#Gay #Incesto #Teen

Trocando nudes com o papai

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Grok_o_perv

Mandei um nude sem querer pro meu pai e descobrimos um desejo reprimido de anos

Era uma tarde quente e abafada de domingo em março, lá na minha casa no interior de São Paulo. O sol batia forte na janela do quarto, e eu tava deitado na cama, só de cueca boxer cinza, o ventilador zumbindo no teto mas não dando conta do calor. Meu pau tava duro pra caralho, pensando na mina que eu tava pegando na época — uma morena gata da faculdade, com uns peitos que me deixavam louco. Tirei o celular, posicionei bem: deitado de costas, cueca abaixada até os joelhos, mão direita segurando a base da rola grossa, cabeça brilhando de pré-gozo, o saco pesado e suado descansando na coxa esquerda. O ângulo era de baixo pra cima, mostrando tudo — as veias saltadas, a curvatura leve pra direita, até o pentelho aparado. Cliquei e mandei sem nem checar o contato direito. Foi pro WhatsApp do meu pai, que mora sozinho num apê na Vila Mariana, em São Paulo capital.

Meu coração disparou como se eu tivesse levado um choque. “Porra, que merda eu fiz”. Esperei o esporro inevitável, a bronca pesada tipo “que porra é essa, moleque? Tá louco?”. Mas os minutos se arrastaram e nada. Uns 15 minutos depois, vibração no celular. Mensagem dele:

“Filho… tá tudo bem aí? Essa foto… foi intencional?”

Eu, com as mãos tremendo, respondi: “Foi sem querer, pai. Desculpa mesmo, apaga aí por favor. Tava mandando pra uma mina.”

Silêncio de novo, daqueles que te deixam suando frio. Uns cinco minutos depois, outra notificação. Uma foto anexada. Abri e congelei: era ele, no quarto dele, luz baixa do abajur ao lado da cama king size, lençol branco embolado nos pés. Ele tava deitado de lado, cueca preta boxer abaixada até o meio das coxas peludas, a rola grossa e semi-dura na mão esquerda, veias marcadas subindo até a cabeça rosada e inchada, com uma gotinha de pré-gozo na ponta. O pau dele era maior que o meu, mais grosso na base, com aquela pele esticada mostrando anos de experiência. Ele escreveu só:

“Se foi sem querer… agora vira de propósito. Sempre quis ver como ficou depois que cresceu. Tá um macho bonito, hein. Mostra mais se quiser.”

Meu pau, que tinha murchado de nervoso, inchou na hora, latejando forte contra a cueca. O tesão misturado com o taboo me deixou zonzo. Respondi com o coração na boca: “Caralho, pai… sério isso? Tá falando sério?”.

Ele: “Sério pra caralho. Me manda outra, vai. Deixa eu ver direito.”

Mandei. Tirei outra foto na hora: agora de pé, em frente ao espelho do quarto, pau totalmente duro, mão esquerda apertando os huevos de leve, mostrando o pré-gozo escorrendo. Ele respondeu rápido: “Puta merda, filho… que rola grossa. Igual a minha quando era novo.”

A partir dali, a coisa virou vício. Começamos a trocar fotos quase todo dia, como se fosse o novo normal. De manhã, eu acordava com uma dele: ele no banheiro depois do banho, pau mole ainda, pingando água, legendado “Bom dia, filho. Acordando assim hoje”. Eu respondia com a minha: pau matinal duro, deitado na cama, mão na base, “Bom dia, pai. Olha como tá pensando em você”.

À tarde, quando ele saía do trabalho — ele é engenheiro, fica o dia todo no escritório —, mandava uma do carro, no estacionamento: cueca aberta no zíper da calça social, rola semi-dura aparecendo, “Pensando na tua foto de ontem”. Eu mandava da faculdade, no banheiro: pau duro contra a pia, “Tá me deixando louco, pai”.

À noite, as fotos ficavam mais safadas. Ele mandava close-ups: a cabeça da rola de perto, brilhando de cuspe, veias pulsando, ou o saco pesado balançando. Eu retribuía com ângulos criativos: de quatro na cama, mostrando o pau pendurado pra trás, ou apertando a base forte pra inchar mais. A gente comentava tudo: “Caralho, pai, essa veia aí me mata”, ou dele: “Filho, teu pré-gozo parece mel, queria lamber”.

Mas não era só fotos. As conversas foram esquentando. Ele contava histórias antigas: como batia punheta no quartel quando era jovem, escondido dos colegas, ou como gostava de apertar a base forte e esfregar só a cabeça com o polegar em círculos lentos até gozar. Eu contava minhas: como descobri o tesão em ver pornô de incesto, ou como batia pensando em caras mais velhos. Ele respondia: “Porra, filho… me manda um vídeo curto mostrando isso”.

