Perdi o cabacinho, e com uma mulher... beeeeem mais velha
Eu achava que perderia o cabacinho com um garoto da escola, como toda menina. Mas no meu caso foi com uma mulher, beeeem mais velha
Embora hoje em dia tudo esteja muito mudado, e as meninas hoje são cada vez mais precoces, minha vida sexual começou de forma inesperada... e bem cedo.
Hoje, tendo uma filha da idade que eu tinha na época, me pergunto o que eu faria, se estivesse no lugar da minha mãe. Mas, por sorte, ela nunca descobriu nada. E a minha iniciação no mundo dos adultos se tornou meu grande segredo, que hoje eu prometo contar.
Entrei no elevador e desci até a portaria pra ir na casa da Carol. E assim que cheguei lá embaixo, me deparei com a dona Rita, uma vizinha do 602. Ela morava sozinha no apartamento no final do corredor.
— Desculpa, dona. Tenho que pegar outro passageiro e não posso subir com as suas compras!
Ela ainda tentou argumentar, mas o motorista do uber lhe entregou as bolsas do mercado e saiu apressado.
— Deixa que eu levo pra senhora! — e peguei as bolsas da sua mão.
— Obrigada, querida!
A dona Rita era uma senhora que parecia não ter parentes. Pelo menos estava sempre sozinha, e devia ter a idade da minha avó. Mas não era o tipo que as mães dizem pra não chegar perto. Era simpática e tinha um olhar doce, típico de avó.
Mas ela tinha um grande segredo. Essa descoberta eu fiz quando aos poucos fomos nos tornando mais íntimas. E de repente, eu não só passava mais tempo com ela, como a conhecia melhor que minha própria mãe.
No seu quarto, havia um quadro com uma foto sua. Devia ter a idade da minha mãe, mas era muito mais bonita. E ela usava umas roupas bem provocantes.
— Era do tempo em que eu dançava! — ela me disse.
Mas não era esse o seu grande segredo. Ela me disse que quando teve problemas no joelho não pôde mais dançar, e pra se manter, acabou tendo de trabalhar num prostíbulo. Nossa, descobrir que a dona Rita já tinha sido garota de programa me deixou excitada! E não sosseguei até que ela me contasse tudo.
— Como era, sabe... fazer com um estranho? — eu me deitava na sua cama pra ouvi-la contar coisas que nem sonhava ouvir da minha mãe.
— Alguns eram simpáticos, mas outros nem tanto! — ela se deitava ao meu lado.
— Quando eu crescer, vou arranjar um suggar daddy, e ele vai me dar tudo o que eu quiser! — e é claro que ela não fazia ideia do que era um suggar daddy.
Mas, uma nova descoberta mudaria tudo entre nós duas, naquela nossa relação tão incomum. Curiosa como eu era, uma vez, revirando uma gaveta, no meio de sutiãs e calçolas enormes, encontrei aquele troço. Nem acreditava que uma mulher daquela idade usava aquilo.
Era um vibrador — e era enorme!
E claro que foi só ligar e sentir aquilo vibrando pra me excitar. Primeiro, encostei na minha bucetinha por cima do meu shortinho, e a minha excitação foi nas alturas. A vontade de puxar de lado a calcinha e esfregar o vibrador no meu grelo foi o segundo passo. Até que não aguentei mais e tive que baixar o meu shortinho e colocar uns poucos centímetros, o que, dentro de mim, fazia um efeito muito mais intenso. E eu não pude segurar aquele gemidinho de puro prazer.
— Tô vendo que achou meu brinquedinho! — a dona Rita me surpreendeu.
Como criança pega fazendo arte, eu não sabia o que dizer, enquanto ela secava o cabelo, tendo acabado de sair do banho.
— Eu tava só olhando! — nem sabia onde enfiar a cara.
— Não ter vergonha, menina. Não tem nada de se envergonhar de querer ter prazer! — ela me sorria. — E o quanto antes aprender, pode ensinar aos garotos como fazer direito.
