Eu, minha tia e meu tio
Olá amores, tudo bom com vcs?!
Hoje eu vou compartilhar com vcs como virei amante de um tio meu.
Meu nome é Valéria, tenho 25 anos, mas na época eu estava com 17, pra facilitar o entendimento aqui vai uma breve descrição dos envolvidos, minha família é enorme, meus avós tiveram 9 filhos, o mais velho é o tio Zé Carlos, depois dele vieram outros tios e tias e então minha mãe, Isadora, depois dela ainda vieram três mulheres incluindo minha tia Gabriela que é a utima personagem do nosso conto. Meu tio Zé Carlos é um homem de 56 anos, alto, cerca de 1,90m, moreno e forte, ele é pastor de igreja, sim minha família é toda evangélica, desde criança tenho o tio Zé Carlos como um pai, ele sempre cuidou da família, mesmo meus avós sendo bem presentes, nossa história começa em 2018, era epoca de copa do mundo e a família se reunia em dias de jogos da seleção, tio Zé Carlos sempre presente ajudava minhas tias com a comida em especial minha mãe, ela era quem preparava os aperitivos pros jogos, naquele dia eu teria a maior surpresa da minha vida e que mudaria meu relacionamento com minha família, preciso dizer que apesar de ser de família religiosa eu não seguia a religião a risca, eu namorava, gostava de sair com meus amigos e até tinha experimentado algumas formas de sexo, já tinha batido punhet apro meu namorado e chupei ele algumas vezes, porém mesmo ele insistindo pra me comer eu não sentia que estava pronta.
Bom, naquela tarde todos estavam reunidos na frente de casa pra assitir o jogo, minha mãe que já tinha preparado tudo entrou pra tomar um banho antes do jogo começar, o jogo começou e nada da minha mãe, achei por bem ir chamar ela, entrei em casa em direção ao quarto dela e quando entrei ouvi a voz do meu tio Zé Carlos, ele falava baixinho mas consegui identificar a voz, ao mesmo tempo ouvi a voz da minha mãe, e parecia que ela estava com algum tipo de dor, pois soltava um "áááiii" longo e abafado, por um momento me preocupei e quando cheguei perto da porta do banheiro dela tive a visão que me paralisou, minha mãe com o vestido levantado até a cintura escorada na pia com a bunda arrebitada e meu tio por trás dela com a calça arreada metendo forte na minha nela por trás, por um momento eu paralisei, não consegui fazer ou falar nada, só consegui dar um passo pra trás quando meu tio sacou aquele pênis enorme de dentro dela e ela se virou rápido, o passo que deinpra trás no susto me fez sair da vista deles mas escutei meu tio dizer...
- agora, mana, abre, abre bem a boca!
Meu tio e minha mãe, dois irmãos fazendo sexo, sem falar que ambos eram casados, pensei no meu pai e na mulher do meu tio por um momento até escutar o que parecia ânsia de vômito...
- isso, assim, bebe tudo!
- droga Zé, assim vc me sufoca! disse minha mãe.
Imediatamente saí dali e voltei lá pra frente, passados alguns minutos eles saíram, cada um segurando uma bandeja com comida.
Dali em diante minha cabeça explodiu, não só por minha mãe trair meu pai mas por estar fazendo aquilo com meu tio, irmão dela, aquel cena não saiu mais da minha cabeça, pelo resto do dia não consegui olhar pra nenhum dos dois, foi então que minha tia Gabriela veio me perguntar se eu tava bem.
Minha tia Gabi é mais nova, na época estava com seus 26 anos, era bonita, corpo delineado, coxas e bunda salinetes, era casada e tínhamos muito em comum, principalmente na aparência, todos na familia diziam que apreciamos irmãs, pois meu corpo é idêntico ao dela, tia Gabi veio até mim depois do jogo, muitos tinha ido embora e os que ficaram estavam na algazarra...
- Val, vc tá bem? parece asustada!
- tia... eu nem sei!
- como assim, menina? parece que vc viu um fantasma!