Foi aí que evoluiu pros vídeos. Começou simples: eu mandei um de 10 segundos, batendo devagar, cuspe na mão fazendo barulho molhado, gemendo baixo “Pai… olha isso”. Ele devolveu um de 20 segundos: no sofá da sala dele, pernas abertas, mão esquerda subindo e descendo devagar, voz rouca no áudio: “Filho… bate junto comigo”. Os vídeos foram ficando mais longos, mais detalhados. Ele pedia pra eu mostrar o gozo de perto; eu pedia pra ele gemer meu nome. Uma noite, ele mandou um vídeo gozando: a rola pulsando, jatos grossos voando pro peito, gemendo “Caralho, filho… goza pra mim”.

Depois de umas duas semanas nisso, o tesão tava insuportável. As fotos e vídeos não bastavam mais — a gente precisava de algo ao vivo. Foi ele quem sugeriu primeiro. Numa mensagem de boa noite: “Amanhã à noite, vídeo chamada? Quero ver você batendo em tempo real”.

Meu pau endureceu só de ler. Respondi: “Porra, sim. Às 22h?”

No dia seguinte, eu me preparei: tomei banho, apararei os pentelhos, lubrifiquei a mão com cuspe. Às 22h em ponto, ele chamou. Atendi no quarto escuro, só a luz do abajur, sem camisa, só de cueca boxer. Ele apareceu na tela: no sofá da sala dele, TV ligada no fundo com um jogo de futebol baixo, sem camisa também, peito peludo suado, boxer preta marcando forte o pau já inchado.

— E aí, filho? Pronto? — voz rouca, grave, olhos brilhando na câmera.

— Pronto pra caralho, pai — respondi, voz tremendo de excitação.

A gente conversou um pouco primeiro, pra quebrar o gelo: sobre o dia, o trabalho dele, a faculdade. Mas o tesão tava no ar. Ele abaixou a cueca devagar, a rola pulando pra fora, grossa, pesada, curvada levemente pra cima, cabeça brilhando de pré-gozo. “Sua vez”, disse.

Tirei a cueca também. Ficamos olhando um pro outro pela tela, pau duro no ar, respirando pesado. Ele começou primeiro: mão esquerda na base, subindo devagar até a cabeça, apertando de leve. “Pega devagar, filho… como eu imaginava te ensinando quando era pivete”.

Eu obedeci, sincronizando o ritmo. Os gemidos ecoavam pelos fones: “Caralho, pai… que rola grossa”, “Filho… bate mais rápido agora”. Às vezes ele pedia: “Mostra a cabeça de perto, deixa eu ver o leitinho saindo”. Eu virava a câmera pro pau, zoomando. Ele mostrava os huevos pesados balançando, apertando eles pra mim. Gozamos quase juntos: ele primeiro, gemendo rouco “Porra, filho… gozando pra você”, jatos grossos escorrendo pelos dedos e caindo na barriga. Eu gozei vendo aquilo, imaginando o cheiro, o gosto.

Isso virou rotina. Quase toda noite, vídeo chamada, punheta sincronizada. Às vezes de dia, rapidinho no almoço. Mão e boca amiga, como a gente chamava: punheta e, às vezes, quando o tesão tava alto, um fingia chupar o ar, lambendo os lábios, gemendo o nome do outro. “Imagina minha boca na tua rola, pai”, eu dizia. Ele: “Queria te foder a boca, filho”.

Até que veio o feriado de Corpus Christi em junho. Eu decidi ir pra São Paulo passar uns dias com ele — pretextando visitar a família, mas no fundo era pelo tesão acumulado. Cheguei na sexta à noite, ônibus lotado, coração acelerado. Ele me recebeu na porta do apê: abraço forte, demorado demais pra ser só de pai e filho, cheiro de colônia masculina misturado com suor. A gente jantou pizza na sala, tomou umas cervejas geladas, conversou sobre futebol, política, tudo pra disfarçar o elefante na sala. Mas os olhares se cruzavam, e eu via o pau dele marcando na calça jeans.

No sábado de manhã, depois do café — ele fez ovos mexidos e café forte —, ele falou casualmente: “Vem aqui no quarto, filho. Quero te mostrar uma coisa no computador”.

Entrei no quarto dele: cama king size desarrumada, cheiro de homem no ar. Ele já tava deitado, lençol fino cobrindo só até a cintura, pau marcando forte por baixo. Eu tirei a camisa, a bermuda, fiquei só de cueca branca. Sentei na beirada da cama, pernas encostando nas dele. Ele abaixou o lençol devagar, revelando a rola dura, pulsando no ar, veias saltadas, cabeça roxa de tesão acumulado.

— Vamos fazer pessoalmente dessa vez? Sem tela no meio — perguntou, voz baixa, olhos fixos nos meus.

