#Estupro #Gay #Teen #Virgem

Estuprado por dois camioneiros na volta da escola

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Putinha novinha

Sempre passava rebolando e atiçando os camioneiros, mas um dia a conta chega, e a gente ganha o que merece

O caminho de volta da escola era sempre o mesmo, mas a atmosfera mudava quando eu alcançava aquela rua; escolhia aquele caminho mais longo de propósito. A rua dos caminhões. Dizia a mim mesmo que era só costume, um desvio automático, mas no fundo eu sabia: havia algo ali que me puxava, uma eletricidade bruta suspensa no ar quente do fim da tarde. O ar ali era pesado, saturado pelo cheiro de óleo diesel e borracha queimada. Dezenas de caminhões, como bestas metálicas em repouso, alinhavam-se ao longo da calçada. No entanto, o que me prendia o fôlego eram os homens que viviam dentro deles. Eram machos brutos, suados, com a pele queimada pelo sol das estradas, exalando uma urgência contida, cheios de tesão acumulado das viagens longas; ocupavam o espaço com a mesma naturalidade com que respiravam.

Às vezes, ao passar, um deles descia da cabine e, sem o menor pudor, exibia a pica pulsante e ali mesmo soltava um mijão no poste à minha frente. Amava ver as picas de macho soltar jatos fortes de urina contra o cimento; a visão daquela masculinidade exposta fazia meu cuzinho entrar em êxtase, embora eu mantivesse o passo firme e fingisse que nem estava olhando, mas o ato tinha algo de primitivo, um lembrete brutal de que ali vigorava outra lógica, outra moral.

Dentro das cabines abertas, às vezes, via eles peladões, vencidos pelo calor, pensei. Entendi cedo que o caminhão era extensão do corpo deles — casa, abrigo, território. E eu reconhecia aquilo em mim. Quando chegava em casa, o ritual era o mesmo: livrar-me das roupas apertadas e deixar que a pele respirasse. Talvez por isso eu me sentisse estranhamente próximo deles, mesmo sem trocar palavras.

Mas ali, na rua, eu jogava um jogo perigoso. Passava rebolando, sentindo os olhos deles como brasas nas minhas costas. A bermudinha do uniforme da escola, deliberadamente curta e justa, desenhava minhas formas, “mastigando” o contorno da minha bunda a cada passo. Eu passava devagar, consciente do meu corpo, do modo como ele se movia. Não era inocência. Nunca foi. Havia um prazer silencioso em sentir os olhares me acompanhando, em perceber o peso daquela atenção crua, quase animalesca. Sentia o tesão deles crescendo nas sombras das cabines; era um prazer quase elétrico atiçar aqueles predadores famintos, até que o destino resolveu cobrar o preço da minha ousadia.

Apareceu então aquele homem. Tinha o boné virado para trás e o torso nu, revelando um peito largo e braços cobertos por tatuagens que pareciam contar histórias de estradas distantes. Não era um corpo de academia, mas tinha a solidez de quem carrega peso; uma barriga firme e convidativa, pernas grossas e cobertas de pelos escuros. Sob a bermuda de futebol, algo pesado e volumoso balançava livremente dentro da bermuda, denunciando o tamanho da sua sede. Quando nossos olhares se cruzaram, o ar pareceu sumir.

— Opa, princesa — a voz dele era um rosnado grave. — Não tem uma lanchonete aqui perto, não? Tô precisando comer um lanchinho.

Tentei manter minha inocência, respondendo com minha voz doce:

— Deve ter uma lá na frente, virando a esquina. — Respondi, mantendo a distância. Mas havia algo diferente naquele diálogo mínimo, um subtexto pesado, um acordo implícito que me deixou alerta.

— Mas eu acho que esse lanchinho que eu quero comer não tem lá, não — disse ele pegando no pau.

— E o que você quer?

— Um cuzinho, sabe? Faminto por xotinha de viado.

