Gozei dentro da minha prima numa viagem Pt2
Ao chegar na casa dos parentes já de madrugada, todos foram dormir, mas minha prima não estava com sono.
Ouvi ela se levantando do colchão e passos descalços vindo na minha direção. Estava totalmente escuro e silencioso, apenas com alguns latidos distantes de cachorros da vizinhança.
“Tá acordado, Vini?” Ela perguntou me cutucando.
— Sim, o que você quer? — perguntei, mesmo já sabendo o que ela queria. Pensar nisso já fez meu pau começar a endurecer.
“Deita comigo, não parece estar confortável aí”
Peguei meu celular e liguei a tela para iluminar. Ela estava vestindo um pijama azul, com um shortinhos minúsculo. Olhei pro rosto dela e ela sorriu, mas não o tipo de sorriso que você dá normalmente ao dar um bom dia ou quando recebe um presente. Era um sorriso malicioso.
Me levantei e fui com ela até o colchão, evitando fazer barulho. Nos deitamos, nos cobrimos e ela me abraçou, ficamos ali parados por um tempo, e achei que ela só estava carente e que nada ia acontecer, até que senti uma respiração quente se aproximando do meu ouvido e ela sussurrou:
“Eu quero que você faça em mim também?”
— O que? — Perguntei, me inclinando para perto do rosto dela. A respiração dela estava começando a ficar ofegante.
— Você sabe, eu te chupei, só quero que você faça o mesmo comigo, sabe… lá embaixo.
Pensar na situação fez meu pau virar pedra. Mas ainda estava sentindo um peso na consciência, eu já estava com 23 anos, ela ainda tinha 14, quem tinha ensinado isso pra ela? Ela não era mais virgem, e não fui eu quem fiz isso, nossas “brincadeiras” sempre foram leves.
— Giovanna, quem tá fazendo essas coisas com você? Seu pai? Se for isso não tá…
Ela me interrompeu.
— Foi só uma vez, com um menino da escola, ele era mais velho, mas não precisa se preocupar. Por favor, eu quero muito, depois faço o que você quiser.
“O que você quiser”, essa frase me deixou maluco. Meus tios, meus primos iam sair no dia seguinte para ir até uma feira, e a ideia era que fôssemos juntos, mas logo comecei a pensar mil maneiras de inventar alguma desculpa para ficar sozinho com ela. Comecei a sonhar alto.
“Ei, responde logo”, ela falou, dando um soquinho na minha barriga.
Antes de continuar preciso contextualizar aonde estávamos e com quem estávamos. Era final de ano e estávamos na casa dos meus primos, e iríamos ficar ali até o ano novo. Além dos meus tios, eu e minha priminha, também havia meus primos e seus dois filhos, Isabella, um ano mais velha que Giovanna e João, já com seus dezessete. Eu e a Giovanna estávamos na sala, o quarto de visitas ficava em um corredor à direita, que levava e ao banheiro, e na esquerda, em frente ao nosso colchão, um corredor aonde ficava o quarto dos meus tios e dos meus primos.
— Tá bom, mas você vai fazer o que eu quiser depois, não adianta reclamar, e vê se coloca um travesseiro em cima da cabeça pra não fazer barulho.
Ouvi ela se movendo e sabia que ela estava seguindo minhas ordens, entrei debaixo das cobertas, subi as pernas dela e comecei a acariciar seus shorts.
— Você já tá toda molhada — sussurrei, enquanto passava meus dedos. Senti ela tremer um pouco e um gemido abafado.
Tirei os shorts dela deixando ela apenas de calcinha e coloquei ele por baixo, pra evitar molhar o colchão. E continuei a masturbar ela, lentamente.
“Tem certeza que você aguenta? Se você acabar gritando e alguém perceber eu vou me foder.”
Ouvi um “hum hum” e depois senti ela pegando na minha cabeça e arrastando pra calcinha dela. Comecei a lamber e a chupar, o gosto estava forte, mas eu estava com tanto tesão que nem me preocupei. Comecei a acelerar, e ela realmente estava conseguindo gemer baixo.
