Irmãos enfrentam dilema íntimo durante pandemia parte - Final
Um ano se passou desde aqueles dias intensos de descoberta e entrega durante a quarentena inicial da pandemia, em abril de 2020. Agora, em abril de 2021, o mundo começava a se abrir lentamente – vacinas rolando, máscaras ainda obrigatórias, mas a faculdade presencial voltando aos poucos. Eu, Damian, com 21 anos, estava no segundo ano de Relações Internacionais, lidando com aulas híbridas e um estágio remoto que me deixava exausto, o cérebro frito de análises geopolíticas e relatórios intermináveis. Sarah, aos 19, havia ingressado na universidade de Psicologia, mergulhada em livros sobre Freud e comportamentos humanos, ironicamente reflexiva sobre nossos próprios impulsos taboo. Ainda morávamos juntos no apartamento dos pais, que agora trabalhavam em turnos mais normais no hospital, passando menos tempo em casa e nos dando mais liberdade para nossos segredos. Nossa rotina havia evoluído: estudos pela manhã, maratonas de séries à noite como "The Witcher" ou "Euphoria" para acender faíscas eróticas, mas com um segredo pulsante entre nós – um laço erótico e emocional que nos consumia, cheio de toques proibidos, orgasmos compartilhados e reflexões profundas sobre o incesto que vivíamos. Usávamos preservativos religiosamente para evitar qualquer risco de gravidez, explorávamos brinquedos novos como plugs anais e vibradores duplos, e nossa conexão havia se aprofundado, misturando amor fraternal com paixão voraz, onde cada gemido era uma confissão de desejo incontrolável. Mas, como tudo na vida, rachaduras começavam a aparecer, o peso do taboo nos forçando a questionar se aquilo era sustentável ou destrutivo.Uma noite, após um dia exaustivo de aulas online que me deixaram com dor de cabeça e tesão acumulado de mensagens picantes dela durante as palestras, estávamos no quarto dela, o ar carregado de incenso de sândalo e musk, o cheiro almiscarado misturando-se ao suor de nossos corpos ansiosos, e a luz fraca do abajur criando sombras dançantes nas paredes que pareciam ecoar nossos movimentos proibidos. Começamos nos masturbando mutuamente, como de costume – eu deitado na cama com as pernas abertas, expondo meu pau de 18 centímetros latejando veias salientes e inchadas, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo que escorria como um lubrificante natural, enquanto ela sentava ao meu lado, nua, suas coxas magras e suadas roçando minha perna, sua mão macia e quente envolvendo meu pau com firmeza, os dedos apertando a base e subindo devagar até a glande sensível, massageando o nervo em Y invertido com o polegar, enviando choques elétricos pelas minhas bolas pendentes e cheias. Ao mesmo tempo, meus dedos exploravam sua buceta rosada e inchada, massageando os lábios maiores e menores encharcados de excitação, circulando o clitóris protuberante que pulsava como um coraçãozinho erótico, enfiando dois dedos no canal apertado e quente, sentindo as paredes contraírem e escorrerem squirt preliminar pela minha palma. "Hmm… Dany… sua mão é mágica, caralho… me faz sentir como se meu corpo fosse explodir de tesão, cada círculo no meu clitóris enviando choques diretos pro meu útero, me deixando com as pernas tremendo e a buceta piscando loucamente!!!", gemeu ela, a voz rouca e reflexiva, os seios pequenos balançando com o ritmo acelerado de sua respiração, os mamilos rosados endurecidos como pedras implorando por sucção, gotas de suor escorrendo entre eles como um convite para lamber.Eu gemi guturalmente, o pré-gozo jorrando mais abundante com cada punheta ritmada dela, sentindo o sêmen se mexer nas bolas como uma pressão insuportável: "Sary… sua pegada é perfeita, apertando a cabeça do meu pau assim… me deixa louco, como se você soubesse cada nervo sensível do meu corpo, massageando minhas bolas com a outra mão, apertando levemente pra