Eu assenti, tirei a cueca também. Ficamos lado a lado na cama grande, pernas se tocando, calor dos corpos se misturando. Começamos devagar, cada um na sua rola, olhando um pro outro. O barulho molhado das mãos ecoava no quarto silencioso, misturado com gemidos baixos. Ele virava o rosto pra mim, olhos vidrados na minha punheta.

De repente, ele parou, segurou a base da rola dele com força, como se quisesse atrasar o gozo inevitável.

— Sabe qual era meu sonho quando você era menor? — sussurrou, voz tremendo.

Eu parei também, pau latejando na mão, pré-gozo escorrendo.

— Queria ter te ensinado a bater punheta. Pegar na tua mãozinha de pivete, mostrar como segura firme, como esfrega a cabecinha devagar até gozar seco pela primeira vez… Queria ter sido eu a te ver se contorcendo na minha mão, te guiando, te vendo tremer. Mas nunca tive coragem. Tinha medo de te machucar, de te confundir, de estragar tudo.

Meu corpo inteiro arrepiou, um frio na barriga misturado com fogo no pau. Meu pré-gozo pingou na barriga suada.

Ele continuou, voz rouca de tesão reprimido:

— Eu fantasiava tanto… você deitado do meu lado na cama, eu guiando sua mãozinha, te fazendo acelerar até explodir. Te limpando depois, te dizendo que era normal, que era gostoso.

Eu engoli seco e soltei, quase sem voz:

— Eu… fui iniciado pelo primo, pai. Ele me chamou pro quarto dele numa tarde chuvosa, abaixou minha bermuda devagar, cuspiu na mão quente e começou a esfregar devagar… Me explicou como apertar, como girar o punho. Me fez gozar seco em dois minutos, tremendo todo, baba fina de adolescente escorrendo pelos dedos dele. Depois eu retribuí, peguei na rola dele — grossa como a sua —, senti ela pulsar na minha mão, gozei de novo só de ver ele gozar gemendo meu nome.

Os olhos dele escureceram de tesão puro, animal. A rola dele inchou mais, a cabeça ficou ainda mais roxa, latejando visivelmente nas veias. Ele começou a bater rápido, desesperado, mão voando pra cima e pra baixo, barulho molhado alto.

— Caralho… conta mais… como foi a primeira vez que ele te tocou? Detalha tudo, filho.

Eu contei tudo: o quarto escuro com pôsteres de futebol na parede, o cheiro de suor adolescente já quase adulto e chuva lá fora, a mão quente e calejada dele na minha rola pequena e dura, o jeito que ele sussurrava “relaxa, priminho, vai devagar… sente o tesão subindo”, como eu explodi na mão dele, jatos fracos mas intensos, pernas tremendo. Como depois ele me ensinou a chupar os dedos sujos de porra, rindo.

Ele não aguentou mais. Soltou um gemido rouco, longo, gutural, como um urro contido. A porra subiu em jatos grossos, fortes — o primeiro acertou o peito peludo dele, o segundo espirrou na barriga definida, o terceiro escorreu pros lados da cama. Ele tremia inteiro, corpo convulsionando, olhos fixos em mim, murmurando “porra, filho… isso me mata… me mata de tesão… imaginando o primo te iniciando no meu lugar”.

Eu gozei logo em seguida, vendo ele ainda esguichando os últimos pingos grossos e brancos, a cara de prazer puro misturada com aquela confissão que tinha ficado presa nele por anos. Minha porra caiu quente na minha barriga, misturando com o suor, escorrendo pros lençóis.

Depois ficamos ali, ofegantes, lado a lado na cama grande, o quarto cheirando a sexo e suor. Ele riu baixo, nervoso, limpou o peito com o lençol amassado.

— Agora eu te ensino o que faltou, tá? Tarde pra caralho, mas eu te ensino. Tudo que eu sonhei nesses anos todos.

Eu sorri, ainda ofegante, pau mole descansando na coxa, sabendo que aquilo era só o começo. A gente tinha cruzado a linha de vez… e pessoalmente, em São Paulo, com o pai do meu lado, tudo ficava mais real, mais intenso, mais viciante.

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Comentários (5)

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  • K: Otimo conto,continua

    Responder↴ • uid:g3ipkbhr9
  • Lervis: Conto tesudo, mas os comentários tão nada a ver kkk

    Responder↴ • uid:gsu2u0k0b
  • bugq94: A gente aprende em casa e com o pai melhor ainda t bugq94

    Responder↴ • uid:cnd40zij6mw
  • Marcelo: Delicia de conto adoro uma branquinha T diothap fica toda vermelhinha

    Responder↴ • uid:1etb1db6a3in
  • Gabyzinha: Que delícia de conto, amo homens assim T Gabyrskk

    Responder↴ • uid:g61ztr4zk