Diário de um cativo 9
🔞🔞🔞 Está é uma história pesada de dominação, se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente!!! 🔞🔞🔞
Ele permaneceu dentro de mim e apesar do incômodo pela dor dos ferimentos e pela posição que dificultava minha respiração, dessa vez não demorei a dormir, meu corpo estava moído e minha mente estava exausta com tudo que vi, ouvi e pensei neste dia.
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Acordei sendo esmagado debaixo de meu dono que metia fundo em mim e movimentava seu corpo pra cima e pra baixo esticando meu buraquinho já que ele segurava minha cabeça me mantendo sempre no lugar. Depois de um tempo gozou e saiu sem aviso de dentro de mim me deixando ardido por dentro e por fora.
Ele tomou banho e vestiu uma bermuda já que hoje é sábado e não tem aula. Já eu tive que descer sem tomar banho com seu sêmem escorrendo por minhas pernas porque era o desejo dele e não me opus.
Na cozinha meu tio tomava seu café preto enquanto mexia no celular, eu queria muito perguntar por minha tia, mas sabia que não podia. Preparei o café do meu dono enquanto ele preparava o meu, a ração e seu xixi. Já ele comeria seu sanduíche reforçado com vitamina de abacate.
Ele comia tranquilo enquanto eu me revesava entre comer a ração e chupar seus dedos pingando esperma que ele tirava de mim. Terminei de comer e beber todo o xixi, mas permaneci com o bumbum pro alto já que seus dedos ainda me bolinavam.
Meu tio olhava aquilo com luxúria, mas logo avisou que iria pra oficina adiantar o serviço atrasado e assim partiu. Não disse uma palavra sobre minha tia e isso me angustiava, já seu filho parecia não se importar. Afastei um pouco o cocho e coloquei minha cabeça sobre seu pé e aguardei.
Depois que fui liberado fiz tudo o que tenho que fazer na sob seu olhar atento na esperança que ele também fosse na oficina para eu tentar ver minha tia, mas ele não saiu. Almoçamos e vez ou outra ele cuspia um pouco da sua comida sobre minha ração e só depois pude tomar banho.
Meu corpo parecia estar se acostumando com a ração, na limpeza que fiz só saiu ela, o que tornou mais difícil de limpar, estava muito seco, mas consegui. Aproveitei pra beber água escondido no chuveiro.
- Demorado demais esse banho, cadelinha. Tá aprontando?
- Não senhor, meu dono. É que é difícil limpar a ração de dentro de mim estava muito seca.
- Deve ser falta de mijo.
Ele falou e se deitou deixando seu enorme pé pendurado e com um só movimento já entendi seu comando, me aproximei e como uma verdadeira cadela comecei a cheirar e lamber seu pé.
Enquanto fazia sua vontade, refletia impressionado em como em tão pouco tempo eu já estava condicionado a obedecê-lo, que ao seu mínimo sinal eu já interpretava o comando e agia sem nem pensar. Só quando ele queria me ensinar algo ou uma nova regra ou ameaça que ele precisava falar comigo, de resto um olhar, um aceno ou um toque na minha guia já resolvia.
Agora eu já estava como um filhotinho de barriga pra cima lambendo e chupando um pé enquanto o outro esfregava a minha barriga e minha mente voava. Será que eu estava gostando de ser tratado assim? Ou será que o medo das agressões me moldava como ele disse que seria? Isso ia durar pra sempre ou ele iria conhecer alguém e me libertar? Eu queria ser livre, ser arquiteto como meu pai, mas nessa situação...
Voltei a realidade com ele esmagando minha virilha com o pé e doía muito. Seu outro pé prendia minha cabeça ao chão dava pra sentir a aspereza das suas solas grossas.
- Cadê suas bolas, bichinha?
Ele perguntava esmagando minha intimidade com seu enorme pé. Minhas mãos não chegavam até lá na frustrante tentativa de me defender.
