#Incesto #Teen #Virgem

Meu primo me fodeu enquanto dormia

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maisinhacadela

Eu tenho 17 anos e um currículo: sou gostosa, sou safada e sei disso. E a minha vó, na semana do Réveillon, resolveu que eu ia passar quatro dias na casa dela, no interior, com ela e com o meu primo Bruno, que morava lá desde que os pais dele se separaram.

Quatro dias. Sem carro, sem balada, sem ninguém.

Eu já tinha passado por isso antes e já sabia como termina: eu me masturbando no banheiro com o chuveiro ligado e saindo de lá com mais fome do que entrei.

O Carlos tinha 15, era um garoto crescido pra idade, mas bem bobinho e inocente, do tipo que gagueja falando com as garotas

A véspera de Ano Novo foi churrasco na casa da vizinha, mesa na calçada, cerveja em isopor, música alta. Eu me esbaldei de dançar e comer, pensando no ano bom e.nas sacanagens que viriam no seguinte.
A uma da manhã a gente voltou. A vó dormiu antes de todo mundo. Ele foi pro quarto do fundo e eu fui pro meu, com o ventilador no talo e a janela aberta pro quintal.

Eu dormia só de blusão. Um blusão grande, de time, que ia até o meio da coxa. E sem calcinha, porque fazia trinta e cinco graus e porque eu sou assim.

Deitei de bruços, abracei o travesseiro e apaguei.

Não sei que horas eram quando a porta abriu.

Ouvi o rangido. Ouvi o passo. Senti o colchão afundar do lado do pé, devagar, como quem não quer acordar ninguém. E aí a mão dele encostou na minha panturrilha.

Eu acordei na hora.

Fiquei parada. Respiração igual, olho fechado, corpo mole. Não sei por que eu fiz isso — só sei que o tesão chegou antes da decisão, subindo pela barriga como água quente, e que a ideia de descobrir até onde ele iria me deu mais tesão ainda.

A mão subiu. Devagar. Passou pela parte de trás do joelho, pela coxa, e parou ali, na beirada do blusão.

Ele respirou fundo. Tirou a mão. Voltou.

Dessa vez a mão subiu por baixo do tecido. Cinco dedos abertos na minha coxa, quentes, ásperos de oficina, e eu tive que fazer força pra não arrepiar. A mão subiu mais. Chegou na minha bunda, apertou uma vez, devagar, e soltou.

E aí ele fez o que eu esperava que ele fizesse: desceu.

Passou pelo meio das minhas pernas por trás, e o dedo dele encostou na minha buceta, e eu ouvi ele engolir um gemido quando sentiu que estava molhada.

Eu estava encharcada. Estava encharcada desde a hora que ele encostou na minha panturrilha.

Ele ficou ali uns dois minutos, só passando o dedo pra cima e pra baixo, de leve, separando, sentindo. Depois enfiou um dedo.

Eu apertei por dentro, de propósito, e ele parou de respirar.

— ...Camila? — ele sussurrou.

Nada. Nem um músculo.

Ele enfiou o segundo dedo. Mexeu devagar, pra dentro e pra fora, e eu senti minha buceta fazer aquele barulho molhado, e ele ouviu, e gemeu baixinho de novo.

Depois ele virou o meu corpo.

Me deitou de costas com a mão no quadril, sem pressa, e eu deixei. Deixei a cabeça tombar pro lado, deixei a boca entreaberta, deixei a perna abrir quando ele empurrou o meu joelho.

O blusão já tinha subido até o umbigo.

Ele subiu em cima de mim, apoiado nos braços, e o pau dele encostou na minha coxa. Duro. Grosso. Latejando. Ele estava de cueca e tirou a cueca com uma mão, meio desajeitado, e depois ficou parado em cima de mim, olhando a minha cara, decidindo.

E resolveu.

Passou a mão na minha buceta mais uma vez, espalhou a minha própria gosma pela cabeça dele, e empurrou.

