#Gay #Teen #Virgem

O pai do meu amigo me fez de putinha no cinema

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Kayke

Era louco pelo filho e marcamos cinema, mas o pai apareceu no lugar dele. Como já estava lá, resolvi fazer o ingresso valer a pena com o coroa mesmo.

A obsessão por Lucas começou como um sussurro nas salas de aula. Ele era a definição do inalcançável: o sorriso fácil, a postura atlética e a indiferença educada de quem é irremediavelmente hétero. No dia em que fui à sua casa para um trabalho escolar, joguei minhas iscas, mas ele não mordeu nenhuma. Pelo contrário, falou da namorada com uma naturalidade que me desarmou. Foi naquele mesmo dia que conheci o pai dele. A genética não mentia; o homem era uma versão amadurecida e mais densa do filho, parecia ter uns 39, 40 anos. Barba bem aparada, fios grisalhos e um vigor físico que parecia preencher o ambiente. Trocamos olhares rápidos de longe que eu não soube traduzir na época.

As férias de janeiro chegaram com aquele calor forte, e meu celular vibrou com uma mensagem inesperada: “É o Lucas, salva aí, troquei de número”. A partir dali, tudo mudou. O jeito dele falar, que antes era sem graça, ficou estranho, cheio de segundas intenções. Era um papo safado que eu nunca imaginei que ele teria comigo. O desejo que eu guardava só para mim começou a aparecer em cada mensagem que a gente trocava.

Até o dia em que ele me falou que tinha um pau gigante entre as pernas, eu duvidei e menti falando que também tinha, pedi a foto e, para minha surpresa, ele mandou; sua pica era grande e grossa, veiúda e tinha um cabeção.

— Porra, Lucas, você é novinho igual eu, mas já tem um pirocão de macho entre as pernas — digitei, com os dedos trêmulos.

-— Kkkk, manda o seu agora — ele retrucou.

— Vou nada, o meu não deve ser nem metade do seu, vou passar vergonha.

— Já que não vai mandar o pau, manda a bunda — ele sugeriu, com uma audácia nova. — Nessa parte eu sei que você se garante.

Fui ao espelho. A luz favorecia o contorno da minha bunda; eu tinha uma bundinha grandinha, redondinha, mas eu era magro com cintura pequena e quadril largo.

— Eu com um pirocão de macho e você com esse rabão de puta — ele sentenciou.

— Kkkkk fdp.

A conversa escalou até uma foto em visualização única: seu pau exposto e banhado pelo próprio gozo grosso, uma imagem de fartura e luxúria.

— Que tanto de porra grossa é essa? Terminou com a Júlia, foi? Ela não está esvaziando esse saco, não?

— Terminei, viu? Tô procurando outra putinha pra me fazer de depósito.

— Prazer, depósito, odeio desperdício de porra.

Depois marcamos um cinema. Marcamos para uma tarde de quarta-feira. O shopping estava calmo, banhado pela luz artificial das três da tarde. No caminho, uma mensagem dele mudou o cenário: o pai iria junto. O estranhamento foi imediato, mas antes que eu pudesse questionar, ele avisou que se atrasaria. Estava na casa da avó.

​Quando cheguei na entrada do cinema, dei de cara com o pai dele, e ele parecia ainda mais imponente. Usava um moletom cinza que deixava bem marcado o volume entre as pernas e uma camiseta que parecia apertada demais para aquele peitoral largo. Ele estava de óculos de grau, o que dava um ar mais sério e ainda mais sexy para ele. Foi aí que notei uma tatuagem no braço que eu não tinha visto da primeira vez; um detalhe que só me deu mais vontade de chegar perto.

​— Kayke, certo? — ele perguntou, com uma voz grave que parecia vibrar no meu peito.

​— Isso. E você é o Fernando.

​O aperto de mão foi firme, seguido por um abraço breve que me envolveu em um aroma de suor masculino e perfume amadeirado. Esperamos dez, vinte minutos. O silêncio era preenchido apenas pelo som ambiente do shopping. O pai pediu licença para ir ao banheiro e, nesse intervalo, recebi o xeque-mate de Lucas: um imprevisto o impediria de ir.

