#Bissexual #Coroa #Gay

Irresistível! Agora, Já Era!

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Emerson

18/12/2025. Esse foi o dia em que nada mais voltaria a ser como antes. É como dizem: Não dá pra controlar esse desejo diferente quando vem, já era.

Eu tenho 52 anos e até esse dia levava uma vida normal de bom chefe de família. Eu e Flávia formávamos um casal exemplar. Pouquíssimas brigas, sempre dentro dos limites do respeito. Eu não conseguia me ver vivendo sem ela. Nossos filhos casados, netinho na escola, a compra de uma pequena chácara, que era o nosso sonho... e de repente, não é que o destino traça novos planos, inesperados e até "sem sentido", para nós, quando menos estamos preparados para "mudança".

Eu e Flávia tínhamos tido uma discussão leve, mas chata pela manhã, quando a procurei pra uma brincadeirinha matinal, para começarmos bem o dia. Mas ela me evitou. Eu insisti e ela novamente evitou, dizendo estar indisposta. E aí, sabe como é cabeça de homem... comecei a me perguntar com quem ela estaria me traindo. Era quase uma certeza para mim que ela havia ficado com alguém. Eu e ele nunca tivemos isso de sentimento de posse e exigência de fidelidade sexual. Até porque, quando começamos a namorar, eu era um galinha. E quando ela descobriu, nós rompemos. Mas a gente se gostava de verdade. Então reatamos quando ela já estava namorando sério um cara do trabalho dela dois meses depois. Ficamos nessa de "escondidinhos" por quase três meses, já que ela queria decidir com quem ficaria sério. O cara nunca desconfiou da gente. E quando a gente se decidiu, combinamos que não haveria esse tipo de cobrança, mas que jamais rolasse algo com conhecido ou com sentimento. Desde que fosse apenas sexo e ficasse em sigilo e com o máximo de discrição, sem que se ficasse sabendo, estava tudo bem para ambos.

O jeito como ela olhou pra mim, na hora dela ir para o trabalho não deixou dúvida. E pela primeira vez eu senti uma pontinha de ciúme. De verdade. Queria tanto perguntar quem era e fazer aquela tal pergunta, que eu acho que é realmente o que mais incomoda: "ele te fode melhor e mais gostoso do que eu?"

Depois do almoço, como já não havia mais nenhum trabalho para mim (trabalho pela internet), resolvi tomar um banho de mar. Fui de bike mesmo. É só dez minutos de casa. A praia estava quase deserta, por conta das ondas, que batiam forte. Então eu apenas sentei e fiquei ali sentado, contemplando o mar e pensando em nada. O bater das ondas é quase uma terapia. E foi do nada que aconteceu aquilo. Digo "aquilo" porque não faço a mínima ideia de como algo assim, dessa natureza, poderia ser possível para mim.

Ele tinha o peitoral definido e barriga zero. Não era forte. Na verdade, era magro. Mas com o corpo definido. Um metro e noventa, cabelos jogados, óculos escuro, usando apenas aquela cueca boxer branca. Mas o detalhe do volume do cacete dele era impossível não reparar. Quando olhei a primeira vez apenas achei engraçado o fato dele não parecer sentir vergonha de estar com o cacete duro, pro lado, até empurrando a cueca. Olhei uma segunda vez. Balancei a cabeça rindo e abaixei a cabeça para ninguém notar. Então, acendi um cigarro. Havia uma garota gostosa brincando com o cachorrinho dela. E deu um tesão ver aquela bundinha dela... Meu cacete empedrou rápido quando ela se abaixou para pegar o caãozinho, com seus glúteos naquele biquíni quase invisível virado para mim. De repente, a sobra projetada em mim: eu virei pra olhar e lá estava o meu destino cobrindo o sol. E a cueca boxer branca, com aquele cacete quase na minha cara, a menos de meio metro de distância, aquilo foi algo que eu realmente não esperava sentir. Foi um susto, misturado com inveja do tamanho daquilo e vergonha pelo tamanho do meu, que também estava duro.

— Com todo respeito. Pode me arrumar um cigarro?

Quase não era possível ver o rosto dele. Eu coloquei a mão acima dos olhos, para poder ver a cara de quem falava comigo. E então o rapaz se agachou.

— Pô, foi mal! Não quis te assustar.

— Tu-tudo bem. Sem problema.

Eu nunca senti se formar tanta saliva em tão pouco tempo em minha boca. Eu engoli, evitando olhar para o cacete dele ainda mais intimidador com ele agachado com suas coisas bem no meu campo de visão.

— Pode?

— Han? O quê?

— Pode me dar?

E foi isso. Com certeza, foi isso que mudou tudo lá dentro de mim. Eu senti um pouquinho de tremedeira com a pergunta dele e o olhei sem entender, mas quando lembrei dele ter pedido cigarro, ele já estava sorrindo.

— Cigarro, cara. Pode me dar?

— Ah, sim... Posso sim.

Eu fiquei muito envergonhado. O cachorrinho veio parar na gente, fazendo festa. A garota chamou ele, que saiu em disparada até ela. Quando olhei para o cara, ele voltou a se levantar. Reparei que ele já estava com a caixinha de cigarro na mão, removendo um. Ele estava me olhando. Faça pra ver que sim. Mas, ele já sabia como tudo aquilo ia terminar. E quando ele removeu o óculos escuro e o prendeu na lateral da cueca, praticamente exigindo a minha atenção para todo o seu movimento e o meu olhar para o cacete dele, eu vi o meu destino se mexendo. Virei os olhos imediatamente. Era uma mistura de medo, curiosidade de ver como era, um medo ainda maior de ver como era, uma vontade desesperada de ver se mexendo, sabendo que ainda estaria se mexendo, caso eu voltasse a olhar. Então eu olhei para a cara dele. E ele estava com um sorriso de quem dizia para mim: "Você já era, cara!"