“Vou colocar sua calcinha de lado e enfiar meu dedo, ok?”
Ela não me respondeu, apenas tirou a mão da minha cabeça e senti suas pernas relaxarem. Puxei a calcinha dela de lado, e voltei a acariciar, percebi que dessa vez não tinha mais os pelinhos, talvez ela tenha se depilado durante o banho. “Ela fez isso só para mim” pensei, e comecei colocando meu dedo indicador bem devagar, que entrou com facilidade. Fiquei dedando a bucetinha dela, indo cada vez mais rápido, para ver como ela reagia, ela estava gemendo baixo, mas eu notei que quando ela tirava o travesseiro para respirar ela acabava soltando uns gemidinhos, mas nada que preenchia o ambiente, e depois enfiei o dedo médio, e fui testando ela até ter certeza de que ela realmente era uma menininha resistente.
Tirei os dedos de dentro dela e senti o quão pegajoso e molhado estava. Tirei o meu pau pra fora e melei ele um pouco com o suquinho da minha prima, ele latejou tanto que senti que ia gozar, mas enfiei os dedos de volta nela e falei baixo:
“Vou começar tá?”
Juntei bastante saliva nos lábios e comecei a lamber a bucetinha dela até achar o clítoris. Ele estava bem mais duro do que quando senti ele no carro, e cada vez que eu lambia, mais eu sentia minha boca ficando molhada. Enfiei os meus dedos o mais fundo que eu podia e comecei a sugar. Agora eu conseguia ouvir ela gemendo, e dava pra perceber que ela estava segurando o travesseiro o mais forte que conseguia no rosto, comecei a mover minha língua ao redor enquanto chupava, e quando decidi voltar a mover meus dedos e tirei sem querer, consegui sentir o quão molhada ela tava.
— Respira um pouco — Sussurei, tirando a boca da sua buceta e instantaneamente ouvi a respiração dela ofegante, como se tivesse corrido uma maratona. A respiração dela foi normalizando, e ouvi ela falando com a voz trêmula.
“C-continua”
Eu sabia que ela queria gozar, e eu sabia que ela ia fazer uma bagunça. Peguei o shorts que eu tinha colocado embaixo dela e percebi que já estava todo encharcado, então tirei minha camiseta e coloquei por baixo.
“Agora eu não vou parar, ok,”
Ela passou a mão na minha cabeça, me dando o sinal, e voltei a chupar ela. De cima pra baixo, de um lado pro outro, e quando senti ela escorrendo enfiei três dedos, e comecei a massagear ela por dentro. O quadril dela estava começando a se mover pra cima e para baixo, cada vez mais rápido, e então, quando comecei a sugar o clítoris dela ela começou a tremer e socou a minha cabeça e tentou empurrar, mas não parei. O as coxas dela começaram a apertar a minha cabeça e dava pra sentir os espasmos musculares, e quando eu vi que ela já estava no limite, eu tirei os dedos e fiquei de joelhos, subi a coberta e novamente peguei meu celular, para ver a cena.
Ela estava vazando e se contorcendo, e aos poucos ela foi ficando mais calma. Tirei o travesseiro do rosto dela para ver como ela estava e vi seus olhos abrindo e fechando freneticamente. Lambi o rosto dela e perguntei:
“Tá tudo bem?”
Ela ficou uns cinco segundos imóveis e moveu a cabeça pra baixo, mais cinco segundos, e depois pra cima. Cheguei a buceta dela novamente, ainda respingando, e enfiei meu pau dentro para lubrificar. Ela estremeceu um pouco, mas continuava imóvel, me deitei ao lado dela e puxei ela pra cima de mim. Ela parecia uma boneca, seu corpo estava leve, e ela não era pesada, posicionei as pernas dela, me certifiquei de estar completamente coberto e procurei a entrada com o pau.
