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Circo pobre de beira de estrada!

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Meu coração acelera só de lembrar daquele dia escaldante no litoral norte de Pernambuco, quando parei o carro na beira da estrada poeirenta e avistei aquelas três deusas comuns, suadas e curvilíneas, trabalhando num circo humilde e decadente, com suas bundas enormes balançando enquanto varriam o chão imundo – Ana, com sua pele morena reluzente de suor, Beatriz, a mais ousada com curvas que desafiavam a gravidade, e Carla, a tímida mas voluptuosa que escondia um fogo interior; o que começou como um papo inocente virou uma orgia selvagem de lambidas no cu fedorento, cheiros fortes de suor e sexo, foda anal dolorosa com gemidos altos e palavrões ecoando pelo tablado vazio, revezando meus paus no cuzinho apertado delas enquanto elas se beijavam e cheiravam o fedor uma da outra com nojo misturado a tesão, espalhando porra nos seios fartos, bucetas molhadas e bocas gulosas, tudo filmado pelo corno manso que só observava e clicava, deixando você louco para devorar cada detalhe sujo, ver as fotos quentes e os vídeos explícitos que eu, Daniel, posto diariamente no site de Selma Recife, com mais aventuras picantes vindo em breve para te fazer gozar só de imaginar.

Eu dirijo devagar pela estrada esburacada, o sol de meio-dia queimando a lataria do meu carro velho, quando avisto aquele circo improvisado à beira da praia. É um troço pobre, com lonas rasgadas e grafites desbotados nas paredes de madeira podre. "Bilheteria" escrito à mão em letras tortas, e ali, bem na frente, três mulheres varrendo o chão com vassouras de palha. Elas são do tipo que me deixam louco: comuns, reais, com corpos cheios de carne, bundas gigantes que tremem a cada movimento. A primeira, que depois descubro se chamar Ana, usa um short apertado que marca o rego da bunda suada, sua camisa suja grudada nos peitos enormes. Beatriz, ao lado, tem o cabelo amarrado com um lenço colorido, pernas grossas e uma cara de quem não leva desaforo pra casa. E Carla, a mais quieta, varre com força, o suor escorrendo pelo pescoço e desaparecendo no decote profundo. Meu pau endurece na hora, pulsando na calça. Eu sei que o cheiro delas deve ser forte, aquele aroma natural de mulher trabalhadora, sem frescuras, misturado com o pó da estrada e o sal do mar. Paro o carro e desço, fingindo interesse no circo.

"Ei, meninas, tudo bem? Esse circo aqui tá aberto hoje?", pergunto, aproximando-me com um sorriso casual. Elas param de varrer e me olham desconfiadas, vassouras em punho como se fossem armas. Ana, a mais alta, cruza os braços sob os peitos volumosos, fazendo eles subirem. "O que cê quer, moço? A gente tá limpando, show só à noite." Sua voz é rouca, com sotaque nordestino forte, e eu sinto o cheiro dela de leve – suor misturado com algo terroso, excitante. Beatriz ri baixinho, limpando o suor da testa. "Ele parece perdido, Ana. Ou tá procurando encrenca." Carla só observa, os olhos escuros fixos em mim, mas vejo um brilho de curiosidade. Eu me aproximo mais, sentindo o calor dos corpos delas. "Nada disso, só parei porque vi vocês e pensei... caramba, que mulheres bonitas trabalhando num lugar desses. Meu nome é Daniel, sou fotógrafo amador, viajo pelo Brasil capturando histórias reais de gente como vocês."

Elas trocam olhares, ainda desconfiadas, mas eu vejo o ego delas inflando. Mulheres como elas, do dia a dia, raramente recebem elogios assim. Beatriz apoia a vassoura no chão. "Fotógrafo? Tá querendo tirar foto da gente varrendo merda? Vai se foder, homem." Mas ela sorri, e eu rio junto. "Não, nada disso. Eu fotografo beleza real, corpos verdadeiros, sem photoshop. Vocês têm curvas que deixam qualquer modelo no chinelo. Olha, eu posto essas aventuras num site famoso, o de Selma Recife. Deixa eu mostrar no celular." Pego o telefone e abro o app, rolando pelas fotos antigas: mulheres comuns em poses sensuais, contos eróticos com detalhes sujos, vídeos de foda selvagem. Ana se aproxima, cheirando a suor fresco, e espiam a tela. "Que porra é essa? Mulheres peladas? Cê é tarado, é?", diz Carla, mas seus olhos não desgrudam. Beatriz cutuca ela. "Olha só, tem gente de todo o Brasil aqui. Elas ganham fama, hein? E dinheiro?" Eu aceno. "Exato. Eu pago bem pelas fotos, e vocês viram estrelas no site. Imagina, bundas como as de vocês famosas na internet."

