Diário de um cativo 5
🔞🔞🔞 Uma história de pura dominação, se não aguenta não leia, mas se ler goze, curta e comente! Leia do começo! 🔞🔞🔞
Ele deitou sobre meu corpo com seus cotovelos um em cada lado do meu rosto e meteu tanto e tão forte com meu bumbum pro alto que quando ele gozou dentro de mim chegava a espirrar pra fora. Mesmo já tendo gozado ainda ficou em cima de mim e eu podia sentir seu pau martelando forte em minhas entranhas. Até que ele caiu pro lado me levando junto ainda engatado.
•••
O quarto girava, meu corpo estava envolto numa nuvem de dor e desesperança. Eu só tentava achar um motivo pra continuar vivendo assim, ou porque eu não morri junto com meus pais, mas não achava uma resposta.
Meu corpo começou a ser sacudido e então percebi que ele voltou a se mover novamente. Eram movimentos de baixo pra cima lentos, fortes e fundos que doíam bem lá dentro, com uma mão cravada na minha cintura e a outra nos meus cabelos ele me mantinha bem colado ao seu corpo suado.
Um tempo depois ele se virou de barriga pra cima me deixando sobre ela com suas mãos segurando bem no meu baixo ventre e quando ele metia era possível ver e sentir seu monstro serpenteando em meu interior. Ele apertava e isso fazia doer mais, o incentivando a ir cada vez mais rápido e mais fundo.
- Porra, cadela, eu não sei se tô te fodendo ou batendo uma punheta no seu cu e isso é bom pra caralho!
Ele delirava de prazer enquanto eu agonizava entre urros e gemidos de dor, depois de um tempo ele gozou novamente de uma forma bestial apertando minha barriga segurando seu membro que me destruía. Senti cada jato explodir dentro de mim e logo fui posto de lado na cama.
- Desça, minha cadelinha! Quero ver você andando com o cu todo estourado e vazando minha porra misturada com seu sangue.
Aí percebi que meus braços já estavam soltos, mas as mãos permaneciam enfaixadas. Sem forças me arrisquei a descer da cama colocando as mãos há muito dormentes no chão e depois um joelho de cada vez.
- Vá até a porta devagar e volte.
Fiz o que ele mandou.
- Agora encoste esse focinho no chão e suspenda bem esse cu frouxo pro seu dono.
Outra vez obedeci. Ele esfregava a mão bem rápido na minha entrada judiada fazendo arder, devia estar cortada de novo.
- Você nasceu pra essa vida! Um erro você ter nascido assim, mas ainda bem que eu estou aqui pra consertar isso. Agora abaixe esse rabo e cague minha porra.
Sem me importar fiz como ele mandou, descia em bolos aquela gosma branca grudenta fazendo um barulho vergonhoso. Não satisfeito quando parou de descer ele enfiava 4 dedos dentro de mim, mexia forte como se estivesse chamando algo dentro de mim e me dava pra lamber.
Depois de repetir isso várias vezes ele me mandou lamber o que estava no chão. E prontamente eu obedeci. A cada lambida uma parte da gosma vinha na minha língua enquanto a outra tornava a cair e sem parar até deixar o chão limpo levei toda aquela mistura de porra e sangue pro meu estômago. Caido no chão em exaustão pedi a única coisa que vinha em minha cabeça.
- Água... por misericórdia... água... senhor...
Sem pressa alguma ele pegou o cocho que tinha escrito água e começou a urinar dentro, meus olhos se arregalaram. Não era possível que eu seria obrigado a beber sua urina, o que ele tinha me tornado que nem um pouco de água eu tinha mais direito.
- Água fresquinha pra minha cadelinha, beba até o último gole ou você vai se arrepender por fazer gulodice.
O cocho foi empurrado por seu pé até próximo do meu rosto, com muito esforço fiquei de quatro novamente e encostei minha língua naquele líquido amarelo, ácido e quente. O barulho das linguadas logo preencheram o quarto, depois de um tempo lambi o fundo seco do cocho e percebi que mais uma vez minha degradação estava sendo filmada.
- Suba na cama!
Ele falou já alisando seu cacete com uma mão enquanto a outra apertava suas bolas. Num ato de loucura eu neguei com a cabeça, meu interior ainda reclamava da invasão recente.
