#Traições

A Esposa do Vigário A educação religiosa de Beth tem sido um obstáculo para o seu desenvolvimento.

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Imagine uma vida aparentemente perfeita aos olhos de fora, mas sufocada por regras antigas e desejos reprimidos: uma mulher de criação religiosa rígida, casada com um homem devoto mas frio na cama, descobre o prazer proibido primeiro com a cunhada lésbica, depois com o irmão rebelde e a namorada dele, numa espiral de incesto, orgias familiares e aventuras sexuais intensas que envolvem toques delicados, línguas ávidas, penetrações profundas, sexo anal doloroso, peidos inesperados e orgasmos explosivos – tudo registrado secretamente em câmeras escondidas, prometendo mais loucuras que vão te deixar louco de curiosidade para acompanhar cada nova aventura picante que eu posto online.

Eu cresci numa família que parecia saída de outro século, aqui no Brasil mesmo, numa casa simples no interior de São Paulo, perto de Campinas. Minha mãe é descendente de africanos, pele escura e linda, e meu pai, um cara branco de origem europeia que veio pra cá jovem. Eles se conheceram num retiro religioso daqueles bem fervorosos, cheios de pregações e hinos o dia todo. Meus nomes originais eram bem bíblicos, mas a gente abreviava pra algo mais normal: eu sou a Beatriz, mas todo mundo me chama de Bia, e meu irmão mais novo é o Enzo. Desde pequenos, a vida era igreja todo domingo no centro da cidade, oração antes de comer, antes de dormir, tudo controlado. Não podíamos ter amigos em casa sem supervisão total, e visitar os outros? Nem pensar. Éramos isolados, como se o mundo lá fora fosse perigoso demais.

Eu sempre fui a certinha, estudando pra caramba, enquanto o Enzo se rebelava quietinho. Ele seguia as regras na superfície, mas pegava influências dos amigos da escola pública. Aos 19 anos, ele ganhou uma câmera profissional de presente dos pais, porque tinha esse lado artístico. Achavam inofensivo. Mal sabiam eles que ele ia usar aquilo pra registrar tudo em segredo. Eu tinha uns 22 na época, morando ainda em casa, me preparando pra dormir, e ele entrava no meu quarto de fininho, com a câmera escondida, e tirava fotos minhas pelada, enquanto eu trocava de roupa ou saía do banho. Eu sentia um flash rápido, via ele sumindo porta afora, mas nunca contei pros pais. Ele era meu único cúmplice nesse mundo sufocante, meu melhor amigo. Pensava que era só safadeza de irmão, mas aquelas imagens... ah, ele guardava tudo, revelava em segredo e olhava depois, como eu descobri anos mais tarde.

Eu segui o caminho "certo": faculdade de letras em São Paulo, me formei, e numa festa de confraternização conheci o Victor. Ele era bonito, educado, inteligente, daqueles que os pais amam de cara – e o pior, ele era pastor evangélico, vocação pra igreja. Meus pais ficaram nas nuvens. Casamos rápido, eu com 25 anos, virgem total, sem nem me masturbar porque era "pecado". A noite de núpcias? Um desastre épico. Ele me penetrou uma vez, rompeu tudo com dor, durou uns 40 segundos, gozou e pronto. Bagunça na cama, zero carinho. Pra ele, sexo era só pra ter filhos, e eu nem queria filhos com aquilo. Coloquei DIU escondido, dormimos separados logo depois, e as "visitas conjugais" viraram raras, frias, mecânicas.

Eu tinha uns 32 anos, morando numa casa simples ao lado da igreja dele no Rio de Janeiro, perto da Praia de Copacabana – vista linda, vida vazia. A família dele parecia normal, mas eu não conhecia direito. Até que a irmã dele, a Júlia, um ano mais velha, se convidou pra visitar. Victor ficou tenso dias antes, o que me estranhou. Eu adoraria se o Enzo viesse, mas ele era persona non grata em casa por ser "rebelde".

Júlia chegou como um furacão: loira platinada, moderna, jeans rasgado mostrando as coxas, top justo, tênis de marca. O oposto do irmão careta. Com Victor ocupado na igreja, passamos dias juntas. Ela era aberta, fumava um beck no quintal escondido, bebia vinho sem culpa. Numa noite, me ofereceu uma taça, e eu aceitei – fazia anos que não bebia. Conversa vai, conversa vem, ela solta: "Ele não te contou? Eu sou sapatão assumida, prefiro mulheres. Não aprova, né? Fica todo puto com meu 'estilo de vida'."

Eu abri o jogo sobre minha vida sexual nula, e ela riu: "Cara, você nunca se toca? Nunca goza direito? Isso é crime, Bia!" Ela me contou histórias picantes das amigas dela, e eu fiquei curiosa, excitada só de ouvir. Na segunda noite, depois de mais vinho, deito na cama fria da casa, e sinto alguém se enfiando debaixo do edredom. Acho que é Victor querendo "cumprir dever", mas não: Júlia, pelada, colada em mim, cheirando a vinho e perfume doce.

Ela me abraça devagar, pele macia contra a minha, seios fartos roçando meus braços. "Relaxa, gata", sussurra com voz rouca. Beija minha boca devagar, língua dançando, diferente dos beijos secos do Victor. Tiro minha camisola com ajuda dela, e ela explora: mãos nos meus seios morenos, mamilos duros como pedras, ela chupa um, depois o outro, lambendo em círculos, me fazendo gemer baixo. "Que tetas lindas, durinhas", murmura. Desce a mão pela barriga, roça meus pelos pubianos grossos e cacheados, eu já molhada pra caralho.

