Réveillon com a noiva do meu amigo
Ela fez tanto barulho que o boi flagrou a gente.
Fui convidado para passar o réveillon na praia. Festinha exclusiva, local badalado, hospedagem paga e eu precisaria "só usar meu carro"; o problema foi de onde veio o convite...
Conheci esse amigo no trabalho e essa "amiga" na academia, foi uma surpresa para ambos que todos já nos conhecessemos, e para mim também, ela não parecia "comprometida".
Enfim, pelo contato frequente e minha personalidade maravilhosa, acabamos criando amizade, frequentávamos muitos dos mesmos lugares, dividiamos mesas e afins; esse parecia apenas mais um de diversos convites que recebi.
Eu sabia que essa festa em particular era famosa, ter um lugar reservado era bom e pagar um convite VIP apenas com carona era ótimo, o problema eram aqueles dois se grudando o tempo inteiro na minha frente, eu não estava disposto a segurar vela e até disse isso, mas me convenceram ao dizer que convidariam uma amiga solteira.
Mentiram para mim... o dia chegou e eu estava sendo Uber dos dois, sem nenhuma "amiga"; sempre suspeitei que os dois curtiam se exibir como casal, principalmente às minhas custas, mas ignorei esse pensamento mais uma vez e foquei na possibilidade de conhecer alguém na festa e curtir a noite do meu jeito.
Chegando lá, o lugar era mesmo incrível. Vista para o mar, gente bem vestida, buffet e decoração sofisticada, até o estacionamento era alto nível; era tanta mulher que até esqueci que tinha sido passado para trás.
Bebi, dancei, fiz contatos, conheci algumas garotas, beijei três, uma delas durante os fogos; e mesmo assim tomei um perdido na hora de ir embora kkkk noites de festa são sempre imprevisíveis, mas de alguma forma, penso que eu deveria ter previsto o que estava para acontecer...
Meus amigos não paravam de beber, ele indo no banheiro de 5 em 5 minutos, ela já se escorando em mim, e eu ainda sóbrio para dirigir, me sentindo lesado pela milésima vez do dia, até me cansar e dar o ultimato: ou iríamos embora logo para eu também encher a cara em casa, ou eu abandonaria os dois bebuns alí, pela minha saúde mental. E alí começou a história que interessa a vocês...
Eles aceitaram ir embora e chegando no carro a espertinha começou o jogo dela. "Amor, você está cansado demais, deita no banco de trás e deixa eu ir na frente"... meu amigo só concordou enquanto ela já ia entrando no lado do carona.
Descrição dessa amiga: baixinha, magrinha, pele clara, cabelo preto e curto, seios "pequenos", cintura fina e bunda de academia, toda empinadinha, principalmente naquele vestido colado, curto, de alcinha e tecido branco quase transparente que escolheu para o réveillon. Ela sempre pareceu "ousada", para não dizer outra coisa... mas naquela noite estava ainda mais, de calcinha vermelha e sem sutiã. Como eu descobri? Ela pagava peitinho e pagava calcinha o tempo inteiro dentro do carro.
Ela sempre pareceu me dar mole "por diversão", me testando e provocando com frequência, mas eu nunca consegui me sentir realmente "a fim" dela... sua personalidade pé no saco, as piadinhas de testar paciência e o comportamento impertinente... essas coisas me mantinham "são" em vez de "tentado"; na verdade, só me sentia tentado a dar uma surra nela e compensar todo estresse guardado para mim mesmo, no sentido não-sexual, pelo menos até esse dia...