Entrou devagar. Muito devagar. A cabeça, depois o resto, um centímetro por vez, e eu juro por Deus que foi a coisa mais difícil da minha vida ficar quieta. Ele era grosso. Abria. Enchia. E eu sentia cada anel da minha buceta se esticando em volta dele, e sentia ele tremendo em cima de mim, segurando o peso do corpo nos braços pra não me esmagar.

Quando chegou no fim, ele soltou o ar todo de uma vez, num gemido baixo, e ficou parado ali, encaixado até o talo, sentindo.

— Ai, meu Deus — ele sussurrou, achando que era só pra ele. — Ai, que delícia.

Eu quase abri os olhos.

Ele começou a mexer. Primeiro lento, cuidado, o colchão rangendo de leve, o quadril dele batendo no meu de forma cadenciada. Depois foi ganhando confiança. Meteu mais forte. A cama começou a bater na parede. Ele pegou a minha perna e dobrou contra o meu peito, abrindo tudo, e entrou num ângulo que me fez ver estrela.

E aí eu não consegui mais segurar a respiração.

Comecei a gemer junto com ele. Baixinho, fingindo sonho, mas gemendo. E ele, doido, achando que era sonho mesmo, acelerou.

— Ah, porra — ele falou na minha orelha. — Vai, vai.

Passou a mão na minha cara, na minha boca, e eu abri e chupei o dedo dele dormindo. Ele gemeu como um bicho. Empurrou mais fundo, mais rápido, o corpo dele todo colado no meu, o suor dele pingando no meu peito, o cheiro de cerveja e de oficina e de macho me envolvendo inteira.

E eu estava lá, de olho fechado, sendo fodida pelo meu primo às três da manhã, e a minha buceta começou a apertar sozinha, em ondas, e eu entendi que não dava mais pra fingir.

Ele sentiu.

— Camila — ele sussurrou, a voz rouca. — Camila, eu vou gozar.

E eu apertei mais. Apertei de propósito, três vezes, e aí ele perdeu a cabeça. Meteu forte, quatro, cinco vezes, e gozou.

Gozou dentro. Sem camisinha, sem aviso, sem nada. Jorrou quente lá no fundo e eu senti cada espasmo dele dentro de mim, e aquilo foi o que faltava, e eu gozei também.

Gozei com os olhos fechados, tremendo, apertando o pau dele, e quando terminou eu deixei escapar um gemido comprido, daqueles que não se finge.

Silêncio.

Ele ficou parado em cima de mim, duro ainda dentro, sem respirar.

E aí eu abri os olhos.

— ...Você acordou? — ele perguntou, morto de vergonha.

— Nunca dormi.

Ele arregalou os olhos.

— Nunca?

— Nunca. — Eu sorri, passando a mão no cabelo molhado dele. — Desde a sua mão na minha perna.

— Por que você não falou nada?

— Pra ver até onde você ia.

Ele riu, sem graça, e ia sair de cima, e eu segurei o quadril dele com as duas pernas.

— Não sai ainda.

— Tá.

— E, Bruno — eu falei, puxando a boca dele pra perto da minha. — Você gozou dentro.

— Foi mal.

— Foi ótimo.

Ele ainda estava em cima de mim quando a vó tossiu no quarto do lado, e os dois congelaram e riram com a boca fechada, colados, suados, no escuro.

No dia seguinte, no almoço, ele não conseguiu olhar pra mim nem três segundos sem ficar vermelho.

— Tá doente, Bruno? — a vó perguntou.

— Não — ele disse. — Só dormi mal.

Eu passei o pé por baixo da mesa e encostei na perna dele.

— É — eu disse, servindo mais arroz. — Eu também.

E faltavam três noites.

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Comentários (1)

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  • Alice: Nossa que delícia , teve uma vez q sai com um cara de primeira ele me chamou pra tomar um sorvete, fui na inocência mesmo, ele parou o carro na rua nem era deserta cheia de carro, começou a me beijar quando eu vi ele já tava metendo no pelo chupando meus peitos foi o sexo mais gostoso da minha vida eu falava para e ele falava deixa gostosa nossa só de lembrar arrepia sou louca pra ser comida assim de novo do nada

    Responder↴ • uid:1dak09a6ij