me torturar deliciosamente!!!". Em dado momento, impulsionada pelo desejo cru e animalesco que nos consumia, ela subiu no meu colo com um movimento fluido e possessivo, as coxas magras e suadas envolvendo minha cintura como um torno erótico, sua buceta úmida e quente roçando a cabeça inchada do meu pau latejante, escorrendo fluidos quentes e viscosos pela minha virilha, misturando-se ao meu pré-gozo em uma bagunça pegajosa e almiscarada que cheirava a sexo puro. "Me fode, mano… não aguento mais só tocar, quero você dentro de mim, preenchendo cada centímetro da minha buceta apertada e virgem só pra você, sentindo seu pau grosso me esticando até o limite, batendo no meu colo do útero como se quisesse me marcar pra sempre!!!", implorou ela, os olhos vidrados de excitação absurda, as unhas cravando nas minhas omoplatas, o corpo tremendo de expectativa.Não resisti – com um grunhido primal e gutural, agarrei sua bunda firme e redonda, os dedos afundando na carne macia e suada, e a carreguei de uma vez pro centro da cama, as molas rangendo alto sob nosso peso combinado, penetrando-a de uma vez só com uma estocada brutal e possessiva, meu pau grosso e veioso esticando as paredes internas dela com força impiedosa, sentindo a resistência virgem ceder enquanto batia no colo do útero em um impacto profundo que nos fez urros simultâneos. "Ahhhhh… porra, Danyyyy… você me rasgou ao meio, caralho… mas é delicioso, sinto cada veia latejante do seu pau pulsando dentro de mim, me preenchendo como se fôssemos um só corpo proibido, incestuoso e viciante, minha buceta contraíndo pra te sugar mais fundo!!!", urrou ela, as unhas cravando nas minhas costas com força suficiente para deixar marcas vermelhas e sangrentas que ardiam deliciosamente, o corpo arqueando para me engolir inteiro, squirt escorrendo pelas minhas bolas pendentes e encharcando os lençóis em uma poça quente.Transamos com fúria animal e explícita – eu estocando freneticamente de baixo pra cima, as bolas inchadas e cheias batendo contra sua bunda suada e trêmula com um som úmido e erótico de pele contra pele, ecoando como tapas ritmados, enquanto ela balançava os quadris com voracidade, rebolando para me engolir mais fundo, gemendo guturalmente enquanto sua buceta contraía em espasmos violentos, escorrendo squirt abundante que encharcava meu pau, minhas coxas e a cama toda, o cheiro almiscarado e salgado de sexo incestuoso preenchendo o quarto como uma névoa inebriante. "Hmm… isso… fode sua mana com força, Dany… me faz gozar como uma vadia incestuosa, sentindo seu pau latejando no meu ponto G, massageando minhas paredes internas até eu squirtear como uma fonte descontrolada!!!", gritava ela, o corpo convulsionando em ondas preliminares, as unhas rasgando minha pele, os seios balançando loucamente enquanto eu os apertava e chupava os mamilos com dentes, mordendo pra intensificar o prazer-dor. Senti o sêmen subir das bolas como uma onda inescapável e avassaladora, pressionando a base do pau: "Sary… eu… tô… gozando… ahhhhh!!!", urrei em um gemido gutural que veio do fundo da alma, jorrando jatos quentes, espessos e intermináveis dentro dela (com camisinha esticada ao limite, sentindo o calor se espalhar), o prazer nos unindo em um clímax simultâneo e explosivo, squirting dela misturando-se ao suor e ao sêmen residual que vazava pelas bordas, o quarto ecoando nossos urros como uma sinfonia proibida.Terminamos abraçados, ofegantes e suados, meu pau ainda semi-endurecido dentro dela, pulsando residualmente contra as paredes contraídas de sua buceta, sentindo o afterglow nos envolver como uma aura de êxtase. Mas percebi lágrimas escorrendo pelo seu rosto corado, o corpo tremendo não só de prazer residual, mas de emoção crua e vulnerável, os soluços baixos misturando-se aos gemidos finais. "Por que você tá chorando, mana? Foi ruim? Eu te machuquei