— Não sabia que usava um desses!
— Ah, esse é antigo! Eu tenho um novo — e abriu o armário, remexendo uma gaveta e tirando um outro vibrador, bem menor. — Tome, esse aqui é mais adequado pra você!
Aquilo mais parecia um brinquedinho de criança. Era cor-de-rosa, e bem bonitinho. Na verdade, não passava de um pequeno piruzinho, igual de criança.
— É um vibrador clitorial! — ela me olhava, surpresa de que eu nunca tinha visto um vibrador clitorial.
Mas eu não apenas nunca tinha visto um vibrador clitorial, como não fazia ideia do que era um clitóris!
— Não me diga que não sabe o que é um clitóris! — ela ainda me olhava. — Sua mãe nunca teve com você uma conversa sobre essas coisas de mulher? — e eu nem precisava dizer.
— A gente não conversa muito... especialmente sobre essas coisas.
E era a mais pura verdade; a última pessoa com quem eu imaginava descobrir alguma coisa sobre sexo era a minha mãe. Acho que ela nem saberia o que dizer, se eu perguntasse alguma coisa sobre como usar um vibrador clitorial.
— Se quiser, eu posso te ensinar... — ela sentou na cama.
Eu sei que aquele era o momento de lhe entregar o seu brinquedinho e ir correndo pra casa. Mas estaria mentindo se dissesse que não estava maluquinha de vontade de experimentar aquela coisinha cor-de-rosa no meu clitóris... e também, é claro, descobrir onde é que ficava o meu clitóris!
A dona Rita continuava lá sentada na cama, sem me apressar nem nada, apenas me sorria, enquanto eu tomava coragem de baixar o shortinho diante dela. E eu tava tão excitada que puxei a calcinha junto de uma vez. Ainda segurando o vibradorzinho, ela me olhava com a doçura de uma avó, diante da netinha com sua linda bucetinha exposta.
Mas isso nós não éramos, muito menos naquele exato momento. Podia ver, pelo relevo da sua camisola, os seus mamilos bem pronunciados. E imagino que ela estava tão excitada quanto eu.
E, antes de mais nada, ela levou o dedo polegar à boca e o molhou de saliva. Depois, tocou o meu grelo e começou a esfregar e estimular, dedilhando intensamente. Na mesma hora eu comecei a suspirar ofegante, mas quando ela ligou o vibrador e o encostou na minha bucetinha eu quase dei um pulo.
Nossa, era muito bom sentir aquilo vibrando no meu grelo! Mas não levou muito tempo e eu já estava com os joelhos fraquejando. Tanto que eu tive que me apoiar nos seus ombros, enquanto ela me fazia gozar.
E quando ela meteu a mão por baixo da minha blusa, acariciando os meus peitinhos, eu já não conseguia mais segurar os gemidos. Mas ela não se conteve e levantou a minha blusa, expondo os meus mamilos eriçados e sensíveis.
Então, pra minha total surpresa, enquanto estimulava o meu clitóris, ela estendeu a língua e começou a lamber o meu peitinho. E eu não pensei duas vezes e levantei os braços e puxei pela cabeça, tirando a blusa e jogando de lado.
Enquanto me lambia e me chupava, ela foi baixando o meu shortinho, descendo pelas pernas até cair aos meus pés. E de repente eu me vi peladinha entre as pernas da dona Rita.
Acho que eu tava tão excitada que perdi completamente a noção das coisas, e com a mesma naturalidade com que ela me tocava, eu estendi a mão e toquei nos seios dela, por sobre a camisola.
Agora que os tinha bem ao meu alcance, eu não conseguia mais esconder o fascínio que me causavam aqueles seios farto dela. E feito uma menina boba, eu os tocava sentindo a sua maciez.
— É isso o que você quer? — ela puxou a alça da camisola, deixando exposto o seio aos meus olhos arregalados.