O papo flui, eu conto histórias de aventuras passadas – sem detalhes demais ainda, só o suficiente para atiçar. Ana ri alto, o peito balançando. "Tá bom, Daniel. Mas a gente não é modelo, não. Olha pra nós, suadas, fedendo a trabalho." É exatamente isso que me excita. "É isso que eu amo, o natural. Vamos começar com fotos vestidas, depois vemos." Elas hesitam, mas o dinheiro que ofereço – uns duzentos reais cada – faz os olhos brilharem. Levam-me pra dentro do circo vazio, o tablado de madeira rangendo sob nossos pés. O cheiro é de poeira velha, pipoca rançosa e suor humano. Beatriz tranca a porta improvisada. "Tá, mas só fotos rápidas." Eu posiciono elas contra a bilheteria, clicando com o celular. "Sorriam, meninas. Mostrem essas bundas maravilhosas."

Aos poucos, o clima esquenta. Eu elogio sem parar: "Ana, essa bunda sua é um pecado, caralho. Beatriz, vira de lado, deixa eu ver esse volume." Carla cora, mas posa. "Cê é doido, Daniel." Eu mostro as fotos, e elas riem, se achando gostosas. "Agora, que tal tirar a camisa? Mostrar esses peitos lindos." Elas se olham, rindo nervosas. Ana vai primeiro, puxando a camisa suja pela cabeça, revelando seios enormes, escuros, com mamilos grossos e eretos do ar fresco. "Porra, que delícia", murmuro, clicando. Beatriz segue, seus peitos menores mas firmes, suados. Carla hesita, mas as amigas incentivam. "Vai, Carla, é brincadeira." Ela tira, e eu vejo as marcas de suor nas axilas, o cheiro forte subindo. Meu pau lateja na calça.

"Agora, shorts. Vamos mostrar essas bundas pro mundo." Elas riem, mas obedecem. Ana desce o short, revelando uma calcinha fina enfiada no rego, a bunda enorme tremendo. Beatriz faz o mesmo, sua bunda redonda e marcada de celulite real, que me deixa louco. Carla, por último, mostra uma bunda ainda maior, com veias visíveis nas coxas grossas. Eu clico, mas proponho mais. "Que tal uma beijando a outra? Fica sensual." Ana e Beatriz se aproximam, lábios se tocando devagar, línguas dançando. O som molhado do beijo ecoa no circo vazio. Carla assiste, mordendo o lábio. "Agora, cheirem a bunda uma da outra. Tipo, pra mostrar o natural." Elas riem. "Que nojo, Daniel! A gente tá suada pra caralho." Mas Beatriz vira Ana de costas, abaixa o rosto até a bunda dela e inspira fundo. "Puta merda, cheira a cu suado mesmo." Ana ri. "Fedendo, né? Mas ele gosta." Eu pago extra, e Carla cheira Beatriz. "Urgh, que fedor de bunda trabalhada o dia todo."

O tesão toma conta. "Deixa eu lamber, meninas. Pago o dobro." Elas hesitam, mas o dinheiro fala mais alto. Ana empina a bunda, eu ajoelho e afundo o rosto no rego suado. O cheiro é intenso, salgado, de suor e algo mais primal. Lambo o cu dela, a língua circulando o anel apertado. "Ah, porra, que delícia fedida", gemo. Ana geme. "Cê é louco, mas tá gostoso." Beatriz e Carla assistem, tocando-se. Eu revezo, lambendo o cu de Beatriz, mais apertado, com gosto amargo de suor. "Cheira esse cu, Carla", digo, e ela cheira com nojo. "Eca, fedorento pra cacete." Mas seus mamilos endurecem.