com as estocadas brutas, te fodi forte demais?", perguntei, genuinamente preocupado, traçando seu rosto suado com o polegar, limpando as lágrimas salgadas, reflexivo sobre os limites emocionais que cruzávamos junto aos físicos.Ela soluçou baixinho, os olhos cheios de vulnerabilidade profunda e amor confuso: "Não, Dany… foi perfeito, intenso pra caralho, o melhor sexo da minha vida – seu pau me preenchendo, me fazendo squirtear como nunca, sentindo cada jato seu dentro de mim mesmo com a camisinha. Mas tô chorando porque tô me apaixonando por você de verdade – não só como irmão, mas como amante, como se você fosse o único homem que me entende por completo, me faz gozar assim, me toca na alma enquanto fode meu corpo. Isso é loucura, taboo, mas meu coração bate mais forte perto de você, e isso me assusta pra caralho, me faz questionar se a gente pode sobreviver a isso sem se destruir!!!". Tivemos uma conversa profunda ali, nus e suados na cama encharcada de fluidos, o cheiro de sexo pairando como um lembrete: eu confessei que sentia o mesmo, um amor que ia além do fraternal, uma paixão que me fazia querer possuí-la todos os dias, mas que nos colocava em risco constante – gravidez acidental apesar das camisinhas, pais descobrindo e nos deserdando com nojo, sociedade nos rotulando como monstros pervertidos. "Sary, isso nos une de uma forma que ninguém entende, mas pode nos destruir emocionalmente e socialmente. Precisamos ser cuidadosos, reflexivos sobre o que queremos de verdade – é amor ou só tesão proibido?", disse eu, beijando suas lágrimas, sentindo meu pau amolecer dentro dela, o sêmen vazando levemente pela camisinha. Ela assentiu, chorando mais, mas no dia seguinte, desanimada e reflexiva, desistiu de tentar me convencer a transar mais, dizendo com voz trêmula: "Talvez a gente deva parar, mano... pra não complicar tudo ainda mais. Vamos voltar a ser só irmãos próximos, sem toques proibidos, sem orgasmos compartilhados. Doí, mas é o certo". Concordei relutante, mas o vazio já se instalava como um buraco no peito, o desejo reprimido nos torturando em silêncio.Dias depois, cheguei em casa da faculdade com um brinquedo novo pra ela – um plug anal vibratório de silicone macio e curvado, com múltiplas velocidades e um controle remoto, algo que discutíramos em brincadeiras passadas durante nossos momentos íntimos, embalado discretamente para reacender nossa conexão sem pressão imediata, imaginando sua reação excitada ao sentir as vibrações no cu apertado enquanto eu controlava. Meu coração batia acelerado de expectativa, o pau semi-ereto só de fantasiar ela gemendo com o plug dentro, squirting enquanto eu lambia sua buceta. Mas ao chegar no quarto dela, a porta entreaberta revelando a cama bagunçada e lençóis suados, congelei em choque absoluto: Sarah e sua melhor amiga Lara – a mesma que eu mencionara anos antes como minha "melhor amiga" que eu massageara intimamente, com seus cabelos longos castanhos e corpo curvilíneo, seios fartos balançando e buceta depilada brilhando de excitação – estavam na cama, completamente nuas, se masturbando freneticamente enquanto assistiam a um vídeo no laptop posicionado entre elas. Meu estômago revirou ao reconhecer instantaneamente: era um vídeo nosso, gravado por mim escondido durante uma de nossas sessões mais intensas, close-ups explícitos do meu pau grosso penetrando sua buceta rosada e apertada, estocadas profundas mostrando os lábios se abrindo e fechando ao redor do meu membro veioso, gemidos guturais ecoando alto pelo quarto, squirt jorrando na câmera enquanto eu gozava jatos visíveis na camisinha esticada. "Hmm… olha isso, Lara… o pau dele é tão grosso e latejante, me fodia como se eu fosse dele pra sempre, batendo no meu útero e me fazendo squirtear como uma puta incestuosa!!!", gemia Sarah, três dedos enfiados na própria buceta pulsando e