#Assédio #Estupro #Gay #Sado

Preto estuprado pro branco

1.3k palavras | 4 | 4.40 | 👁️
Neguinho sissy

Durante uma viagem realizei o sonho de ser arrombado por um branco racista

Eu tinha 19 anos quando aquilo aconteceu. Era o meio do meu curso de inglês no Texas, e eu já estava louco de tesão acumulado. Fazia semanas que eu não batia uma, nem queria mais lembrar que tinha pau. Meu clitóris minúsculo ficava trancado o dia todo dentro daquela gaiolinha rosa que eu comprei por impulso — o menor tamanho que tinha, porque mesmo duro ele mal enchia a cage. Era perfeito pra mim: um lembrete constante de que eu não era feito pra gozar, só pra servir.
Eu já tinha dado uns cinco ou seis caras na vida antes disso. Tudo muito bonzinho, eles queriam saber se eu tava gostando, metiam devagar, perguntavam se doía… Eu odiava. Queria ser usado de verdade. Queria ser violado como a vagabunda que eu sabia que era por dentro. Foi aí que baixei o app, coloquei fotos sem pudor nenhum e escrevi na bio exatamente o que eu queria:
“Sirvo macho branco do jeito que quiser. Uso total. Sem scat. Sem limites além disso.”
As mensagens começaram a chegar. Mamava uns, chupava outros, mas nada me preenchia. Até que ele apareceu.
A foto dele já me deixou com o cu piscando: branco rosado, loiro, olhos azuis gelados, corpo forte pra caralho, braços grossos, peito peludo loiro que parecia um tapete. Barba de semanas, axilas que claramente nunca viram desodorante nem lâmina. Mandou vídeo falando meu nome, mostrando a pica: uns 20 cm fácil, uncut, veias saltando, pentelhos loiros escuros cobrindo tudo. Eu duvidei se era real. Ele respondeu: “Se duvidar, vou te bater até você acreditar.” Eu respondi: “Então prova.”
Marcamos dois dias depois, na casa dele. No dia eu não comi nada. Lavei o cu como se minha vida dependesse disso, depilei tudo, passei perfume barato, vesti uma calcinha vermelha por baixo e saí tremendo.
Toquei a campainha. Ele abriu sem camisa, cheiro forte de cigarro e suor de macho velho me acertou em cheio. Me puxou pra dentro. Olhei pro lado e quase morri: tinha mais quatro caras brancos na sala, todos malhados, bonitos, rindo baixo. Um ruivo gigante de uns dois metros e 100 kg me mediu de cima a baixo. Quis correr, mas ele segurou meu braço. “Calma, puta. Eles só assistem… por enquanto.”
Me levou pro quarto. Mandou tirar tudo e sentar na cama. Sentou na minha frente, acendeu um cigarro e ditou as regras com voz calma, como se estivesse lendo um contrato:
— Sem palavra de segurança. Aceitou? Aguenta até eu gozar e cansar.
— Não quebro osso, não deixo marca permanente. Mas soco no corpo, no rosto, tapa… o que eu quiser.
— Só meto até o talo. Desde o primeiro empurrão. Doer? Foda-se, problema teu.
— Você não fala nada a não ser que eu mande. Pode gritar. Aliás, vai gritar pra caralho.
— Me trata como rei. Desconfortável? Chora quieto e faz o que eu mando.
— Quero: massagem, chupar meus dedos do pé, cheirar e lamber suvaco suado, apanhar, engolir porra, cuspe, o que eu quiser. E fica quieto ou te forço.
Eu aceitei sem hesitar. Meu pauzinho tentou pulsar dentro da cage, mas não tinha espaço.
Primeiro comando: ajoelha. Ele tira chinelo, estende o pé grande. “Massageia.” Comecei delicado. Pá! Tapa aberto na cara me jogou no chão. “A seco, seu preto inútil.” Perguntei se tinha creme. Ele cuspiu no próprio pé e disse: “Esse é o creme.” Lambi, massageei, chupei os dedos grossos. Cheiro de chulé forte, gosto de macho que anda o dia todo. Fiquei uns 30 minutos nisso, língua cansada, saliva misturada com o cuspe dele.