Àquela altura eu já estava completamente tomada pela excitação, experimentando uma intimidade que nunca imaginei ser possível com a dona Rita. Então, sem mais me aguentar, eu sentei no seu colo, e ela baixou a outra alça da camisola, me oferecendo o outro seio.
— Sabia que você era uma muleca safada! — ela me sorria. — igualzinha a mim quando tinha a sua idade!
Se algum dia eu pensei que teria minha primeira experiência sexual com uma mulher, nunca poderia acreditar que seria aos 14 anos... e com uma mulher que podia ser minha avó!
Mas lá estava eu no colo da dona Rita, apertando seus seios fartos nas mãos. Até que ela me envolveu pela cintura, colando meu corpo ao seu. E quando percebi os seus olhos pousados em mim não pude mais desviar deles.
No instante seguinte, antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela pressionou os lábios contra os meus e me surpreendeu com um beijo. Foi breve, e ela se afastou e olhou pra mim, estudando minha reação.
Não pensei no que estava fazendo. Apenas me deixei tocar, de um jeito tão íntimo que eu nunca tinha experimentado. Sorri pra ela e então retribui o beijo, dessa vez meus lábios permanecendo colados nos seus por mais tempo.
No seu abraço, ela me puxou pra sua cama, me mantendo ainda sobre ela. Nossos lábios se separaram e nossas línguas se tocaram. Meu corpo formigou de excitação, como da primeira vez que um garoto me deu um beijo de verdade. Eu estava sentindo tudo de novo, meu primeiro beijo de verdade, só que com uma mulher, e, mais do que isso, uma que tinha idade de ser minha avó. E foi maravilhoso!
Depois de alguns momentos compartilhando um beijo íntimo, nos separamos e nos olhamos. Nosso relacionamento havia tomado um rumo completamente novo.
Meus sentidos estavam à flor da pele. Eu sabia que estava sozinha com uma estranha, que eu não conhecia — tudo o que a nossa mãe nos diz pra não fazer —, mas não tinha mais consciência de nada disso, apenas queria sentir os seios fartos dela contra o meu corpo franzino. Eu estava no meu próprio universo e tudo o que importava era a respiração quente da dona Rita no meu pescoço e seus dedos tão perto da minha virilha.
Com uma leve pressão nos meus lábios vaginais inchados e sensíveis, ela me tocava e me fazia gemer. Estremeci quando minha vagina se contraiu, simplesmente ao ser tocada de forma superficial.
— Ai, meu Deus! — eu gemia num sussurro.
Enquanto a dona Rita continuava a esfregar os dedos sobre minha bucetinha, eu experimentava uma série de mini orgasmos. Enterrei meu rosto em seu ombro. Meus olhos estavam bem fechados. Minha boca aberta enquanto eu ofegava e gemia. Meu corpo tremia enquanto um pequeno orgasmo se seguia a outro. Eu nunca havia experimentado tais sensações antes.
E, do mesmo jeito que ela provou dos meus peitinhos, eu também queria provar os seios fartos dela. Sentindo as suas mãos na minha bundinha, eu chupava os seus mamilos excitada, me revezando entre um e outro, enquanto ela ofegava.
Nossa, eu nem sabia que tinha tudo aquilo dentro de mim! E àquela altura, eu parecia uma verdadeira putinha, mexendo os quadris como se num movimento de penetração.
Ela então tirou a camisola, e, pra minha surpresa, não tinha nada por baixo. Diferente da minha bucetinha lisinha, ela tinha enormes lábios vaginais, assim como um clitóris que sobressaía no topo da sua buceta peluda. E eu não resisti a roçar os dedos, sentindo como estava molhada.
Passamos um tempo acariciando os seios uma da outra, e o seu toque nos meus seios era eletrizante. Meus mamilos estavam durinhos como nunca.