encharcada, o polegar massageando o clitóris inchado, o corpo convulsionando em pré-orgasmo. Lara, lambendo e sugando os seios pequenos de Sarah com voracidade, mordendo os mamilos endurecidos enquanto enfiava um vibrador na própria buceta peluda e molhada, respondia ofegante: "Caralho, amiga... isso é quente pra porra, ver você gozando assim, gritando o nome do seu irmão enquanto ele te enche... me deixa molhada imaginando o pau dele me fodendo também, conta mais sobre como ele lambia seu cu enquanto te dedava!!!".Explodi em raiva incontrolável, o sangue fervendo nas veias: "Que porra é essa, Sarah? Você mostrou nosso vídeo pra ela? Nosso segredo mais íntimo, nosso taboo exposto assim, com close-ups do meu pau dentro de você, nossos gemidos ecoando pra qualquer um ouvir? Eu confiei em você cegamente, e você compartilha isso como se fosse pornô comum?!!!", gritei, o rosto vermelho de fúria e traição profunda, reflexivo sobre como minha ajuda inicial em tocá-la pela primeira vez, massageando sua buceta virgem até o orgasmo, havia nos levado a esse abismo de vulnerabilidade traída. Elas se vestiram às pressas, corpos suados e trêmulos, Lara saindo envergonhada com o rosto corado: "Desculpa, Damian... não quis invadir seu segredo, mas Sarah confia em mim, e isso é quente demais pra ignorar". Sarah chorou copiosamente, lágrimas escorrendo pelo rosto: "Mano, foi sem querer... eu confio nela como em você, ela não vai contar pra ninguém, juro!!! Precisei desabafar sobre nosso amor proibido". A discussão escalou para um furacão emocional, eu acusando-a de imprudência e egoísmo: "E se ela gravar isso e vazar? Nosso incesto exposto pro mundo, pais nos odiando, faculdade nos expulsando? Você arriscou tudo por um tesão momentâneo!!!", enquanto ela defendia aos prantos: "Foi só pra uma amiga, Dany... ela entende, até inveja nosso laço!!!". Terminou comigo me trancando no quarto, o coração apertado de culpa avassaladora – culpa por estar com raiva dela de forma tão visceral, por ter iniciado tudo ao ajudá-la a se tocar pela primeira vez com meus dedos enfiados na sua buceta virgem, por gravar o vídeo escondido como um pervertido voyeur obcecado. Do outro lado da porta, ela chorava desesperadamente, batendo de leve: "Dany, por favor... abre a porta, me perdoa, eu te amo mais que tudo, não queria te machucar assim, foi burrice minha!!!". Chorei sozinho no escuro, o peito doendo como se estivesse rasgando, questionando se nosso laço sobreviveria a essa traição, o silêncio do apartamento ecoando nossa dor compartilhada.Ficamos afastados por duas semanas agonizantes – olhares frios e evasivos no apartamento, refeições silenciosas na cozinha onde mal nos encarávamos, o ar pesado de tensão não resolvida e desejo reprimido, cada noite eu me masturbando sozinho pensando nela, gozando com culpa ao lembrar de sua buceta apertada. Um dia, pra afogar as mágoas e o vazio, fui pra um bar beber com Steve – o mesmo garoto da faculdade que me atraía secretamente, com seu cabelo grande e liso balançando enquanto ria das minhas piadas bêbadas, despertando desejos bissexuais que eu ainda explorava em fantasias solitárias, imaginando seu pau na minha boca enquanto fodia Sarah. Bebi além da conta, shots de tequila queimando a garganta e nublando a mente, voltando cambaleante e meio bêbado pro apartamento, o cheiro de álcool impregnado nas roupas, disposto a me reconciliar e transar com ela de forma selvagem. "Sary... vamos esquecer tudo, me deixa te foder como antes, te fazer gozar gritando meu nome enquanto encho sua buceta de pau, lambendo seu cu até você squirtear na minha cara!!!", murmurei ao entrar no quarto dela às tropeços, o pau endurecendo só de imaginar. Mas ela não estava lá – uma nota no criado-mudo, escrita com sua caligrafia trêmula: "Dormindo na casa da Lara. Preciso de espaço pra pensar no que fiz. Desculpa". O