- Porra, cadelinha! Nem suas bolas prestam, elas subiram.
Com força e sem cuidado nenhum ele passou os polegares mais acima na minha virilha empurrando minhas bolinhas de volta pro lugar delas e aquilo doeu, quase fiz xixi ali mesmo.
- Cada dia que passa seu corpo só confirma que você tinha que ser mesmo sodomizado e transformado nessa cadelinha que você é.
Ele falava mechendo em algo na minha antiga parte do guarda-roupas até que voltou a se sentar com o que parecia ser o cordão de uma bermuda. Fui colocado sobre a cama sem nenhum aviso ou informação do que iria ocorrer.
Meu bumbum tava pendurado e meus pés abertos sobre a beirada da cama, eu estava completamente exposto. Ele conferiu se as bolinhas ainda estavam no lugar e tendo confirmado separou as duas puxando bem cada uma pro lado. Minhas bolas são pequenas e com pouca pele e por isso doeu muito.
- Calma, cadelinha, que eu vou resolver isso.
Ele enrolou o cordão várias vezes ao redor de uma bolinha e depois repetiu o mesmo processo com a outra puxando bastante pra trás, depois passou o restante do cordão pelas duas e deu um laço.
- Agora quero ver elas fugirem de novo como essa pelanca sua que sumiu.
Ele terminou de falar e deu um tapa tão forte nelas que eu me virei caindo da cama e me urinando enquanto ele puxava o amarradinho que acabou de fazer mais para trás ainda. Depois saiu do quarto me deixando tremendo no chão.
Levantar foi um suplício o tecido do cordão repuchava a pele me fazendo ficar curvado, no espelho dava pra ver que elas estavam duras e bem vermelhas bem abaixo de meu cuzinho igual um cachorro. Daquele jeito eu não conseguiria sentar, mas eu nunca sento mesmo, a não ser no colo dele.
Limpei o quarto sentindo um grande desconforto, tomei um banho e quando voltei pro quarto ele já estava lá sentado na cadeira, sério. Engatinhei até ficar entre suas pernas, ao receber um toque nas costelas entendi e virei deixando meu bumbum na sua direção.
O calor da sua mão calejada envolvia minhas bolinhas, seu polegar deslizava sobre elas fazendo uma leve pressão que já piorava minha situação, então o primeiro golpe as atingiu. Tentei fugir, mas agora seu aperto era firme.
- Quieto!
Outro golpe mais forte, por mais que eu tentasse não saia do lugar sob seu aperto até que fui erguido por elas que latejavam. E lá estava eu como um porquinho guinchando em desespero.
Minhas pernas foram colocadas cada uma em um lado de seu corpo enquanto minha cabeça pendia no chão, eu estava a sua mercê como sempre, e os golpes voltaram, mas agora eram diferentes eles era dados por seu enorme cogumelo. Entre uns dedos de uma mão elas foram aprisionadas enquanto com a outra usava seu cacete imponente para as martelar.
Os golpes eram duros e ritmados sem pressa, mas com crueldade. Naquela posição e em qualquer outra nas mãos dele eu estava sempre indefeso. Ele não precisava de motivo para me machucar bastava a vontade dele para guiá-lo e resignado aceitei meu destino chorando e gemendo de dor debaixo dos seus pés.
Depois ele me deitou na cama de lado com a cabeça voltada para os seus pés e se deitou ao meu lado e enquanto assistia uma partida de futebol continuou maltratando minhas bolinhas. Aquilo parece ter viciado ele, não saí mais do quarto e minha janta foi aquele sachê maldito que era servido como na primeira vez, só que agora ele esfregava e batia seu pé em minhas bolas até eu mastigar tudo muito bem e ele me autorizar engolir.
Na hora de dormir ele chupou e massageou meus peitinhos bastante como ele vinha fazendo sempre, mas agora ele já está começando a se chatear por não sair nada.
