O Amigo Casado e Puto
Ele era casado, porém separou, passou um tempo e casou novamente.
Nunca fui, de conversar com ele, o máximo um bom dia quando nos cruzávamos por algum lugar onde morávamos.
Porém, tempos atrás, começamos nos aproximar, mesmo porque, frequentamos o mesmo boteco, e às vezes rola conversas aleatórias.
Nossas conversas progrediu ao ponto dele, às vezes (sobre o efeito do álcool) falar que não estava indo bem no relacionamento com a esposa.
Em boteco sempre ouço as pessoas, mas não dou pitaco.
Então com essas liberdades de conversas, ele acabou se aproximando de mim.
Chegou ao ponto da gente ir parar em outros botecos (sempre no carro dele).
Um dia estranhei... Ele conversando comigo, acabou escapando a mão na minha perna e permaneceu com mão parada na minha perna. Até aí, nada demais, apenas achei estranho, porém num determinado momento, ele meio que, além de passar a mão, dava uma leve apertada.
Comecei maldar a situação.
E isso se repetiu por várias vezes.
Um dia, nós vindo de um boteco, todos os dois, já meio alterados (e errados, ele estava dirigindo) ele puxou uns assuntos estranhos que me deixaram desconfortável no momento.
Ele: _ Juan, você tem amizade com o Cris* (*meu amigo gay, busque ler os contos).
Eu: _ Sim.
Ele: _ Você já comeu ele, né safado.
Eu: _ Rumm... Que conversa é essa? Ele é meu amigo, rapá.
Ele: _ A gente come é os amigos mesmo, pois o inimigo algum vai dar a bunda para o outro.
Como falei, aquele assunto me deixou desconfortável e pensei: Que ideia de conversa é essa? Deve ser o efeito do álcool, mas o álcool só reforça algo que você tem guardado. Será que Leon quer colher alguma informação?
Eu:_ Não, cara, nunca fiz nada com o Cris, ele é só meu amigo mesmo e não curto homem.
Mas pensando por um momento, e lembrando do Cris, das vezes que fiz ele gemer no meu pau, me deu uma ereção.
Não sei, mas Leon percebeu.
Até mesmo que parece ser automático, quando acontece essas coisas de ereção, a gente meio que deixa escapar.
Ah, Cris não tem nenhum tipo de amizade ou aproximação com Leon, pois vai fazer mais ou menos uns dois anos que Leon se aproximou.
Leon percebendo, se adiantou na conversa:_ Eu acho que você já comeu ele, você tem cara de ser safado. Já deve ter posto ele pra gemer bastante no teu cacete.
Eu pensando: que porra de assunto é esse? E essa ereção que veio agora.
Eu: _ Não, cara, nunca.
Leon: _ Mas você tem cara que se pintar um cuzinho de macho, não dispensa.
Eu tentei fazer uma zoação, mas que ele entendesse que era zoação, e que eu não teria coragem de comer um homem.
Eu:_ O que? Meto o pau mesmo, se vacilar, lambo até o cuzinho.
E sorrir. Mas não funcionou.
Leon:_ Não adianta tentar me tirar de tempo fingindo confessar, pois acho que tu faz isso mesmo. Agora de meter a língua no cuzinho, seria novidade.
Eu: Putz! Dei com os burros n'água.
Eu:_ Não, rapá, estou brincando, nunca fiquei com homem algum.
Mas Leon estava percebendo que meu pau estava duro. Arriscou a amizade. Pôs a mão em cima do meu pau.
Eu:_ Eh, rapá, tá doido, pondo a mão no pau de macho!
Lembrei das vezes que ele pôs a mão na minha perna e apertou.
Leon: _ Caralho, Juan! Teu pau tá duro demais. Eu não me enganei.
Só em falar do Cris, teu cacete cresceu.
E o puto, permaneceu com a mão.
Eu comigo: Esse puto não vai tirar a mão, não? Será que ele curte caras? Rum... Não é possível, isso é a porra do álcool.
E afastei a mão dele do meu pau.
Eu:_ Eh rapá! Saí pra lá. Tu é viado porra?
Leon:_ Viado não sou, não, mas com um pau duro assim, quem resiste.
Putz! Senti um calafrio e pensei: Porra, Leon deve curtir mesmo, pois o álcool só reforça o que está escondido.