vazio me acertou como um soco no estômago, caindo na cama dela cheirando a ela, reflexivo sobre como nossa paixão nos isolava e nos machucava, masturbando-me ali mesmo com raiva, gozando nos lençóis dela como uma marca de posse frustrada.No dia seguinte, ao voltar da faculdade exausto e deprimido, com olheiras profundas de noites mal dormidas, encontrei um envelope na mesa da cozinha com meu nome na caligrafia elegante e familiar dela, o papel tremendo nas minhas mãos ao abrir. Dentro, uma carta detalhada: "Dany, precisamos conversar sobre tudo – nosso amor incestuoso, nossos erros explosivos, nosso futuro incerto. Me encontre no restaurante chique no topo do Hotel Luxor, às 20h. Vamos resolver isso como adultos, te amo apesar de tudo, Sary". Meu coração acelerou como uma bateria – era o hotel mais luxuoso da cidade, com vista panorâmica da skyline noturna, um lugar romântico que simbolizava ou o fim ou um recomeço perigoso. Vesti minha melhor roupa: terno preto ajustado ao corpo definido, camisa branca impecável desabotoada no peito pra mostrar um vislumbre de pele, perfume amadeirado e musk que ela adorava cheirar no meu pescoço durante o sexo, reflexivo sobre como aquilo poderia ser nossa salvação ou ruína.Cheguei pontual, o elevador subindo até o rooftop com meu estômago revirando, o restaurante elegante com velas tremulando em mesas de cristal, piano ao fundo tocando jazz suave, o ar fresco da noite misturando-se ao aroma de pratos gourmet. Sentei na mesa reservada com vista para as luzes da cidade, e ela apareceu deslumbrante, caminhando com graça felina: vestido vermelho colado ao corpo como uma segunda pele, realçando as curvas dos seios pequenos e da bunda empinada, cabelos soltos caindo em ondas, maquiagem sutil destacando os olhos brilhantes e os lábios carnudos que eu tanto beijara. "Dany... obrigado por vir, você tá lindo pra caralho, me dá tesão só de olhar", disse ela, sentando-se, a voz trêmula de emoção, as mãos tremendo ao pegar o cardápio. Começamos a conversar sobre vinhos e pratos leves, mas logo mergulhamos no cerne: ela pedindo desculpas pelo vídeo com lágrimas nos olhos, "Foi burrice minha, mano... me perdoa, quero nossa relação de volta como era antes, irmãos e amantes secretos, transando escondido e gozando juntos sem medo". Eu respondi friamente, o coração apertado: "Demoraria a voltar a confiar em você, Sary... e se Lara contar tudo? Nosso segredo é perigoso pra caralho". Ela jurou aos prantos: "Não revelei pra qualquer um, só pra ela, minha melhor amiga – confio nela como em você, ela até inveja nosso tesão incestuoso!!!". Eu contra-argumentei com voz grave: "E se nos separarmos por brigas como essa? Poderia gerar problemas reais – você engravidando apesar das camisinhas furadas, pais descobrindo os vídeos ou nossos gemidos altos e nos deserdando com nojo, a sociedade nos rotulando como monstros pervertidos e nos isolando pra sempre. Isso é real, mana... reflexivo sobre o quão frágil e explosivo isso é, como uma bomba relógio de prazer e dor".Ela saiu da mesa abruptamente, lágrimas escorrendo pelo rosto maquiado, o vestido balançando com seus passos apressados, e mandou um recado pelo garçom: uma carta dobrada com cheiro do perfume dela e um cartão de entrada pro quarto 503. "Concordo com você, Dany... mas nossa relação não pode terminar assim, com raiva e vazio. Vamos transar uma última vez, selar isso com prazer intenso, gozando juntos como sempre. Quarto 503 – te espero nua e molhada". Meu pau endureceu instantaneamente sob a mesa, latejando contra o tecido da calça, o tesão misturando-se à emoção crua, reflexivo sobre como resistir ao nosso vício.Ao entrar no quarto luxuoso, com vista panorâmica para a cidade iluminada piscando como estrelas caídas, vi ela olhando pela janela ampla, usando um vestido branco fino e translúcido que grudava no