As luzes internas do carro estavam apagadas e apenas a multimídia estava ligada, mas cada vez que alguém vinha com farol alto e cada vez que parávamos no sinal ou passávamos por lugares iluminados, dava para ver claramente as alcinhas da blusa caindo e aqueles mamilos durinhos saindo para fora, e também as coxas e a calcinha vermelha quando ela se mexia; eu não sabia se sentia tesão ou se sentia nervoso, já estava cheio de vontade desde o esfrega-esfrega com as meninas da festa, e agora só aumentando, ao mesmo tempo que a filha da mãe estava esticando e dobrando as pernas para pisar no banco e desatar os saltos enquanto cantarolava bêbada... aiai
Dirigi lutando internamente até a pousada que reservaram. Outro lugar bonito, já eram quase 3 da manhã e as luzes ligadas eram luzes indiretas, mas eu já tinha reparado em um fogo de chão e alguns sofás no caminho para nossa "cabana", decidi pegar uma bebida e passar um tempo alí. Para minha surpresa, meu amigo decidiu ir direto para a cama e minha amiga quis me acompanhar para beber; eu esperava que os dois fossem se pegar violentamente no quarto da cabana, mas as coisas foram um pouco diferentes...
Copo de uísque vai, taça de vinho vem, eu tentando acalmar mentalmente minha ereção que vinha e voltava, e ela começou a falar de como foi a noite e a soltar suas provocações típicas. Disse que achava não ter amigas boas o suficiente para mim e por isso não convidou nenhuma, mas que ao me ver com as garotas da festa parecia que "qualquer uma servia", tentando me alfinetar porque elas eram mais jovens ou porque não eram exatamente como eu dizia ser meu tipo. Enfim, tentei cortar o assunto em tom de piada "não sei do que tá falando, foram tantas delas que eu já tô me esquecendo do que aconteceu...", e falei segurando a bebida e olhando para o outro lado onde tinham outras hóspedes conversando; ambíguo de propósito e talvez com um riso cínico como o dela ao tentar me irritar.
Ela riu de volta e se levantou na minha frente. "Vou te lembrar o que aconteceu. Você se lembra disso aqui? Hein?"... e começou a sensualizar de forma debochada, imitando uma garota com quem dancei. Fazia caras e bocas e caretas, levantava o vestido e depois abaixava, mordia a ponta do dedo e se arqueava empinando a bunda, dando voltas com a mão na cintura, "hein, hein?", até soltou gemidinhos antes de começar a rir alto... puxei ela pelo braço para que se sentasse e disse "para de agir como uma vadia, já estão olhando para a gente", ela respondeu "e daí?" e se sentou cruzando as pernas e empinando o nariz, simulando ser alguém decente.
Dois minutos de silêncio depois ela voltou a falar, "fica nervosinho comigo, mas as vadias da festa te divertiram, né?", então eu só me levantei e disse que ia para cama, não queria responder a mais provocações, mas ela pegou a garrafa que tinha aberto e veio me seguindo, cochichando alguma coisa até que eu perguntei o que era e ela disse "desculpa... eu só tava brincando, vou parar de te irritar", eu "tá bom", ela "é sério", eu "já entendi", ela " é sério mesmo, eu já parei, não vamos dormir assim... bebe só mais um pouco comigo para eu ter certeza que não está mais irritado?", já estávamos no deck da cabana, então eu disse "ok" pensando acabar logo com aquilo e ir dormir, mas a filha da mãe soltou mais uma, "você finge ser isso e aquilo, mas na verdade não tem coragem de fazer nada, não é?"...
– Que porra você quer de mim?
– Você sabe.
– Você está bêbada.
– Eu já queria antes, você quem perdeu tempo com as outras.
– Essa aliança aí é enfeite para você?
– Você vai contar?
– Não, porque não vai acontecer nada.
– Por que não?
– Porque você me irrita e eu não tenho vontade nenhuma de te tratar tão bem.
– Então me maltrata, eu aguento. Aposto que uns tapas em mim acabariam com o teu rancor.
– Alguns tapas passam longe de compensar para mim, você deveria só desistir.
– Então me diz o que quer fazer comigo, eu aceito qualquer coisa, é sério.
– Você é maluca.
– Eu quero muito...
– Eu não me importo.
– "Por favor", pode fazer o que quiser comigo, só me fode depois. Eu sempre quis isso e vai ser só dessa vez, só uma vez.
Ela me disse com aquela cara de cínica, e eu, eu suspirei, e pensei "foda-se, vou fazer isso."
– Ok, eu te fodo se ainda quiser isso, depois que eu te der uma surra.