- tia, vamos sair daqui, preciso conversar!
Ela me olhou preocupada e fomos até a sorveteria na esquina da rua...
- fala, Valéria, o que foi que houve?
- tia, eu vi uma coisa assutadora!
- o que, menina fala de uma vez!
- eu vi minha mãe e o tio Zé Carlos!
Minha tia fez uma cara de "e daí"...
- eles estavam fazendo.... meu Deus, não consigo nem pronunciar!
- fazendo o que?
- eles tavam transando, tia, no banheiro do quarto da minha mãe!
Ela fez cara de surpresa mas não pareceu se chocar com o que eu disse...
- eu vi eles quando entrei pra chamar ela!
- eles viram vc?
- não, eu acho!
- tá bem!
- como assim "tá bem", tia? a sra ouviu que eles tavam trepando? falei em tom de raiva.
- Val, tem uma coisa que vc precisa saber, sobre nossa família, na verdade sobre os mais velhos!
- o que tem a família!
Ela, então, me contou, quando eles ainda moravam no interior, não tinha muita vizinhança, era uma zona rural e as casa eram distantes quilomentros uma da outra, a família vivia praticamente isolada e por conta disso as relações sexuais aconteciam entre os irmãos e irmãs, tia Gabi contou que na epoca que ela ainda era criança, via minha mãe que era adolecente e outras irmãs indo pro quarto dos meus tios, ela não pois era criança, mas as meninas quando ficavam moças começavam a transar com meus tios, em especial com o tio Zé Carlos, por ser mais velho.
Ouvi tudo aquilo sem acreditar e mesmo atônita minha curiosidade despertou...
- e a sra, tia? já ficou com algum dos meus tios?
- aqui entre nós.... já, o Zé Carlos foi quem tirou minha virgindade pouco antes de mudarmos pra cidade!
- só ele?
- praticamente sim, os outros tentavam mas eu gostava dele!
- por que?
- bom, não sei o quanto vc viu, mas o pau dele é enorme!
- ai meu Deus, eu vi, quando ele tirou da mamãe!
- pois é, nenhum outro homem da família tem aquele tamanho!
- tia me diz uma coisa, a sra ainda faz com ele?
- hoje em dia é raro, mas de vez em quando sim!
- e seu marido?
- meu marido nem se compara ao Zé Carlos!
- ai, meu Deus, tia!
- olha, sei que vc tá atordoada com isso, não era pra vc ter visto, não sei o que deu na Isa e no Zé pra fazer isso hoje e com a casa cheia de gente, sua mãe devia tá muito necessitada!
Depois de me contar tudo aquilo voltamos pra casa e eu fui direto pro meu quarto, tentei esquecer mas a cena sempre voltava na minha mente e pra piorar, a cena do pau do tio saindo da minha mãe começou ae dar um puta tesão, quando dei por mim estava com a mão dentro da calcinha bolinando minha buceta que ja tava toda babada, aquele cacete preto com a cabeça rosa fez minha cabeça rodar de tesão e imaginar ele com a tia Gabi foi o ápice, sem muito esforço tive um orgasmo que melou até meu short.
Com o passar do tempo eu meio que acostumei com a ideia, mas sempre me sentia estranha perto dontio Zé Carlos, até que certo dia, eu estava na casa da tia Gabi, o marido dela tinha ido visitar a mãe que morava na cidade vizinha e minha tia pediu pra eu fazer companhia pra ela, aproveitei pra destilar minha curiosidade, percebendo que eu tava me excitando ela fez algo que nunca vou esquecer, sem eu perceber ela ligou pro tio Zé, do absoluto nada ele chegou lá, ela abriu a porta pra ele e quando eu olhei pra ele senti minhas pernas enfraquecerem...
- oi Valéria, tudo bom? disse meu tio.
- tudo bem, tio, e com o sr!
- tô ótimo, a Gabi me disse que vcs queria conversar comigo, até me espantei!
- relaxa, mano, é sobre aquilo que te falei! disse minha tia.