Ri sem graça. Meu instinto mandava ir embora, encerrar aquilo ali. Quando dei um passo para trás, senti a mudança no ar. Ele se aproximou demais, rápido demais. Ele me agarrou pelo pescoço com uma mão que parecia uma O cheiro de suor e tabaco me invadiu enquanto ele me lembrava, com palavras baixas e cruéis, que eu não era mais o mestre daquele jogo, mas a presa.

— Calma — disse baixinho no meu ouvido. — Passo todo dia aqui rebolando esse rabo e achou mesmo que ninguém iria ter coragem de comer?

Meu coração disparou. Havia verdade naquilo, e essa constatação me deixou exposto. O jogo tinha ido longe demais.

— Eu não sei do que você está falando, solto meu pescoço e eu vou gritar.

— Viadinho filho da puta, sabe que os caminhoneiros estão cheios de tesão, cheios de leite no saco, e você ainda passa com essa bundinha redondinha, balançando como uma cadelinha no cio, só pra atiçar a gente, todo dia atiça e vai embora.

— Me solta, por favor!

— Não! Alguém tem que te dar uma lição. Se os outros não têm coragem, eu tenho. Eu só vou te soltar quando seu cuzinho estiver todo arrombado. Vai sair daqui todo rasgado, para você aprender a não atiçar macho. Vou te comer por todos os outros.

Eu olhava pra ele quase chorando por misericórdia.

— Não adianta me olhar com essa sua carinha de inocente, inocente você não é, eu não vou ter dó de você, você não tem dó da gente quando passa aqui rebolando.

Finalmente a minha conta tinha chegado; iria aprender de uma vez por todas que com macho não se brinca.

A violência do ato começou com tapas que estalavam na minha bundinha branca, deixando marcas vermelhas que ardiam e pulsavam. Naquela hora eu só queria que alguém passasse na rua e me visse naquela situação e me ajudasse, mas não passava ninguém. Os tapas fortes na bunda continuaram, eu gemia a cada tapão bruto dele, me dedava. Depois ele parou e eu estranhei. Quando uma idosa passou pela rua, subi a bermuda, ele recuou, recompôs o corpo, como se nada tivesse acontecendo. O contraste me gelou. A normalidade súbita era mais assustadora do que a ameaça.

Quando ela saiu do campo de visão, fui jogado para debaixo da estrutura metálica do caminhão, onde o mundo se resumia ao asfalto frio e ao calor dos corpos dele. Ele tirou o pau pra fora e me pediu pra abrir a boca; o pau enorme me engasgava e estava pentelhudo, me mandava enxugar seu sacão suado. Depois eu vi que estava vindo um homem ao fundo, parecia outro caminhoneiro. A chegada do segundo caminhoneiro, um homem negro de presença esmagadora, selou meu destino. Os dois trocaram algumas palavras que não consegui escutar; depois o segundo já foi tirando o pau pra fora da calça jeans.

Do segundo era mais grosso, apontado pra cima, também tinha um sacão. Sentir o gosto daquelas rolas pesadas de macho na boca era tão gostoso, deixei pingando minha baba. Depois o tatuado me puxou, me tirou debaixo do caminhão e forçou seu pau todo no meu rabo. Já ia gritar quando o outro caminhoneiro, o Pretão, tampou minha boca.

— Caldinha, putinha.

Seu pau me dilacerava, me machucava por dentro, como se meu corpo estivesse sendo partido ao meio, mas havia uma nota de prazer sombrio na submissão total àquela força bruta.

Pentelhos ásperos como arame farpado arranhavam minha bunda, enquanto mãos calejadas me manuseavam como um objeto. O outro caminhoneiro pegou minha cabeça e afundou minha boca no seu pau para abafar os gemidos, depois me arrancou do tatuado. Agora era a vez dele brincar com meu rabo; esse era mais grosso e mais cabeçudo, me dava tapas na cara e cuspia meu rosto, enxugava suas axilas suadas em meu rosto. Aquele cheiro forte de macho ficaria impregnado em mim. Suas bolas pesadas me davam bofetadas. Depois o caminhoneiro tatuado me segurou no colo de frente pro pretão, segurando minhas pernas.

