Os irmãos da igreja. 3
Enfim o irmão Maurício teve o momento dele. Só eu que me arrependi , só um pouquinho.
Cheguei em casa, tomei um banho e fui descansar. Por volta de 7 horas da noite, o irmão Maurício buzinou e fui atender. Me cumprimentou e perguntou se eu iria na igreja amanhã (domingo). Lembrei dos moleques e disse que sim. Então ele disse que passaria de manhã pra me pegar. Fui apertar a mão dele pra me despedir e ele me puxou contra o seu cheiroso corpo. Me abraçou e ficou agarrado em mim.
Eu gostei e o abracei forte, dando um cheiro em seu pescoço. Ele pediu pra eu não fazer aquilo pois ele não se responsabilizaria por seus atos. Estava suando muito e sua vara estourando na bermuda. Estavamos entre o muro de minha casa e seu carro. Olhei pro pau dele e dei uma segurada. O safadão se arrepiou, segurou a minha mão no seu pau e arrastou pra um lado e pro outro.
Segurei com força e fiz um movimento de punheta e ele gemeu, tipo quase gozando. Empurrou a minha mão pra longe e disse que não queria assim. Que tinha que ser um momento especial. Me deu um beijo no rosto, entrou no carro e meteu o pé. Entrei de pau duro e fui jantar e dormir.
Domingo o irmão me pegou pra ir pra igreja. Camisa polo justa vermelha e calça jeans de costura dupla entre as pernas e tênis. Seguimos de boa. Perguntei por sua esposa e me disse que acabou a internando pois não melhorava. Falou cabisbaixo. Percebi que realmente ele gosta dela ou sente apresso.
Perguntou se eu queria almoçar com ele, depois do culto e concordei. Eu sei o que ele queria e eu também estava afim. Ele mexia comigo de uma forma diferente do que os moleques. Chegando na igreja, tentamos nos manter serenos mais ele estava muito gostoso naquela roupa. Eu olhava diretamente pra sua pesada mala, ele percebia e disfarçava. Porém a pirocona crescia dentro das calças e ele suspirava.
Enfim, chegou os moleques e como sempre ficamos juntos o tempo todo. Claudio queria que eu fosse pra casa dele mas eu disse que iria almoçar o irmão Maurício. Quer dizer, com o irmão Maurício. Sorrimos e pediram pra depois contar como foi. Sem problema.
Acabou o culto, me despedi do Vini e do Cláudio e fui com o irmão. Parou num restaurante, comprou comida pra levar pra casa. Churrasco completo e refrigerante. Chegando na casa dele, perguntou se eu queria tomar banho e lhe disse que não. Então ele disse que ele iria tomar um banho e, pensei um pouco e lhe pedi que não tomasse banho. Ele não entendeu e me perguntou o porquê não.
Eu estava um pouco sem graça de pedir aquilo, mais lhe disse que o perfume dele misturado com o seu suor, me inebriava. Era um perfume doce tipo perfume árabe que, misturado com o suor dele (porque ele suava muito), me deixava com tesão. Ele me olhou nos olhos bem sério e me agarrou. Colou a sua boca na minha e me beijou demoradamente e claro, eu correspondi.
Me beijava e me lambia o rosto, o pescoço, as orelhas e eu fazia o mesmo. Deixamos o almoço em cima da mesa da sala e fomos pro seu quarto nos beijando. Me derrubou na cama, olhou nos meus olhos e me chamou de "meu garoto". Eu o chamei de "meu homem". Ele sorriu e voltamos a nos beijar violentamente. Até morder os meus lábios ele mordeu. Safado.
Ele tirou a camisa e também tirou a minha. Ficamos esfregando os nossos dorsos e nos beijando. O seu cheiro estava todo em mim e eu estava perdendo a linha, ficando meio mole com aquele cheiro e com a força dele, meio bruto. Eu estava gostando daquilo. Começou a morder o meu corpo e eu só gemia. Me cheirou todo. O meu peito peludo, minhas axilas, meus mamilos, até chegar na minha barriga. Desafivelou o meu cinto, abriu o fechecler e puxou o meu pau duro pra fora.