Ela me empurrou para baixo, deitando-me de costas, e se deitou ao meu lado, parcialmente sobre mim, com o dedo ainda dentro de mim. Por um`instante eu me entreguei àquela penetração intensa, até que não resisti à curiosidade e fiz o mesmo nela. E era tão intenso o prazer de penetrá-la com o dedo, que eu comecei a me mover em resposta aos seus dedos na minha bucetinha.
Nos beijamos de novo e dessa vez nossas línguas se entrelaçaram. Gememos alto. Eu nem acreditava que estava beijando de língua a vizinha! Mas não conseguia resistir à sensação de ter a sua língua na minha boca, brincando com a minha. E quando ela me pediu pra fazer o mesmo, estendendo a língua e enfiando na sua boca, eu quase me mijei, sentindo ela chupar a minha língua.
— Eu queria fazer isso com você desde o dia em que te vi no corredor! — ela admitiu. — você estava usando aquele shortinho apertado, que deixava a sua bundinha toda empinada.
Nossa, eu nem acreditava que era o objeto do desejo e das fantasias da dona Rita. Ficava imaginando se ela deitava naquela cama, enfiando na sua buceta peluda o vibrador maior, enquanto sonhava me chupar toda.
Ela então passou a ponta do dedo sobre o meu ponto G mais uma vez e o retirou, todo lambuzado. Ela ergueu o dedo, brilhando com meu gozo e rapidamente o colocou na boca.
— Tem um gosto melhor do que eu esperava! — disse ela enquanto descia entre minhas pernas. — Preciso de mais um pouco.
Ela foi direta e pegou o que queria. Pressionando o rosto contra a minha bucetinha lisa, ela começou a lamber o meu grelo. E eu só conseguia gemer, totalmente entregue à sua língua dentro de mim. Podia sentir meu corpo inteiro formigando e minha vagina pulsando.
— Ai, meu Deus! — eu ofegava.
Ela lambia os meus fluidos, que eu produzia em abundância. Até que suas lambidas se transformaram em sons ruidosos de sucção, me fazendo gemer ainda mais. Eu segurava a sua cabeça com as duas mãos, mantendo o seu rosto grudado na minha virilha.
— Não pára! Continua!
Ela concentrava sua língua mais no meu clitóris enquanto inseria dois dedos dentro da minha vagina. Logo, ela estava me penetrando com os dedos enquanto lambia e chupava o meu clitóris.
— Ai meu Deus! Ai meu Deus! — comecei a gritar.
Meu corpo se debatia na cama. Soltei a cabeça dela e agora segurava os lençóis com força. Meus joelhos estavam levantados e dobrados. A dona Rita segurava o meu quadril, me mantendo no lugar o melhor que podia para que sua boca permanecesse na minha vagina e seus dedos ainda dentro de mim. Ela me devorava como uma puta, com aquele som ofegante da sua respiração, se deliciando entre as minhas pernas.
Eu podia sentir meu orgasmo se aproximando. Como uma onda, ele vinha em minha direção e continuava crescendo cada vez mais. Finalmente, meu orgasmo explodiu sobre o meu corpo.
— AI MEU DEUS! — gritei enquanto minha vagina explodia em espasmos, contraindo e relaxando repetidamente. Meu corpo tremia incontrolavelmente e eu ofegava, meio sem fôlego.
Ainda com a boca na minha vagina, a dona Rita lambia o meu clitóris e me penetrava com os dedos, agora concentrando as pontas dos dedos no meu ponto G. Eu estava muito molhada, e ela chupava todo o meu gozo sem parar.
Meu corpo simplesmente não aguentava mais. Eu empurrei a cabeça dela, quase sem conseguir respirar.
— Chega! Chega! — implorei.
Assim que ela se afastou, olhando pra mim excitada, eu me dei conta de que havia experimentado meu primeiro orgasmo. Eu tinha acabado de ter minha primeira experiência sexual de verdade com uma mulher. E foi incrível.