Ele apanhou o isqueiro dentro da caixinha e tentou acender o cigarro. Eu dei um último trago no meu e, enquanto eu enterrava a guimba na areia, ele tentava acender ainda o cigarro, se virando com a mão buscando embarreirar o vento. E enquanto a bunda dele veio parar na minha cara, ele dizia:

— É só achar a posição certa, que o fogo não apaga. Não é?

— Han? O quê?

Ele estava meio de costas, tentando acender o cigarro, quando conseguiu e se virou para mim, novamente se agachando.

— O fogo... A gente procura a posição e ele ganha força.

Disse isso, aguardando o isqueiro na caixinha e soltando fumaça para cima, me encarando.

— Ah, sim, é verdade. O vento, quer dizer...

— Esquece isso. Agora, me diz uma coisa... Tu é casado há quanto tempo?

Ele olhou para a minha aliança. Eu também olhei para ela. E lá estava o cacete dele se mexendo na cueca. Eu pensei em perguntar qual era a dele, me levantar e ir embora, pensei em grilar sério. Mas eu estava embriagado por uma sensação até então desconhecida. O meu tesão era de liberar lubrificante. Eu sentia o fluxo do lubrificante como nunca havia sentido. E a cara que ele fazia para mim... um olhar fixo, sem piscar e sempre nos meus olhos... eu estava completamente intimidado por tudo aquilo. E então, veio pela primeira vez aquelas contrações em meu ânus. Eu não fazia ideia do que era aquilo. Muito menos do porquê eu estar sentindo aquela vontade insana de ver o cacete dele, praticamente com meu coração como se eu estivesse a ponto de um infarto.

— O que foi?

— Ah, eu... Sou casado há vinte, vinte oito anos.

Por que eu não conseguia falar sem gaguejar? Por que eu não conseguia mais olhar nos olhos dele? Por que eu precisava fazer tanto esforço para não olhar para o cacete dele, para a barriga ou para o peitoral dele? O que estava acontecendo comigo.

— É uns vida inteira. Mais do que eu tenho de vida. Prazer! Meu nome é Luciano. Tá afim de beber, cara? O que tu gosta?

Ele estava sorrindo. Sabia que eu sabia que ele estava me provocando, me desestruturando, me invadindo a mente e, principalmente, me conquistando o desejo por ele. Afim de beber!? O que eu curtia!? Eu olhei para ele, quase como se meus olhos agissem por conta própria. Era como se eu ainda quisesse lutar. Como se eu quisesse dizer algo. Como se eu ainda tivesse uma pontinha de esperança de que eu poderia simplesmente levantar e ir embora, sem ter que passar por nada do que já estava escrito no livro da minha vida. Então, como se meu corpo já tivesse tomado uma decisão, os meus olhos foram para o cacete dele. E dessa vez eu não consegui disfarçar. Não era mais eu. Não dá pra vencer isso. Eu juro que tentei. Eu permaneci uns cinco segundos olhando para lá. Ele soltou fumaça na minha cara.

— E então? O que tu quer beber?

Eu olhei fixamente para os olhos dele, sem piscar. Um sorrisinho foi tomando conta do meu rosto. Minha respiração se normalizou. Meu ânus parou de ficar contraindo. E eu sentia a próstata daquele jeito, quando estamos muito perto de gozar. Eu olhei em volta. Olhei novamente para ele. Apontei os olhos para o cacete dele e, engolindo a torrente de saliva que se formou em minha garganta, para ele me ver engolindo, perguntei:

— O que você sugere?

Ele liberou um largo sorriso, olhou em volta e, enquanto sua boca vinha no meu ouvido, sua mão levava a minha mão até o cacete dele sem a menor resistência da minha parte. Eu segurei aquele volume e o apertei, enquanto ele dizia no meu ouvidinho:

— Que tal leite?

CONTINUA...

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Comentários (6)

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  • Roberto: Com 68 e também casado há mais de 30 aconteceu algo parecido comigo mas foi no estacionamento do supermercado e com outro coroa. Saímos e fomos beber sim..................... Ambos bebemos leite..

    Responder↴ • uid:1dak65uoij
    • Beto: Deve ser gostoso um 69 e gosar na boquinha do outro

      • uid:muiqg94x8
  • Beto: A primeira vez sempre é mais difícil mais acontece para que venha a segunda. Achu que todos gostam de Rola só que alguns homens tem coragem de viver a realidade e liberar seu centímento de provar uma Rola é muito corajoso parabéns aguardo o segundo

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
  • Kaike: Continua, adoro magros definidos

    Responder↴ • uid:1dmsh3sq6qqg
  • Jorge Pereira: Bom conto Isso já aconteceu várias vezes comigo mas em praias de nudismo. E nunca tive assim tanta vergonha 😂😂😂😜

    Responder↴ • uid:grldr1qrj
    • Beto: Jorge quando agente ver uma Rola a pau começa a dar sinal de vida é porque já está com desejo de levar Rola no cuzinho

      • uid:muiqg94x8