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Selva dos orgasmos. Cap. 2 Eles lavavam corpos, água escorria, picas se tocando.

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OSELVAGEMSEXUALt1y9

"Soltei um gemido trêmulo quando eu vi, as cores eram tão intensas, que tinha aspecto de duro mesmo flácido."🍆

Eu estava diante de um ataque de uma onça com Rhonan e André. Eu havia ouvido dizer que quando estamos a beira da morte, vemos a vida passar como um filme, foi o que eu consegui experiênciar, como um relâmpago, as memórias surgiram e sumiram.

Parecia o fim, eu recuo a cabeça para trás, mas levo um pouco de atenção, e quando olho, percebo que estamos a beira de um barranco escuro, eu olho pra frente na mesma fração de segundos que ouço um tiro, e vejo a cabeça do felino explodir como uma melancia, aquilo não era o que eu estava acostumado a ver, eu olho para André, seus cabelos e sua barba escura escondem um pouco sua expressão, o recuo do rifle fez ele desequilibrar e tentar apoiar o pé atrás, ele cai e por extinto tenta se agarrar na coisa mais próxima, que era eu, que esbarro no Rhonan e nós três caímos morro abaixo.

Sinto pequenas árvores me arranharem enquanto vejo tudo em volta girar, como em uma maquina de lavar, a vegetação me chicoteando. Tento agarrar algo mas nada funciona, caio por cima da copa de uma árvore e depois no chão.

Me arrasto com dificuldade, parece que quebrei a perna, grito de dor, mas ninguém parece ouvir, depois, simplesmente apago.

Tenho um sonho, está completamente escuro e André aparece, ele deita no chão, abrindo as pernas, e quando ergo o olhar ele já está nu, quando abaixo estou masturbando ele, as coxas grossas abertas para mim, eu não queria acordar.

O sonho foi mudando, e agora eu estava de frente para Rhonan, ele sobe em cima de mim, baforando gemidos quentes no meu ouvido, seu rosto foi ficando embaçado e ele começa a me morder, pelos surgem no seu corpo e sua aparência não é mais a mesma, ganhando a forma de uma fera que me devorava, enquanto eu gritava por ajuda. Ela puxa minha perna com força e arranca ela.

Acordo com o vislumbre do cabelo cor de sangue de Rhonan, que me balança e me chama pelo meu nome.

—Noan, Noan, acorda cara.

O sol estava clareando a selva de verde claro, e eu não conseguia abrir os olhos completamente por conta do brilho, tentei disfarçar meu pau duro do sonho, me encolhendo, logo quando fiz isso, senti toda a dor da perna, agora estava inchada, eu gemia de dor enquanto tentava segurar ela.

Me esforçando para não deixar a ereção transparecer, aos poucos percebo André se aproximando, ele se ajoelha na minha frente, bem próximo ao meu pau, eu tento cobrir disfarçadamente com a mão, apuro melhor a visão e, na verdade, estava preocupado com a minha perna.

Ele analisa ela, segurando e apertando de leve, mas o suficiente para doer muito, eu grito de dor, então ele solta devagar. Eu olho melhor pra ele no momento em que retira o colete logo antes de puxar a base da camisa rasgada e suja pela queda, pra cima, mostrando uma regata branca fina que havia por baixo (era mais musculoso que parecia).

Logo ele amarra a camisa que acabou de retirar ao longo da minha canela fazendo como uma atadura. Eu levanto meu corpo até onde posso usando a força que quase não tenho, me apoio sentado no tronco de uma árvore olhando para os dois, esperando que dissessem alguma coisa.

—Você tá bem?—André perguntou.
—Si-, Ah! Sim, relativamente!
—Bom, temos uma péssima notícia, perdemos tudo.
—O que?
—Na verdade, quase tudo—Rhonan complementou.
—Eu ainda tenho a mochila com algumas coisas pra gente comer, o que é ótimo, porque eu tô morrendo de fome.
—E também temos a minha câmera!—Eu respondi com entusiasmo tateando meu peito, até perceber que não tinha nada ali, ela possivelmente enroscou em alguma arvore ou arbusto.

