O vizinho novo e a ninfetinha
Vocês já sabem que eu ajudo a minha avó no bar e que eu adoro um perigo. Mas o que aconteceu com o vizinho novo foi um dos programas mais gostosos que eu já fiz.
Ele se mudou para a casa ao lado da nossa na semana passada. Um coroa de uns 55 anos, moreno, alto, fortão, com uma cara de safado que dava gosto de ver. Na quinta-feira à tarde, ele apareceu no bar da minha avó para comprar um maço de cigarro.
Eu estava usando o meu shortinho jeans (aquele que enfia no meio da bunda) e um top curtinho, sem sutiã e sem calcinha. Quando ele me viu, os olhos dele brilharam. Ele não disfarçou. Ficou me olhando de cima a baixo, demorando no meu peito e na minha bunda.
Boa tarde – ele falou, com a voz grossa. Se eu soubesse que tinha uma novinha gostosa aqui do lado, tinha me mudado antes.
Eu ri, me inclinei no balcão, deixando os peitos bem à mostra, e respondi:
Então é bom o senhor aproveitar que agora mora, porque a vizinhança aqui é bem... receptiva.
Ele deu um sorriso de canto, pegou o cigarro, pagou e foi embora, mas olhou pra trás duas vezes antes de entrar em casa. Eu sabia que ele ia querer me comer.
Mais tarde, já era noite. A minha avó estava sentada no sofá, vendo a novela dela. Eu falei: vó, vou ali e já volto.
Ela nem perguntou pra onde eu ia, só resmungou um "tá bom, mas não demora". Eu saí, atravessei a rua e bati na porta do vizinho.
Ele abriu, e quando me viu ali, na porta, com aquele shortinho e o top, ele não perdeu tempo. Me puxou pelo braço, me jogou no sofá da sala dele e trancou a porta.
Ele não me beijou de primeira. Ele só abriu a calça, tirou aquele pau grosso pra fora e enfiou na minha boca. Eu comecei a mamar com vontade, engasgando, enquanto ele segurava a minha cabeça.
Chupa, sua vadia... ele falou, metendo fundo. Chupa o pau do vizinho novo, cadela. Não era isso que você queria??
Depois de um tempo, ele me puxou pelo cabelo, me levantou do sofá e me beijou com força, mordendo meus lábios. Ele me jogou de costas no sofá, arrancou meu short e o meu top e caiu de boca na minha buceta. Ele chupou com fome, mordendo o clitóris, me fazendo gemer alto.
Sua puta... ele falou, levantando a cabeça e dando um tapa na minha cara. Toda molhadinha pro vizinho.
Ele me virou de quatro no sofá, segurou no meu cabelo e enfiou o pau de uma vez. Eu gritei e ele meteu com força, batendo na minha bunda, me chamando de vadia, de prostituta, de cadela, de vagabunda. Ele metia fundo, puxando meu cabelo pra trás, e eu gemia alto, sem me importar se alguém iria ouvir os meus gemidos.
Ele meteu mais rápido, mais forte. Eu senti o prazer subir e gozei no pau dele, tremendo toda. Ele não parou. Continuou metendo na minha buceta até dar um urro e gozar dentro de mim, escorrendo pela minha perna.
Ele ficou parado por um tempo, respirando fundo, e depois se afastou. Eu me limpei, puxei o short e o top e fui embora. Ele não falou nada, só me deu um sorriso de safado.
Quando cheguei em casa, a minha avó estava dormindo no sofá, com a TV ligada. Eu a acordei: Vó, vai dormir na cama.
Ela levantou, meio tonta de sono, e quando passou por mim, ela parou e fungou o ar. Jade, que cheiro é esse? ela perguntou, com a cara meio torcida.
Que cheiro, vó?eu perguntei, com a maior cara de santa. Ah, é que eu fui ajudar o vizinho novo a carregar umas caixas. A casa dele tá toda empoeirada.
Ela resmungou alguma coisa, bocejou e foi para o quarto. Eu fui para o meu, com a buceta cheia de porra e um sorriso de orelha a orelha.
Beijos no pau e na buceta!!!
Se quiser falar comigo, só char no meu e-mail
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