Cheirou, deu beijos e caiu de boca. Eu suspirava de tesão e ele não soltava da minha vara. Até que arrancou as minhas calças e caiu por cima de mim, voltando a mamar pau, saco, virilha. Suspendeu as minhas pernas e olhou o meu cu. Passou o dedo e sorriu. Um sorriso de felicidade. Então me disse que estava feliz por eu ser cabaço. Respondi que nem tanto, que já havia" brincado" com alguns amigos.
Então me respondeu que o meu cu ainda tinha todas as pregas e que quem iria destruir elas seria ele. Se levantou de cima de mim e começou a tirar as calças. Que corpo lindo aquele safado tinha. Como era forte. O quartel fazia muito bem a ele. Sua piroca pulou da sunga e meus olhos cresceram. Era de um bom tamanho, porém muito grossa. Muitas veias. O corpo era mais grosso que a cabeça. O cheiro daquele homem naquele quarto estava impregnando. Chamei ele pra mim e ele veio. Começamos a nos beijar novamente. Comecei a procurar o sovaco dele e ele entendeu. Abriu na minha cara e meti a língua com tudo o que eu tinha direito. Chupei e mordi um e depois passei pro outro, enquanto ele me mordia o ombro e o pescoço. Levantou, sentou no meu peito e colocou a piroca na direção do meu nariz.
Aquele homem tinha um cheiro que estava me escravizando. Não sei explicar o que acontecia comigo. Eu estava alí pra lhe obedecer. Ele socou a vara na minha boca enquanto eu o segurava pelas enormes coxas. Fazia movimentos de vai e vem dentro da minha boca. As vezes parava com a tora dentro, me deixando sem ar e depois puxava. Que tortura gostosa. Depois se segurou nas costas da cama e veio com o cu na direção do meu rosto.
Enfim eu iria chupar aquele rabão dele. Puta que pariu! Pense em duas bandas de bunda carnudas com um furo no meio bem olhudo e com um cheiro de macho suado. Não era cheiro ruim. Era cheiro de suor, de safadeza, eu não sei explicar. Chupei muito aquele cu enquanto aquele macho gemia gostoso me mandando comer o cu dele com a língua.
Depois dessa putaria, me disse que era a minha vez. Desceu até às minhas pernas, abriu as e empurrou em direção ao meus ombros me deixando com o cu aberto e totalmente a mostra. Senti até um pouco de vergonha naquela posição mais o meu homem parecia um crianção olhando pro meu cu com ar de riso e passando o dedo e cheirando. Por fim caiu de boca.
Eu comecei a me debater de prazer e tesão. Ele nem quis saber mais do meu pau. Era só o cu. Chupou, mordeu, arranhou com os dentes, puchava pra fora chupando. Mais um pouco e iria tirar o meu cu do lugar, devido a violência com que me chupava. Suava muito e tinha um olhar de predador.
Depois de muito chupar, ficou de joelhos, olhou pra minha cara e balançou o pau pra mim. Eu fiz aceno com a cabeça que sim. Ele colou a cabeça na entrada e foi metendo tão devagar que eu não estava sentindo nada. Tudo bem que, depois daquela surra de língua que ele deu no meu cu, eu já estava meio dormente. Só fui sentir a caralha no cu quando a parte grossa começou a se alojar. Não era dor, era um desconforto. Então ele veio se deitando por cima de mim. Ficava olhando nos meus olhos enquanto o trem ia me invadindo.
As vezes eu reclamava um pouco. Parece que me faltava um pouco de ar, ele fazia como quem vai tirar até eu voltar ao normal e depois voltava a me socar lentamente. Me olhava tão apaixonante. Homem quando quer comer um cu, se torna perigoso. Aquele safado sabia encantar alguém que lhe interessasse.