Rhonan desenlatava um pote de salsichas em conserva no mesmo instante em que André olhava para o além, mais deprimido que de costume. Enquanto dividíamos as salsichas (com o Rhonan comendo mais da metade) eu conversava com André.

—Perdeu o rifle então?
—Sim, e o celular também, o que significa que estamos perdidos.

Eu não consigo conversar com ele sem lembrar do sonho, eu bati na cabeça, já estava indo longe demais, pelo o que eu me lembre, ele tem esposa.

Quando terminamos de comer esperamos parados em silêncio, como se alguma solução fosse cair no meio da roda, até que André quebrou o silêncio:

—A gente vai completar o objetivo!
—Como?—Rhonan indagou com uma risada fria.
—Vamos procurar o que perdemos.
—Já estávamos procurando desde o amanhecer e não encontramos nada, você espera que só porquê você quer, as coisas deem certo?
—Não é bem assim!
—Ah, então como é? Honestamente única coisa que a gente tem que procurar agora é o helicóptero enquanto ele ainda não está deteriorado.
—Minhas ordens ainda valem, sou uma patente acima da sua.
—E o que muda se estivermos mortos?

Um silêncio estranho tomou conta do clima, e eu não sabia o que fazer; depois de pensar um pouco, sugeri:

—Porque não vamos ao norte? Vocês devem saber onde o sol nasceu hoje, e estamos mais próximos do objetivo que do helicóptero, se chegarmos ao objetivo, podemos nos localizar pelo relevo ou rios, você deve ter memorizado o mapa não?—Perguntei a André, ele acenou com a cabeça.
—Não é uma má ideia—Assumiu Rhonan.

Depois eu me lembrei que não tinha a câmera.

—Ah, mas sem minha câmera ir até o objetivo não vai adiantar nada.
—Você sabe desenhar?—Perguntou Rhonan tateando a mochila.
—Hm, na verdade até que sei.
—Ótimo!—E revelou na mochila um bloco de notas pra desenho e um pedaço de lápis.
—Quando quiser é só pegar.

Nós nos levantamos, eu com dificuldade puxei meu corpo me agarrando na árvore, André se aproximou e apoiou meu braço por entorno dos ombros, me carregando de um lado, a firmeza do seu aperto era demasiada, e a forma como fazia, parecia que éramos muito próximos, o que me deu um leve desconforto, o aroma dele era incrível, era como se usasse perfume suave no meio da selva, Rhonan me segurou pelo outro lado, os dois me carregando devagar, de uma forma que pude me sentir bem, a perna já não doía tanto.

Em alguns minutos, paramos em frente a um riacho, bem curto e limpo. Eles me deitaram no chão.

—Acho que eu preciso mesmo de um banho!—André anunciou com um suspiro, e por um breve momento eu pensei, "Será que ele ficará só de cueca?"
—Eu também!—Disse Rhonan. Eles olharam pra mim e André disse:
—E você? Vai entrar?
—Acho melhor não, vou esperar a perna recuperar, não parece que quebrou de fato, só está inchada!—"Assim espero"
—Tudo bem!
—É, a água parece boa—Rhonan declarou, jogando a mochila no chão, ao meu lado.

Eles molharam os pés e foram entrando, Rhonan deu um empurrão leve em André:

—Ei, as roupas vão molhar.

Eles voltaram até a margem e André retirou a regada, revelando um corpo forte e muito bom, com menos pelo que eu imaginei, a luz que escapava entre as copas iluminava pedaços do corpo dele, meu olhar corria para baixo, o abdômen bem definido, o ventre possuía um pouco de pelo induzindo a virilha.

Rhonan tirava a parte de cima com pressa e jogava no chão, seu torax mais pálido e menos épico sem a farda, seu corpo ainda sim é definido, mesmo sendo menor que André, seu peito é plano e a barriga lisa.