Quatro dias se passaram e eu não tinha nenhuma notícia de minha tia, na verdade eu nem sabia se ela ainda estava lá, quase não saí do quarto esses dias. Meu dono resolveu que estou muito magro e que por isso vai aumentar a quantidade da minha ração e me dar umas vitaminas, além da injeção pra produzir leite.
Ele parece nervoso me proibiu até de falar só posso latir, ele me penetrou de quatro com muita força essa noite e me mandava latir e eu lati muito de dor, pois as bolas grandes dele batiam nas minhas amarradas e muito sensíveis e ele fazia questão de ir fundo e forte.
Antes da gente descer pro café da manhã ouvimos duas batidas na porta, ele vestiu a bermuda e saiu deixando a porta entreaberta. Era meu tio.
- E aí, queria saber se hoje a noite a gente podia revesar sua cadela, sua mãe não presta mais e só posso buscar a puta que encomendei no próximo fim de semana.
Meu coração batia na boca, como assim minha tia não presta mais? O que ele fez com ela? Será que ele vai me revessr com ele dessa vez?
- Só essa vez!
Ele respondeu seco e sem mais voltou pro quarto fechando a porta. Ele ia fazer mesmo isso, meus olhos já marejavam.
- Ouvindo a conversa do seu dono atrás da porta, cadelinha?
Eu só lati desanimado em negação. Passei o dia cabisbaixo e ele mexendo no celular como se estivesse vendo algo importante. Tomei meu banho caprichado como ele mandou fiz um rabo de cavalo alto como ele gosta e me deitei na beirada da cama com as pernas abertas pra ele amarrar minhas bolinhas de novo.
Se elas ficassem onde deviam ia ser tudo mais fácil, mas assim que ele tira o cordão elas somem. Agora ele está na minha frente fazendo o mesmo processo só que agora com uma fita vermelha no lugar do cordão.
- Pronto, agora sim minha cadelinha está preparada para mais uma surpresa. Você deveria estar feliz!
Feliz como, se ele ia me entregar àquele lunático de novo, e agora que piorou tudo porque as surpresas dele sempre acabam comigo. Mesmo assim lati algumas vezes tentando demonstrar alguma alegria.
- Isso, cadelinha! Balance o rabinho pro seu dono!
Naquele momento era apenas o dono brincando com sua cadelinha, ele fazia festas em minha cabeça e costas e eu balançava o bumbum e lambia suas mãos me enroscando em suas pernas. Até que senti a guia prender na minha coleira, havia chegado a hora.
Sua postura endureceu e seu semblante voltou a ser autoritário e ditador, exalando poder e tirania segurou firme a guia me mantendo junto ao seu corpo e marchou para fora do quarto.
Descíamos as escadas em silêncio desta vez ele estava nu, imponente e majestoso como sempre, numa mão ele segurava a guia e a outra vazia. E minha mente já divagava: teria ele esquecido o cinto maldito? A surpresa seria substituí-lo por outro pior?
Não tinha uma resposta, mas já estávamos na sala, meu tio estava sentado em sua maldita poltrona como um rei tirano, nu seu pau já dava sinais de vida enquanto ele bebia sua infame cachaça. E lá estava minha tia nua de joelhos ao lado da poltrona com as mãos presas aos seus calcanhares.
No seu corpo diversas marcas de mordidas, de mãos, do destruidor e de outras coisas que eu não distinguia. Mas o que mais me chocou foram seus olhos vazios e seus longos cabelos negros que não existiam mais, a sua cabeça tinha sido raspada sem o menor cuidado, o que era denunciado pelos cortes em algumas partes.
Ela estava magra e mais pálida do que quando chegou a uma semana, certeza que esse animal a deixou sem comida e a maltratou ainda mais depois daquele dia. Ele insiste em saber onde os filhos estão e pelo visto ela não contou. Queria poder ajudá-la, mas adivinhando meu pensamento meu dono me puxou para mais perto dele.