Seu rosto estava coberto com meu líquido e um sorriso enorme. Lentamente, ela lambeu os dedos brilhantes. Estendi meus braços e ela se aproximou e deitou sobre mim. Nos abraçamos forte e nos beijamos com paixão, num beijo de língua, como ela me ensinou. Eu podia sentir o gosto do meu próprio gozo na sua boca, e não me cansava de chupar a sua língua.
— Eu fui mesmo a sua primeira? — ela perguntou depois de nos beijarmos por um longo tempo.
— Sim, nunca fiz nada disso com um garoto! — respondi meio ofegante. — E foi muito melhor do que eu imaginava.
— Que bom!, ela me sorriu. Sempre que quiser, a minha porta vai estar aberta pra você.
— Só tem uma coisa... — eu não sabia como dizer, mas queria muito, só que as palavras não saíam.
— Pode falar, querida.
— É que eu nunca provei uma antes. — e eu só conseguia apontar com o dedo a sua buceta. — Posso lamber a sua?
— Ah, meu amor, não tem coisa que me deixaria mais feliz! — ela tinha um sorriso enorme.
Segurando a minha mão, ela foi me guiando, deixando que eu me ajeitasse sobre ela. Então, me apoiando nos seus joelhos eu virei o meu corpo sobre o dela, ficando na posição de meia-nove. E aos poucos ela foi envolvendo a minha cintura e eu senti a sua boca de novo na minha bucetinha, enquanto relaxava, sendo penetrada pela sua língua.
Inclinei a cabeça e estendi a língua, sentindo como estava molhada a sua xoxota. O aroma da sua essência era mais forte, e eu podia ver nas suas contrações como ela estava excitada. A minha também pulsava. Então, lambi seus lábios, apreciando a textura e o sabor. E enquanto provava do seu gozo, me perguntava se minha mãe tinha o mesmo gosto. Nem sei por que isso me passou pela cabeça na hora.
Minha língua explorava todas as suas partes íntimas. Envolvi seus quadris com meus braços, segurando as suas coxas grossas. Nossa, aquilo era incrível! Me acostumando ao seu gosto, eu lambia mais intensamente a sua buceta peluda. Enfiei minha língua nela e a penetrei o máximo que consegui. Retirei minha língua e chupei o seu clitóris. Isso era muito prazeroso! Melhor que chupar o seu mamilo!
Seus fluidos estavam por todo o meu rosto. E eu tanto lambia em volta da boca como mergulhava de volta entre os seus lábios, sorvendo o seu gozo, que me cobria das bochechas ao queixo. E cada vez que eu levantava a cabeça pra tomar fôlego, aquilo me escorria pelo pescoço. Era obsceno e delicioso.
E, olhando pra dona Rita, vi que ela estava fazendo a mesma coisa com a minha buetinha. Parecia que ela estava competindo para me levar a outro orgasmo antes que eu fizesse isso por ela. Encarei isso como um desafio e me concentrei ao máximo em proporcionar o melhor orgasmo que ela já tinha sentido.
Meti ainda mais a cabeça entre as suas pernas, pra que a minha língua ficasse mais focada no seu clitóris. Pelo jeito que ela se pressionava contra mim, eu sabia que ela estava gostando da minha atenção com a língua. Ataquei o clitóris dela com a melhor lambida que consegui dar. Ela estava fazendo o mesmo comigo. A pulsação da minha vagina estava dificultando a concentração no clitóris dela.
— Pode usar o dedo, querida! — ela me sussurrou.
Felizmente, eu tinha dedos longos. Minha mão conseguia alcançá-la e eu podia dedilhar seu grelo e enfiar o dedo na sua xoxota molhada. E eu ainda conseguia lamber o seu clitóris, fazendo ela gemer. Agora eu tinha melhor acesso para enfiar dois dedos, e se quisesse podia enfiar a minha mão inteira, de tão grande que era a sua bucetona. E acho que era exatamente a ideia dela!
— Mete mais! — ela dizia.
Ainda meio hesitante, fui metendo nela, primeiro um dedo, depois mais um, e logo estava com quase a minha mão toda dentro dela.