- Suba na cama, agora!
Sua voz saiu tão assustadora que quando vi já estava tentando subir na cama, o que consegui com muito esforço sob seu olhar de ira.
Sem aviso fui invadido até o fundo e como castigo ele saia até deixar só o cogumelo e entrava forte até o fundo repetindo o movimentobem rápido, e quando sua pelve encontrava meu bumbum fazia uma barulho alto de palmada.
A dor era cortante e aquele tanto de urina balançando em meu estômago não ajudava nada. Depois de um tempo as estocadas passaram a ser fundas e curtas, mas muito rápidas, até que sem aviso ele saiu assim como entrou, de uma só vez e muito rápido.
Não sei como eu consegui mas me desvencilhei de suas fortes mãos e cai de lado na cama, foi a maior dor que já senti até aqui. Meu corpo tremia enquanto ele ria e filmava.
- Volte pro seu lugar, cadela! Eu ainda não acabei com você.
Meu corpo parecia uma gelatina, não respondia nenhum comando, meus olhos reviravam quase me levando a inconsciência. Até que senti um cheiro horrível perto do meu nariz e fui jogado de volta a minha realidade cruel.
- Agora que seu veterinário me deu isso, você só apaga se eu quiser.
Até o direito a inconsciência ele tirou de mim, então reunindo o pouco de força que nem sabia que tinha ainda voltei a posição, estava eu novamente de quatro na beirada da cama com meu malfeitor atrás de mim pronto pra dilacerar minhas vísceras.
Sem perder tempo ele já estava enterrado em mim com uma mão cravada tão forte em meu quadril que suas unhas me feriam e a outra segurando a coleira. Os movimentos eram os mesmos rápidos, fortes e muito fundo. A dor era profunda e fina como uma navalha, minhas mãos doíam muito pela forma desconfortável que foram imobilizadas.
Meus joelhos pareciam ter pregos cravados neles, meu próprio peso, o balançar incessante e a posição infame pioravam tudo. Eu tentava pensar em outras dores para esquecer que meu interior estava sendo destroçado, quando mais uma vez ele sai feroz e completamente de mim.
Eu ia cair novamente na cama, mas com uma agilidade de quem está acostumado com o trabalho braçal fui mantido no lugar pela sua mão forte em meu quadril e pela coleira que mais uma vez cumpria seu papel me estrangulando. Com a mão que estava no meu quadril ele pegou o celular e afrouxou um pouco o aperto da coleira voltando a filmar com muita animação e comemorando o que eu só viria a entender depois.
- Eu sou foda mesmo, fiz de você uma cadela completa. Arrombei seu cu igual cachorro faz quando desengata fora da hora.
Ele tentava entrar de novo, mas parecia que algo impedia e isso doía muito, eu gritava e suplicava pra parar e sua risada alta era a minha resposta. O registro continuava, ele me controlava na coleira e forçava até que entrou e começou tudo outra vez.
Dessa vez era mais feroz e foi mais rápido, logo meu grito se misturou ao seu êxtase, eu cai sobre a cama e antes de apagar senti seu gozo quente sobre minha pele.
Não sei quanto tempo depois eu fui acordado por aquele cheiro repulsivo novamente, ele me olhava com orgulho, não de mim claro, mas do que ele fez de mim ao que ele me reduziu.
Eu estava na mesma posição com o corpo sujo e pegajoso de seu gozo, a dor em meu interior era insuportável. Eu acho que nem conseguiria me mexer. Mas ouvi seu comando e ao abrir mais os olhos pude ver o destruidor pendurado na cabeceira da cama.
- Desça que eu vou te alimentar de novo.
Ouvi isso me quebrou ainda mais, mas neste momento enfrentar o destruidor seria meu fim. Isso não seria de todo mal, afinal acabaria com meu suplício, mas como um bom covarde juntei o trapo de força que restava desci da cama e me coloquei de quatro entre suas pernas.
Na sua mão tinha um sachê que nem bem foi aberto completamente já exalava um cheiro horrível. Com uma colher ele pegou uma porção razoável daquilo e colocou sobre seu cogumelo ainda duro.
