#Assédio #Gay

Os irmãos da igreja. 4

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Bacellar

Os primeiros contos eu escrevi o meu nome errado. É Bacellar com dois LL. Agora está certo. Tenho outros contos nesse site.

Acabei me viciando na safadeza com o Vini e o Cláudio. Aos sábados ia pra casa deles pra fazer safadezas e aos domingos estávamos como santos na igreja. Nesse ensejo de ir pra casa deles, contei aos meninos o que eu e o irmão Maurício fizemos e acabei revelando pra eles que dei o meu cu pra ele. O Cláudio falou que iria dizer pro irmão dele que ele não seria mais o primeiro. Começamos a sorrir. Já o irmão Maurício, desde aquele dia, ficávamos nos fitando e as vezes, quando dava, rolava uma mão boba. Acho que ele se ligou que eu gostava mesmo era de ficar com os moleques.

A sua esposa ficou boa do problema que ela estava passando e ele estava mais calmo. Num domingo de manhã, como sempre eu junto com o Vini e o Cláudio, sentado no pátio da igreja, antes do culto da manhã começar, vimos passar um cara grande e forte, branco com uma tatuagem no braço.

Nos entre olhamos e mantemos a pose. O pátio estava cheio de gente e não poderíamos marcar bobeira. Quando começou o culto, sentamos na galeria, que dava pra ver quem sentava na parte de baixo e vimos o grandão sentado. Na metade do culto, vimos o grandão indo em direção a parte de fora do templo.

Nos entre olhamos de novo como putinhas no cio e resolvi descer pra saber aonde estava indo aquele macho alfa. Chegando no pátio, percebi que ele procurava algo e perguntei se eu poderia ajudar, já me apresentando a ele. Me disse que o seu nome era Fernando e que estava procurando o banheiro.

Pedi pra que me acompanhasse. Assim que entrava mos no banheiro, tinha os mijadores e depois as cabines dos vasos sanitários e depois os chuveiros. Ele perguntou se eu poderia esperar ele pois a igreja era muito grande e ele estava receoso de se perder. Respondi que não tinha problema nenhum, que eu iria esperar e até iria aproveitar pra mijar também.

Ele se posicionou em um mijador e eu plantei do lado dele. Ele tirou a vara pra fora e veio no meu nariz um cheiro gostoso de pica suada e eu dei uma olhada na vara dele. Fui bem descarado mesmo. Ele me olhou e eu comentei do cheiro forte de vara. Ele sorriu meia boca e disse que era segurança a noite e aos domingos, quando saia do plantão, gostava de ir em uma igreja e depois pra casa.

Então não havia tomado banho ainda. Por isso o cheiro forte de rola. Me pediu desculpas mas eu lhe disse que o cheiro não era ruim, só era forte, que na verdade passava masculinidade. Já tinhamos acabado de mijar mais nenhum dos dois guardou a vara. Ele ficou segurando a piroca e tipo apertando ela enquanto eu fingia olhar pra minha, que já estava meia bomba, mas na verdade eu estava olhando pra dele.

Uma pica gostosa, comprida e bem vermelha. Tinha poucos pelos porém era larga. Bem diferente das picas que eu já tinha visto. Então ele perguntou se eu gostava daquele cheiro. E quando olhei pra ele, ele estava com uma cara de tarado, que foi difícil eu dizer que não gostava.

Ele tirou a mão da vara e trouxe ao meu nariz e eu cheirei profundamente, sentindo o aroma secreto do macho. Minha piroca ficou muito dura. Ele me puxou pra aonde ficava os vasos sanitários, me sentou na tampa do vaso, trancou a porta da cabine, desceu as calças e começou a pincelar aquela pica babada na minha cara, segurando a minha cabeça.

Puta merda! Que cheiro perfeito. Eu fungava com força a cabeça, as virilhas e o saco do macho. Depois comecei a linguar as virilhas salgadas dele, a chupar o seu saco loiro e aí sim, fui linguar o corpo da vara. Que piroca gostosa aquele macho tinha. Mamei sem pressa pois os irmãos estavam todos no templo assistindo ao culto.

Ele começou a socar a vara na minha boca e eu deixei ele se matar de prazer na minha garganta. Engasguei várias vezes e fazia barulho auto por me engasgar, mas não estava nem aí. Todos estavam no templo. Quando ele segurou forte a minha cabeça, precionando na sua virilha, eu sabia que vinha leite de macho pra eu tomar. Relaxei a garganta e aguardei.

Não deu outra. O macho gemeu e lavou toda a minha boca de leite grosso e forte. Ficou enterrado na minha boca esperando sair a última gota e eu fiquei quietinho. Lambi toda a piroca dele até sair todos os resquícios de leite, dei muitos beijos nela e eu mesmo a guardei dentro das calças dele.

Ele sorriu pra mim e disse que eu era uma boa putinha, que eu nasci pra ser escrava de macho. Eu sorri pra ele e perguntei se ele iria voltar pra assistir o restante do culto e ele preferiu ir embora pra casa mais disse que com aquele tratamento VIP que ele recebeu, que em breve estaria de volta. Saiu e me deixou alí, sentado naquele vaso sanitário, com bafo de pica suada e leite e com uma cara de piranha no cio. Percebi que mais uma vez eu não fiz questão de gozar.