De repente chegam mais três caminhoneiros; em vez de me ajudarem, eles começam a gravar a situação, tiram seus paus para fora e começam a bater punheta vendo aquela cena. Um deles abriu a cabine do caminhão e pegou uma meia usada em uma bota surrada.

— Tá gritando demais, toma isso daqui — disse ele, enfiando as meias na minha boca.

O cheiro das axilas suadas, o gosto amargo do sexo alheio e as meias fedorentas usadas para abafar meus gemidos criavam um cenário de degradação absoluta e êxtase proibido. Eu era preenchido por todos os lados, um congestionamento de carne e desejo que me deixava sem fôlego. Os outros caminhoneiros, em círculo, transformavam meu suplício em espetáculo, suas mãos trabalhando freneticamente em si mesmos enquanto observavam o “arrombamento” da minha resistência. Até que um solta:

— Comam os dois ao mesmo tempo — diz um deles.

— Será que cabem dois nessa xota? — perguntou o negão.

O tatuado tentava empurrar seu cacete no meu rabo já congestionado com outro rolão preto; mesmo com bastante esforço, não entrava, já estava apertado para um, imagina para dois. Depois ele começou a colocar dedos, me alargando enquanto o outro fudia, puxava as beiradas do meu cu com dedos. Quando eu estava mais larguinho, o outro tentou de novo entrar em mim, relaxava o máximo o rabo, que, com bastante esforço, sentiu a cabeça entrar; depois ele empurrou aos poucos. Sentia meu rabo se alargando, minha boca tampada com aquelas meias fedorentas abafava os gritos. Sentir seus pentelhos encostarem no meu saquinho, tinha entrado por completo, deixou no meu rabo alguns segundos depois começou a bombar em mim, um na minha frente e outro atrás. A sensação era que eu estava sendo empalado vivo.

— Tira sangue do rabo dessa puta — diziam os outros caminhoneiros.

Não demorou muito quando os dois gozaram em mim, primeiro o barbudo tatuado e depois o negão, meu rabo ardido, aquela porra quente me queimava por dentro.

Quando eles terminaram, um dos outros caminhoneiros me puxou. Esse já era um coroa mais velho, ele me jogou no chão e ele e outros me pediram pra abrir a boca. Primeiro o coroa urrou e encheu minha boca com uma porra grossa e amarga. Um a um despejou sua carga grossa em minha boca. O calor daquelas galas de macho me inundava, quente e viscoso. Tive que engolir tudo, não queria fazer sujeira. Senti um vazio súbito quando tudo terminou.

O ritual terminou de forma tão abrupta quanto começou, deixando-me prostrado no chão, marcado pelo suor e pelo sêmen de desconhecidos. Eles se vestiram com a indiferença de quem termina um turno de trabalho e voltaram para seus caminhões. Voltei para casa em silêncio, sentindo o rabo destruído e a alma transformada. Nunca mais passei por aquela rua, mas, nas noites de insônia, a memória daquela dominação bruta retorna, transformando o trauma em um sonho erótico que consome meus sentidos e me faz arder em uma saudade perversa.

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Comentários (3)

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  • Luiz: Conto nota 10 muito bom so acho que vc deveria ter facilitado mais afinal nao é todo dia que se encontra tantos caminhoneiros juntos e dispostos a comerem seu cu volta a passar pela mesma rua para eles entederem que vc quer novamente dar o cu para eles

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • CLAUDINHA CDZINHA: Que delícia em meu amor você é uma putinha safadinha mesmo eu adoro foder um caminhoneiro

    Responder↴ • uid:6stwyke20b
    • Tarado: MBAMM que putinha bom saber

      • uid:1ebnccc22863