Leon direcionando a mão novamente a mão no meu pau falou:_ Eh, porra, deixa eu só ver como é esse teu cacete.
Leon já foi parando no carro e buscando abrir minha bermuda.
Ali saquei que Leon, estava disposto a ver meu pau mesmo e como eu estava excitado e também álcool no juízo, abri a bermuda, puxei a cueca e pus o pau pra fora.
Leon arregalou os olhos e falou:_ Caralho, Juan, mas cacete que tu tem.
Eu já sacando o que Leon queria, dei o comando:_ Pode pegar.
Era tudo que ele queria mesmo, direcionou a mão e pegou com gosto. Tateou bem.
Leon:_ Poxa cara, tu é um cavalo, tua namorada deve enlouquecer em cima desse cacete. Deve arrebentar o cuzinho do Cris.
Nem liguei que ele falou do Cris, fiquei calado, apenas sentindo sua mão, que às vezes fazia pequenos gestos pra me punhetar.
Leon:_ Tira essa bermuda quero ver esse cacete mais livre.
Me ajeitei no banco e baixei bermuda e cueca, deixando-as acima dos pés.
Leon tateou com cuidado, tentando explorar o máximo.
Eu apenas respirava forte, sentindo suas mãos quentes tateando toda a extensão do meu pau.
Leon desceu uma das mãos nos "zovos" e a outra ficou no pau.
Leon:_ Cara, que pau atraente da porra!
E começou me punhetar.
Leon:_ Porra, isso deve arregaçar umas preguinhas de um cú que nunca viu pau.
Eu estava me deliciando, mas atento ao redor, pois temia que passasse alguém e conseguisse olhar para dentro do carro (tinha fumê, acho que uns 50%).
Leon me punhetando, acabei pegando na sua cabeça e direcionando para meu pau, o qual, Leon entendeu e baixou e caiu de boca.
Putz! Que boca macia, quente e úmida.
Leon começou mamar com vontade e profissionalismo. Eu às vezes sentia sua garganta, o que fazia ele engasgar.
Enquanto Leon me mamava, eu fazia um cafuné em sua cabeça é descia a mão na sua costa.
Leon parou um pouco, levantou a cabeça e direcionou no meu pescoço, cheirando e dando leves beijos.
O safado acabou me beijando, não gostei muito, pois beijar já considero um ato de grande intimidade, mas não me fiz de bico doce.
Leon:_ Tá doido pra meter esse cacete no meu cú, né safado.
Eu sorrindo:_ Rumm...
Leon:_ Mas hoje, não safado.
Leon acabou abrindo sua bermuda e pôs o pau pra fora.
Leon:_ Olha aí, como está o meu pau.
Não tive outra alternativa, tatiei seu pau, realmente estava duro, mas era menor que o meu.
Em retribuição, punhetei-o um pouco.
Leon deu uma gemida e desceu novamente para meu pau. Continuou mamando.
Fiquei meio que tentando punhetá-lo, mas a posição estava difícil, então fiquei só me deliciando com sua mamada.
Até que não consegui resistir e falei que ia gozar. Pensei que ele iria parar, para não ser esporrado na boca, mas não, ele continuou mamando e massageando meus zovos.
Eu avisei de novo:_ Eita, vou gozar.
Leon:_ Pode gozar, quero saber o gosto do teu leite de macho.
Não resisti, gozei em sua boca, dei umas duas jateadas de leite em sua boca, ele rapidamente engoliu tudo e continuou lambendo e mamando.
Eu: Caramba, o cara não desperdiçou nada, esse puto deve ser acostumado.
Fiquei exausto com aquela gozada, pois meu gozo foi forte e bastante.
Ele percebeu que meu pau amolecia, se recompôs, ligou o carro e saímos.
Leon:_ E aí, Juan, gostou de gozar na minha boca, né safado?
Eu:_ Sim.
Leon:_ Porra, você gozou feito um cavalo. Gostei de provar teu leite de macho.
Leon:_ Cara, mas isso fica em segredo, tá.
Eu:_ Rumm... Desencana, eu lá tenho cara de sair falando as coisas.
Leon:_ Humm... Então tá bom.
Leon:_ Cara, gostei de te mamar. Vamos marcar um dia pra gente ir num lugar mais reservado.
Eu:_ Tudo bem.
Leon:_ Então tá, quando der a gente marca.
Leon me deixou perto de casa e foi embora.