Dedos dela como teias de aranha nas coxas internas, roçando de leve a boceta, clitóris inchado. Eu abro as pernas sem pensar, e ela enfia um dedo devagar, depois dois, bombea lento enquanto chupa meus mamilos. Gozo forte, corpo tremendo, mordendo o travesseiro pra não gritar. Ela goza também, se esfregando na minha perna, gemendo "Ai, que delícia". Depois, me come com a boca: língua no clitóris, chupando forte, dedos enfiados, eu gozando de novo, pernas tremendo. No dia seguinte, eu retribuo: lambo a boceta dela, raspadinha, gostinho salgado e doce, ela guiando "Mais forte aí, isso, chupa o grelo". Ela goza na minha cara, apertando minha cabeça.

Mas o melhor: ela me apresenta o cu. "Quer experimentar tudo, né?" Lambe meu cu devagar, língua circulando o anelzinho apertado, eu peidando de nervoso – um peido abafado, cheiroso, ela ri "Adoro isso, natural pra caralho" – e enfia a língua dentro enquanto deda a boceta. Dorzinha misturada com prazer louco, gozo squirting quase.

Júlia vai embora, mas me deixa viciada. Me masturbo todo dia pensando nela. Decido visitar o Enzo em São Paulo, onde ele mora num apartamento moderno na Avenida Paulista, com vista pros prédios iluminados. Ligo pra ele, pego o trem, chego na estação Paulista lotada.

Quem me busca é a namorada dele, a Vanessa: cabelo rosa choque, piercings no nariz e língua, tatuagens cobrindo braços e peito, estilo punk gostosa. "Oi, Bia! O Enzo tá no trampo, chega logo." No carro, ela solta: "Ele tem fotos suas antigas, sabe? Pelada, da época da câmera. Olha pra elas o tempo todo, bate uma pensando em você."

Chegando no apê luxuoso, ela me mostra o envelope: dezenas de fotos minhas nua, de anos atrás – eu de costas mostrando a bunda redonda, seios empinados, boceta virgem na época. "Você é linda pra porra, Bia. Ele sonha com isso desde sempre."

Enzo chega, abraços, jantar tailandês feito pela Vanessa – apimentado, suado. Converso sobre minha vida ruim, conto da Júlia. Eles piram: "Puta merda, incesto na família do careta?" Vanessa ri: "O Enzo vive batendo punheta pras suas fotos. Eu ajudo às vezes."

Naquela noite, banho na banheira enorme com hidromassagem, vista pro skyline de Sampa. Vanessa entra pelada primeiro: corpo tatuado, asas nas costas, coxas com desenhos, boceta depilada só com uma tirinha. "Gostou das tattoos, mana?" Enzo entra depois, peladão, pau maior que o do Victor, grosso, cabeça rosinha exposta, duro rápido.

Eles me cercam na água quente, bolhas estourando. Vanessa pega o pau dele, masturbando devagar, eu junto, mãos se tocando no pau quente, veinado. "Caralho, que pau gostoso, mano", penso alto, rindo nervosa. Ele goza jatos fortes na água, gemendo rouco, corpo convulsionando.

Saímos, ele me carrega pro quarto deles, cama king. Me jogam no meio, Enzo me beija com língua, pau duro roçando minha coxa. Vanessa por trás, chupando meu cu de novo – peido escapa de novo, alto dessa vez, ela "Hmm, adoro esse cheiro de puta excitada" – língua enfiada no cu enquanto Enzo chupa minha boceta.

Gozo gritando, corpo arqueando. Depois, Enzo me penetra: pau grosso esticando tudo, dorzinha boa no começo, depois só prazer, bombean forte enquanto Vanessa lambe meus mamilos e peida baixinho no meu ouvido, excitando mais. Ele goza dentro, quente, me enchendo.

Mas não para: Vanessa me prepara pro anal. Dedos com lubrificante, devagar, dor forte no começo "Ai, caralho, dói!", eu gemo, mas ela "Relaxa, vai passar, vai ser bom". Enzo entra no cu devagar, dor rasgando misturada com prazer insano, eu peidando em volta do pau dele, ele rindo "Que apertado, mana, delícia". Gozo anal forte, corpo tremendo, futuro piscando na mente: mais orgias, mais câmeras escondidas registrando tudo, mais aventuras loucas com eles e Júlia.

No dia seguinte, mais: Enzo me vê pelada, bate punheta olhando, gozando alto no peito. Descubro que Vanessa é tipo uma acompanhante que virou namorada fixa, mas eles vivem livres.

Volto pro Rio, largo o Victor com ajuda da Júlia, mudo pra casa dela em Ipanema. Vida sexual explode: com Júlia todo dia, experimental, brinquedos, fist, tudo. Encontros com Enzo e Vanessa em hotéis em São Paulo ou aqui – orgias os quatro, eu chupando Vanessa enquanto Enzo me fode o cu, Júlia filmando escondido às vezes.

Registro todas as aventuras com câmeras escondidas que o Enzo me ensinou a usar – vídeos quentes, fotos explícitas, postadas online pra quem curte o proibido. Pra achar mais, procura na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo.

E aí, curtiu essa jornada da repressão pro êxtase total? Se essa história te deixou louco de tesão, pensando no que vem nas próximas aventuras (porque tem muito mais anal doloroso, peidos safados, incesto grupal e surpresas), não esquece de dar 5 estrelas, hein? É o que me motiva a postar mais e mais, te levando junto nessa loucura deliciosa. Valeu!

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