#Incesto #Teen #Virgem

Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte 1

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Sho Sakai

Era o dia 20 de abril de 2020. Eu, Damian, tinha recém-completado 20 anos e acabara de ingressar na faculdade. O mundo estava prestes a virar de cabeça para baixo com a pandemia, e logo fomos forçados a nos isolar em casa. Minha irmã, Sarah, com 18 anos recém-feitos, havia terminado o ensino médio no ano anterior. Nossos pais, ambos médicos na linha de frente contra o vírus, decidiram se isolar em um hotel para não nos expor ao risco de contaminação. Assim, ficamos sozinhos no apartamento, eu e ela, navegando por essa nova realidade de quarentena que parecia infinita.
Sempre fomos próximos, Sarah e eu. A diferença de apenas dois anos nos tornava mais como melhores amigos do que simples irmãos. Compartilhávamos os mesmos gostos: músicas indie que tocavam no repeat, séries de ficção científica que nos faziam maratonar noites inteiras, filmes cult que discutíamos por horas, animes cheios de twists emocionais, youtubers engraçados que nos faziam rir até doer a barriga, e até jogos de videogame – daqueles RPGs épicos onde passávamos madrugadas explorando mundos virtuais juntos. Mas, durante aquele mês de abril, nossa rotina se solidificou: estudos pela manhã – eu na faculdade remota, ela em um cursinho preparatório para o Enem –, almoço rápido, e então as tardes, noites e madrugadas dedicadas a nos perder em maratonas de séries ou jogos. Era nosso refúgio, nossa bolha contra o caos lá fora. No entanto, tudo mudou no dia 30 de abril de 2020, uma data que marcaria o início de algo proibido, intenso e irreversivelmente transformador.
Eram por volta das 7 horas da noite. Sarah havia terminado seus estudos mais cedo e se trancado no quarto a tarde toda. Na minha inocência de irmão protetor, eu jamais imaginaria o que se passava ali dentro. Baseado no que eu conhecia dela – uma garota tímida, focada nos estudos, sempre rindo das minhas piadas bobas –, ela não parecia o tipo que se entregaria a prazeres solitários. Eu estava na sala, distraído com algum vídeo no celular, quando decidi ir para o meu quarto. O corredor era estreito, e o quarto dela ficava bem ao lado do meu. A porta estava entreaberta, um convite sutil que minha curiosidade não resistiu. Sempre respeitei sua privacidade, assim como ela a minha, mas naquele momento, algo primal me impulsionou a espiar.
O que vi me deixou em choque absoluto, como se o ar tivesse sido sugado dos meus pulmões. Sarah estava deitada na cama, iluminada apenas pela luz suave do abajur, vestindo só uma blusa fina que mal cobria seus seios pequenos e firmes. Sem calcinha, sem nada na parte de baixo, suas pernas estavam ligeiramente abertas, revelando sua intimidade rosada e úmida. Seus dedos desajeitados tateavam o clitóris, massageando em círculos irregulares, mas sua expressão era de pura frustração – sobrancelhas franzidas, lábios mordidos, um suspiro de derrota escapando aqui e ali. Ela tentava se masturbar, alcançar o orgasmo que tanto ouvia falar, mas não conseguia. Meu coração acelerou, e uma onda de excitação inesperada me invadiu. Meu pau endureceu instantaneamente dentro do short, pulsando contra o tecido, e uma culpa avassaladora me acertou em cheio. "Merda, Damian, ela é sua irmã", pensei, recuando devagar. "Você não pode se sentir assim por ela. Isso é errado, doentio." Mas a imagem se gravou na minha mente: suas coxas macias tremendo levemente, a umidade brilhando entre seus lábios inchados, o modo como seu corpo se contorcia em busca de alívio. Fui para o meu quarto, tranquei a porta e me joguei na cama, tentando processar aquilo. Como eu poderia desejá-la assim? Éramos irmãos, criados juntos, confidentes. Mas ali, sozinho, refleti sobre como a quarentena nos isolara do mundo, nos aproximando ainda mais, transformando nossa conexão em algo perigoso, latente.
Dez minutos depois, meu celular vibrou com uma mensagem no WhatsApp. Era dela: "Mano, vc pode vir aqui no meu quarto me ajudar com um negócio? Mas pergunta qualquer coisa quando estiver aqui."
Meu estômago revirou. Eu já suspeitava do que se tratava – a cena que eu havia espiado não saía da minha cabeça –, mas imaginar que ela me pediria ajuda com aquilo? Era surreal. Respondi: "Tá, mana, tô indo."
Andei pelo corredor, o coração martelando no peito, e bati duas vezes na porta, mesmo sabendo que estava aberta.
– Entra! – Ela respondeu, a voz embargada, rouca, carregada de uma excitação mal contida que me fez hesitar por um segundo.