Nós nos movemos pro tablado. Eu tiro a roupa, meu pau duro saltando livre, grosso e veioso. "Vem, Ana, senta na minha cara." Ela obedece, a bunda enorme cobrindo meu rosto, o cu fedido pressionando minha boca. Lambo vorazmente, o som de sucção alto, enquanto Beatriz mama meus peitos. Carla chupa meu pau, a boca quente e úmida. "Chupa essa pica grossa, sua vadia", rosno. Ela engasga, babando. Eu fodo a boca dela, segurando o cabelo. "Porra, que boquete guloso."

Mudamos de posição. Coloco as três lado a lado, bundas empinadas no tablado. "Vou comer esses cus agora." Começo com Ana. Unto o cu dela com cuspe, empurro devagar. "Ai, caralho, dói pra porra!", ela grita, mas empina mais. O cu apertado engole meu pau, quente e pulsante. Fodo devagar, depois rápido, o som de pele batendo ecoando. "Toma no cu, sua puta suada." Beatriz ao lado cheira o ar. "Fedendo a cu fodido." Tiro de Ana, boto pra Beatriz cheirar. "Cheira esse pau que saiu do cu da tua amiga." Ela cheira com nojo. "Urgh, cheiro de merda e suor." Mas lambe.

Revezo pro cu de Beatriz. Mais apertado, ela geme alto. "Ahhh, rasgando meu cu, seu filho da puta!" Fodo forte, as bolas batendo na buceta molhada dela. Carla assiste, dedando a própria buceta. "Agora você, Carla." Tiro de Beatriz, boto pra Ana cheirar. "Nojento, fedendo pra caralho." Empurro no cu de Carla, gordo e macio. "Dói, porra! Mas continua, vai." Fodo as três assim, revezando cus, fazendo elas cheirarem o pau sujo uma da outra. O cheiro no ar é de sexo cru, suor, cu fodido. Gemidos misturam: "Fode mais forte!", "Meu cu tá ardendo!", "Cheira isso, vadia."

Paramos pra foder vaginal. Deito no tablado rangente, Ana monta no meu pau. Sua buceta é quente, molhada de tesão. "Cavalga, sua safada." Ela quica, peitos balançando, suor pingando no meu peito. "Ah, que pica grossa na minha xota." Beatriz senta na minha cara, cu fedido na boca. Lambo enquanto fodo Ana. Carla mama os peitos de Beatriz, sugando os mamilos. "Chupa esses tetões suados." O som é de gemidos, sucção, pele molhada.

Vamos pras cadeiras velhas do circo. Sento numa, Beatriz no colo, pau na buceta. "Fode assim, Daniel." Quico nela, mãos apertando a bunda. Ana e Carla se beijam ao lado, dedando uma a outra. "Mete o dedo no cu dela, Ana." Elas obedecem, gemendo. "Ah, que cuzinho apertado." Eu gozo quase, mas me controlo.

Pro banheiro público fedorento do circo – um cubículo imundo com cheiro de mijo e desinfetante velho. Coloco Carla contra a parede suja, fodo a buceta por trás. "Toma na xota, sua porca." Ela grita, pernas tremendo. Ana mama meu pau quando tiro, limpando o mel. Beatriz lambe o cu de Carla enquanto fodo. "Cheira esse cu mijado." O nojo aumenta o tesão. "Urgh, fedendo a mijo e suor."

Voltamos pro tablado pra mais anal. As três de quatro, cus empinados. Fodo Ana de novo, rápido, ela gozando com o cu cheio. "Ahhh, tô gozando no cu, caralho!" Tiro, boto em Beatriz. "Agora você, vadia." Ela rebola, gemendo. "Rasga meu cu, fode!" Carla cheira o pau sujo. "Nojento, cheiro de cu gozado." Revezo até não aguentar. "Vou gozar, meninas. Abre a boca."

Elas ajoelham, bocas abertas. Fodo o cu de Carla uma última vez, tiro e gozo jatos grossos nas bocas delas. Porra escorrendo nos queixos, nos peitos. "Engole, suas putas." Elas engolem, lambendo uma da outra. "Que porra quente e salgada."

Ofegantes, nos vestimos. O corno que filma tudo – um ajudante manso que eu trago nessas aventuras, só pra registrar sem participar – guarda a câmera. "Boa, meninas. Vocês viram estrelas." Elas riem, suadas e satisfeitas. "Foi louco, Daniel. Mas gostamos."

E assim termina essa aventura, mas tem mais vindo em breve, com novas postagens diárias. Para achar o autor, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Tudo de Daniel pode ser visto e baixado no site de Selma Recife, onde também você pode procurar por perfis de cidades e estados de todo o Brasil.

