#Estupro #Grupal #Incesto #Virgem

A Queda de Isabella

702 palavras | 2 | 3.17 | 👁️
Putinha087

Isabella tinha apenas 18 anos quando tudo mudou. Filha única de um dos homens mais ricos da cidade, cresceu em uma mansão luxuosa, com empregados, carros importados e viagens pelo mundo. Loira, de olhos verdes penetrantes, corpo petite e delicado — seios pequenos e firmes, cintura fina, bunda empinada e redonda —, ela era o tipo de garota que parecia uma boneca viva. Sua aparência de ninfeta inocente enganava: rostinho angelical, lábios carnudos sempre pintados de rosa, cabelos longos caindo em ondas. Mas por dentro, Isabella era um vulcão. Ninfomaníaca desde que descobrira o prazer sozinha aos 14, ela não conseguia parar. Masturbação diária não bastava mais. Namorados da alta sociedade a achavam “muito intensa”, e logo a largavam.
O estopim veio no seu aniversário de 18 anos. Seu pai, um empresário rígido, cortou sua mesada exorbitante depois de descobrir que ela gastava fortunas em festas secretas e brinquedos sexuais caros. “Você precisa aprender o valor do dinheiro”, ele disse. Isabella riu por fora, mas por dentro ferveu de raiva e desejo reprimido. Naquela noite, sozinha no quarto enorme, ela se tocou furiosamente, imaginando ser usada por estranhos. No dia seguinte, decidiu: se o dinheiro não viria mais fácil, ela o ganharia do jeito que sabia melhor.
Começou devagar, mas com fome insaciável. Baixou apps de encontros de luxo e se anunciou como “acompanhante de elite”. Seu perfil: fotos sensuais, vestidinhos curtos que mal cobriam sua calcinha de renda, legendas como “Ninfeta safada quer te enlouquecer”. Os homens ricos — os mesmos que frequentavam as festas do pai dela — mordiam a isca. O primeiro cliente foi um executivo de 45 anos, em um hotel cinco estrelas. Isabella chegou de saia plissada colegial, meias brancas até as coxas, sem sutiã. Ele pagou caro, e ela deu tudo: chupou seu pau com vontade, engolindo até o talo, gemendo como uma putinha em cio. Depois, cavalgou nele sem parar, gozando três vezes antes dele. “Você é viciada em foder, né?”, ele riu. Ela sorriu: “Sim, e você pagou por isso.”
Logo, Isabella virou prostituta de verdade. Não seletiva mais — quanto mais, melhor. Saía à noite para boates, oferecendo-se a quem pagasse bem. Virou conhecida nos círculos underground: a garota rica que virou puta, a ninfeta que não diz não. Fazia programas em carros de luxo, motéis baratos, até em festas swinger. Adorava ser usada por vários ao mesmo tempo. Em uma noite memorável, atendeu três amigos em uma suíte: um no cu, outro na boca, o terceiro na buceta. Gozava sem parar, gritando “Mais! Me fode mais forte!”, o corpo suado e tremendo. Sua ninfomania a consumia — acordava molhada, sonhando com paus, esperma, ser preenchida o tempo todo.
O dinheiro voltava a fluir, mais até que antes. Comprava lingeries caras, vibradores potentes, mas gastava tudo em mais aventuras. Seu pai descobriu meses depois, ao ver fotos vazadas online. Brigaram feio, e ele a expulsou de casa. Isabella não ligou. Alugou um apartamento chique com o dinheiro dos clientes e continuou sua vida de puta. Aos 18 anos, era livre: uma ninfeta safada, rica de novo, mas agora ganhando com o corpo que todos desejavam.
E ela amava cada minuto. Porque, no fundo, Isabella não havia caído — ela havia se libertado. E nada a faria parar.

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Comentários (2)

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  • Anjinha: Cade o estupro grupal que vc prometeu? Foi aquela unidade de frase?

    Responder↴ • uid:1cr6d0yimhky
  • Cinquentão RJ: Muito resumido. Nota 1

    Responder↴ • uid:w71qy2d1