- Coma! E se vomitar já sabe o que te espera.
Sentindo o vômito na garganta abocanhei seu cogumelo trazendo aquilo pra minha boca. Quando eu ia engolir direto sua voz soou como trovão.
- Mastigue e me mostre.
Aquele pedaço não sei de quê embolava na minha boca enquanto eu tinha ânsias de vômito diante de seus olhos examinadores. Depois de um tempo abri a boca, ele olhou e me mandou engolir, mais outra porção já me aguardava e por um milagre consegui comer aquilo tudo sempre mostrandoquetinha mastigado bem.
Ele passava o pau dentro do sachê dizendo que eu não podia desperdiçar a gentileza do meu veterinário e me fazia chupar.
- Agora mame até receber sua sobremesa e aproveite que hoje eu tô generoso.
Eu não tinha nenhuma energia pra fazer isso nesse momento, meu estômago ainda lutava pra manter aquela comida de cachorro dentro de mim e sem perceber comecei a chorar descontroladamente. Eu queria morrer, ansiava pela morte como um doente terminal há muito desenganado, mas não tinha coragem de ir de encontro a ela.
Acordei no outro dia na minha cama, limpo e sozinho. Meu coração disparou ao lembrar das obrigações que não cumpri hoje. Com muito esforço me virei e vi um bilhete na mesa de estudo.
"Não saia do quarto até eu mandar. Deixei seu café da manhã pronto, não desperdice.
Seu dono."
Fui no banheiro me arrastando minhas pernas quase não me obedeciam. Tomei um banho apesar de já estar limpo, meu cuzinho tava muito inchado e todo partido o que fez arder muito quando lavei, meu pescoço também estava bem roxo e ferido, minhas pernas tremiam pelo esforço. Escovei os dentes, passei bastante pomada em meu bumbum e pescoço e voltei pro quarto.
Quando dei por mim nos pés da minha cama um cocho estava cheio de comida para cachorro, aquelas bolinhas marrons nojentas e sobre elas a sua gosma branca e visguenta. No outro cocho nem precisei olhar uma segunda vez para saber que era seu xixi ali.
Meu estômago embrulhou outra vez, pensei em jogar na privada e dar descarga. Mas e se entupisse? E se ele tivesse colocado uma câmera aqui no quarto sem eu saber? Se isso fosse um teste?
Eu ia enlouquecer com tantas perguntas sem respostas, então me coloquei de quatro e revesava entre a ração e seu xixi até que não sobrou mais nada, quando ia me levantar ouvi sua voz grave e cheia de orgulho.
- Minha cadelinha comeu tudo que o dono deixou, muito bem.
Assustado e envergonhado assenti com a cabeça. Ele sentou e pela primeira vez deu dois tapinhas em seu colo me convidando pra sentar. Devagar engatinhei até ele e subi no seu colo como ele me guiou, colocando uma perna em cada lado do seu corpo.
Sua boca agarrou meu mamilo esquerdo e sugava com força, como se realmente fosse sair algo dali, enquanto a outra massageava o direito com força, mas sem machucar. Um tempo depois ele inverteu as posições e no meu cuzinho seu dedo escorregava com calma pra dentro e pra fora, por causa da pomada, como se isso fosse a coisa mais comum.
- Ainda não tem leite.
Sua voz era calma com uma ponta de decepção.
- Tá cedo ainda, senhor.
Respondi num fio de voz, com medo de espantar aquela calma e aquela sensação estranha e gostosa que eu tava sentindo com seus toques.
Ele voltou a mamar em meus peitinhos e agora eram dois dedos seus bem fundo dentro de mim, sem perceber comecei a rebolar em seu dedos que se moviam com agilidade dentro de mim. Senti algo sair do meu pintinho, meu corpo estremeceu e eu gemir vergonhosamente apertando seus dedos dentro de mim. Imediatamente meu corpo foi jogado no chão quando num ímpeto ele se levantou.
- Você gozou sua cadela? Quem te deu permissão, vadia?
Com medo recuei até bater minhas costas na parede negando com a cabeça fervorosamente.
- Senhor... eu nem sei fazer isso... foi um engano...
- Engano? E essa água suja que saiu dessa carne morta é o quê? Nem pra gozar você presta, sua cadela inútil. Vou te mostrar como é porra de macho.