Passou alguns dias sem que eu o visse, até mesmo por conta de trabalhos e outros compromissos de ambos (nem mesmo contato por celular). Não me importei. Pois já expliquei em uns contos anteriores, curto mulheres, adoro uma bucetinha, mas se pintar um cara, que seja passivo e discreto, e se der em cima de mim, não tenho dúvidas que esse vai gemer no meu pau.
Depois de quase um mês, nos encontramos novamente.
Leon:_ Cara, aquela parada que rolou, tenho medo que alguém fique sabendo.
Eu:_ Cara, desencana com isso. Só se você sair falando, como tá falando agora.
Leon:_ É que você sabe, né, sou casado, tenho filhos e se isso vazar, minha vida tá destruída.
Eu:_ Desencana com isso. Se você não tivesse tocado no assunto, eu nem iria lembrar, pois eu estava "meio alto"* (*bêbado).
Acho que passei confiança pra ele, pois ele logo inverteu a conversa.
Leon:_ Você estava alto, mas acredito que se lembra de ter gozado na minha boca e se eu tivesse dado mole, acredito que você tinha me comido.
Eu:_ Lembro, mas eu sempre mando essas coisas pro sigilo.
Leon:_ Mas gostou que eu te mamei?
Eu:_ sim, gostei.
Leon:_ Se acontecesse de repetir, você topava novamente?
Eu:_ Com certeza.
Leon:_ Cara, aquela tua gozada foi intensa, cheguei em casa, bati uma punheta lembrando e ainda comi minha esposa, ela até se admirou com meu tesão, pois fazia um tempo que a gente não transava. Fodi ela pensando em ti.
Eu sorrindo:_ Epa, você comeu sua mulher pensando em mim, rumm.... Saí pra lá, me comer... Eu em.
Leon sorrindo:_ Não imaginei, ela sendo eu, e eu sendo você, mas realmente, também me imaginei comendo essa tua bundinha, pois eu acho ela bonita, e quem pagou foi minha esposa, castiguei a bucetinha dela, só não comi o cuzinho dela, pois ela nunca liberou, mas um dia vou tentar.
Eu:_ Eh, saí fora, me tire de suas fantasias. Se rola algo, eu sempre sou ativo.
Leon sorrindo:_ Que nada, com um bom papo, alguma brejas no juízo e uns excesso de carinho, qualquer um dá o cuzinho.
Eu:_ Rumm... Saí fora com essa conversa. Agora ficarei é esperto contigo.
Leon sorriu.
Nessa mesma noite, na volta pra casa, Leon me mamou novamente, só que estava com mais fome, além de mamar ele lambia meu pau, zovos e ainda chegou tocar algumas vezes a lingua na costurinha (períneo) entre os zovos e o meu cuzinho intocável, kkkkk... Sei que essas linguadas dão uma sensação boa, mas não gosto de facilitar, pois se isso virá rotina, acaba dando liberdade de um cara que está agindo como passivo, querer se "ativar", kkkkk...
E tenho experiência, escapei de um certo padre a muitos anos (busque os contos).
Leon tanto mamou como se punhetou. Enchi a boca dele com meu leite e novamente ele solveu tudo e gozou se punhetando.
Novamente uns dia sem vê-lo.
Até que nos encontramos novamente.
Leon:_ Cara tu é doido! Você virou meu viagra, naquele dia castiguei de novo a buceta da minha esposa. Em casa já está em clima de paz, a mulher tá abastecida de pau.
Eu:_ Mas me tirou da tua fantasia, né?
Leon sorriu:_ Tá doido, e como se você estivesse presente. Ontem pus ela de quatro, mas foi só na buceta mesmo, mas quando estava metendo, imaginei sendo você. Foi uma gozada do caramba. Enchi a buceta dela com bastante leite.
Eu:_ Eh, rapá, que viagem doida é essa?
Leon:_ Relaxa , Juan, é só fantasia, eu já entendi que você e ativo e sei que tá louco pra meter esse cacete no meu cú. Não sei se vou aguentar.
Eu desconfiando da vida pregressa dele, comecei indagar.
Eu:_ Leon, eu não sou o primeiro cara que você faz isso, né?
Leon:_ Cara, minha vida é meia doida. Eu gosto de mulher, mas às vezes me bate vontades de outras coisas, mas tenho muito medo de me complicar.
