Amante dos meus cunhados Ato 1 : Felipe
Olá, estou de volta, dessa vez irei iniciar uma série de contos regidos por quatro atos.
Meu nome é Pedro , sou branco , careca , tenho 1,75m , 25 anos , sou um falso magro , pernas grossas e torneadas , calço 41 ,sou afeminado e adoro rebolar para meus cunhados .
Já meu cunhado se chama Felipe, é baixinho, cerca de 1,60m tem 38 anos , branco , usa uma barba rala e cabelo social , seu corpo é definido pelo estilo de trabalho , ele é vidraceiro.
Tudo começou em um final de semana, em um sábado de manhã, o dia estava ensolarado , quente quando meu celular vibra e recebo uma mensagem via whatsapp:
" Bom dia Pedro ! , tudo bem ? Sua irmã saiu , e estou fazendo um churras quer vir me acompanhar ? "
Pensei por alguns segundos e respondi:
" Claro! Daqui a pouco estarei aí"
Levantei da cadeira que estava sentado e fui tomar um banho , já bolando uma maneira de dar pra ele. Separei uma roupa , uma jockstrap que deixava minha bunda totalmente livre , e o pau totalmente coberto , um shortinho curto largo , e uma camiseta regata lisa bege.
Peguei a toalha e me encaminhei para o chuveiro, tirei a roupa, pelado em baixo do chuveiro , deixei a água fria cair imaginando ele , ali comigo em baixo do chuveiro, me beijando, apertando minha bunda, roçando o caralho no meu , me virando de costas e passando seu caralho entre minhas nádegas, até me penetrar e foder com força meu cu , fiquei nessa ilusão por dez minutos até gozar fartamente , passei xampu na cabeça, lavei meu corpo com um sabonete floral , fiz minha chuca , me enxaguei , desliguei o chuveiro me secando , rapidamente coloquei a roupa me perfumei e fui pra casa dele .
Por volta das 13:00 toco o interfone da sua casa :
— cheguei ! , digo todo animado
Ele sobe as escadas , estava gratíssimo uma camiseta regata azul claro , bermuda branca , um chinelo preto nos pés .
— Entra aí Pedro ! Ele me diz
A churrasqueira já estava acesa com carnes e linguiça , ele tomava cerveja ,me ofereceu uma porém recusei , e optei por beber um suco.
Papo vai , papo vem acabamos entrando no assunto do casamento dele com minha irmã ele me contou que as coisas com ela não estavam indo bem, e que faziam muito tempo que não transavam :
— Pô Pedro , faz tempo que não sei o que é comer uma buceta, sua irmã está negando a dela faz um tempo, sexo anal então nem se fale , ela não é muito de fazer, reclama que dói , e que depois da transa fica sem cagar por dias , e está me negando a semanas , estou subindo pelas paredes não sou de trair ela , mas estou tão necessitado que se até um viado me der mole eu traço !
— haha! Eita está tão feio assim? Pois eu se fosse você provava um viadinho , acho que você não vai se arrepender. Digo já louco para me ajoelhar e cair de boca no seu pau.
— Está sim ! Você conhece alguém que toparia ?
— Claro que sim! Tem problema se for da sua família ? Ou prefere de fora ?
Ele me olhou espantado , pensou por instante, deu alguns apertos no pau por cima da bermuda, e falou:
— Não ! Não me importo , só quero esvaziar meu saco e tirar o atraso ! Quem você me indica?
— Bom, tem eu ! , sou doido pra te dar desde que minha irmã te apresentou pra família.
— Aé? Ele disse com o olhar safado . — Então já que é assim , aproveita que estamos sozinhos e vai logo , agacha aí na minha frente e mama !
Ele me disse desamarrando o cordão da bermuda, e abaixando junto com a cueca, retirando pelos pés.
Fiquei alucinado com aquela visão, meu cunhado tem uma rola linda, branca um pouco torta para a direita, cabeça rosada não circuncidado , estava dura feito pedra , babava o pré gozo transparente me convidando a caí de boca.
Ele olhou pra mim , pegou no pau fazendo movimentos de uma punheta leve , me chamou com um dedo, eu me aproximei da pica ajoelhado, peguei ela com a mão e cheirei :
Fssssssss!
Aquele cheiro era divino de pau suado, limpo , sabonete e porra se misturando, não perdi tempo e logo coloquei na boca , ele gemeu alto:
— AAAAH ! Caralho que boquinha deliciosa! huuum ! , isso, chupa essa pica viadinho! Meu viadinho!
Aquele frase "meu viadinho" me fez delirar , chupei ele com força ele segurava minha cabeça com uma mão a outra ia cuidando da churrasqueira, enquanto seu quadril dava estocadas na minha boca.
PLOC ! PLOC! PLOC!
Ele puxou minha cabeça pra trás, me deu um tapa na cara, cuspiu dentro da minha boca Pfft! ,e voltou a socar o pinto na minha boca gemendo:
— aaah, huuum isso! assim!