Meu nervosismo ataca, mas eu sinto meu coração saltar, eles começam a se despir das calças, tirando o longo cinto que apertava a larga calça no quadril.

André fica de costas para mim quando se abaixa, marcando seu glúteo e seu saco na cueca preta, eu solto um suspiro involuntário, mas ninguém percebe, suas coxas são grandes e com poucos pelos ralos, ele se levanta, ainda de costas fazendo o formato da sua bunda ficar mais durinha.

—Bora entrar?—Perguntou para Rhonan, que já estava de cueca, consegui ver seu pau marcando.
—Vai molhar a cueca André?
—Ah, é melhor não me exibir aqui né?
—A gente é homem, não tem porquê ter vergonha, não é Noan?

Eu, fingindo que nem estava ligando pra pergunta respondi:

—Fiquem a vontade—Pegando na mochila o papel e o lápis e rabiscando, para mostrar que não estou me importando.

André hesitou uns segundos, eu abaixei a cabeça por vergonha, e com a visão periférica percebi que ele tirou a cueca e lançou ela pra trás, caindo à centímetros de mim.

Eu olhei pra frente discretamente e babei quando vi sua bunda como dois peitos musculosos, só que maior, vi rapidamente o seu saco bem redondinho, por trás e, "Meu deus" estava pouco iluminado mas eu via a cabeça do pau dele, tão grande e incrível, eu não conseguia processar tudo isso, o Sargento, alí, totalmente exposto, meu pau ficou duro na hora.

Rhonan estava parecido, sua bunda parecia tão macia e quando reparei mais para tentar ver o pau, ele se virou de lado, e então gemi baixo quando o vi. A água fazia a ponta arrozada balançar devagar, era mais grosso do que eu tinha percebido antes, era branco e macio, o saco era fofo e um pouco mais claro que a rola (bege claro) não tinha pelos, meu pau latejava de tesão.

Ele joga água em André que retribui e vira de lado, e então eu vejo a sua rola grande balançar com o movimento. Soltei um gemido trêmulo quando eu vi, as cores eram tão intensas, que tinha aspecto de duro mesmo flácido, a cabeça brilhava e era vermelha, ele estava a uma certa distância mas eu via muito bem; era grosso como uma jiboia, o movimento era tão extravagante, mas ele agia como se não estivesse completamente nu, a base do pau tinha um pouco de pelos, que roçavam em Rhonan e o saco era como um marshmallows redondo cor de creme.

Meu pau doía de tão duro. Comecei a gemer baixo enquanto via eles brincando de derrubarem um ao outro, os paus, de vez em quando, se tocando sem querer, sem nem ligarem.

Usei a folha para desenhar algo útil, e fiz uma interpretação dos dois no riacho tomando aquele banho, dobrei ela e guardei no bolso.

Quando saíram, minha perna já estava boa pra andar, olhei para trás enquanto se vestiam na margem, para não manjar demais, andamos sorrindo com Rhonan atrás com a mochila.
—Ei Noan, seu papel caiu!
Ele pega o papel dobrado do chão. Eu ponho a mão no bolso e não encontro o desenho, meu peito aperta, parecia que eu havia pisado no gelo. Ele analisa e então abre enquanto me olha, e eu congelo. André volta pra trás, em nossa direção e pergunta:
—O que tem aí Rhonan?

ANDR-ERHONANEMRIACHO

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Comentários (4)

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  • Euu00: Muito bom o conto, continue por favor, você se garante!

    Responder↴ • uid:2qln2xzrc
  • Eita!!: Que pauzão lindo do andre!!! Amei

    Responder↴ • uid:8idpjvv7u1r
  • 7w7wu: Muito bom, só quero ver quando que ele vai ser fodido pelos outros dois.

    Responder↴ • uid:8idpjvv7u1r
  • Delícia: Gozei!

    Responder↴ • uid:8idpjvv7u1r