinho de meninos, você é novinho e tem uma bundona gostosa. Se der esse rabinho pra mim, eu não falo nada.
Na hora fiquei muito nervoso e disse que iria pensar, mas não tinha muito o que fazer.
Quando estava saindo da lavanderia ouvi meu primo tomando banho. Voltei e pedi para o Mario não falar nada para o André e ele respondeu que só dependia da minha resposta.
Fiquei sem saída e fui tomar café. Pensei em falar não, mas não tinha pra onde correr, ou dava pra ele ou ia dar uma merda fudida na familia. Voltei na lavanderia e disse para o Mario:
- Ok então, mas o que me garante que você não vai falar mesmo depois de me comer?
Mário respondeu dizendo que não falaria nada, mas tinha que ser hoje.
Falei pra ele que iria com o André pra praia e depois volto sozinho pra resolver alguma coisa.
Mario respondeu ok e disse pra eu voltar logo.
André acordou, tomou café e fomos pra praia. Mal chegamos fingi que tinha recebido uma mensagem do pedreiro e disse:
André, o Mario está me chamando pra ver um problema na reforma. Vou rapidinho e volto. Saí rapidinho e fui pro Ap. com muito medo do que estava acontecendo, mas não tinha o que fazer. Entrei e fui pra cozinha onde ele estava, Mario olhou pra mim e perguntou onde iria ser?
Respondi que tinha que ser na sala, pois dava pra ver pela janela a portaria caso meu primo voltasse.
Fomos pra sala, Mario abaixou a calça, sentou no sofá e disse:
- Vem aqui sua putinha, chupa minha rola gostoso.
Ajoelhei na frente dele de chupei até ficar duro. Rapidinho ficou duro, mas ele ficou fodendo minha boca e quase gozou na minha garganta. Seu pinto éra bem comprido, uns 20 centimetros, mas não era grosso. Logo em seguida, Mário me colocou de quatro no sofá, abaixou minha bermuda, veio por trás, abrriu minha bunda, cuspiu no pinto e no meu rabinho, posicionou e foi colocando até entrar tudo. Aí começou a bombar lento mas bem fundo. Me abraçou e falava no meu ouvido:
- Toma sua putinha, você gosta de rola né? Então toma, vou gozar dentro de você, toma rola. Confesso que apesar de ser obrigado à dar pra ele, estava sentindo tesão de verdade. Mario apertava meus peitos e alisava meu corpo todo enquanto bombava gostoso. Ele gozou logo em seguida, deu umas bombadas fortes e gemeu alto. Gozou dentro e ficou me alisando enquanto seu pinto amolecia dentro do meu rabinho. Logo ele tirou e foi se limpar, levantei minha bermuda, mesmo com a bunda toda melada e fui para o quarto. Quando voltei Mario estava na cozinha, olhou pra mim e disse:
- Que cuzinho gostoso menino, agora fica tranquilo que vai ser nosso segredo.
Respondi:
- Só peço não falar pra ninguem senão estamos ferrados.
Ele riu e disse pra eu ficar tranquilo que não falaria pra ninguem.
Voltei pra praia e André estava lá. Fiquei o dia todo pensando no que tinha acontecido. Ainda com uma sensação de medo e preocupação, mas não tinha mais o que fazer.
Depois conto o que aconteceu no terceiro dia à noite
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