- ah, entendo, e vc acha que ela tá afim? perguntou ele pra minha tia.
- olha, tudo indica que sim, é melhor que seja vc, maninho!
Por um instante eu fiquei sem entender nada...
- gente, do que vcs tão falando?
- Val, vamos te colocar na festa!
- o que, como assim?
- venham cá vcs duas! falou tio Zé com aquele ar imponente.
Ele sentou no sofá e puxou eu e tia gabi pro colo dele...
- deixa eu dizer uma coisa pra vcs, isso que nos fazemos é um ato de amor de família, nada mais, sua mãe sabe, sua tia tbm e hoje vc vai saber tbm!
Sem perder tempo, tia Gabi abriu o ziper e desabotoou a calça do tio Zé, com dificuldade ela puxou a rola pra fora, mesmo mole mal cabia na mão dela, ela começou a mecher naquele cacete, pra cima e pra baixo, puxava a pele pra cima até cobrir a cabeça e depois descia a mão até a metade, eu tava assutada mas não consegui tirar os olhos daquele pau, gente, que pau era aquele, grosso e cheio de veias, a cabeça redonda como uma maçã parecia que não ía parar de crescer, do buraquinho começou a sair um líquido transparente e foi aí que a tia Gabi se abaixou e abocanhou a cabeça, mesmo abrindo a boca o máximo que podia ela não conseguia nem colocar um terço na boca, logo o tio Zé levou a mão no meu seio esquerdo, abrindo caminho pelo decote da minha camiseta, a mão quente e áspera fez minha buceta começar a melar, fechei os olhos e suspirei, vendo meu tesão, tia Gabi me puxou...
- vem provar!
Qualquer juízo que eu tinha saiu de mim naquela hora, eu ja tinha feito boquete antes mas nem se comparava, eu só consegui colocar a cabeça na boca e olhe lá, tia Gabi se levantou e começou a se despir, enquanto chupava meu tio olhei pra tia tirando a roupa, peça por peça ela foi ficando desnuda e eu me via no espelho olhando pra ela, os seios médios redondos pareciam duas pêras, a boceta com uma pouca penugem castanha era seguida pelos labios salientes, tia Gabi se aproximou e sem pedir licença passou a perna por cima do tio, ela já ía encaixar a buceta naquele pau quando o tio interrompeu....
- espera, mana, quero ver essa menina antes, ela é sua cópia, preciso ver as duas nuas!
Tia Gabi levantou e foi me puxando pela mão...
- vem Val, vamos deixar seu tio doido de tesão!
El começou a tirar minha roupa, nos duas ficamos apenas com as sapatilhas, nem lembro por que estavamos de sapatilhas, acho que falavamos em dar uma volta, tio Zé com toda aquela autoridade sentado no sofá mandou nos duas ficarmos lado a lado, posamos pra ele que levou a mão na cabeça e falou....
- ai ai, Gabi, tu não sabes o quanto eu sonhei em pegar vc e essa menina juntas!
Fiquei surpresa com a revelação...
- ah então o sr sente atração por mim é?
- desde que vc ficou moça e esses peitinhos desaborcharam!
Nisso minha tia foi novamente até ele e passou a perna por cima dele, eu fiquei do lado contemplando a cena, minha tia apontou a cabeça da pica na entrada da buceta, e começou a quicar bem de leve, fazendo a buceta se alargar, parecia que não ía entrar, só depois de uns minutinhos a cabeça sumiu dentro dela, tio Zé segurou ela pela cintura e foi puxando bem devagar, tia Gabi fez cara de dor e falou pra ele ir com calma...
- devagar, Zé, senão vc me rasga!
- vai, Gabi, o pior já foi!
- já foi uma ova, vc é um cavalo!