Eu:_ Eu te entendo.
Leon:_ Mas muito antes de eu casar a primeira vez, conheci um colega de faculdade, o cara era um jumento, vi uma vez ele no banheiro, fiquei fissurado naquela jeba. Fiz amizade com ele e um dia rolou, o cara arregaçou minha pregas, mas aguentei firme, gemi tanto com aquele cacete atolado até no talo no meu cú, como fiz ele também gemer feito cavalo. Ele encheu meu cú de leite.
Eu:_ Vixi, e você foi no pelo?
Leon:_ Sendo a primeira vez, meu cú que nunca tinha conhecido nem dedo, o colega com um cacete maravilhoso... Tá doido tive que sentir ao natural, saber como era, senti a gozada dentro.
Aquela conversa me fez ficar de pau duro.
Eu:_ Mas e depois, você ficaram juntos por um tempo?
Leon:_ Não, ele só me comeu duas vezes, até mesmo que ele começou namorar uma menina, e eu, minha primeira esposa. Mas depois teve outras aventuras, tive depois de casado, mas só umas três, uma foi com um cara afeminado, eu que comia o cú dele, a segunda foi com um cara também casado, ele comeu meu cú e eu comi o cuzinho dele também, o outro foi um boyzinho, até que ele era cacetudo, gemi algumas vezes no cacete daquele boyzinho, mas só comi ele uma vez, ele não gostava de dar o cú, mas assim mesmo fiz ele gemer bastante, ele gozou sem se punhetar.
Eu:_ Ah, então, esse cú tem quilometragem, né.
Leon sorriu:_ Mas tá com teias de aranha, você não vai acreditar, mas se eu te falar que depois de mais de 09 anos foi que vim provar um cacete novamente.
Eu:_ Você, quer dizer eu?
Leon:_ Sim, e esse tempo todo eu só no desejo.
Eu:_ Mas você não procura?
Leon:_ Procurar, até procuro, mas não tinha achado um cara que me passasse confiança, pois você sabe, sou casado.
Eu:_ E por que me escolheu?
Ai fui entender e fiquei surpreso.
Leon:_ Eu te conheço desde que você deveria ter, sei lá, uns 16 ou 17 anos, você tinha amizade com meu irmão, eu te achava um menino bonito, novinho, o cacete não devia ter muita quilometragem, estava pronto pra ser explorado. E quando falei da tua bundinha bonita, é que desde aquele época, quando eu te via, na hora que você virava as costas eu olhava pra tua bunda.
Eu:_ Eh, saí fora!
Leon:_ É sério. Mas nunca fantasiei comendo tua bunda, mas beijando ela, ah, isso sim.
Leon:_ Agora, fantasia você grudado na minha traseira, garanto que fantasiei.
Com aquelas informações, senti um certo alívio.
Eu:_ E por que não investiu?
Leon:_ Tá louco, 1 - você sendo amigo do meu irmão, 2 - nunca percebi que você poderia gostar transar com homem, 3 - Não tinha muito contato com você, pois te achava marrentinho e esnobe.
Eu sorrir:_ Eu esnobe? Você que sempre foi. Não dava um sorriso com ninguém, às vezes que te dei bom dia, notava que você respondia com uma má vontade da porra. kkkkk...
Leon sorrindo:_ Puta que pariu! Então eu te julguei e você me julgou, kkkkkk... Que porra!
Eu:_ Comigo a primeira impressão é a que fica. Uma vez, estava seu irmão e eu na casa da tua mãe, você chegou reclamando com seu irmão. Eu saí de fininho.
Leon:_ Poxa cara, não lembro disso.
Eu:_ Estranhei você fazer amizade agora, kkkkkk...
Leon:_ Tá porra, então se eu tivesse feito amizade, lá naquela época, Talvez nós tínhamos tido algo?
Eu:_ Sei lá.
Eu:_ Como você deduziu que eu poderia ter algo com homem?
Leon:_ Sempre desconfiei do Cris com você.
Já vi ele saindo do seu prédio. Deduzi que seria do teu apto.
Eu:_ Sim e é, mas isso não quer dizer nada, ele é meu amigo e já dormiu na minha casa uma porrada de vez, até minha namorada sabe disso.
Leon:_ Mas fala sério Juan, você come o Cris?
Eu sorri:_ Tá bom, cara, mas isso também é segredo. Sim, eu como ele.