Ele me pegou pelos cabelos e invadiu minha garganta com uma fúria inédita, rápido e violento até que gozou em meu rosto todo, depois me levou pro banheiro me mostrando meu estado deplorável.
- Isso... é porra de macho! Isso... é virilidade! Se algum dia você sentir isso novamente me avise imediatamente e se você se tocar quando eu não estiver aqui eu vou saber e você vai se arrepender. Entendeu, vagabunda?
- Sim, senhor!
- É dono, cadela! Animal como você tem dono!
- Entendi, meu dono.
Ele falava segurando meus cabelos e dando socos em minhas costelas enquanto me olhava pelo espelho e eu só chorava e pedia perdão.
- Me perdoa, meu dono! Eu não sabia o que estava acontecendo, isso nunca aconteceu comigo. Eu nunca sequer beijei ninguém. Você foi meu primeiro em tudo.
Eu já estava desesperado, e machucado demais por dentro e por fora pra apanhar de novo quando ele parou, me encarou por um tempo e voltou a falar.
- E não haverá outro dono na sua vida além de mim, nunca! Eu criei você! Você é minha cadela, entendeu?
- Sim, só o senhor é meu dono, meu criador.
Na situação que eu estava falaria qualquer coisa pra me livrar de uma surra. Senti um solavanco e seu monstro teso já estava alojado em mim. Quando ele começou a se movimentar rápido e fundo não suportei, agarrei as bordas da pia e com um grito abafado me urinei.
- Isso, mije mesmo, é só pra isso que essa pelanca inútil serve. E se algum dia ele endurecer eu corto.
Ele me segurava como um brinquedo suspenso pela cintura e pelo espelho eu via aquele enorme homem negro como a noite e bruto destruindo um frágil e pequeno menino branco como a neve. Ele continuou até que meu interior estivesse lavado por seu gozo de macho, superior a mim e por isso com total direito sobre mim.
Meu corpo mole foi depositado na sua cama e logo me vi preso sob aquele monte de músculos e pelos, ele gostava de deitar sobre mim como se isso reafirmasse seu domínio. E eu ja estava condicionado a cumprir suas ordens de tal forma que logo minha língua se emaranhava naqueles pelos suados. Enquanto isso ele falava com sua voz agora calma.
- Minha mãe sumiu com os meninos. Meu pai passou a madrugada procurando por eles até nos hospitais da cidade vizinha e não encontrou nada.
Meu corpo enrijeceu ao ouvir o que ele falou.
- Meu pai acha que ela tramou tudo para fugir e se isso é verdade... você ia fugir junto com ela.
A sua afirmação me deixou em alerta, principalmente porque sua voz permanecia calma. Então me esforcei para me livrar um pouco do seu peso e tentar me defender.
- Não tinha como seu irmão fingir uma convulsão tão forte daquele jeito, ela pode até ter aproveitado o momento depois, mas eu não sabia de nada, meu dono. Ela nem levava nada.
Minha voz estava trêmula, por medo de ser castigado no lugar dela ou coisa pior.
- Cedo ou tarde o velho vai encontrar eles. Mas você sabe o que mais aborreceu ele nisso tudo?
Só neguei com a cabeça.
- Não foi o fato dela ter fugido e levado os filhos dele, pois isso ele vai resolver, mas a forma como você olhou para ele. Seu olhar de julgamento reprovando o direito dele de ensinar a mulher dele o seu lugar isso sim encheu ele de raiva.
- Mas isso... isso é errado você não entende? - minha voz saiu tão baixa que achei que ele nem tinha ouvido.
- Quem não entende é você o seu lugar, nem homem você nunca foi, você não é nada, nao passa de uma coisa fraca e mole que se permite dominar e moldar se transformando em qualquer coisa sem valor assim como a cadela que eu te tranformei.
Seu corpo agora pairava sobre o meu, sua voz estava mais forte e seu olhar fuzilava o meu me deixando ansioso.
- Você nem me deixou explicar nada, ouviu o que as outras pessoas estavam falando e nem me deu o direito da dúvida. Você é meu primo e nem pensou em mim.