Aos poucos a buceta da tia foi engolindo a rola do tio, logo ela ja subia e descia com certa facilidade, as mão do tio seguravam oela bunda dela e iam empurrando a bunda pra baixo fazendo o pau entrar cada vez mais, quando o rítmo aumentou ele pegou pela cintura dela e começou a dar puxões cada vez mais forte. Nessa hora achei que a tia ía ter um treco, os olhos marejaram de lagrimas e ela começou a gemer e falar coisas desconexas...
- isso, fode sua irmazinha, filho da puta, tá arregaçando minha buceta, cachorro!
Cada puxada que o tio dava era um gemido forte dela, as sentadas aceleraram e quase sem conseguir respirar ela gozou...
- gozei, caralho, gozei, filho da puta!
Ela se tremeu toda e deixou o corpo cair em cima dele, tio Zé a colocou de lado e virou pra mim...
- vem, Valéria, sua vez!
Tio Zé me colocou de pernas abertas em cima dele, o pau percorreu minha buceta passando oor cima do meu rego, senti a cabeça passar da minha bunda e tocar minha costa, nessa hora me veio o medo, ele não só ía me descabaçar, ía me partir ao meio, ergui o corpo e ele apontou a chapeleta na minha entrada, a cabeça forçou a entrada e senti minha buceta arder, quando ele forçou eu gritei....
- não consigo, não dá! falei ofegante.
- calma, vem aqui!
Nisso meu tio levantou e me fez deitar no sofá, abriu minhas pernas na posição de frango assado arreganhando minha buceta, ele ajoelhou no chão e começou a me chupar. Eu quase fui ao céu, aquela boca carnuda e a língua grossa massagearam minha buceta inteirinha, ele me deu uma sra chupada e quando eu comecei a gemer na boca dele, ele começou a dedar meu cuzinho, sem penetrar, só massageando por fora, aquilo fez minha buceta encharcar, achei que ía gozar mas tio Zé parou e se erguendo entre minhas pernas posicionou o pau na minha buceta de novo....
- relaxa, Val, o tio vai fazer bem devagar!
Enquanto ele forçava aos poucos, tia Gabi melou os dedos com gel e começou a esfregar meu clitóris, ela esfregava e apertava meu botãozinho, depois descia até o pau do tio e besuntava a pica dele, com a buceta e o pau agora melados de gel senti a cabeça abrir caminho, cerrei os olhos tentando aguentar a dor, quando ele chegou no meu hímen ele parou, deixando a piroca parada dentro de mim, minha tia ainda esfregava minha buceta e beijava o tio Zé...
- isso, mano, ela já vai acostumar!
- tô sentindo o selinho dela!
- vai com calma!
Ouvir aqueles dois falando do meu cabaço me fez dar uma relaxada, pelo menos até o tio empurrar de novo, dessa vez com mais força, pude sentir meu hímen se rasgar, a dor aguda me fez lagrimas e gemer de dor....
- aiiiii.... tira, tá bom, chega, não aguento mais!
- shiiii... o pior já passou, ele já tá dentro de vc!
- criei coragem e olhei o pau me penetrar, quando tio Zé puxou o pau oude ver a quantidade de sangue no pau dele, ele começou a enfiar lentamente, a dor diminuiu e cmecei a sentir um ardor, logo aquela pica entrava em mim e eu sentia minha buceta ser preenchida, me alargando por dentro, em pouco tempo o tio Zé já me comia com certa rapidez, a rola entrava só até a metade me fazendo contorcer e revirar os olhos, agora eu entendia o que a tia Gabi falou sobre ele e por que minha mãe ainda dava praquele homen, auquela rola era descomunalmente gostosa, preenchia a buceta da gente inteirinha e quando saía dava aquela sensação de vazio só pra depois tornar a encher de novo, tio Zé ja bombava forte quando senti o orgasmo vir....
- Zé, acho que ela vai gozar! disse a tia Gabi.
- vai gozar, Val? goza na pica do tio, goza minha safadinha!
O orgasmo veio, não consegui gemer, só me tremer e sentir meu corpo tendo espasmos, tio Zé meteu até eu parar de me tremer.