Leon:_ Caramba, eu tenho faro pra essas coisas.
Leon:_ Ele é só passivo?
Eu:_ Rapá, comigo sempre, ele nunca tentou me comer e nunca falou das intimidades, eu também não pergunto, pois quando ele quer me dar o cuzinho, ele tá querendo me dar. E eu estou para meter o pau.
Leon:_ Eita porra, ele deve gemer muito no teu cacete, né.
Eu:_ Tem que gemer.
Leon:_ Caramba, agora estou imaginando a cena, você agarrado na traseira dele e ele gemendo feio louco.
Eu sorrir.
Leon:_ Eita Juan, com essa conversa, me deu vontade de sentir teu cacete no meu cú, vamos pra um motel?
Eu:_ Vamos. Só não te convido pra minha casa, pois minha namorada está na área e pode aparecer de repente.
Leon:_ Tranquilo.
Leon:_ Depois de anos quero sentir novamente um cacete no cú, nem lembro mais a sensação.
Eu sorrir.
Acertamos a conta e partimos para um motel, fizemos no check in e fomos para o quarto. Leon quis tomar um banho só (sei que fez a ducha). Quando ele saiu também fui tomar um banho. Lavei meu pau , mas também lavei meu furico, não que eu tivesse intenção de dar, mas não sei, nessa vida tudo pode acontecer, não sabia até que ponto nossa transar iria, ele já sabia que sou ativo, mas vai que mesmo ele sabendo que não iria me comer, quisesse fazer outras coisas e também não descartei a possibilidade de que, vai que ele conseguisse me encantar, hipnotizar, e eu acabasse cedendo e deixar ele me enrabar. Rum, kkkkk...
Voltei do banheiro já de pau duro, e ele estava deitado, e também de pau duro.
Leon pegando no pau:_ Juan, vou me esbaldar hoje. Hoje, sei que minha esposa não será fudida hoje, pois quero sair daqui sem energias.
E foi esticando o braço, me chamando.
Subi a cama e ele já veio me cheirando e me beijando, como falei, não sou muito de beijar, mas se tá no fogo, vamos nos queimar, kkkkk...
Leon:_ Juan, pode me dar ordens, me xinga, pode me faz comigo como você faria com uma puta ou mesmo com o Cris.
Ele me deitou e começou mamando meus mamilos.
Comecei gemer baixinho.
Ele desceu cheirando e beijando as costelas (tenho um probleminha, sinto cócegas nas costelas, mas quando estou excitado, não sinto cócega alguma). Ele chegou no umbigo e deu uma linguada (tenho muita sensibilidade no umbigo) me retorci todo e ele percebendo, castigou meu umbigo. Então ele desceu para o pau.
Leon:_ Porra! Agora que estou vendo direito esse cacete.
Leon:_ Me ordena Juan!
Eu:_ Vai seu puto, mama meu cacete bem gostoso!
Ele deu vários beijinhos no meu pau e abocanhou, começou com mamadas leves, mas logo alternava entre leves e rápidas.
Leon:_ Eita , Juan, que cacete gostoso.
Eu:_ Deixa de conversa, e mama esse cacete, porra!
Leon ficou mamando por um tempo, então desceu para os zovos e começou lember e por na boca, subia dando lambidas e descia novamente para os zovos. O safado desceu mais a língua e tocou a "costurinha"* (períneo) e ficou passando a língua.
Eu:_ Ai, ai seu puto do caralho!
Leon:_ Ah, você gosta!
Ele castigou a língua e acabou buscando meu furico passando a língua bem nervosa
Eu comigo: Grande FDP! Mas vou ficar na minha, pois ele tá me estudando.
Porém por ele deixou meu furico em paz.
Leon:_ Ai, Juan, não estou mais aguentando, quero esse cacete no meu cú. Nem sei se entra, pois pelo tempo, meu cú tá fechadimho. Mas você vai arrombar ele de novo.
Mamou mais um pouco, levantou, pegou lubrificante e voltou, lambuzou bastante meu pau e em seguida lambuzou o cú.
Eu comigo, será que quer ir no pelo? Não curto muito ir no pelo se não sei a vida da pessoa.
Eu:_ Vai no pelo mesmo?
Leon:_ Ai Juan, estou com saudade de uma boa jateada dentro do meu cú.
Eu:_ Ah, tá bom.