​Quando o Fernando retornou, eu dei a notícia:

​— O Lucas avisou que não vem mais. Teve um imprevisto.

​— É, ele me mandou uma mensagem agora também — ele respondeu, com uma calma quase ensaiada.

​— Ele é muito enrolado — comentei, tentando disfarçar o desapontamento.

​— Bom... já que atravessamos a cidade e já estamos aqui, por que não vamos nós dois? — ele sugeriu, fixando os olhos nos meus.

​— Sim... já estou aqui mesmo.

​A bilheteria estava deserta. Escolhemos um filme qualquer; o título não importava, pois a narrativa real acontecia entre nós. Ele escolheu as poltronas da última fileira. Compramos uma pipoca grande e entramos na sala escura.

​O filme já rodava. Na vastidão da sala, apenas um casal distante e alguns adolescentes. Sentamos lado a lado. A princípio, tentei focar na tela, mas a presença dele ao meu lado era magnética. Havia uma simetria estranha na forma como Lucas me atraíra e como seu pai agora ocupava o espaço.

Ele colocou o balde de pipoca entre nós, sobre o apoio de braço, mas sua mão não buscava o milho. Nossos joelhos se encostaram, e uma descarga elétrica percorreu minha espinha. O subtexto das mensagens de Lucas parecia, subitamente, ter ganhado corpo e maturidade ao meu lado.

O ambiente da sala escura parecia encolher. O som do filme era apenas um ruído branco diante da respiração compassada do homem ao meu lado. O cheiro dele — aquele amadeirado viril que eu sentira no abraço — preenchia o espaço entre nós, tornando o ar denso, quase sólido.

Ele nem olhava para a tela. O rosto dele, iluminado pelas luzes do filme que piscavam, mostrava uma expressão séria, com o maxilar travado e o olhar fixo no nada. Quando fui pegar pipoca, acabei deixando algumas caírem bem em cima do volume entre as pernas dele. Dava para ver o formato da cabeça do pau marcado na calça, e eu fiquei paralisado, morrendo de vergonha de tocar ali.

De repente, a mão dele, grande e áspera, segurou a minha. Ele me puxou com firmeza e sussurrou:

— Pode pegar, fica com vergonha não.

Guiado por ele, encostei no seu membro e senti como ele estava quente por baixo do tecido. Peguei a pipoca devagar, sentindo toda aquela rigidez, e a levei até a boca. O meu coração batia tão forte que eu achei que ele fosse ouvir, enquanto o toque daquela mão calejada me deixava sem fôlego. Depois puxou outro assunto:

— O Lucas me contou que vocês conversam muito — ele disse, a voz num sussurro tão baixo que parecia vir de dentro da minha própria cabeça.

— É... a gente se aproximou bastante nessas férias — respondi, sentindo meu coração martelar contra as costelas.

— Ele me mostrou umas fotos.

O sangue sumiu do meu rosto na hora. O medo e a vontade começaram a brigar dentro de mim. Eu não sabia se ele estava falando das fotos do filho ou daquela foto ousada que eu tinha mandado. Mas o jeito que ele me olhou — me medindo de cima a baixo — não deixou nenhuma dúvida do que ele queria.

— Ele não deveria ter mostrado — balbuciei, sem fôlego.

— Ele é imaturo, Kayke. Não sabe guardar tesouros — ele retrucou, inclinando-se levemente em minha direção. — Mas eu sei.

A mão dele finalmente abandonou o balde e deslizou para o meu joelho. O calor da palma atravessou o tecido da minha calça como se fosse fogo. Ele apertou a carne da minha coxa com uma força que não pedia permissão; ela simplesmente reivindicava.

— Você é muito mais bonito assim de pertinho, garoto.

Senti minha resistência desmoronar. Eu estava ali, em uma sala de cinema pública, com o pai do rapaz por quem eu era apaixonado, e a única coisa que eu conseguia sentir era o peso daquela mão subindo lentamente, centímetro por centímetro, em direção ao meu quadril.