Nisso ele colocou minha tia do meu lado, na mesma posição e foi metendo a pica nela, bombou forte, apertando os seios dela, tia Gabi não aguentou muito tempo e gozou de novo. Tio Zé voltou pra mim e enfiou, dessa vez sem pena, ele debruçou em cima de mim, beijando minha boca e metendo rápido e firme, sentia o saco dele bater no meu cu, me dando ainda mais tesão, agarrei nas costas dele e arreganhei as pernas até onde dava, queria sentir aquela rola me arregaçar, e não deu outra, após pouco tempo gozei novamente, quanse desmaiando embaixo dele.
Tio Zé meteu em mim mais alguns minutos e levantou...
- vcs duas tão com a vida feita, minha vez agora! disse ele punhetando o pau.
- Gabi, vem, fica assim! disse ele colocando minha tia de quatro.
- vc também Valéria, fica que nem sua tia!
Obedeci ficando de quatro e empinando a raba pra ele!
- eu vou gozar e vcs vão tomar leitinho, fiquem alertas!
Tio Zé começou a noa comer, primeiro a tia Gabi, meteu nela por alguns minutos, depois passou pra min, enfiou o pau em mim segurando pela minha cintura socando sem dó, depois voltou pra tia, e depois eu de novo, alternadamente ela ía de uma buceta pra outra, cada trocada ele aumentava a força até que ao sair de mim ele punhetou o pau e chamou...
- Gabi, Val, agora venham!
Tia Gabi rapidamente se ajoelhou me puxando pro lado dela, tio Zé segurou nos cabelos dela com a cabeça do pau encostada na boquinha dela, tia Gabi fez um bico esperando a ejaculada que veio forte, com experiência ela abriu a boca deixando o tio jorrar dentro da boca dela, a porra era tanta que escorreu pelo canto da boca, tio Zé segurou oelo queixo dela e ordenou...
- não engole ainda!
Tio Zé puxou nossas cabeças uma em direção a outra e antes que eu pudesse entender, tia Gabi me tascou um beijo na boca, senti ela empurrar a porra na minha boca, eu deveria ter sentido nojo mas o gosto forte de porra e o cheiro do pau do tio entraram em mim me dando um baita tesão, tia Gabi me agarrou e nos beijamos como namoradas, tio Zé abaixou e fizemos um beijo triplo, senti uma dose de ecstasy e quando nos soltamos eu respirei fundo, excitada e aliviada, ficamos um tempo conversando, todos nus como se fosse a coisa mais normal do mundo, tio Zé e tia Gabi falavam sobre seus cônjuges, eu só sorria achando aquilo tudo surreal, quando finalmente nos recompomos, tomei um banho sentindo minha bucetinha arder, meus dedos entravam fácil, a rola to tio Zé Carlos tinha feito um belo estrago, passei uma semana com minha xana dolorida, tia Gabi disse que com o tempo eu acostumaria, mas não era bom ficar muito tempo sem dar pra ele, se demorasse muito iria sofrer pra aguentar.
Depois daquele dia, como eu disse no início, minha percepção da família mudou, entendi minha mãe e apesar de olhar pro meu pai com certa pena eu sabia que era difícil resistir à rola do tio Zé.
Tia Gabi e eu de vez em quando nos pegamos, sim, depois daquele beijo eu meio que gamei nela, nós transamos algumas vezes, só nós duas, tia Gabi me chupava me deixando louca, eu aprendi a chupar uma buceta com ela, quanto ao tio Zé Carlos, sempre que ele nos visitava ele comia minha mãe e eu, separadas é claro, até hoje ela não sabe que foi ele que me desvirginou.
Bom gente, espero que tenham gostado, em uma proxima oportunidade vou contar como minha tia e eu viramos meio que amantes, comentem se gostaram, e fiquem todos com Deus.
Bejos!
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Comentários (1)
Aline: Nossaaaa, que delícia de conto! Amei. Se tiver mais continua, por favorzinho rsrs. T its_lineee
Responder↴ • uid:1e34e4yspuvo