Meu tio olhava com divertimento sádico para o meu espanto com a condição dela e a frustração de não poder fazer nada. Meu coração estava partido por ela estar dessa forma. O seu filho? Não esboçou nenhuma reação, nem parecia que era a mulher que lhe deu a luz que estava naquele estado em sua frente.
Caminhamos em direção ao sofá de dois lugares, ele se sentou e puxou a guia me deixando com o rosto bem próximo de sua intimidade, mas eu não olhei para ele, por raiva e decepção. E antes que eu percebesse fui puxado em sua direção enquanto sua mão atingia meu rosto várias vezes e eu só não cai no chão, pois sua mão estava firme na guia que fazia a coleira me estrangular.
- Quem você pensa que é pra achar que tem algum direito, cadela? Pensa que não sei o que se passa nessa sua cabeça inútil? Faça logo a sua obrigação!
Apesar da agressividade, ele estava perigosamente calmo e isso fez o medo se apossar de mim definitivamente. Como ele não soltava a guia comecei a lamber suas bolas enrolando aquele monte de pelos em minha língua, tempo depois ao sentir um leve toque na guia segui para seu mastro e fiz tudo com muita dedicação olhando para ele vez ou outra, que não desviava seus olhos de mim nunca.
Fui puxado pro seu colo e empalado sem nenhuma cerimônia, o que ardeu demais, já que o processo se deu de uma única vez. Eu estava de frente pros meus tios e isso me envergonhava muito. Minhas pernas foram abertas ao extremo e colocadas cada uma ao lado do seu corpo, de joelhos.
No início minha cintura era forçada pra baixo enquanto meu bumbum era esfregado para frente e para trás em seus pelos fartos e grossos. Isso era feito de uma forma que quando eu era puxado para trás seu cogumelo era desenhado acima do meu umbigo.
Logo os golpes começam, eu não tinha onde me segurar, a única coisa que me prendia ao seu colo era seu pau e a coleira. Meu corpo era lançado pra cima com tanta brutalidade que logo fiquei de cócoras na tentativa de me equilibrar melhor, mas foi em vão e a dor ainda era bem maior.
Eu gania como um filhotinho abandonado, até que ele passou os braços por baixo dos meus joelhos e suas mãos agarraram meus ombros e ele se levantou sem deixar de me golpear uma vez sequer. Imobilizado eu gritava, assim era mais profundo, mais duro, mais rápido e infinitamente mais dolorido.
Com uma mão no meu pescoço ele colou meu corpo trêmulo ao seu peito, minhas pernas por instinto tentaram se prender ao seu corpo atrás de mim e sua outra mão apertava minha magra barriga desenhando seu pau que marretava implacável dentro de mim. Até seu pulsar enquanto gozava dentro de mim dava pra ver.
Meu corpo quase sem forças foi deixado sobre a mesa de centro. A noite estava só começando e minhas bochechas e meu bumbum já ardiam como o inferno.
Meu dono voltou pro seu lugar, me encarou por um tempo e um leve manear de cabeça foi a liberação para seu pai agir.
- Eu quero ouvir você guinchar ainda mais alto hoje, porquinha! Será que seu cu vai reconhecer meu pau?
Ele falava enquanto com uma mão puxava meu cabelo para olhá-lo e com a outra beliscava meus peitinhos. Eu me retorcia sobre a pequena mesa.
- Grite, você sabe que eu gosto, porquinha! Tente fugir, reaja pra me atiçar como a boa puta que você é!
O prazer em sua voz era perverso, sua mão antes em meu cabelo agora apertava e puxava minhas bolinhas amarradas e sem poder resistir mais gritei e tentei descer da mesa, mas seu aperto me manteve ali, cativo de suas perversões. Ele puxava minhas bolinhas pra baixo me deixando de cócoras sem deixar de espremer meus peitinhos.
- Cague a porra de meu filho!