Entrei devagar, e lá estava ela, na mesma posição: deitada na cama, agora com um lençol fino cobrindo a parte de baixo do corpo, mas sua blusa ainda revelando o contorno dos mamilos endurecidos. Seus olhos castanhos me fitavam com uma mistura de vergonha e expectativa, o rosto corado.
– Bem... você disse que queria minha ajuda com algo. O que era? – Perguntei, tentando soar casual, mas minha voz saiu tensa, o ar no quarto pesado com um cheiro sutil de excitação feminina.
Ela hesitou, mordendo o lábio inferior, e então soltou tudo de uma vez, as palavras saindo em um fluxo nervoso e reflexivo:
– Então... eu estou tentando algo que minhas amigas da escola vivem dizendo que é maravilhoso, a melhor sensação do mundo, tipo uma explosão de prazer que te deixa tremendo inteira. Elas falam de orgasmo o tempo todo, de como se masturbam e gozam sozinhas. Mas eu não tô conseguindo, Damian. Acho que tô fazendo tudo errado – os dedos errados, o ritmo errado, não sei. E imaginei que você, com toda sua experiência com garotas, deve saber como fazer alguém chegar lá. Por favor, mano, me ajuda? Eu confio em você mais do que em qualquer um.
Ri nervoso, sentindo o calor subir pelo meu rosto, mas também uma pontada de reflexão: ela me via como o irmão experiente, mas a verdade era bem diferente. "Experiência? Eu mal saí com garotas", pensei, mas o conhecimento teórico que eu tinha poderia mudar tudo.
– Bom... é assim, mana. Eu não tenho tanta experiência assim. Muito menos sou um mulherengo. Até hoje, só fiquei com uma menina no segundo ano do ensino médio, e com ela nunca foi nada além de uns beijos quentes e uns amassos intensos, daqueles que te deixam ofegante, mas sem ir além. E, pra ser honesto, eu ainda sou virgem. Mas sim, eu sei me masturbar – é algo natural, instintivo, que alivia o estresse acumulado, faz o corpo relaxar como nada mais. E sei, teoricamente, como fazer uma mulher chegar ao orgasmo: os toques certos, a pressão no clitóris, o ritmo que constrói a tensão até explodir. Posso te ensinar como fazer da forma certa, te guiar para você chegar lá sozinha... mas nada além disso, ok? Nada que cruze a linha de vez.
Ela me olhou com alívio profundo, os olhos brilhando, e abriu espaço na beira da cama. Baixou o lençol devagar, revelando suas coxas magras e pálidas, sua vagina rosada exposta, os lábios inchados de frustração acumulada, o clitóris saliente e úmido. Meu pau endureceu completamente, pulsando forte, molhando a cueca com pré-gozo. Ela notou o volume no meu short e seus olhos se arregalaram com excitação pura, sua própria intimidade escorrendo mais, brilhando sob a luz fraca.
– Bom... você tem que primeiro relaxar. Deita aqui na cama e abre bem as pernas, mana. Deixa o corpo solto, respira fundo – eu disse, minha voz rouca, reflexiva sobre o quão errado e ao mesmo tempo inevitável aquilo parecia.
Ela obedeceu, deitando-se e abrindo as pernas amplamente, expondo tudo para mim. Me aproximei, o cheiro dela – doce, almiscarado – me inebriando. Comecei a massagear seu clitóris com o polegar, círculos suaves e firmes, sentindo-o inchar mais sob meu toque.
– Ahh... hmm... é bem assim... Dany! – Ela gemeu, arqueando as costas, o corpo tremendo levemente. Seus gemidos se intensificaram, ecoando no quarto como uma sinfonia proibida, reflexo de anos de curiosidade reprimida.
Seu corpo inteiro começou a tremer, a vagina pulsando visivelmente, escorrendo um líquido branco cremoso. Inseri dois dedos devagar, massageando o ponto G com movimentos curvos, enquanto o polegar acelerava no clitóris.
– Hmm... eu tô sentindo algo vindo bem lá do fundo... como se fosse uma onda gigante que vai me afogar... acho que vou urinar... quero parar... não quero sujar minha cama... hmm, mas tá tão gostoso, Damian! Por favor, não para! – Ela implorou, balançando os quadris, os olhos vidrados em reflexão sobre o prazer que a consumia.
Acelerei os movimentos, sentindo as paredes internas dela contraírem forte ao redor dos meus dedos.
– Isso é normal, Sary. O que você tá sentindo vir é o gozo, não urina. É o ápice do orgasmo, uma liberação total que vai te deixar em êxtase. Acredita em mim, você vai amar cada segundo. E não se preocupe com sujar – isso é parte do prazer, natural, intenso. Depois a gente lava tudo, juntos.
– Hmm... tá vindo... não consigo segurar... ahhhhh! – Ela urrou alto, o corpo convulsionando em um orgasmo avassalador, jatos de squirt sujando meu short e a cama toda. Ficou tremendo por 30 segundos, caindo exausta na cama, ofegante por cinco minutos inteiros, incapaz de se mexer.
– Hmm... N... não consigo me mexer! – Ela murmurou, pânico na voz, os olhos refletindo o medo misturado ao afterglow.
