#Incesto #Teen #Traições #Voyeur

Pecados de Grávida 8

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Maquik

O parto veio antes do previsto. Fui para o hospital com contrações fortes e, em poucas horas, segurava meu filho nos braços. Um menino saudável, pequeno, de cabelo escuro. Nos primeiros dias em casa recebi visitas. Bernardo veio conhecer o sobrinho, segurou ele com cuidado, sorriu, conversou normalmente. Nada aconteceu entre nós. Eu ainda estava dolorida, sangrando, e o corpo pedia descanso.
Cinco dias depois do parto eu já estava em casa quando, no meio da madrugada, ouvi gemidos vindo do quarto de Camila. Não me surpreendi. Só fiquei deitada olhando o teto, o bebê dormindo ao meu lado, e pensei que queria ser eu gemendo daquele jeito… com o Bernardo.
Os dias foram passando. O bebê engordava bem, mamava com força, dormia cada vez melhor. Eu me recuperava devagar. Quando já estava perto de completar três semanas de pós-parto, não aguentei e mandei mensagem para meu irmão:
“Quando você vai ver o sobrinho de novo?”
Ele respondeu que estava querendo muito, mas o trabalho estava puxado. Sugeri que ele passasse o próximo feriado com a gente. Bernardo respondeu com uma risada e perguntou:
“O resguardo já acabou?”
Fiquei sem jeito. Demorei para responder. Ele entendeu na hora o que eu queria. Acabei escrevendo que estava perto de acabar. Ele fez as contas e disse que no feriado eu ainda estaria formalmente de resguardo. Respondi que um dia a mais não fazia diferença. Ele lembrou que o Caio estaria em casa. Eu contra-ataquei rápido: Caio ia passar o primeiro dia do feriado numa pescaria com os amigos. Bernardo riu de novo e citou a Camila. Fiquei em silêncio por um tempo. Ele então disse que ia pensar em alguma coisa.
No dia anterior à viagem de Caio eu me preparei. Fui ao salão, cortei as pontas do cabelo, fiz as unhas e me depilei. À noite, sozinha na cama, ouvi de novo os gemidos vindos do quarto da Camila. Dessa vez pareciam mais intensos, mais longos. Achei que eles estavam se despedindo, já que passariam o feriado longe um do outro.
No dia seguinte Caio saiu cedo com a mala de pesca. Bernardo chegou no meio da tarde. O bebê estava no colo dele no instante em que chegou. À noite fizemos um churrasco simples só nós três e o neném. Sempre que Camila virava as costas, Bernardo encontrava um jeito de me tocar: a mão na cintura, a mão roçando minha bunda, o olhar em direção aos meus peitos. O único que via tudo era o bebê, quieto no berço improvisado perto da mesa.
Na madrugada eu estava deitada de lado amamentando, já pensando em ir para o quarto de Bernardo. O quarto só tinha a luz fraca do abajur. A porta se abriu sem barulho. Bernardo entrou, fechou e veio até a cama. Meu coração disparou. Ele abaixou o short, ficou nu, estava todo raspado, o pau mole com a cabeça para fora da pele, e então deitou atrás de mim. Achei que ia só provocar, roçar o pau em mim, me deixar molhada e esperar que eu acabasse de amamentar.
Eu errei.
Quando sussurrei que ia colocar o bebê no berço, ele segurou minha cintura com força, puxou e enfiou o pau de uma vez. Eu ainda tinha o peito na boca do meu filho quando meu irmão me penetrou até o fundo. O ar bateu na garganta. Tive que morder o travesseiro para não gemer alto. O bebê continuou mamando, alheio, enquanto o pau comprido de Bernardo entrava e saía de mim com força, do jeito que eu gostava.
A sensação era absurda: o puxão da boca do neném num peito e a estocada fundo no outro lado do corpo. Eu cedi completamente. Empurrei a bunda para trás, pedindo mais, e ele me deu. Fodeu devagar no começo, depois mais rápido, sempre controlando o barulho. Meus gemidos saíam abafados contra o travesseiro. Ele parou dentro de mim ainda enquanto o bebê mamava.
Então sussurrou no meu ouvido: coloca ele no berço. Eu coloquei e tirei o vestido, ficando completamente nua. Ele me olhou de baixo para cima enquanto segurava o pau. Fui em sua direção e chupei seu pau. Então Bernardo me virou de quatro na cama, segurou meus cabelos e me comeu, dessa vez sem piedade. Eu enterrei o rosto no colchão para não acordar a Camila. Enquanto ele me usava como queria: fodendo minha buceta, depois tirou, me fez chupar o pau e sentir o gosto da minha buceta, e em seguida comeu meu cu. A cada estocada eu tinha que morder o lençol. Ele falava baixo no meu ouvido, coisas sujas, me chamando de puta, de irmã putinha, enquanto me abria.
Passamos a madrugada inteira daquele jeito. Ele me comeu de lado, por cima (com cuidado com a barriga ainda mole), me fez cavalgar devagar, me chupou até eu gozar na boca dele. Ele então veio me fuder. Enquanto estava dentro e perto de gozar, perguntou se podia gozar dentro. Não pensei duas vezes. Cruzei as pernas por cima dele, enfiei as unhas nas costas dele e disse que sim. Ele gozou dentro feito um cavalo. Ficamos naquela posição por um tempo. Em nenhum momento levantamos a voz. Tudo foi gemido abafado, respiração pesada e o barulho molhado da pele.
Pela primeira vez dormimos juntos. Eu caí no sono com o pau dele ainda semi-duro encostado na minha bunda e a mão dele sobre o meu peito.
Antes do sol nascer ele se levantou, me beijou a nuca, apertou meu peito e voltou para o quarto dele, caso Camila acordasse cedo.

Comentários (2)

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  • Neto: Cara vc escreve muito bem todos seus contos são excelentes mil parabéns pelo seu trabalho! Ainda tem assunto pra vários capítulos ainda, fazer uma Siruba com a a Camila comer mãe e filha, mãe comendo a filha também!

    Responder↴ • uid:2syx1ka4vhr
  • PapaiMineiro1: Que delicia de conto o irmão ajudando a irmã e filha ajudando o papai do quem faz assim sabe como e gostoso e prazeroso papaimineiro1

    Responder↴ • uid:1e6y9xg5dhn1