​— E o Lucas? — perguntei, num último esforço de sanidade.

​Ele soltou um riso curto, abafado.

​— O Lucas é apenas o caminho, Kayke Eu sou o destino.

​Ele puxou o balde de pipoca do apoio de braço e o colocou no chão, eliminando a última barreira entre nós. O braço da poltrona foi levantado. Agora, não havia mais espaço para dúvidas. Ele se aproximou tanto que sua barba roçou minha orelha, e eu pude sentir o volume por baixo do moletom dele pressionando contra minha perna.

​— Agora, me mostra se aquele ângulo do espelho era mesmo verdade — ele ordenou, com a autoridade de quem não aceitava um não como resposta.

A penumbra da última fileira era um convite ao proibido. O filme na tela havia se tornado um borrão de luzes sem sentido; minha atenção estava totalmente voltada para o peso da mão dele, que agora subia pela minha coxa com uma urgência que fazia meus sentidos latejarem.

​— Você está tremendo, Kayke — ele constatou, sua voz ainda mais grave, quase um rosnado próximo ao meu ouvido.

​— É que eu não esperava... nada disso — confessei, minha voz saindo falha.

​— A vida é feita de surpresas. Algumas são boas demais para serem desperdiçadas.

​Ele não esperou por uma resposta. Sua mão deslizou por baixo da minha camiseta, encontrando a pele da minha cintura. O contraste da palma áspera com a minha pele lisa me fez arquear as costas. Ao mesmo tempo, ele usou a outra mão para guiar a minha. Ele a levou lentamente até o volume grande que eu já havia notado sob o moletom cinza.

​Ao tocar, senti como ele estava duro. Era quente e dava para sentir o sangue pulsando ali, um volume enorme que parecia que ia rasgar o tecido da calça a qualquer momento.

​— O Lucas herdou muita coisa de mim — ele sussurrou, a respiração quente batendo no meu pescoço. — Mas a experiência... a experiência só o tempo traz.

​Ele se aproximou e a gente se beijou. Não foi um beijo de quem estava com dúvida; ele me beijou com vontade, um beijo de posse, com aquele desejo que estava guardado, e eu sentia a barba dele roçando no meu rosto. Enquanto a gente se pegava, ele abriu o zíper da minha calça sem fazer barulho, e os dedos dele logo acharam o que eu tentava esconder ali embaixo. Ele desceu toda a minha calça, alcançou minha bunda, dando aquele aperto forte, e logo depois pressionou os dedos bem no meu buraquinho.

Eu não resistia a mais nada. O cinema vazio, o casal lá embaixo e o medo de alguém ver — tudo isso só me dava mais tesão. Quando ele enfiou o dedo no meu cuzinho com aquela mão forte, senti minhas pernas ficarem bambas, como se eu fosse cair se estivesse em pé; gemi nos seus lábios.

​— O Lucas disse que você era um depósito — ele murmurou entre um beijo e outro, as mãos trabalhando com um ritmo que me levava ao limite. — Mas eu acho que você é muito mais que isso. Você é um banquete.

Eu soltei um suspiro pesado, tentando não gemer alto demais para não chamar atenção. Ele percebeu que eu estava ficando louco com o toque e começou a mexer o dedo lá dentro, devagar, sentindo como eu era apertado.

— Você é muito mais do que eu imaginei, Kayke — ele sussurrou, com a boca colada no meu pescoço, enquanto a outra mão dele continuava me segurando com força.

Ele se ajeitou na poltrona, me puxando para mais perto, e eu senti aquele volume duro dele batendo contra a minha perna. O calor que vinha dele era absurdo. Sem avisar, ele tirou o dedo e começou a abrir o próprio moletom, liberando o pau.

Ele tirou o pau para fora da calça de moletom e apontou para o chão. Eu entendi na hora o que ele queria e me ajoelhei na frente daquele macho. O pau dele era enorme, na escuridão do cinema parecia ser igualzinho ao do Lucas. Fiquei pensando se o filho tinha herdado aquele tamanho todo do pai, do mesmo jeito que eu herdei o bundão da minha mãe.

