Arrependimento tarde, Ela ja tinha sido esfolada
Uma visão que marca para o resto da vida, uma pica atolada dentro da buceta de sua esposa.
Eu nunca pensei que fosse descobrir assim.
Empurrei a porta devagar e parei antes mesmo de entrar. O que vi me paralisou. Maura, minha esposa, estava ali — diferente, exposta de um jeito que não era apenas físico. Etava espetada no pau do meu vizinho ,Havia no rosto dela uma entrega que me feriu antes mesmo de eu entender a cena por completo. Ao lado dela, Rubinho, ocupando um espaço que nunca lhe pertenceu.
Naquele instante, compreendi que não era apenas uma traição comum. Maura atravessava um limite invisível, algo que ela sempre tratou como íntimo, quase sagrado. Algo que, uma vez entregue, não se recolhe de volta. Era como se uma última camada de pureza tivesse sido deixada ali, longe de mim, sem volta possível.
Meu coração batia pesado. Não era só raiva — era luto. Luto pela mulher que eu acreditava conhecer, pela confiança que agora se desfazia em silêncio.
Então o assoalho rangeu.
Maura virou o rosto.
Rubinho foi tirando o pau enorme da bucetinha dela junto goi soltando jatos de porra de forma involuntária , percebi que cheguei no exato momento que ele despejada seu gozo na minha amada, nem o susto fez com que aquela tora parasse de despejar aquele líquido branco lambuzando todo o corpo da minha amada.
Quando nossos olhos se encontraram, tudo mudou.
O desejo que havia nela se quebrou de imediato. Vi o arrependimento nascer ali, cru, desesperado. Não foi um arrependimento ensaiado — foi instintivo, quase infantil. Os olhos dela se encheram de pânico, como se naquele segundo ela finalmente entendesse o que tinha feito, o que tinha perdido.
Ela tentou dizer meu nome. A voz não saiu.
Rubinho recuou, irrelevante, enquanto Maura levava a mão ao próprio peito, como quem tenta segurar algo que já escapou. Havia vergonha no olhar dela, e uma dor tardia — a dor de quem percebe que certas escolhas não permitem retorno.
Eu não disse nada.
Porque nenhuma palavra minha seria maior do que o arrependimento estampado nela.
E nenhuma explicação seria suficiente para devolver o que foi quebrado.
Saí do quarto em silêncio.
Vendo aquela mulher toda suja de porra , mais consiente de que a sujeira maior era a interior.
Atrás de mim, ficou Maura — arrependida demais para apagar o passado, consciente demais para fingir que nada havia mudado.
E eu levei comigo a certeza de que o arrependimento pode até chegar…
mas quase sempre chega tarde.
Ligações constantes no meu celular, não quiz explicações pois acho que não precisava.
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