Depois me arrastou pelo cabelo. “Abre a boca ao máximo.” Cusparada quente com gosto de cigarro. Engoli com nojo. Ele odiou. “Filho da puta, abre de novo e engole sorrindo.” Tentei fugir de leve. Soco na costela. Caí sem ar. “Engole e ri.” Torto de dor, sorri, engoli a gosma grossa. “Isso. Serve teu mestre direito, lixo.”
Ele deitou na cama, braços atrás da cabeça. Axilas expostas: pelos loiros compridos, escuros de suor, cheiro de cebola pura, azedo, macho bruto. “Lambe, macaco.” Enfiei a cara fundo, cheirei como viciado, lambi cada pelo. Gosto forte, salgado. Cada axila uns 15 minutos até ele gemer satisfeito.
Me puxou pelo pescoço, cara no colchão, bunda pra cima. Arrancou a calcinha pro lado, cuspiu no meu cu. Dois dedos sem dó, ardendo pra caralho. Tirou a roupa. Pica dura como ferro encostou na entrada. Cuspiu mais uma vez. Socou tudo de uma vez só. Pentelhos roçando minha bunda, gritei tão alto que minha voz falhou. Tentei fugir, ele apertou meu pescoço, soco nas costelas de novo. Fiquei zonzo. A pica rasgava tudo, batendo no fundo, intestino apertando.
Xingava sem parar: “buraco de preto”, “escrava de branco”, “vagabunda colonizada”. Socava forte, 40 minutos na mesma posição. Me virou de frente, meteu a pica suja de cu na minha boca. Fodia minha garganta como outro buraco, cuspia na cara, ria: “Teus ancestrais tão vendo o orgulho da família agora, negrinho.”
De novo de quatro, me segurando pela boca como freio. Socava mais forte, querendo me ouvir gritar. Gozou fundo, leitinho quente queimando por dentro, jatos grossos me enchendo até vazar.
Achava que tinha acabado. Errado. Tapas seguidos na cara: “Fala que você é meu escravo.” Batia até eu falar. “Fala que ama servir homem branco.” Batia mais. No fim, soco no rosto (talvez tenha esquecido da regra), riu: “Fala obrigado, mestre.” Falei, voz rouca, destruída.
Ficou fumando, usando minha boca pra cuspir e escarrar. Depois me botou de barriga pra baixo, socou a seco de novo. Cu já inchado, ardendo. Gritava alto. Ele peidava sem parar enquanto metia dentro de mim, ar quente podre enchendo meu nariz. Saiu de dentro me curou e sentou o cu suado e peludo na minha cara, se masturbava, peidava direto na boca: “Engole o ar do teu mestre e agradece.” Gozou de novo enquanto socava minhas bolas com força. Dor explodiu, visão azulada.
Uns minutos depois, me chutou: “Puta inútil, já fiz o que queria. Vaza.”
Me vesti devagar, cada movimento doía. Passei pela sala. Os outros quatro riam, um batendo palma. Saí mancando.
Cheguei no apartamento, caí na cama. Chorei de dor, de humilhação, cu queimando, corpo marcado. E aí veio o pior: percebi que estava pingando tesão. A cage apertava mais que nunca. Aquilo era exatamente o que eu sempre quis desde a puberdade. Ser reduzido a nada. Usado, destruído, colonizado. Sem piedade. Sem meu prazer. Só buraco pra macho branco superior.

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (4)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Putinho: Bom demais. Eu tbm amo ser surrado por macho, curto pezão na cara, chulé, se o pé tiver amarelado e com calos melhor ainda. Curto cuspe na boca e na cara, gozada no cu e na boca, escarrada, tapas, peido na cara tbm, sou louco pra sofrer assim nas mãos de algum macho

    Responder↴ • uid:xglt6u6z
  • Bielll: Amo levar vitamina de macho branco 🥴

    Responder↴ • uid:1cmzuxg2281p
  • Bielll: Tesão demais cair numa pica branca

    Responder↴ • uid:1cmzuxg2281p
  • Puto: Meu sonho passar por tudo isso, imagino a adrenalina que deve ser. Curto pés e axilas demais, solas amareladas e se tiver calor melhor ainda, quero receber cuspe e escarrada na boca, tapas, peido na cara tbm. Oq o macho quiser fazer eu topo! No final receber gozada no cu e o cara tirar uma foto do buraco cheio de porra kkkk guardar de lembrança

    Responder↴ • uid:19jb04ag7ue1