- Eu não sou nada além de seu dono, viado! E não tenho dúvida que qualquer um que olhasse para você saberia que você nunca foi homem, você não tem virilidade, e nenhuma conversar ia mudar o fato que você tem uma coisa inútil entre as pernas. Isso só prova que você nasceu pra isso, pra ser dominado, sodomizado e transformado na cadela que você é hoje.
- Só porque você é maior do que eu acha que tem direito de fazer o que faz?
- Não, eu faço o que faço com você porque eu sou homem, porque nunca ninguém jamais vai dominar sobre mim, ninguém jamais seja homem ou mulher vai interferir na minha vida porque eu sou um homem forte, nasci para dominar. Eu tenho o controle sobre tudo, principalmente sobre você. Hoje você é a minha cadelinha, mas na hora que eu quiser você vai rastejar e nem de 4 você vai ter o direito de andar mais.
Suas palavras me assustaram, pois mais uma vez na sua visão estava claro que eu era o culpado por todo o meu sofrimento. Que tudo o que eu estava sendo obrigado a viver era normal, pois foi escolha minha e não porque ele decidiu me sodomizar e subjugar.
- E se prepare porque quando eu contar ao meu pai no que eu te transformei a sua surra está garantida pela ousadia de reprovar o direito dele de fazer o que quiser com a mulher dele dentro de sua própria casa. Aliás, na verdade você vai apanhar de qualquer jeito, por isso mandei você ficar no quarto hoje pra ele achar que você estava na escola, pois eu não vou perder isso por nada.
- Mas você prometeu que não ia contar nada pro meu tio. - eu já estava choroso.
- Nunca te prometi nada, até porque eu faço o que eu quero, o que eu te disse foi que eu não te entregaria pra ele naquele dia e eu não entreguei porque você escolheu se submeter a mim. Mas agora as coisas mudaram, ele vai precisar saber até porque ele também vai precisar aliviar o saco em alguém na ausência da minha mãe já que ele está proibido de frequentar o prostíbulo da cidade e eu nãoqueromais esconder o que faço com você.
- Mas você disse que eu sou seu e que você é meu único dono, como assim agora você vai me entregar ao meu tio?
As lágrimas já desciam fartas por meu rosto, isso era demais pra mim, as coisas pioravam a cada dia e eu nãovia uma saída.
- Eu sou seu dono e ele vai saber respeitar isso. E como seu dono vou deixar ele usar você só por um tempo, mas só quando eu quiser e do jeito que eu quiser, porque você me pertence. Eu sou seu único dono e você é a minha cadela se ele quiser, ele arrume a dele.
Minha mente voava entre as perversões que meu tio ia fazer comigo e a surra que iria levar dele, também pensava na situação de minha tia enquanto chorava desolado. Sem dizer nada ele saiu, devia estar indo pra oficina.
Ainda chorei mais um tempo e derrotado fui tomar outro banho, escovei os dentes com muito creme dental pra tirar o gosto da ração e aproveitei pra beber muita água. Antes do habitual ele estava de volta e antes que eu pudesse me aproximar já tinha entrado no banheiro e demorou para sair, nesse meio tempo eu cochilei.
Acordei com suas mãos massageando meus peitinhos sensíveis, os movimentos eram circulares ao redor dos mamilos e vez ou outra ele os puxava.
- Essa é a massagem que você vai fazer todo dia, sempre que não estiver fazendo nada. O veterinário disse que ajuda a soltar o leite.
Ele tava com essa ideia fixa na cabeça e eu morrendo de medo porque sei que só grávidas tem leite e isso ia terminar dando ruim pra mim como sempre.
- Sim, dono!
- Agora sente aqui que tenho uma coisa para te mostrar. - falou apontando com o queixo para o meio de suas pernas.
Mesmo sabem que não iria gostar me esforcei para me arrastar até o local indicado conforme sua ordem. Minhas costelas doíam e meu estômago também, na verdade não havia nada em mim que não doesse.
Já encostado em seu peito com calma ele colocou suas pernas sobre as minhas me imobilizando como sempre gosta de fazer, tirou o celular do bolso, escolheu um vídeo na galeria e sem demora meus gritos e súplicas quebravam o silêncio do quarto. Na tela eu aparecia de quatro na beirada da cama tendo o tronco erguido pela coleira estranguladora enquanto ele fazia aquele movimento forte, rápido e profundo até que sai rapidamente de dentro de mim trazendo junto uma parte de meu intestino.
