siriricando gostoso na frente do papai
de uma putinha que ama ficar cheia de leite do papai
Eu entrei no quarto dele sem bater. A porta estava entreaberta, a luz baixa da abajur acesa. Ele estava sentado na beira da cama, só de bermuda, o peito largo e o cabelo já grisalho um pouco bagunçado. Levantou o olhar quando me viu e não disse nada. Só me observou.
Eu fechei a porta atrás de mim e fiquei de pé na frente dele. Puxei a camisola pelo corpo e deixei cair no chão. Fiquei nua. Ele engoliu em seco, os olhos descendo pelo meu peito, pela barriga, até parar entre as minhas pernas.
— O que você tá fazendo? — a voz dele saiu rouca.
Eu não respondi. Abri as pernas um pouco, passei a mão pela própria buceta e mostrei os dedos molhados. Depois sentei na cadeira em frente à cama, bem na frente dele, e abri as coxas o máximo que consegui. Comecei a me tocar bem devagar, dois dedos entrando e saindo, o polegar girando no clitóris. O som molhado encheu o quarto. Ele não se mexeu, mas a bermuda já marcava forte.
Eu gemí o nome dele baixinho, acelerando os dedos. A buceta fazia barulho, molhada demais. Senti a pressão subindo rápido, aquela vontade forte de gozar e molhar tudo. Levantei o quadril um pouco, empurrei os dedos mais fundo e apertei o clitóris com força.
O jato saiu quente e forte. Eu squirtei na frente dele, o líquido escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão entre as nossas pernas. Continuei mexendo os dedos enquanto gozava, outro jato saindo, molhando a bermuda dele. Ele respirou fundo, a mão apertando o próprio pau por cima do tecido.
Eu ainda estava tremendo quando ele se levantou, puxou a bermuda pra baixo e me puxou pela nuca. O pau dele bateu no meu rosto, grosso e quente. Eu abri a boca e chupei enquanto ele me olhava de cima, a mão firme no meu cabelo.
— Continua — ele mandou, a voz baixa e autoritária.
Eu voltei a me tocar com a outra mão, chupando o pau do meu pai e esfregando a buceta molhada. Em poucos minutos eu squirtei de novo, o líquido espirrando nas pernas dele enquanto eu engolia o pau até o fundo. Ele gozou na minha boca logo depois, segurando minha cabeça e gemendo meu nome.
Ficamos ali um tempo, o cheiro de sexo e o chão molhado entre a gente. Ele me puxou pra cima da cama e me deitou de costas. Sem falar mais nada, abriu minhas pernas e enterrou o rosto na minha buceta ainda latejando, lambendo tudo o que tinha saído de mim.
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Comentários (1)
PapaiMineiro1: Que delicia de conto sei que este papai passou uma filha sapeca provocando só quem fez ou faz sabe o prazer que é papaimineiro1
Responder↴ • uid:1e6y9xg5dhn1