Acalmei-a com cafuné na cabeça, meus dedos traçando seus cabelos suados.
– Isso é normal, mana. Você teve um orgasmo muito intenso, daqueles que drenam toda a energia do corpo, te deixam em um estado de bliss puro. Fica quietinha, respira. Vai passar.
Ela me olhou com alívio, mas lágrimas se formaram em seus olhos.
– Olha... desculpa por te obrigar a fazer isso. A gente é irmão, Damian. Não devíamos ter feito isso. Foi errado, taboo... eu me sinto suja agora – disse ela, a voz reflexiva, carregada de culpa pós-orgasmo.
Levantei-me, sentei na cabeceira e puxei sua cabeça para o meu colo, abraçando-a.
– Não se sinta culpada, Sary. Você precisava de ajuda, e às vezes a função de um irmão mais velho vai além de proteger de perigos externos. Vai para o território do íntimo, do que não se pode lidar sozinho. Por mais estranho que seja, eu não me arrependo. Foi... revelador. Nos mostrou algo novo sobre nós.
Ficamos abraçados ali, em silêncio reflexivo, até ela recuperar as forças. Então, ela murmurou:
– Acho... que apesar de estranho, foi a melhor sensação que eu tive na vida. Uma explosão que me fez sentir viva como nunca. Talvez eu nunca sinta isso com outra pessoa de novo, sem ser com você. Eu te amo, Damian... mais do que como irmão.
Retribuiu com um beijo na boca, suave no início, mas aprofundando em algo faminto, nossas línguas se entrelaçando em uma dança proibida.
– Bem, foi estranho e de certa forma até um pouco errado, sim. Mas independentemente do que a gente se torne daqui pra frente – irmãos, amantes, ou algo híbrido –, vamos lidar com isso juntos. Sem julgamentos, só nós dois contra o mundo.
Ela se sentou de frente para mim, os olhos curiosos e excitados.
– Onde você aprendeu a fazer uma mulher alcançar um orgasmo tão intenso desse jeito? Foi como se você soubesse exatamente onde tocar, como construir aquela tensão até eu explodir...
– Mana... Internet. Na época que eu tava namorando, queria impressionar ela, dar algo inesquecível. Fui em fóruns do Reddit, li relatos explícitos sobre técnicas: pressão no clitóris, estimulação do ponto G, ritmos variados. Depois, minha melhor amiga Lara pediu uma massagem, e com consentimento, fiz uma íntima nela – dedos dentro, toques precisos. Ela gozou forte, mas não tanto quanto você agora. Foi como se seu corpo estivesse esperando por isso há anos.
Ela me olhou com apreensão, mordendo o lábio.
– E agora, o que a gente vai fazer daqui pra frente? Meio que agora não tem mais volta, né? Cruzamos uma linha que não pode ser desfeita.
Dei um sorriso, sentindo a excitação retornar.
– Bom... acho que a gente deveria seguir em frente sem culpa. Ir além dos toques, sabe? Apesar de ser um tabu, eu realmente não acho tão errado assim – somos adultos, consensuais, isolados nesse mundo louco. E ver você ter esse orgasmo me deixou bem excitado, mana. Meu pau tá latejando só de lembrar.
Seus olhos brilharam com excitação absurda. Ela estendeu a mão, tocando o volume no meu short, sentindo a umidade através do tecido.
– Posso te masturbar um pouco? Quero te dar o mesmo prazer que você me deu... sentir você pulsar na minha mão.
Assenti, excitado além das palavras, tirando a camisa e baixando a calça com a cueca, revelando meu pau de 18 centímetros, duro como pedra, veias salientes, a cabeça brilhando com pré-gozo abundante.
Ela começou com movimentos rítmicos de vai e vem, o polegar massageando o nervo sensível em forma de Y invertido na glande, enviando choques de prazer pelo meu corpo.
– Hmm... caralho, i... isso é melhor do que eu bater uma sozinho! Sua mão é tão macia, tão precisa... me faz sentir como se o prazer estivesse me consumindo inteiro.
Ela sorriu triunfante, acelerando, os olhos fixos no meu pau pulsando.
– S... Sary, e... eu n... não consigo mais segurar... ahhhhh! – Gemi em um urro gutural, gozando em jatos potentes que sujaram minha barriga, a mão dela e até um pouco da sua boca.
Ela lambeu tudo com satisfação, os olhos refletindo uma nova cumplicidade. Depois, nos deitamos exaustos, agarradinhos, ela segurando meu pau amolecendo, eu apertando um de seus seios macios. Naquela noite, adormecemos assim, reflexivos sobre o futuro incerto, mas unidos em um laço que transcendia o sangue – um amor proibido, intenso e explicitamente nosso.

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Comentários (2)

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  • Roludoamigo: Excelente, espero mais contos!

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  • Lks: Ótimo, nossa que delícia, continua por favor, se possível posta uma foto

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