Ela regalou os olhos como se estivesse surpresa, então a encarei de volta esperando uma resposta; pensei que se ela concordasse eu poderia brincar com ela, compensar a raiva e a dispensar antes do sexo caso desistisse de fazer o corno corno por minha causa, e se ela recusasse, ótimo, a brincadeira acabaria de vez. Mas ela respondeu:
– Tá bom, o que quer que eu faça? Empino a bunda para você bater?
Por algum motivo, tudo o que ela dizia me irritava, então em vez de responder, só a empurrei para o lado mais escuro do deck. A virei de costas para mim e continuei a empurrando até que se aproximasse do guarda-corpo perto da porta de entrada; vi na expressão da cara dela que já estava repensando sobre o que tinha aceitado, mas não recuei não, a cerquei com os braços, peguei ambas as mãos dela e a fiz segurar no topo do guarda-corpo.
– Você acha que eu estou brincando? Se não se arrepender logo você vai sofre na minha mão.
Ela passou alguns segundos em silêncio, e eu pressionei a cintura dela de propósito, ainda pensando que ela fosse se assustar e voltar atrás, mas então repetiu:
– Eu também estou séria sobre isso...
E ali eu parei de me conter. Puxei aquele vestido para cima revelando a calcinha de renda vermelha e aquela bunda que engolia metade da calcinha. Enchi a mão já no primeiro tapa e fiz estalar sem dó. Ela gritou e logo depois segurou o grito; alí foi meu primeiro sorriso do ano, até que em fim fiz ela sofrer um pouco das consequências de ser insuportável.
Pensei em dar apenas três ou quatro tapas fortes em cada lado da bunda dela, mas depois que dei esses tapas a vontade de bater mais não diminuiu nenhum pouco. Segurei a cintura dela com a mão esquerda e engatei uma sequência de tapas com a mão dominante até ela tentar se livrar e eu dizer:
– Coloca a mão de volta onde eu mandei.
Ela tentou dizer "mas", mas eu ignorei e ela ficou quieta outra vez, obedecendo... que satisfação... parei por um momento e vi a bunda dela completamente vermelha; ela tinha a pele completamente clara e lisinha, mas agora estava com as nádegas marcadas e completamente vermelha.
– Você ainda quer que eu te foda?
– Sim.
– Você está tão a fim assim?
– Eu tô.
– Se vira para mim.
Ela girou meia desengonçada, não sei se pela dor, pela bebida ou apenas pelos saltos altos, mas se virou e me encarou... eu pensava que manteria o controle, mas apenas olhar para ela me tirava do sério, ela sempre fazia algo mínimo para me tirar do sério.
– Já compensei o suficiente?
– Nem de perto...
– blá blá blá
Eu não prestei atenção em mais nenhuma palavra dela. Comecei a reparar na roupa dela, ela sempre se vestia se forma provocante, mas aquele vestido parecia ainda mais acessível; meu pau já estava pulsando de tesão nela, mas minha vontade de maltratar ela também.
Comecei a tocar nela um pouco mais, um apertão daqui e outro dali, ela me encarando impaciente e eu decidindo o que faria com ela... então percebi aqueles mamilos durinhos embaixo do vestido... tirei as alças do vestido do ombro dela e ela começou a se animar. Se remexendo e sorrindo até eu dizer:
– Tua surra vai continuar daqui.
– É sério?
– Se aguentar vou te dar o que quer já já.
– Tudo bem...
E ela estufou o peito... passei a costa da mão nos mamilos dela, apertei e puxei, belisquei... eu estava achando incrível fazer ela sofrer e continuava escalando a força que usava.
– Ai... ai... ui... tss... você está sorrindo como um pervertido.
– Quem é a vadia que aceitou tudo isso só para ser fodida?
– Eu...
– Então somos dois pervertidos.
Essa foi minha última frase antes de preparar mais um tapa nos seios dela e a fazer gritar, depois disso percebi algo estranho na porta: alguns centímetros abertos, o suficiente para ver uma sombra parada... era meu amigo assistindo a gente com uma expressão que eu não sei o que significava, se ele estava assustado, paralisado, excitado... eu só sei que meu coração disparou ainda mais quando nos encaramos, e comecei a pensar no que poderia acontecer e como eu deveria me preparar para reagir, mas ela não se moveu nenhum pouco; eu achei estranho... ele até sabia lutar, mas não ia fazer nada? Foi aí que minha ficha caiu, os dois planejaram aquilo, os dois gostavam disso... eu quem não tinha entendido ainda...