O sêmem de meu dono já pingava sobre a mesa e nessa posição facilitou ainda mais a sua saída, sua voz tinha uma perversidade oculta. Quando ele achou o suficiente me largou e eu cai com o rosto sobre a mesa e com o bumbum pro alto. Mas sua fala fez meu coração errar uma batida.
- Puta inútil, venha limpar esse buraco sujo que eu vou arrombar. A partir de hoje essa será sua função!
Ele puxava a coleira preta que permanecia em seu pescoço e com dificuldade ela andava sobre os joelhos devido a posição que tinha sido imobilizada.
Busquei os olhos de meu dono e os encontrei frios como gelo e duros como aço. Sabia que não poderia me mecher, mais uma vez era o seu domínio imperando não apenas sobre mim como sobre a desobediência de sua mãe.
Senti o rosto de minha tia ser esfregado em meu bumbum, nessa hora não consegui mais encarar meu dono, chorando virei o rosto pro outro lado e logo senti a língua fria de minha tia em mim. Mais uma pá de cal sobre nossa dignidade era lançada.
Mas aquele lunático estava extasiado gritando xingamentos e pelos barulhos batendo mais nela.
- Faça seu serviço direito, vadia! Limpe minha mesa pra não manchar, não vou receber minha nova esposinha nessa imundice.
Ele planejava mesmo trazer outra mulher pra substituir minha tia, mas o que seria feito dela? Naquele estado a coitada não iria durar muito.
Quando se deu por satisfeito puxou ela de volta pro lugar onde estava, mas dessa vez a deixou de lado, com o corpo virado pra poltrona e o rosto pra mesinha.
- Vou ver se tá limpinho mesmo.
Aquele membro repulsivo era esfregado em mim, ele metia até o nó e tirava me deixando apreensivo sobre quando seria invadido completamente. Seu terror psicológico acabava comigo.
- Sabe porquinha, eu quero que hoje seja uma noite inesquecível pra você, já que é nossa despedida.
Suas mãos percorriam meu corpo enquanto ele chupava e lambia meu pescoço com um bafo terrível de cachaça. Sua língua quente e grande desceu por minhas costas me causando um arrepio de repulsa.
Sem esperar fui suspenso no ar pelo quadril e colocado em seu ombro com minha cabeça na direção de suas bolas. Seus dedos grossos e calejados já entravam e saiam de mim como se isso fosse o normal.
- Dê um trato em minhas bolas.
E assim eu fiz, não ia dar a ele o gosto de resistir.
Massageei, lambi, chupei e depois guardei em minha boca aquelas bolas de pelos. Sem parar de me bulinar ele bebia sua cachaça gemendo como um animal. Ele sentou na mesinha de frente para o que sobrou de minha tia rindo.
- Tá vendo a cadelinha que seu sobrinho virou? Um belo trabalho do meu filho, macho! E mesmo ele sendo um inútil conseguiu aprender a servir um macho de verdade e você é uma vadia tão burra que nem isso soube fazer. Vai morrer lambendo porra pra aprender seu lugar.
Ele puxou minha cabeça com tanta força que suas bolas fizeram ploc quando saíram de minha boca e sem me dar descanso já me fez engolir aquele pau deformado até o talo.
- Veja isso, puta! Veja como fodo a garganta dessa porquinha!
Ele gritava com minha tia metendo em minha sem deixar espaço pra eu respirar. Até que me soltou semiconsciente no chão. Eu tossia horrorizado vendo ele voltar para a poltrona enquanto as lágrimas banhavam o rosto de minha tia. Ele balançou aquela aberração tesa no ar e me chamou.
- Venha sentar no papai, porquinha!
Me arrastando ainda tentando regular minha respiração fiquei diante dele, fui colocado de pé na mesma posição, de frente pro meu dono que como da outra vez massageava seu membro.