O que estaria acontecendo comigo? Porquê eu estava tão preocupado em fazer os parceiros gozar e eu não? Eu sentia prazer do jeito que a coisa fluía mais não sentia necessidade de gozar. Desde o lance com o irmão Maurício que eu estava percebendo isso.

Será que eu estava virando uma putinha afeminada? Que só queria dar prazer aos machos? Mais eu também sentia prazer? Eu estava muito confuso. Saí dali ainda com vontade de fazer sacanagens. Fui ao encontro dos amigos e logo me perguntaram como foi. Bafejei na cara de um e depois na cara do outro.

Repudiaram a marola que sentiram pois era cheiro de porra e pica suada. Ficamos rindo bem baixinho. Assim que acabou o culto, fui pra casa do Cláudio junto com o Vini. A mãe dele nos fez almoçar e ficamos na sala assistindo tv. A mãe do Cláudio deu uma saída e disse que não iria demorar. Começamos uma sacanagem no sofá de um pegar na vara do outro com muitas risadinhas. Até que o irmão do Cláudio chegou.

Nos recompomos e ele nos olhou rapidamente e perguntou pela mãe. Claudio disse que ela tinha dado uma saída mas que não demoraria. Na maior cara de pau, ele olhou pra mim e perguntou se eu estava a fim de mamar um pau suado. Caralho! Como ele adivinhou o meus gostos? Respondi que tudo bem. Me chamou pro quarto e disse pros meninos ficarem na sala, caso a mãe chegasse.

Mandou eu deitar na cama, tirou as calças, subiu em cima do meu peito e esfregou a pica suada na minha cara. Fui abocanhar mas não deixou. Disse que era pra eu primeiro sentir o cheiro de macho. Do pau, do saco, das virilhas e, pasmem, do cu dele. Esfregava com força, chegando a , de vez em quando, amassar o meu nariz nos seus pentelhos. O cheiro de suor estava forte. Até o cheiro de suvaco do macho alcançava o meu nariz.

A pica dele estava prestes a explodir de tanto tesão e eu me virava ali como podia. Por fim, me mandou levantar e ficou de quatro na cama, me mandando liguar o cu dele. Cu de macho, virgem e peludo. Cai de boca e chupei, lambi, sorvi todo o néctar daquele cu. Atochava a língua no olho do cu e ele piscava pra mim gemendo de prazer.

Até que disse que iria gozar. Virou de frente pra mim e me entalou a vara na boca, fazendo movimentos de vai e vem, até soltar muito leite na minha garganta. Enquanto isso eu dedilhava o olho do seu cu levemente.
Que delícia de homem. Sorvi e bebi tudo. Estava calor e ele suado. Levantou e disse que ia tomar um banho. Deu dois tapinhas em cima da minha cabeça, como se eu fosse um cachorro que acabasse de fazer uma boa ação e me disse: - Bom garoto.

Abriu a porta do quarto, olhou pra sala, viu que estava tudo bem e passou pro banheiro pelado, na frente dos meninos. Logo em seguida os meninos entraram no quarto e ficaram me olhando. Fui na direção deles e agarrei suas pirocas duras. Botaram pra fora. Comecei a mamar uma de cada vez.

Mamei com fome, com desejo, com muito tesão. Naquele momento eu só queria isso. Mamar pau. Só parei depois que aqueles dois putos gozaram na minha garganta. Até gemeram pra gozar devido a força que eu mamei. Foi tão rápido devido ao tesão que estávamos sentindo, que, quando o irmão do Cláudio chegou no quarto, o cheiro de sexo impregnava alí. Ele, percebendo o que tinha acontecido, foi até a janela e a abriu, pra renovar o ar.

E mais uma vez eu não fiz questão de gozar mais senti muito prazer por ser usado por todos e também dar prazer a eles. O Cláudio nos levou até o portão. Fui com o Vini até próximo a sua casa. Me despedi dele e fui pra minha casa. Eu estava achando que tudo estava um pouco confuso. Os meus sentimentos e prazeres nunca foram assim e depois que eu conheci esse povo doido, eu já não sabia mais quais eram os meus verdadeiros prazeres. Muito menos os meus verdadeiros sentimentos.

Comecei a pensar em me afastar um pouco deles. Talvez até me entender ou entender o que estava acontecendo. Eu estava começando a achar os meus amigos do meu bairro, interessante. Passava por caras na rua e me imaginava com eles na cama ou algo erotizado. Não podia ver um fortão que a minha pica ficava dura.

Então resolvi dar um tempo. Ninguém entendeu nada e confesso que fiquei muito mal pois já estava virando um ciclo vicioso. Tentei voltar ao normal. Esquecer aquele povo. Arrumei um emprego. Era no centro da cidade. Mudei totalmente o meu comportamento. Mas aquela pirocada do irmão Maurício, aquelas vara que tanto mamei do Vini, do Cláudio, do Fernando e do Caio, irmão do Cláudio, deixaram plantados em mim, que um homem pode fazer o que ele quiser. Basta ele querer. Ha! E minha vontade de meter também voltou ao normal. Tudo isso não foi assim, rápido. Tudo isso durou 3 anos. Teve muita putaria entre nós.

Mas eu resumi pra não ficar chato.
Agradeço a quem leu. Não sou escritor mais sei que tem muitas coisas erradas nas escritas. Um grande abraço e até um próximo conto.

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