Leon:_ Me ordena.
Eu:_ Vai, senta no meu cacete, quero ver só os zovos do lado de fora.
Ele subiu e pegou no meu pau e pincelou o cú, fez isso um pouco e forçou a entrada. Realmente, o cuzinho estava sem costume de pau, pois mesmo com lubrificante, teve uma dificuldade de penetração., mas ele se mexeu um pouco, a cabeça entrou.
Leon:_ Ai caralho! Que cacete gostoso! Agora vou devorar esse cacete.
E foi deslizante, e ele gemendo.
Peguei no pau dele que estava trincado de duro.
Ele foi descendo e soltando gemidos, até que o cú dele engoliu por completo meu pau. Eu sentia ele contraindo e dando leves apertos. Ficou parado um pouco, senti o volume que agora estava todo dentro dele.
Eu tinha sacado que ele realmente curtia ser ordenado, então comecei ordenar sem ele pedir.
Eu:_ Quero ver o pau entrando e sumindo dentro desse cú gostoso!
E ele começou nos movimentos de sobe-desce.
Os gemidos eram de ambos.
Eu:_ Rebola no cacete puta safada!
E ele começou rebolar feito uma puta mesmo.
Ele estava destroçando meu pau, pois rebolava, subia e descia dando reboladas.
Senti que se ficasse nesse ritmo, eu iria gozar, pois ele rebolava gostoso e eu olhando meu pau sumindo do cuzinho dele, fazia meu pau pulsar.
Eu:_ Vamos mudar de posição, quero te arrombar na posição frango no espeto!
Ele se posicionou, levantou e abriu as pernas deixando no cú livre pra mim, entrei no meio das pernas.
Eu:_ Vou espetar o frango bem fundo!
E soquei o pau que deslizou gostoso pra dentro.
Leon soltou um grito com um gemido
Leon:_ Ai, ai, ai porra! Tu vai me arrombar mesmo, né safado?
Eu:_ Num era isso que tu queria seu puto, agora aguenta meu cacete no teu cú. Vou arrombar esse cú!
E castiguei nas estocadas que ouvia o barulho do pau entrando e saindo com velocidade
Leon:_ Puta que pariu! Vai Juan, castiga esse cú, machuca ele com esse teu cacete.
Fiquei bombeando aquele rabo maravilhoso, parava um pouco e logo voltava com as estocadas.
Leon gemia que urrava!
Castiguei aquele cú por um bom tempo, então avisei que iria gozar.
Leon:_ Vai, goza, enche essa puta de leite, estou com fome de leite no rabo, vai enche meu cú.
Dei uma gemida/urro e gozei, meu pau pulsou dentro do cú, e soltou o tão desejado leite no rabo dele.
Eu:_ Ai, num era isso que tu queria, então pega teu leite no rabo.
Leon também deu um urro e também gozou sem tocar no pau. Também soltou bastante leite. Fiquei impressionado com a quantidade.
Fiquei respirando ofegante. E tive que me deitar ao lado.
Nós dois com a respiração ofegante.
Leon:_ Porra, Juan, que gozada gostosa, estou sentindo meu cú cheio do teu leite, Tu botou pra me arrombar mesmo. Se eu fosse uma égua, nasceria uns dez cavalinhos.
Ele me fez ri, e também sorriu.
Eu:_ Você também gozou bastante, viu a quantidade de leite quente saiu do teu pau.
Leon:_ Porra! Gostei demais, mais ainda quero pau no meu rabo, quero meu cú todo arrombado.
Descansamos um pouco, Leon levantou e foi ao banheiro se limpar, ou seja, lavar o cuzinho para o "bis".
Quando ele voltou falou:_ Pronto, pau e cozinho limpinho para receber mais cacete.
Fiquei sem entender na hora por que ele falou que o pau tem estava limpo.
Também fui ao banheiro, pra dar uma mijada, mas aproveitei também dei uma lavada nas intimidades, kkkkk...
No "bis", ele falou:_ Juan vamos fazer um 69.
Eu:_ Eita porra! 69 é para ambos se chuparem.
Ai que lembrei do "pau limpo".
Ele ficou deitado e pediu pra eu ficar por cima. Na hora nem toquei no que estava por vir.
Ele já foi pegando meu pau e pondo na boca e já começou me mamar.
Eu encarei um pouco o pau dele, e pensei: Já estou no fogo.