Aquele morango maldito foi colocado dentro de mim e dessa vez ele controlava meus movimentos segurando minha cintura. Minhas pernas estavam abertas e ele me levantava até quase sair e me descia devagar até travar no nó, esse movimento foi repetido várias vezes enquanto ele falava e eu respondia só pra não ser punido de novo.
- Tá gostoso o pau do papai, porquinha?
- Sim, Papai!
- Quer que o papai coloque todo? Quer sentir o nó do papai dentro dessa barriguinha porca?
- Quero, sim papai.
A essa altura o desespero aliado a ansiedade já me destruiam, a qualquer momento eu seria dilacerado mais uma vez e os olhos do meu dono ardiam em expectativas.
- Então peça, bem manhosinha como a porquinha vadia que você é e eu vou pensar se vou te dar.
Eu já soluçava, pois agora eu seria obrigado a pedir pra ser destruído da forma mais humilhante.
- Papai, dê seu nó a essa porquinha, por favor?
- Você pode fazer melhor que isso, porquinha! Lembre que você é uma bichinha miserável valor nenhum. Vou te dar mais uma chance! Peça de novo!
Ele queria um motivo pra me quebrar ainda mais, mas isso pra mim era o fim. Na verdade quanto mais o tempo passava piores as coisas ficavam, as humilhações desciam num nível escandaloso, mas eu tinha que tentar a todo custo preservar nem que fosse o mínimo da minha integridade física e mental.
- Papaizinho, por favor, dê seu precioso nó pra essa porquinha imunda e sem valor!
Minha voz saiu entrecortada pelo choro e humilhação e antes que eu pudesse me preparar fui empalado naquele monstro, suas mãos fortes seguravam a minha cintura enquanto eu me debatia e guinchava em seu colo.
Ele voltou a repetir os mesmos movimentos só que agora mais fortes e profundos, até o talo. Meu corpo branco nas suas mãos negras parecia ser apenas um brinquedo para lhe dar prazer. Minha tia olhava a cena horrorizada.
Depois de um tempo ele me colocou de lado em seu colo, de frente pra ela, com a ponta do pé direito no chão e a perna esquerda sendo segurada pra cima por ele. Eu estava exposto e sagrando diante daquela que me acolheu e me criou como um filho.
Seus golpes eram certeiros em me machucar, ele levantou me mantendo nessa posição só que agora meu pé não tocava mais o chão devido a sua altura. A cada golpe meu corpo era lançado com furia pra frente e voltava batendo em sua virilha. Minha tia se desesperou e começou a gritar.
- Me perdoe... eu me arrependo... eu não devia... ter pensado... em te deixar... me perdoa...
Com um chute ele foi jogada ao chão e sua fúria em mim aumentou, como se ele quisesse comemorar a sua vitória sobre ela. Eu achava que ele ia me partir ao meio quando senti meu dono se aproximar e me agarrei a sua cintura suplicando com o olhar que ele me salvasse, mas ele só me acomodou melhor e deslisou seu cogumelo na minha garganta.
Nem era preciso ele se mexer, os movimentos brutos de seu pai fazia isso por ele. Quando fui arrancado da escuridão eu já estava sentado sobre o pau teso de meu dono que pulsava furioso dentro de mim no sofá de dois lugares.
Olhei para trás e vi minha tia deitada sobre a mesinha com seu queixo apoiado sobre ela enquanto seu nariz e boca sangravam, meu tio já bebia o líquido avermelhado da segunda garrafa que se aproximava do meio.
Meu dono se acomodou melhor sob mim ajeitou minhas pernas que estavam dobradas em cada lado do seu corpo e me abraçou forte como a muito tempo ele não fazia, na verdade, meu primo não fazia.
Eu não queria me enganar de novo com seu falso carinho, mas estava tão bom ali na segurança dos seus braços fortes e quentes.
Meu tio se aproximou derramou um pouco da bebida sobre as feridas e intimidade dela que gritou muito, mas não podia se defender. Depois ele derramou a cachaça sobre seu pau enquanto o massageava como se aquilo fosse um lubrificante.
