#Gay #Grupal #Teen

EU e PLÍNIO. O começo da amizade e das aventuras.

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Ramon

Sempre falo muito de meu amigo PLÍNIO. Vou relatar como nossa amizade surgiu e primeira aventura das muitas por ele patrocinadas.

Eu estudei em alguns colégios na infância e adolescência e foi num deles que conheci PLÍNIO tanto por estudarmos na mesma sala quanto por treinarmos basquete juntos. Daí para eu ir para a casa dele e até dormir lá não demorou, até porque era normal isso ocorrer. Eu e ele morávamos em bairros distantes.

Na escola PLÍNIO não chamava a atenção, aluno mediano e de bom comportamento; quando ele foi para a minha casa e andou com minha turma, idem. Mas na rua dele... os vizinhos já sabiam de algo mais. Lembro que na primeira vez que fui fazer (eu e outros do colégio) fomos fazer um trabalho na casa dele, algum menino (mais novo que a gente) soltou uma piada com ele; não ouvi direito, depois fui entender o motivo. Um dia, da equipe de cinco alunos, somente eu fui, então eu e PLÍNIO adiantamos o trabalho da escola e ficamos conversando. Justo nesse dia não tinha ninguém na casa dele e PLÍNIO mostrou a coleção de revistas pornográficas que tinha. Eu estava de pau duro delirando com aquelas fotos maravilhosas (e difíceis de ver quando não havia celular nem internet) quando PLÍNIO, do nada, mete a mão no meu pau e diz que “a gente poderia brincar um pouco de revista”. Tomei um susto e pensei em recusar no instinto, porém eu já tinha feito troca-troca e nada como uma safadeza naquela época. Já estávamos no quarto dele e PLÍNIO já foi baixando meu calção e pegando no meu pau já duro. Ele era direto. Ficou apenas de camisa e peguei no cacete dele, maior do que o meu. PLÍNIO caiu de boca e fez um boquete excelente, fiquei impressionado com o “profissionalismo” dele. Correu no banheiro, pegou um creme, passou no meu pau e ficou de quatro na cama pedindo rola. Não perdi tempo e fui metendo nele, seguindo as ordens dele. Comecei a foder aquele cu e só avisei quando estava gozando. PLÍNIO olhava para trás rindo, mostrando cara de tesão, mostrando que estava adorando levar pica no cu. “Que pau gostoso”, disse ele indo se limpar no banheiro. E assim começamos a trepar. Ele chegou a me comer umas poucas vezes, só que 99% das vezes eu é quem o enrabava. Ele era uma puta dando o cu. Claro que ele me pediu segredo e eu não contei a ninguém, só que mais gente já tinha comido aquele cu antes e daí vem uma resenha impressionante.

Claro que comecei a ir mais vezes na casa de PLÍNIO, às vezes até para dormir (e invariavelmente eu comia aquele rabo) e percebi que tinhas uns moleques que zombavam ou tiravam brincadeiras com PLÍNIO que não cabiam, pois a hierarquia da idade existia naquele tempo. Um cara mais novo tirar onda com um mais velho? Jamais. PLÍNIO me explicou: ele tinha dado para alguns meninos daqueles.

- Mas PLÍNIO, fosse dar a bunda a pirralha?, perguntei do alto da minha adolescência
- São gostozinhos, tarados, dá tesão ser enrabado por eles
- E essas brincadeiras que eles tiram?
- São apenas 2 ou 3 safados, o resto é tranquilo
- A quantos você já deu?
- A alguns
- Você é bicha, PLÍNIO?
- Não sei

A minha pergunta foi porque, apesar de tudo, a maioria do troca-troca não se considerava gay (e acho que a maioria não virou gay). Dar a bunda naquela idade era descobrimento. O assunto morreu, eu disse que ele prestasse a atenção nas escolhas e ponto final.