A cabeça dele era grande, rosada e já brilhava de tanta baba. Eu abocanhei tudo de uma vez, sentindo o gosto dele enquanto minha língua trabalhava em volta daquela ponta. Eu descia o máximo que conseguia, tentando engolir tudo, com cuidado para não encostar os dentes, enquanto minhas mãos subiam e desciam pelo resto do pau.

Ele gemia baixo, revirando os olhos de tanto prazer, e logo mandou eu focar nas bolas dele. O saco era enorme e pesado, algo que eu nunca tinha visto nos meninos da minha idade. Eu lambi e chupei aquele par de bolas até deixar tudo encharcado com a minha saliva, fascinado com o tamanho de tudo aquilo.

Depois, ele pediu para eu ficar de quatro ali do lado dele. Obedeci na hora. Enquanto eu estava naquela posição, ele começou a me dedar e a lamber meu cuzinho com vontade. A língua dele era grande e me molhava todo, como se estivesse me preparando para o que vinha a seguir. Ele queria garantir que o pauzão dele ia escorregar fácil e sem resistência para dentro do meu buraco.

— Agora você vai sentir o que é um pau de verdade — ele disse, com a voz bem rouca.

Ele me puxou pelo quadril, me fazendo sentar quase na ponta da poltrona, e posicionou a cabeça do pau dele bem na entrada do meu buraquinho, que ainda estava úmido. Eu segurei no braço da cadeira com tanta força que meus dedos ficaram brancos.

Quando ele deu a primeira forçada, entrando de uma vez, eu arregalei os olhos e mordi o lábio para o grito não escapar. Era grande demais, preenchia tudo, e a sensação de ter aquele homem mais velho me possuindo ali, no escuro, era a coisa mais louca que eu já tinha vivido.

Sentir o pau dele entrando todo em mim foi uma sensação que queimava; parecia uma barra de ferro quente me preenchendo por completo. Ele tapou minha boca com uma das mãos para abafar meus gemidos, enquanto a outra segurava firme na minha cintura, ditando o ritmo.

​Eu subia e descia naquele membro enorme, rebolando com toda a vontade, sem vergonha nenhuma. Cheguei a ficar de pé só para sentir ele empurrando com mais força, deixando o pau entrar bem fundo enquanto eu me entregava totalmente àquele prazer.

Eu me deitava no banco com as pernas bem abertas, e ele vinha por cima, jogando meus pés sobre os ombros dele. O peso do corpo dele me esmagava contra o estofado, e eu sentia cada músculo daquele homem pressionando o meu. O suor dele começou a escorrer e a pingar no meu peito, misturando o cheiro do perfume com o cheiro de macho suado.

​Sentia o pau dele me abrindo com força, parecia que ia me rasgar de tão grande, enquanto ele usava a boca para calar os meus gemidos com beijos profundos. A pele dele, quente e úmida de suor, grudava na minha conforme ele empurrava com mais vontade. Às vezes, ele parava de me beijar só para cuspir dentro da minha boca, e aquele gesto, somado ao peso bruto do corpo dele sobre o meu, me deixava ainda mais louco de tesão.

Ele me mandou ficar de costas e eu obedeci, sentindo o peso bruto do corpo dele se inclinar sobre mim. O peitoral enorme dele batia com força contra as minhas costas a cada movimento, me esmagando contra o banco enquanto o suor dele escorria e colava nossas peles.

O ritmo dele ficou selvagem, sem nenhuma delicadeza. A cada estocada profunda que ele dava, o saco grande e pesado dele batia com tudo na minha bunda, fazendo um barulho alto e úmido que ecoava na sala vazia do cinema. Aquele estalo seco do saco batendo na minha carne, misturado com o som da nossa respiração ofegante, era a única coisa que eu conseguia ouvir acima do som do filme.