Quando ele caminhou na nossa direção rindo e segurando aquela aberração encharcada de álcool meu corpo se retesou, fui segurado com mais força, então entendi o que iria acontecer e comecei a me debater e gritar.
- Isso não... por misericórdia... isso não... não...
Meu dono agarrou meus cabelos me fazendo olhar em seus olhos que borbulhavam sadismo e perversão me fazendo parar na hora em transe.
- Você vai receber sua surpresa que eu preparei pra você quietinha, cadela! Porque seu dono, o dono do seu corpo, da sua vontade e da sua alma quer assim. Entendeu?
Eu só gani em resposta como uma cadelinha faria. O pau do meu tio começou a forçar entrada, não conseguia, mas mesmo assim me machucava. Ele cuspiu e enfiou dois dedos dentro de mim e começou a puxar, meu rosto já estava enfiado no pescoço do meu dono tentando não gritar.
- Não durma, você sabe que eu gosto que você participe e sinta tudo, minha cadelinha! Relaxe e aproveite sua surpresa!
Meu tio conseguiu encaixar a cabeça e meu corpo estremeceu, eu ouvia o choro desesperado de minha tia se misturar ao meu, mas eles não cediam. Pouco a pouco ele entrou até o nó, eu suava frio, aquilo estava me partindo ao meio.
- Isso tá muito apertado!
Meu tio falou e recuou pensei que ele iria desistir, mas num tranco seu nó foi socado dentro de mim. Meu grito saiu alto e rouco, meu corpo convulcionava e eu não sentia mais as minhas pernas.
- Porra, isso é muito bom! Caralho, tô viciado!
Ele falava já bombando forte dentro de mim e logo meu dono o seguia, só não apaguei novamente porque aquele cheiro infeliz não deixava, mas parecia que eu já não estava mais dentro do meu corpo que agora só abrigava dor e degradação.
Eles ainda permaneceram por um tempo dentro de mim até que meu dono gozou forte em minhas entranhas alargadas e seu pai aproveitando a viscosidade tirava e metia novamente seu pau até gozar fartamente dentro de mim.
Era estranho sentir os dois pulsando dentro de mim, eu estava esmagado entre eles até que amolecidos se retiraram de meu interior.
Fui levantado por meu tio e segurado de pé diante da minha tia que foi obrigada a lamber o gozo deles de meu bumbum. Eu parecia anestesiado, meu dono assistia a cena como se fosse um comercial de margarina, com um leve sorriso travesso nos lábios.
- Tá vendo vadia que não valeu a pena fugir de mim? Você era a dona dessa casa, mas agora... não passa de um trapo... um pano de chão imundo que em breve eu vou jogar no lixo que é o seu lugar.
Meu dono me pegou dos braços de seu pai e devagar caminhou em direção às escadas e sem aguentar mais deixei a escuridão me envolver pedindo pra ser a última vez pra não sair nunca mais dela.
Continua...
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Comentários (7)
Gabizinha: Amo conto assim, sempre desejando a mulher T Gabyrskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkBeto carreiro: Por favor, feminiza mais o garoto. Calcinhas da mae nele ela pode ajudar ele a ser uma garotinha
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Yakuza: O filho nao vai comer a mãe?
Responder↴ • uid:45xxjt9nxi9Caio: Já tá ficando chato, finaliza o conto e dá uma vingança!
Responder↴ • uid:81rdebj8raLeonardo: cade a vinganca dessa merda
Responder↴ • uid:1dvhgzyoucf2Leitor: Esse conto tem q ter vingança! Ja ta ficando longo demais
Responder↴ • uid:jt9hks95vhgVontade de Dar: Tomara que ele tenha a coragem de pegar pelo menos uma faca e tá no peito deles
Responder↴ • uid:1cotgkoazzbg