corpo suado, sem nada por baixo – os contornos dos seios pequenos visíveis, os mamilos endurecidos perfurando o tecido como diamantes eróticos, a silhueta da buceta rosada e inchada traída pela umidade escorrendo pelas coxas internas, o cheiro de excitação feminina preenchendo o ar. "Dany... vem, uma última vez, me fode como se fosse o fim do mundo", murmurou ela, virando-se e deitando na cama king size sedutoramente, abrindo as pernas amplamente, expondo a buceta rosada e úmida, os lábios maiores inchados e separados, o clitóris protuberante brilhando de desejo, fluidos escorrendo pela bunda lisa como um convite explícito. "Não, Sary... isso vai nos prender mais, vai nos fazer gozar e querer repetir!!!", tentei resistir, a voz falhando enquanto meu pau latejava dolorosamente. Mas não consegui – tirei as roupas com pressa, expondo meu pau duro como aço, veias pulsantes, pré-gozo escorrendo como louco, e a penetrei com força bruta, estocadas profundas e ritmadas batendo no útero, sentindo sua buceta contraír como um vício, squirt jorrando a cada impacto. "Ahhhhh… me fode, irmão... seu pau me completa, me faz squirtear como uma vadia sua!!!", gritava ela, as unhas rasgando minhas costas. Conversamos durante o ato, gemidos interrompidos por confissões: "Eu te amo, mano... isso é errado, mas nos completa, me enche de sêmen falso enquanto gozo!!!", gemia ela, squirting ao meu redor em jatos quentes. "Vamos continuar, Sary... nosso taboo é nosso, enfrentamos juntos os riscos, te fodendo todo dia se precisar!!!", respondi, gozando forte dentro dela, o orgasmo nos unindo em reflexões sobre amor e risco, decidindo prosseguir com a relação, mais fortes e viciados que nunca.Uns dias depois, no meu aniversário de 22 anos, cheguei da faculdade exausto mas animado, e ela me esperava na sala com uma venda preta de seda na mão, os olhos brilhando de malícia e tesão, vestindo apenas uma lingerie vermelha que mal cobria os seios e a buceta. "Feliz aniversário, Dany... venda pros olhos, surpresa pra te fazer gozar como nunca!!!". Vendado, o mundo escuro intensificando os sentidos, ela me guiou pro quarto dela, deitando-me nu na cama, o pau latejando no ar fresco. Começou um boquete garganta profunda – engolindo meu pau inteiro até a base, a garganta apertando a cabeça latejante com contrações quentes e úmidas, a saliva escorrendo pelas bolas, algo que eu sabia que ela não era boa naturalmente, mas imaginava que treinara com dildos ou frutas pra me surpreender, relevando o progresso enquanto gemia: "Hmm… Sary… sua garganta é um vício, me suga como se quisesse extrair cada gota de sêmen das minhas bolas cheias, engolindo até o talo e massageando com a língua!!!". Mas senti alguém lambendo minhas bolas pendentes com voracidade, a língua quente e ávida traçando círculos no saco sensível, sugando uma bola inteira na boca enquanto massageava a outra, enviando choques elétricos pro meu pau – a única pessoa em que ela confiaria pra ajudar era Lara, confirmando minhas suspeitas. Tirei a venda abruptamente, os olhos se ajustando à luz: Sarah chupando meu pau vorazmente, saliva escorrendo pelo queixo e peito, os olhos fixos nos meus com malícia, e Lara nua ao lado, lambendo minhas bolas com olhos famintos e predadores, seus seios fartos e pesados balançando com o movimento, os mamilos escuros endurecidos, a buceta peluda e encharcada brilhando de excitação."Que porra é essa? Lara aqui de novo? Depois de tudo, do vídeo e da traição? Isso é loucura, Sary!!!", argumentei, tentando me levantar, o corpo traidor convulsionando de prazer, o pau latejando mais forte na boca dela, sem sucesso em resistir ao duo erótico. "É sua surpresa de aniversário, mano... Lara sabe tudo sobre nós, e quer participar pra te dar o melhor orgasmo da vida. Deixa, por favor... por mim, te amo e quero te ver gozar insano!!!", implorou Sarah, sugando