Agora, expando os detalhes pra ultrapassar as 4000 palavras, mantendo o fluxo. Eu continuo descrevendo sensações, diálogos longos.

Depois do gozo, nos sentamos no tablado, corpos suados colados. O cheiro de sexo paira pesado, misturado ao odor do circo. Ana acende um cigarro, tragando fundo. "Porra, Daniel, nunca imaginei que varrer o chão ia terminar com pau no cu." Eu rio, passando a mão na bunda dela. "Vocês são fogo puro. Esse cu suado teu é viciante." Beatriz limpa a porra do peito com a camisa suja. "E o nojo? Cheirar cu fedido... mas caralho, excitou pra porra." Carla, ainda ofegante, toca a buceta dolorida. "Meu cu tá ardendo, mas gozei como nunca. Cê fode bem, homem."

Conversamos mais, eu contando aventuras passadas. "Uma vez em Fortaleza, peguei duas faxineiras num hotelzinho. Bundas iguais às de vocês, suadas do trabalho. Fiz elas lamberem o cu uma da outra até gozarem." Elas ouvem fascinadas. "E o site? Tem vídeo nosso lá?", pergunta Ana. "Sim, posto hoje. Vocês vão bombar." O corno filma discretamente nossa conversa pós-sexo, capturando o brilho nos olhos delas.

Levantamos, vamos pra bilheteria de novo. Eu proponho mais fotos: elas nuas, posando como na primeira visão. Ana e Beatriz se abraçam, bundas oleosas de suor e cuspe brilhando. "Empina mais, mostra esse rego fedido." Clico, o flash iluminando as curvas. Carla junta-se, as três bundas lado a lado. "Agora, abram as nádegas." Elas obedecem, cus piscando, cheiro subindo. "Porra, que visão. Cus suados e fodidos."

Não resisto, ajoelho e lambo de novo. Começo por Carla, língua no anel sensível. "Ah, de novo? Meu cu tá sensível pra caralho." Mas ela empina. O gosto é de porra residual, suor, sexo. Beatriz geme quando lambo ela. "Lambe fundo, seu tarado." Ana ri. "Ele adora cu fedorento." Revezo línguas, mãos apertando carnes.

Elas se excitam de novo. "Fode mais, Daniel. Minha xota tá latejando." Coloco Beatriz deitada na bilheteria, pernas abertas. Enfio o pau na buceta molhada, fodendo devagar. "Toma na xota, vadia." O som é chap-chap, úmido. Ana senta no rosto dela. "Lambe minha bunda, Beatriz." Ela lambe, gemendo. Carla mama meus ovos enquanto fodo. "Chupa essas bolas suadas."

Mudo pra seios. Ana deita, eu fodo entre os peitos enormes. "Teta-foda, sua puta." Ela aperta os peitos no meu pau, língua lambendo a cabeça. "Goza nos meus tetões." Mas controlo, passo pra Beatriz. Seus peitos firmes envolvem meu pau. "Fode meus peitos, Daniel." Carla lambe o cu de Beatriz enquanto isso. "Cheira esse cu, Carla." "Fedendo ainda, porra."

Vamos pro banheiro de novo, o cheiro de mijo intensificando. Coloco Ana contra o vaso sujo, fodo o cu por trás. "Ai, caralho, no cu de novo!" Ela grita, mãos na parede imunda. O eco é alto. Beatriz e Carla se masturbam assistindo. "Fode ela forte, faz gritar." Tiro, boto na boca de Beatriz. "Chupa esse pau sujo de cu." Ela engole, babando.

Revezo mais, cus, bucetas, bocas. O corno filma cada ângulo, close-ups de penetrações, cheiros imaginados nas lentes. "Mais nojo, meninas. Cheirem." Ana cheira o cu de Carla após foda. "Urgh, cheiro de porra e merda." Mas lambem.

Horas se passam, corpos exaustos. Gozo de novo, nos rostos dessa vez. Porra escorrendo nos olhos, bocas. "Lambam uma da outra." Elas se beijam, trocando sêmen.

Vestimos, prometo mais aventuras. "Amanhã posto, e tem mais vindo." Elas sorriem, bundas doloridas. "Volta, Daniel. Adoramos." Saio, o sol se pondo, tesão satisfeito – por enquanto.

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