Inerte eu não podia acreditar no que estava vendo, meus gritos se misturavam a sua comemoração absurda enquanto ele enfiava seu pau no meu intestino exposto até que tudo estivesse de volta ao meu interior novamente.
E tudo se repetiu, mas dessa vez meu rosto estava afundado na cama e suas mãos fortes mantinham meu quadril na altura da sua virilha que batia rápido, forte e com movimentos curtos em meu bumbum e sem demora mais uma vez meu intestino estava exposto.
Meu corpo imobilizado sobre a cama tremia enquanto ele segurava meu intestino e gozava fartamente sobre ele e o meu corpo. Ele cuspiu várias vezes sobre ele, com sua mão grande e calejada espalhou o cuspe junto com o gozo e depois soltou empurrando tudo pra dentro com seus dedos.
Dava pra ouvir ele falar com orgulho que agora eu era uma cadela de verdade, que ele era foda por fazer comigo igual o cachorro faz quando desengata da cadela antes da hora. A satisfação e o orgulho pelo que me fizera eram nítidos não apenas em sua voz, mas no seu semblante também.
A essa altura eu nem tinha mais lágrimas pra chorar, apenas me mantive quieto até o vídeo acabar e ele colocar o celular sobre a mesinha.
- Esse vídeo ficou perfeito, eu sou perfeito nisso. Dá próxima vez vou filmar você andando pelo quarto com suas tripas pra fora.
Eu permancia calado, nem sei se estava respirando, tudo o que eu queria era sumir e ele já estava falando em próxima vez.
- Eu vou moldar seu corpo e sua mente até você se tornar a minha cadelinha perfeita.
Ouvia sua loucura enquanto tinha meus mamilos puxados como se estivessem sendo ordenhados. Um tempo depois ele me mandou tomar um banho rápido e assim eu fiz, aproveitei para conferir se estava limpo mesmo por dentro e estava.
Quando voltei pro quarto ele estava diferente, vestia apenas a sua calça jeans surrada e suja de graxa, mas ele estava mais sério, como se estivesse prestes a fazer algo muito importante.
- Vou te preparar e te levar para um passeio, cadela.
Sua voz estava cheia de autoridade e uma superioridade que ainda não tinha ouvido nesse nível. E assim ele fez, me imobilizou igual a noite passada, enquanto eu sentia meu sangue gelado correndo em minhas veias.
Com minha guia numa mão e o destruidor na outra saímos do quarto, eu o seguia sentindo a pressão da coleira por não conseguir acompanhar seus passos, meu corpo magro, marcado pela sua violência e domínio tremia, mas eu seguia de cabeça baixa como um cordeiro indo para o abate.
Descemos o primeiro lance de escadas, eu com muita dificuldade pensei até que ia quebrar meus pulsos ou cair, mas ele nem se importou, parecia um rei caminhando imponente rumo ao seu trono puxando seu animal de estimação. O próximo lance foi até pior pela dor que já atingia minhas mãos e joelhos, mas nada foi pior que chegar ao fim e me deparar com o olhar de depravação e lascívia do meu tio quando meu dono puxou minha coleira.
Continua...
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Comentários (5)
Leonardo: repugnante, ridiculo, absurdo.
Responder↴ • uid:1dvhgzyoucf2VC É DOIDO?: Nunca vi coisa tão absurda nesse site. Vou dropar. Boa sorte aí pro garoto e pra você também
Responder↴ • uid:phntdzn6t5uMlkao: Que tesao hahaha.... O Esdras se divertindo cada vez mais. Ansioso pelo 6....sinto que o "destruidor" vai trabalhar bastante neste capítulo.
Responder↴ • uid:1e8q9df08yf2Beto carreiro: Poderia ter sido melhor. Ele precisa de mais remedios para se tornar uma femea... O tio podia deixar a bucetinha dele gozar... coitado... e vestir ele como a tia.
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Mlkao: Que gozar nada... o prazer dele tem que ser servir o macho dele.
• uid:1e8q9df08yf2