Assim que o susto passou eu pensei, "se ele não vai fazer nada, ok, vou fazer essa merda compensar."... Coloquei a mão dela no meu pau por cima da calça e perguntei:
– Você ainda quer ser fodida?
Perguntei em voz alta para ele escutar tudo, mas sem contar para ela que ele estava alí e que eu já tinha percebido.
– Muito, você não acha que eu mereço?
Ela respondeu enquanto mordia os lábios com cara de safada e pressionava meu pau... nessa hora eu já estava explodindo de tesão, mas ainda queria me vingar por situações anteriores, então coloquei ela de costas para a porta da cabana e fiz questão de que o boi me visse pegando e apertando a bunda dela, como ele fazia vez ou outra se exibindo na minha frente; também fiz questão de fazer ela se humilhar em voz alta até que ele escutasse. Sussurrei no ouvido dela:
– Eu vou te foder como uma puta. É o que você quer?
– É...
– Então diz que vai ser minha puta.
– Vou ser tua puta.
– Repete. O que você é?
– Eu sou tua puta...
– Mais alto.
– Eu sou tua puta!!
– Então se ajoelha e abre a boca.
Ela obedeceu sem exitar. Eu tirei o cinto e puxei meu pau duro para fora. Não sou de me gabar ou sair dizendo isso, mas sou até que bem dotado... não como um ator pornô, mas 19cm grossos, o suficiente para cobrir o rosto dela quase inteiro; e ela adorou.
– Aqui tua recompensa, começa pelas bolas.
E ela obedeceu.
– Bom... agora lambe até a ponta.
E ela lambeu. Cuspiu no meu pau e eu cuspi na cara dela.
– Não cospe em mim. Se não fizer como eu mandar vai tomar outra surra, vai tomar tapa na cara.
– Ok, me desculpa, vou fazer tudo do teu jeito...
Ela respondeu sem raiva nenhuma, sorrindo com a cara suja de saliva... e eu, obviamente me sentindo o máximo sendo um tirano para a garota que antes só me irritava. Estava tão excitado que já tinha me esquecido do encosto observando através da porta.
– Abre a boca e engole meu pau.
Empurrei até a metade, até ela engasgar, e depois tirei... segurei ela pelos cabelos, a ajeitando perto do meu pau outra vez e perguntei:
– Vai aguentar ser maltratada por essa rola também?
E ela respondeu cheia de alegria:
– Sim, eu amo rola grande, e a tua enche minha boca toda.
Ver ela empolgada concretizou tudo o que eu pensava, "ela é uma vadia".
– Obrigado... quero que babe nela e engula tudo outra vez... quero foder tua boca antes de foder você.
Ela assentiu com a cabeça e fez tudo direitinho, quando começou a engasgar outra vez eu apertei seu nariz e empurrei meu pau mais fundo enquanto ela tentava respirar... foi lindo. Eu tirava o pau da boca dela e depois socava outra vez até a garganta e o resultado foi a maquiagem dela completamente zoada e o meu pau mais duro do que nunca.
– Já chega, fica de pé.
Ela se levantou rapidinho e implorou:
– Me fode agora, eu não aguento mais.
E foi assim que eu perdi a última gota de sanidade. Escorei ela contra o guarda-corpo, de frente para mim e levantei uma perna dela.
– Põe a calcinha pro lado e soca essa rola na xota você mesma.
A noite ainda não tinha acabado e eu tive tesão para queimar com raiva até o sol nascer e meu amigo boi reagir, mas hoje, vou ir dormir lembrando de tudo isso e deixar para contar o restante dessa história uma parte dois... podem esperar por isso ainda hoje.
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Comentários (1)
Marcelo: Se estiver aí com tensão sem fazer nada soou de sp
Responder↴ • uid:1eugcgurvgbm