O ritmo dele ficou mais rápido, mais pesado. O corpo dele era grande e me fazia desaparecer embaixo dele, era quente e cheio de força, me prendendo ali contra o banco. Ele soltou um rosnado baixo, segurou minha cintura com tanta força que os dedos dele afundaram na minha pele e deu as últimas estocadas, as mais profundas de todas.

Ele travou. O corpo dele ficou rígido em cima do meu, os músculos dos braços saltados, e eu senti os jatos quentes de porra inundando o meu fundo. Era muita porra, dava para sentir o calor lá dentro, me preenchendo enquanto ele descarregava tudo o que tinha guardado. Ele deu um último suspiro longo, soltando todo o peso do corpo sobre mim, exausto.

Ele se afastou devagar, e o vácuo que ficou no meu corpo foi preenchido imediatamente por uma sensação de calor descendo. Conforme eu tentava me recompor, senti a porra dele, grossa e farta, escorrendo pelas minhas coxas. Era um líquido quente que marcava o caminho pela minha pele, me lembrando a cada segundo do que tinha acabado de acontecer ali.

Ficamos ali parados por alguns segundos, só ouvindo a respiração um do outro e o som do filme terminando ao fundo. O calor que vinha dele e o cheiro de suor e prazer tomavam conta de tudo. Ele me olhando, limpando o suor da testa, me olhou com aquele sorriso de quem sabia exatamente o estrago que tinha feito.

— O Lucas nunca ia conseguir te deixar desse jeito — ele sussurrou, ajeitando a calça de moletom.

Eu me levantei devagar, tentando enxergar se alguém tinha notado a putaria que tinha rolado ali atrás. Olhei para o casal algumas fileiras abaixo e eles pareciam ter pegado no sono, entregues ao escuro. Já o grupo de adolescentes lá na frente nem dava bola para o que passava na tela; estavam todos perdidos no brilho dos celulares, passando vídeos no TikTok com o volume no máximo. Ninguém tinha visto nada. A nossa zona estava protegida pela falta de atenção dos outros.

Eu ainda estava trêmulo, tentando me equilibrar enquanto puxava a cueca e a calça. O cheiro de suor de macho e de gozo estava impregnado em mim, um rastro do pai do Lucas que eu carregaria até chegar em casa. Ele, por outro lado, já estava em pé, ajeitando o moletom com uma calma impressionante, como se tivesse acabado de sair de uma reunião de negócios e não de uma foda daquelas.

Depois as luzes do cinema começavam a brilhar mais forte, anunciando o fim da sessão. O silêncio entre nós não era desconfortável; era um silêncio de cumplicidade.

Saímos da sala caminhando lado a lado. No corredor iluminado do shopping, eu me sentia exposto, como se todo mundo pudesse ver no meu rosto — ou sentir pelo cheiro — o que o pai do meu colega tinha feito comigo. Ele caminhava com aquela postura de dono do mundo, os braços fortes balançando ao lado do corpo, sem dar um passo em falso.

O clima de segredo pesava no ar enquanto caminhávamos para fora do shopping. Eu ainda sentia meu corpo quente e o peso do que tinha acabado de acontecer. O Fernando me guiou até o carro dele.

— Entra aí, eu te deixo em casa — disse ele, com aquela voz rouca que ainda me fazia arrepiar.

Eu sentei no banco da frente, sentindo a porra dele ainda úmida entre minhas pernas. O trajeto era silencioso, mas a tensão era enorme. Eu olhava para aquelas mãos grandes no volante e pensava em como o Lucas tinha sorte de ter um pai tão foda e em como eu me sentia culpado por estar ali.

— Vou só avisar ao Lucas que já estou indo — eu disse, pegando o celular.

O pai dele não disse nada, apenas ficou ali parado, me observando com uma calma que me deu um frio na espinha. Abri a conversa com o “Lucas” — aquele chat cheio de mensagens safadas, fotos ousadas e promessas de tesão que vínhamos trocando desde o início de janeiro.

Digitei rápido: “Pena que você não veio, Lucas. Mas seu pai me acompanhou. A gente se fala depois.”