E acabei abocanhando.
E o FDP:_ Eita Juan, que boquinha maravilhosa, vai chupa meu cacete, vai mama gostoso.
Eu comigo: Te cala porra! Eu já estou numa desvantagem.
Ficamos os no mesmo ritmo.
Não demorou ele passou a língua na costurinha, meio que acabei rebolando na cara do safado. Mas ele não falou nada. Só ficou na costurinha, zovos que tentava por na boca e e pau. Eu continuava na mesma.
O FDP, num movimento, linguou meu furico e voltou para os zovos.
Eu comigo: que FDP!
Mas uma hora, num movimento rápido, ele segurou minha bunda, abriu e tascou a língua .
Me retorci todo, quis sair da posição, mas ele segurou e atacou, o FDP me fez rebolar na cara dele enquanto linguava meu cú. Fez isso por um tempinho, até que consegui me liberar.
Eu:_ Tu é um grande puto! Faz mais isso não, porra!
Leon:_ Hum, eu sei que tu gostou. Até rebolou na minha cara.
Eu:_ Ah, porra! Se tu estava me segurando eu tinha mais era que tentar me livrar.
Leon:_ Mas teu cuzinho é gostoso demais. Se você fosse passivo, poxa, eu queria ter o prazer em arrombar ele.
Eu:_ Sai fora seu puto!
Leon:_ Pois agora eu é que quero língua no cú e depois de amaciado, quero cacete.
Foi ficando em cima com a bunda na minha cara. Nem fui no pau , fui logo direto no cuzinho dele que piscava. Passei língua ele estremeceu
Leon:_ Vai meu macho, lambe o cú da tua puta.
Ataquei o cuzinho dele, ele gemia e rebolava na minha cara e agarrou meu pau e começou mamar e rebola.
Ficamos por um tempo e ele não aguentou mais, disse que queria ser enrrabado.
Mudando de posição, ele ficou de quatro, e pediu para eu subir nele igual um cavalo sobe na égua.
Passei um pouco de lubrificantes no cú dele e no meu pau. E subi em cima do Leon, encostei a cabeça e forcei a entrada, não teve nenhuma dificuldade, meu pau deslizou por completo para dentro. Fiquei só com os zovos batendo na bunda.
Leon:_ Vai meu garanhão, arromba essa tua égua no cio.
Comecei bombar aqui cú quente, fiquei nos movimentos gostoso.
Leon:_ Isso meu garanhão, entra nessa tua égua, arrombar.
Eu agarrei na cintura e comecei socar com força. Leon, uma puta safada, começou gemer alto soltar gritos de "ai ai ai ai"...
Soquei bastante aquele cú, então Leon anúncio.
Leon:_ Caralho, vou gozar de novo! Vai meu garanhão, soca fundo nessa tua égua.
Leon soltou um urro e gozou.
Eu continuei socando por mais um tempo e também gozei, enchi novamente o rabo dele com leite.
Leon se virou fazer meu pau pular fora do cú dele e me mamou, degustação o restinho de leite que pau ainda queria soltar.
Ficamos exaustos e caímos na cama.
Leon ofegante:_ Poxa que foda gostosa da porra! Porra Juan teu pau é muito gostoso, como é que se escondeu esse tempo todo. Gosto da minha mulher, mas se eu tivesse provado desse cacete antes de ter casado, eu casaria era contigo.
Eu:_ Rumm...
E sorrimos.
Descansamos e fomos os dois para o banheiro, aí deu pra ver direito como estava o cú do Leon consegui alarga-lo.
Leon:_ Deixa eu lava meu cú antes que eu engravidei do meu garanhão.
Ele lavando:_ Poxa, Juan, você me arrombou seu puto!
Eu:_ Num era isso que tu queria. Pronto tá arrombado.
Tomamos banho, houve uma mamadas, mas nada demais, nos organizarmos, pagamos a conta e fomos embora.
No caminho.
Leon:_ Juan, será que o Cris me daria o cú?
Eu:_ Cara, ele é muito na dele. Tenta fazer amizade com ele.
Leon:_ Faz a ponte, fala que eu tenho vontade de comer ele.
Eu:_ Estou fora, Eu até como ele, mas não me acho na liberdade de falar que tem um cara querendo comer ele. Tenta fazer amizade, vai que depois da amizade...
Até mais, qualquer coisa:
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