Nossa, eu nem acreditava como duas mulheres podem ter prazer entre si. A dona Rita começou a gemer, entregando-se ao movimento de vai e vem que eu fazia, usando a mão como um consolo. E, ao mesmo tempo em que era penetrada, ela se movia em resposta, como se quisesse um pouco mais fundo a minha mão dentro dela.
E quando tirei a mão da sua buceta, toda melada com o seu gozo, foi uma delícia estender a língua e lamber tudo. Dessa vez acho que ela ficou ainda mais molhada.
Então tive um pensamento malicioso. Usei meus dedos, deixando-os bem lambuzados com a sua lubrificação natural, e então esfreguei no seu cu. Fiz isso várias vezes e ela gemia de prazer. Em seguida, enfiei meu dedo anelar em sua vagina e a deixei bem molhada. Então, num movimento final, coloquei meu dedo anelar no seu cu e o empurrei para dentro, enquanto deslizava meus dois primeiros dedos em sua vagina.
— Oh, SIM! — ela soltou um forte gemido.
Continuei lambendo seu clitóris com avidez enquanto a penetrava com meus dedos na vagina e no cu. Ela se transformou, e gemia de um jeito selvagem. Mas aí voltava a me chupar com força e lamber o meu clitóris, enquanto enfiava dois dedos dentro de mim.
Continuamos nos penetrando assim por minutos de intenso êxtase. E então nossos orgasmos chegaram ao mesmo tempo. Nós duas gritamos. Nossos corpos tremiam violentamente. E tentamos continuar nos lambendo e nos penetrando com os dedos.
O seu gozo parecia jorrar da sua xoxota, melando todo o meu rosto. E enquanto fodia ela com os dedos, seus músculos vaginais se contraíam, no que parecia ser um orgasmo sem fim. Da mesma forma, meu próprio orgasmo foi tão intenso que minha vagina doía. Uma dor incrivelmente boa.
Finalmente, a dona Rita já não tinha mais forças, e se deu por satisfeita, ainda meio ofegante debaixo de mim. Então eu me levantei e me virei pra ela, com um sorriso enorme de satisfação pelo meu primeiro orgasmo com uma mulher.
Ela me sorriu e ficamos ali deitadas por minutos, ofegantes. Então, acariciando o meu cabelo, sem tirar os olhos dos meus, ela se inclinou sobre o meu rosto e nos beijamos com ternura. E se não fosse um beijo de língua, diria que podia ser um beijo de avó e neta.
— Nunca antes — ela sussurrou.
— O quê? — perguntei.
— Ninguém, nem homem ou mulher, jamais fez isso comigo — ela admitiu. — Nunca ninguém me proporcionou tanto prazer.
— E o mesmo vale pra você comigo — respondi. — A gente devia fazer isso de novo.
— Você quer dizer agora? — ela se surpreendia com a minha repentina safadeza — Eu não conseguiria, querida!
— Tá bem! — respondi. — Outro dia então.
— Sempre que quiser!
Nos abraçamos e nos beijamos carinhosamente. Eu nem me preocupava com a minha mãe ou que alguém desconfiasse, mas, depois daquele dia, todas as tardes eu passava no apartamento no final do corredor, com a dona Rita. E assim que entrava no seu quarto, eu ia direto na sua gaveta de brinquedinhos.
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Comentários (4)
Aline: Nossa pena que eu não tive essa sorte só depois de uns aninhos eu fiz com a minha irmã mais velha rsrs. T Linne198
Responder↴ • uid:y26kj0khz6uTainá: Também tive minha 1a experiência com uma prima mais velha
Responder↴ • uid:3eexzpceoibSandrinha: Quando a minha vó me dava banho, ela deixava eu tocar na xoxoxta dela no chuveiro
Responder↴ • uid:3eexzpceoijAnonimo: Continua
Responder↴ • uid:3yny8ueq8ri