Veio com sua boca pra beijar a minha e nesse momento acabou de enterrar o que faltava. Tentei reclamar mais ele me tapou a boca com um forte beijo e começou a se esfregar no meu corpo e com isso a piroca me macetava por dentro. Caralho! Eu não sabia se aquilo era bom ou era ruim. Tinha horas que eu queria sair dali e ao mesmo tempo eu o agarrava, sentindo todo aquele homem sobre mim e me empalando. Fechei os meus olhos e viajei em tudo o que estava acontecendo. O sabor da sua boca, o seu cheiro, o seu suor, o seu enorme corpo sobre o meu, me amassando e o seu jeito de me arrombar tão viril e tão delicado ao mesmo tempo, os seus gemidos másculos no meu ouvido.
Eu só me entreguei.
Quando ele começou a aumentar a pressão, lavado de suor que, chegava a pingar em mim, eu sabia que aquele macho iria gozar e com isso tentei abrir ao máximo minhas pernas pra que ele bombasse livremente o meu cu. Ele entendeu. E socou com força me fazendo quase chorar de prazer enquanto derramava litros de porra grossa dentro do meu anus. Era tanta que, eu sentia me enchendo. Ele ficou deitado por cima de mim, se recuperando com a piroca entalada no meu cu, com o coração disparado mais bem encaixado em mim e eu abraçado naquele corpo grande, alisando suas costas, como se ele fosse o meu bb.
Nunca em minha vida me senti tão afeminado. Não era o meu normal mas com ele, eu só queria cuidar dele, satisfazer ele, ser o que ele quisesse. Como as coisas mudaram de uma hora pra outra.
Eu e meus amiguinhos da igreja que até então, gostávamos de desdenhar do irmão Maurício, agora eu alí, como uma puta de pernas abertas, entalada com um caralho gostoso e com vontade de cuidar daquele macho fenomenal. Cuidar como fêmea e ele o macho. Fiquei ali, refletindo um pouco no que aconteceu, até ele se levantar de mim e perguntar se estava tudo bem. Respondi que melhor não poderia. Ele sorriu e me beijou levemente. Falou que ainda estava engatado em mim, se eu queria que ele tirasse e respondi que não. Ele ficou incrédulo com a minha resposta. Parecia estar muito feliz.
De repente começou a me pedir desculpas. Ficou nervoso e quis sair de mim, disse que esqueceu de mim, que ele foi muito cruel pois só ele havia gozado e me deixado a deriva. Pedi pra ele se acalmar, que estava tudo bem. Realmente eu não estava a fim de gozar pelo pau. Acho que o meu maior prazer foi gozar pelo cu. Acho que foi isso o que aconteceu pois eu estava muito realizado e tranquilo. Tudo o que aconteceu foi muito bom sem eu precisar gozar.
Ele tirou o seu pau do meu cu, se levantou, me deu a mão pra levantar e fomos pro banheiro tomar um banho bem gostoso pra depois almoçar. Me lavou e eu lavei ele. Aproveitei e dei muitos beijos naquele corpo grande e a única coisa que ele queria beijar em mim era o meu cu inchado. Se demorasse mais um pouco teríamos outra seção de foda ali mesmo. Mas preferimos ir comer porque a fome estava mais forte.
Almoçamos e depois conversamos um pouco. Ele pediu segredo de morte e eu também pedi pra que não contasse que fui fêmea dele. Segredos resolvidos hora de ir pra casa. Demos uns amassos na sala dele, fizemos algumas juras e promessas de uma próxima foda, só que dessa vez em um motel.
Me levou em casa e se foi. Perguntou se eu iria na igreja a noite e falei que iria deixar pro próximo final de semana. Ele sorriu e partiu.
Ainda tem mais amigos. Depois vou falar do Fernando. Um novato visitante.
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Comentários (1)
XD: Que tesão! Entregou tudo e mais um pouco hoje! Delicioso de ler, dá para sentir o prazer em cada detalhe! Já estou na ansiedade pelo próximo capítulo! 😄
Responder↴ • uid:81rd099fii