“P-pra baixo”, ela sussurrou, sem forças, no meu ouvido. Meu pau estava tão molhado que quase entrou no cuzinho dela, mexi o quadril dela até entrar e comecei a me divertir. Ela continuava imóvel, com a respiração lenta, exausta, e continuei metendo até gozar, mas eu não conseguia parar, e ele não amolecia.
Continuei. Agora já dava pra ouvir bem alto o som da buceta dela fazendo um som molhado enquanto eu penetrava, mas não liguei, e quando estava prestes a gozar, ouvi uma porta abrindo. Permaneci imóvel, a luz do corredor ligou e vi que era a filha da minha prima. Ela parecia cansada, passou por nós e foi até o banheiro. Nesse momento meu pau amoleceu um pouco e saiu da bucetinha da minha priminha, e senti toda minha porra vazando dela.
Pensei em voltar pro sofá, mas daria muito trabalho tirar ela de cima de mim e voltar pro sofá, então permaneci ali, imóvel. Ela abriu a porta, apagou a luz, passou por nós novamente, apagou as luzes e ouvi a porta fechar.
Fiquei tão nervoso que não percebi que minha prima já estava roncando. Comecei a cutucar ela e a sussurar no ouvido dela, mas ela não se movia. Pensei em terminar ali, mas quando passei a mão na bundinha dela e apertei, meu pau subiu de novo. Pensei em colocar ela de lado, subir em cima dela e gozar na boca dela, mas além de eu ter que iluminar, ela poderia engasgar, então tirei ela de cima de mim com calma, vesti a calcinha dela, levantei e puxei as pernas dela pra perto e comecei a meter. Tentei enfiar, mas vi que já estava secando, então juntei saliva, cuspi na mão e melei meu pau, e enfiei, me inclinei pra frente e comecei a meter, mas eu já estava cansado. A buceta dela voltou a ficar molhada, então me deitei ao lado dela, virei ela de lado, encaixei meu pau na buceta dela e voltei a meter. Abracei ela, usando as mãos do braço de cima pra acariciar e apertar os peitinhos pequenos e macios dela, e a de baixo pra colocar meus dedos dentro da boquinha dela.
Eu não queria parar, sempre que eu sentia que estava prestes a gozar eu parava, esperava passar e continuava, eu já não tinha medo de ser pego, e já sabia que estava muito tarde e logo amanheceria. Por fim, gozei dentro, e rapidamente subi a calcinha dela e coloquei meus dedos no meio das pernas dela pra sentir minha porra escorrendo e se espalhar. Já deviam ser umas cinco da manhã, e já dava pra ver um pouco do ambiente, tirei a coberta e fiquei massageando a buceta dela até cansar, então subi os shorts dela, peguei minha camisa, que já estava relativamente seca e voltei pro sofá, ajeitei ela no colchão, que já estava completamente molhado, e cobri ela.
Voltei pro sofá, me ajeitei e fiquei olhando pro teto, imaginando o que mais eu poderia fazer se eu conseguisse ficar sozinho com ela hoje, e então adormeci.
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Comentários (7)
Aline: Nossa faz tempo que não vejo um conto tão gostoso como esse rs. T Linee198
Responder↴ • uid:e6iy4go28qaPaulo: Vamos conversar Aline
• uid:3eeyh531k0kGabyzinha: Amo conto assim, amo homens q são assim T Gabyrskk
Responder↴ • uid:7btejnns42Marcelo: Mais o T. Diothap
Responder↴ • uid:1d2xaiduhycxMarcelo: 11,9 pega uma branquinha e show te a pk dela e rosadinha e qualquer coisa elas ficam vermelhinhas
Responder↴ • uid:1d2xaiduhycxMarcelo: : 54 48 nossa lembra quando eu transava com um branquinha deixava ela toda vermelhinha
Responder↴ • uid:1d2xaiduhycxMarcelo: 50 50 que delicia de contos você é branquinha
Responder↴ • uid:1d2xaiduhycx