Uma vez fomos fazer um trabalho em equipe na casa de PLÍNIO, 6 pessoas, e ele me disse que eu levasse roupa para dormir lá e no outro dia ajudá-lo a levar o trabalho na escola (iríamos juntos). Ok. Eram umas 17h quando o trabalho ficou pronto, tomamos um lanche que a mãe dele tinha feito, conversamos um pouco e todos foram embora, à exceção de PLÍNIO e eu. Arrumamos a bagunça e ele já propõe:
- Que tal umazinha daqui a pouco?
- Pode ser, a que horas o pessoal daqui chega?
- Hoje vai chegar perto das 22h, têm um compromisso, tá tranquilo
- Então tá certo
- Faz o seguinte: vou na padaria comprar o pão e você vai tomando banho, para adiantar

Achei estranho porque meu banho não demoraria tanto, porém cumpri o acordo. Achei mais estranho quando PLÍNIO chegou rindo dizendo que tinha ficado doido.

- O que foi, PLÍNIO?
- Não se preocupe, vai ser bom, vou tomar banho logo

Mal saiu do banho, eu já cobrei de PLÍNIO o motivo do riso dele e ele me explicou:

- Garanto o sigilo, os meninos são os do bem, começou ele
- Que meninos, PLÍNIO?
- Fui na padaria e encontrei com PEDRINHO e ARTUR e, não resisti, chamei os dois para virem aqui em casa às 19h
- Porra, PLÍNIO, a gente não ia “fazer aquilo”? (não lembro a expressão exata que a gente usava para falar de trepar entre a gente)
- E vamos fazer!
- Já são 19h daqui a pouco, não vai dar tempo
- Vai ser com eles, RAMON
- O quê? Que conversa é essa?
- A gente vai “brincar” com PEDRINHO e ARTUR
- PLÍNIO, eu nem conheço, nem quero conhecer esses meninos
- Você vai gostar, acredite
- PLÍNIO, vou comer um pirralha?
- Você não vai comer ninguém, só depois se quiser. Nós dois seremos as “sereias” para eles
- Você está dizendo que você prometeu meu rabo a eles?
- Calma, vai tudo dar certo

Pensei em ir embora, fiquei nervoso, zangado, mas o convencimento de PLÍNIO sempre foi um talento nato e ele me disse que eu teria a chance de ser comido por pivetes sem ninguém saber. Relaxei no que pude e só voltei a ficar nervoso de novo quando os dois chegaram. Nem pareciam que vieram comer o cu de dois meninos mais velhos, quem passasse na rua diria que estavam entrando para jogar bola de gude ou vídeo game. PEDRINHO e ARTUR entraram também mostrando certa apreensão por conta da minha presença, foi necessário que PLÍNIO intercedesse, apresentasse todo mundo, fizesse um mini discurso do tipo “isso aqui é diversão, saiu daqui, acabou, esquece tudo” e mais umas brincadeiras com a situação e fomos os quatro para o quarto. Montamos um jogo de salão na sala como estivéssemos jogando se alguém chegasse. No quarto, sem perda de tempo, PLÍNIO foi elogiando os meninos e tirando o calção de um (PEDRINHO) e ARTUR já fez a parte dele. Os meninos ficaram de camiseta apenas. Os cacetes até de bom tamanho, eles riam envergonhados mas a dureza da bilola mostrava a vontade de trepar. “RAMON, faça o que eu faço”, mandou PLÍNIO, e começamos a agir em dupla. Pegamos um pouco no pau deles (eu com ARTUR, PLÍNIO com PEDRINHO), alisamos e demos uma chupada. Nesse momento qualquer dúvida vai embora e a putaria entra na sua mente. Até PEDRINHO e ARTUR entraram na onda, viraram machinhos alfas. Ficamos de quatro em almofadas grandes, abrimos as pernas e PEDRINHO e ARTUR vieram nos comer. ARTUR meteu com cuidado e começou o vai e vem rápido. Uma delícia. O barulho deles nas nossas bundas dava mais tesão, eu estava curtindo.

- Tá gostoso, RAMON?, perguntou PLÍNIO
- Tá
- Eu não disse? Os meninos são feras

Eu estava curtindo, meu pau duraço, quando ARTUR goza e fica dentro de mim, falando coisas como “eita gozada, que cu gostoso, viado do rabo quente”. “Moleque, me respeite”, falei para ARTUR rindo. “Gostou ou não gostou do meu pau”, perguntou. “Safado”, limitei-me a dizer. Todo mundo se limpou, PLÍNIO exigiu que os meninos se lavassem também, e fomos para a sala, jogar o jogo montado, que era apenas para dar tempo para a segunda rodada. Tinha suco na geladeira e tomamos.