mais fundo. O ato começou com intensidade explícita: Lara subiu no meu rosto com um movimento dominante, colocando sua vagina depilada e úmida diretamente na minha boca, o cheiro almiscarado e salgado inebriante, os lábios grossos e inchados se abrindo contra minha língua. Lambi insanamente, a língua explorando cada dobra úmida e quente, sugando o clitóris protuberante como um doce pegajoso, penetrando a fenda apertada com voracidade, sentindo seu squirt preliminar escorrer pela minha garganta enquanto ela rebolava: "Ahhhh… sua língua é insana, Dany... me fode com ela, enfiando fundo na minha buceta, lambendo meu cu ao mesmo tempo, me faz squiretar na sua cara como uma puta faminta!!!". Ela teve um orgasmo insano, convulsionando violentamente, squirting jatos quentes e abundantes na minha boca e rosto, o sabor salgado me engasgando deliciosamente, caindo na cama ao lado se recuperando, ofegante e tremendo: "Caralho... nunca gozei assim, sua boca me destruiu!!!".Então, transamos com Sarah: penetrei sua buceta apertada e encharcada com força bruta, estocadas ritmadas e profundas batendo no útero com impactos que faziam suas coxas tremerem, as bolas batendo contra sua bunda suada, ela gritando guturalmente enquanto contraía: "Fode sua mana, Dany... me enche de pau grosso, sente minha buceta piscando no seu membro, me faz squiretar enquanto gozo!!!". Teve um orgasmo muito intenso, as paredes internas apertando meu pau como um torno, e gozamos juntos – jatos de sêmen quentes e espessos escorrendo da camisinha rompida acidentalmente pela fricção violenta, vazando pela sua buceta pulsando e escorrendo pela bunda, o sêmen branco misturando-se ao squirt dela em uma poça viscosa na cama. Lara viu e lambeu insanamente, a língua devorando o sêmen e o squirt misturados com voracidade, sugando o clitóris de Sarah como um aspirador erótico, enfiando a língua na fenda aberta pra lamber o sêmen vazado, fazendo-a ter outro orgasmo explosivo: "Uhhhh… Lara... sua boca me quebra, lambendo meu sêmen incestuoso, me faz gozar de novo como uma puta dupla, squirting na sua cara!!!". Percebi a bunda de Lara empinada e vacilante, vulnerável e convidativa, e resolvi enfiar dois dedos na buceta dela, massageando o ponto G com firmeza circular, sentindo as paredes quentes e úmidas contraírem, o polegar roçando seu cu piscante. Ela se assustou inicialmente: "Dany... o que... ahhhh!!! Não para, caralho!!!", mas aceitou de bom grado, gemendo alto: "Continua... me fode com os dedos, enfiando fundo na minha buceta molhada, massageando meu G-spot até eu explodir!!!". Teve outro orgasmo insano, squirting jatos quentes nas minhas mãos e na cama, o corpo tremendo violentamente como se estivesse em choque, caindo exausta ao nosso lado.Depois, elas se posicionaram em um 69 selvagem e explícito, Sarah por cima lambendo a buceta de Lara com voracidade, a língua enfiada fundo na fenda peluda, sugando o clitóris enquanto Lara retribuía, lambendo a buceta de Sarah ainda vazando sêmen, as duas gemendo guturalmente enquanto se revesavam transando comigo – Sarah cavalgando meu pau com reboladas profundas, sentindo cada centímetro me engolir, depois trocando com Lara que sentava no meu rosto, sua buceta escorrendo na minha boca enquanto Sarah montava, orgasmos múltiplos nos consumindo em ondas sincronizadas, squirting e sêmen misturando-se em uma bagunça pegajosa e almiscarada no quarto. Finalmente, deitamos exaustos na cama, corpos suados e trêmulos entrelaçados – eu no meio, Sarah colada ao meu peito lambendo resquícios de squirt, Lara na outra lateral traçando minhas bolas com os dedos, dormindo abraçados em um emaranhado de membros, reflexivos sobre como nosso taboo havia se expandido para um triângulo de prazer sem limites, nos unindo em desejo puro e aceitação total.
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