Toma pica viadinho, não era isso que você queria? Então toma!
Ele fodia minha garganta com maestria , me deixando várias vezes sem ar .
huuum! huuum! hum!
Eu gemia feito uma puta sendo fodida por um macho bruto.
Dez minutos depois com ele estourando minha garganta ele goza fartamente na minha boca, sai de dentro dela , e dá uma olhada na churrasqueira, ele retira o que está pronto da grelha , abastece mais , toma um pouco de cerveja olhando para mim diz :
— Agora putinha enquanto nossa comida assa , eu vou te deixar toda assada ! Vai ficar sem andar por uma semana !
Ele disse isso e já veio me colocando de pé, deu um gole na cerveja , me deu um beijo de língua , molhado , babado , parecia que queria arrancar minha língua com a boca dele, apertou minha bunda, depois meu pau com força , se agachou e colocou meu pau a boca, me chupando com força, me fazendo delirar de prazer.
— hummm! , huuum! huuum!
Eu gemia gostoso, sentindo aquela boca molhada e gelada por conta da cerveja que ele tomava . Ele me chupou por dez minutos, me fazendo gozar em sua boca , gemendo segurei forte em seus cabelos , afundando a cara dele no meu púbis
aaaaaah !
Ele retirou o meu pau da boca, se levantou e me beijou de língua , me fazendo sentir o gosto da cerveja misturado com meu gozo , era uma delícia sentir sua barba por fazer arranhar meu queixo , sua língua louca dentro da minha boca procurando a minha, ele se afastou, e verificou a churrasqueira novamente.
Em seguida , bebeu outro gole da cerveja , deixou o garfo de lado , e me induziu a ficar de joelhos.
— Bom, preciso usar o banheiro, já volto! Disse ele pra mim .
— Não ! Falei pra ele . Você pode me usar de mictório, eu não me importo!
Ele se animou , e aproveitou que iria ser difícil mijar de pau duro, não se fez de rogado , enfiou só a cabecinha da pica na minha boca e começou a mijar:
xiiiiii!
Eu sorvia cada gota dourada que saia daquele homem, o sabor salgado me deixava mais excitado , um minuto depois o mijo acabou e ele voltou a foder minha boca:
PLOC! PLOC! PLOC!
Em um movimento rápido, tirou o pau da minha boca, virou o cu , esfregando em minha cara e depois na minha boca, aquele cheiro de cu suado me embriagava , eu alucinado chupava com força , enfiava a língua até onde ela alcançava , depois de um tempo ele começou a peidar no meu rosto me obrigando a sentir o cheiro:
puum! puum!
Depois de peidar ele me deu alguns tapas na cara , me xingou de viadinho cheirador de cu de macho , cuspiu na minha cara , me virou com o cu pra ele , apontou o pau grosso na entrada do meu cu e forçou
— Aaaah ! Aí meu cu vai com calma!
Ele enfiava o pau suado e babado no meu cu, devagar porém com força , aquele cajado ia dilacerando meu cu , ele era grosso e comprido , me arregaçava a cada centímetro que entrava , no início eu só gemia alto , mas conforme foi passando eu comecei a chorar , ardida, doia , a cada centímetro que entrava , com cerca de 5 minutos ele introduziu todo o pau , me colocando de quatro no chão ele pisou na minha cabeça, e em seguida começou a bombar no meu cu , primeiro lento , aos poucos foi aumentando a velocidade, ao ponto de chegar numa foda rápida e alucinante :
PLOC! PLOC! PLOC!
O saco dele batia com força no meu, e ele me ordenou que eu agradecece por isso .
— Agradeça puta, por estar sendo estourada por mim !
— Obrigado cunhado, por ser meu macho e dono do meu cu!
— Isso cachorra , isso ! Agradeça sempre !
PLOC! PLOC! PLOC! PLOC!
— me come Fê ! Me come !
— toma bixinha! toma no cuzinho!
Meia hora depois , ele geme alto, e goza dentro de mim !
— Aaaaaaaaaaaaaah !
— huuuuuuuuuum!
Ele cai desfalecido em cima de mim, me beija o pescoço, depois minha boca , e se levanta , eu descanso no chão por cinco minutos , ele finaliza o que tem na churrasqueira , apaga o fogo , e começa a recolher tudo que estava na mesa de fora , para dentro de casa , me chama pra dentro para comermos , eu levanto cansado , entro dentro da casa , sento a mesa , faço o prato de comida , coloco suco no copo , ele olhando o copo diz :
— hã hã ! Sua bebida não será suco , será o mijo do seu macho !
Ele levanta da mesa nú , pega um copo vazio e mija dentro:
Xiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Chacoalha o pau pra sair às últimas gotas, e me entrega o copo , eu bebo aos poucos junto com a comida, ele sorri faz um carinho na minha mão e termina de comer .
Mais tarde depois de comermos e arrumar tudo que sujamos , entramos no banheiro , tomamos um banho juntos , nos arrumamos e esperamos até que minha irmã volte .
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