Partimos para quase que uma repetição, apenas que desta vez eu com PEDRINHO e PLÍNIO com ARTUR. A diferença foi que demoramos mais nas preliminares, somente isso. O pau de PEDRINHO era maior do que o de ARTUR, nada substancial, e ele já tinha pentelhos. O resto foi igual, apenas que achei PEDRINHO mais safado, mais manhoso, enfiava e tirava o pau e enfiava de novo, era mais cadenciado no meter e já falava putaria enquanto me comia. “Um cu desse eu comia todo dia, três vezes por dia”, dizia ele todo macho alfa. Gozaram de novo e dessa vez eles foram nos ver nos masturbarmos reciprocamente até gozarmos (eu e PLÍNIO). Gozamos litros, melando um ao outro. PEDRINHO e ARTUR riram e comentaram sobre isso. Enquanto eu e PLÍNIO nos lavávamos, ele me disse que ia ficar com ARTUR um pouco no quarto, pois PEDRINHO sabia “se despedir”. “O que é se despedir?”, perguntei. “Você vai descobrir e só aceite”, disse PLÍNIO.

Todos arrumados, PLÍNIO diz que eu e PEDRINHO deveríamos ir arrumar a sala, enquanto ele e ARTUR iam arrumar o quarto. Não havia muita bagunça, era mais evitar deixar algum rastro. O jogo, inclusive, ia ficar na sala para mostrar que estávamos jogando. Mas fui para sala com PEDRINHO, chegando lá, PEDRINHO olha para o quarto e diz “tchau, RAMON, foi bom demais, vamos nos ver de novo, aparece”. Eu respondi com um “claro, vamos marcar”, mas fui puxado por PEDRINHO que foi me dando um beijo de língua na boca. Um leve susto e aceitei, dando um beijo e tanto. “Só não chupei sua rola grossa porque ARTUR estava ligado”, falou PEDRINHO. Me deu mais uns dois beijos “de cinema” e quando ouvimos PLÍNIO falar, nos afastamos. Pela vermelhidão na cara de ARTUR, ele tinha beijado PLÍNIO, mas era “segredo” isso.

Os meninos foram embora e PLÍNIO zombou comigo, dizendo que eu tinha adorado a brincadeira e não a queria.

- E essa dos beijos no final?
- PEDRINHO é safado, ele beija e chupa rola, mas não dá a bunda. Só que na frente de ARTUR ele não faz isso, explicou PLÍNIO
- E você me deu essa despedida?
- Sim, se tivesse tempo, ele ainda ia botar seu pau na boca na saída. É um taradinho mesmo
- E ARTUR ficou no quarto por conta disso?
- Foi, só que... terminamos nos beijando e muito!
- Eu notei, seu escroto. Eu notei
- A iniciativa partiu dele, não minha, acredita?

Nessa noite, eu e PLÍNIO fizemos um troca-troca bem tarde da noite. Pela primeira vez, nos beijamos, e, talvez a única vez, PLÍNIO me comeu agindo como um macho, bem diferente. Dia maravilhoso.

PEDRINHO e ARTUR: acho que eles nos comeram umas 4 vezes depois desse dia, com uma diferença: PLÍNIO convenceu os dois a nos beijarem e a gente trepava e se beijava na frente de todos. Os dois avançaram para nos chupar e a gente gozar na boca deles. ARTUR cuspia tudo, ficava rindo com nojo. PEDRINHO, o tarado, bebia tudo. Nunca falaram em dar a bunda e nos comeram com muita vontade.

O ano acabou, eu e PLÍNIO ficamos em salas diferentes no ano seguinte e as minhas idas para a casa dele reduziram muito, achei até melhor. Se bem que eu não sabia ainda que essa foi a primeira aventura de muitas que meu amigo PLÍNIO vem arranjando para mim.

Tenho contato com PLÍNIO até hoje, é meu amigo, mas só trepamos muito raramente. Depois conto uma recente e deliciosa trepada da gente.

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Comentários (2)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Lagartixa: Delicia. Esses moleques são tarados mesmo

    Responder↴ • uid:3vi2jybxxi9
  • Mato Grosso 7: Adorei ficou muito bom conta mais

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y