Assim que apertei o “enviar”, o silêncio do carro foi quebrado pelo som de uma notificação.

Vrum, vrum.

O celular dele, que estava encaixado no painel para o GPS, acendeu com a notificação. Meus olhos foram direto para a tela. Ali, em letras grandes, estava a minha mensagem. O nome do remetente era o meu.

O chão sumiu. Meu coração disparou tanto que parecia que ia sair pela boca. Olhei para a tela, depois para ele, e depois para o celular de novo. A ficha caiu com tudo: o Lucas nunca tinha me mandado nada. As conversas picantes, os elogios pesados, o jeito de falar que eu achei que era uma “mudança” do menino... era tudo dele. O pai estava se passando pelo filho o tempo todo.

As mensagens com duplo sentido, o subtexto safado, a foto do pau gigante, o apelido de “depósito”... nunca tinha sido o Lucas. O garoto da escola continuava sendo aquele hétero que não me dava bola. Quem estava do outro lado da tela esse tempo todo, me seduzindo e conhecendo cada detalhe, era o homem que acabara de me possuir no escuro do cinema.

Ele percebeu o choque no meu rosto e disse:

— O Lucas é muito novo para saber como lidar com uma puta como você, Kayke. Eu achei melhor assumir o controle.

— Minha casa é essa da frente, Fernando — disse eu com a voz falhando, ainda confuso.

Ele parou o carro na frente da minha casa. O suor voltou a descer pelo meu rosto, mas agora era de puro nervosismo.

— Foi comigo que você falou esse tempo todo. Foi o meu pau que você desejou pelas fotos. E agora você sabe que eu sou muito melhor do que qualquer garoto de 14 anos.

Eu ainda ficava em silêncio, tentando raciocinar. Ele destravou a porta, e eu desço do carro com as pernas bambas, vendo ele ir embora enquanto o motor do carro popular roncava alto. Eu tinha sido enganado. No começo, o ódio tomou conta de mim, porque eu era apaixonado pelo filho dele. Mas, conforme eu entrava em casa, o que eu sentia de verdade era aquele fogo da descoberta queimando por dentro. Eu tinha amado cada segundo, não adiantava mentir para mim mesmo.

Cheguei a bloquear o contato do “Lucas”, decidido a esquecer tudo. Mas não aguentei nem dois dias e desbloqueei. Eu não tinha força para resistir. Passava o dia inteirinho com a cabeça naquilo, lembrando do tamanho do pau dele e da força daquele homem. Eu precisava sentir tudo aquilo de novo, custasse o que custasse.

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Comentários (8)

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  • Bareka: Cara... Eu teria feito o mesmo. Depois de ter descoberto. Quer dizer meio que a primeira vez se vocês foi em público. Eu teria ficado bem puto. Mas inevitavelmente acabaria mandando mensagem. Se fez gostaria de saber mais.

    Responder↴ • uid:1cr4cvmfwksd
  • Mato Grosso 7: Meu deus adorei ficou muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y
  • Lagartixa: Seguirei, mas não aguentei. Gozei pra caralho

    Responder↴ • uid:3vi2jybxxi9
  • Kaike: Caraca, você deve ser bonito e gostoso.... que tesão de história.

    Responder↴ • uid:1dmsh3sq6qqg
  • Raf: Coleguinha do meu filho vem brincar aqui em casa e eu mostro meu pauzao 21cm pra ele como se fosse natural, descuido meu, mas com a intenção de exibir, ele fica hipnotizado com o tamanho.

    Responder↴ • uid:on90os9209
    • Beterraba: Conta mais mano. Tu mostra na naturalidade deixando escapar do short ou tira logo pra fora pro novinho ver? kkkkkkk. Seu filho tbm curte ver o pauzao do papai?

      • uid:fuor96t09
  • Puta: Continua

    Responder↴ • uid:gg8c4mwbdmg
  • XD: Caralho! Que conto top! Merece o máximo de estrelas!

    Responder↴ • uid:81rdts8fib