Selva dos orgasmos. Cap. 1 Aperto então, a pica dos superiores enquanto dormem.
"A cabeça tão macia, e o saco tão gordinho, que loucura."
Não era um dia como os outros para mim, eu (Noan) era o novo recruta da Companhia Militar Riulover.
Meu pai, um homem completamente deslocado, tem em sua essência um demasiado tradicionalismo, e não aceitou quando aos dezoito anos, fui dispensado do exército brasileiro, por isso me fez ingressar ao Grupo Riulover, o qual odiei desde que ouvi falar.
Ainda ecoava em minha cabeça com muita raiva a fala do meu pai: "Você só vai entender o que é ser homem quando passar pelo o que eu e seu avô passamos.", mas isso nunca significou muito, eu não sou apto ao lugar, sou muito magro, meu cabelo loiro evidenciando uma certa sensibilidade que os outros destacam, minha pele pálida tocou a luz do sol tanto quanto um peixe havia tocado o fogo.
Mas mesmo assim, o meu superior achou que fosse de bom tom enviar-me em uma missão adentro da floresta amazônica no meio do nada, voando de helicóptero, apenas sob a companhia de duas pessoas que nem tenho intimidade.
O piloto era o Sargento Leviath, o primeiro nome sendo André, tinha vinte e três anos e aparentava uma maturidade maior que a idade, seu físico era um porte atlético, levemente musculoso, sua barba e seus cabelos, caídos até o ombro, eram tão escuros quanto pó de carvão, o que destacava os seus olhos azulados.
Eu reparava ele discretamente, o Sargento estava focado, mas com certa melancolia no olhar. Ao meu lado galhofa-se o Cabo Alexander, Rhonan Alexander, era quem carregava o suprimentos na mochila, tinha vinte e dois anos, ruivo como um tomate, o cabelo solto em longos cachos frente aos olhos, as laterais aparadas pontualmente, balançando violentamente com os ventos de fora, analisava de forma atrevida a câmera fotográfica presa ao meu pescoço por um cordão enquanto fumava um cigarro, eu fiquei responsável por fotografar os pontos da missão, o verdadeiro objetivo estava nas minhas mãos, já que eu iria registrar as áreas para a preparação para construção da nova torre de meteorologia e observação.
As águas dos rios refletiam o sol feito ouro, quando ao que parece, haviam chegado. André pousou na margem arenosa de um rio, e foi o primeiro a descer carregando seu rifle, caso algum animal selvagem aparecesse, seguido de mim, que descia com cuidado enquanto retirava os protetores de ouvido enroscando a haste no pescoço, depois saiu Rhonan, ajeitando os cabelos e olhando para os lados, nós três seguindo para dentro da mata, com André na vanguarda e Rhonan me acompanhando logo atrás.
—Quantos metros estamos do objetivo—Perguntou Rhonan a André.
—Vinte e três—Respondeu.
—Ah, que bom que...
—Quilômetros!
—Que?—Rhonan indagou. E de cabeça baixa murmurou alguma coisa que eu não pude ouvi, André riu, possivelmente por conta de já terem boa intimidade, pelo o que parece, são colegas próximos.
Por dentro da selva a gente adentrava cada vez mais, André olhava a cada segundos para o mapa no celular, a luz do sol iluminava em feixes o interior da mata de forma eficiente, não pude deixar de fotografar, capturei alguns momentos com pássaros tropicais, riachos calmos e plantas extremamente graciosas.
Depois de um tempo, tomo a liberdade de olhar melhor André, suas costas, desenhos perfeitos como uma estátua grega, sua postura e seu físico eram coisas que eu admirava sem deixar transparecer, cheguei a por um momento, ter um pensamento de como ele ficaria sem a camisa, me reprimi na hora "Que porra eu estou pensando? Bom, é apenas um pensamento intrusivo, não o meu consciente ou algo assim".
Algumas horas se passaram em silêncio, salvo pelos sons das respirações pesadas, o sol começou a se pôr, passamos por uma inclinação que pude vê-lo destacado no horizonte, obviamente fotografei.
—É melhor prepararmos um lugar pra dormir, vamos procurar uma clareira!—Disse André.
Era realmente difícil haver alguma clareira numa floresta onde quase a cada passo tem uma árvore, mas incrivelmente achamos um cantinho quando já estava escurecendo.
—Certo, então vamos revezar a patrulha essa noite.—André anunciou a nós. Rhonan me virou pra ele e disse a nós dois:
—Vamos tirar no dois ou um, pra ver quem vai primeiro!
E eu perdi!
O começo na noite estava tranquilo, estava contando as minhas três horas no relógio para quando fosse acordar o Rhonan (ele perdeu no joquempô contra o André), confesso que o frio me afetou um pouco mas o que mais me atormentou foi o medo, não estava tão escuro, a lua atingiu o zênite e o luar pintava tudo de prateado, mas a questão era que eu estava numa selva longe de qualquer vida humana, e surgisse algum animal ou criatura? Eu não sei usar um rifle, e se os outros não acordassem a tempo de me salvar, salvar todos nós, de ser devorado? Será que o Sargento é tão rápido em acordar?
Olhei pra ele de novo, ele parecia estar descansando bem, na noite passada ele fez patrulha, devia estar exausto, e parece mais bonito dormindo, quando me vejo, estou admirando ele mais uma vez, o corpo parecia um desenho, meus olhos percorrem o corpo dele e por um segundo acabo encarando a pica dele sob a calça, eu desvio rápido o olhar, mas cedo a me permitir olhar, só por questão de curiosidade, eles estavam dormindo, não iriam achar estranho.
Eu olho para o rosto dele analisando a seu sono, ele realmente parece bem cansado, devagar, direciono minha visão para o volume, e a primeira coisa que chama a atenção é sem dúvidas o tamanho, o tempo vai passando e eu não tiro meu olhar dali, parecia que ele de fato não ia acordar tão facilmente, então surge uma ideia perversa: "E se eu tocar, só pra entender como é o tamanho, uma questão de pura curiosidade, e já que ninguém vai ver, porque não?".
Logo eu penso comigo mesmo: "O que eu estou fazendo?" Mas quanto mais tempo eu olho, mais a vontade de tocar aumenta; só por contentamento da minha dúvida eu encosto de leve por cima do tecido, acariciando, e com alguns minutos eu coloco minha mão com o peso por cima, olhando para seu rosto para ter certeza de que não iria acordar; era gostoso pra caralho, o pau dele parecia ser bem grosso e mesmo não estando ereto, não tinha uma textura tão flácida, comecei a passar a ponta do meu dedo e fui sentindo melhor enquanto eu gemia baixo, eu consegui sentir o relevo que separava o corpo da cabecinha, era uma sensação estranha mas muito boa.
"Merda, o que ele vai pensar se acordar e me ver assim nele?" Quando me toquei que estava gostando daquilo dei um pulo pra trás, o que está acontecendo comigo? Eu gosto de homens? Eu costumava reparar nos garotos, vez ou outra, mas eu nunca parei pra refletir: "eu gosto disso?" Pelo visto sim, mas, meu pai, ele não pode saber disso, imagina só o que iria fazer, se já acha que sou fresco o bastante, quem sabe me mandar pra guerra civil no Iêmen, ou me jogar num poço com duzentas cobras, pra que eu saia de lá fazendo uma corda com elas, não, ninguém poderia saber. Faltava meia hora pra meu turno acabar, e eu ainda estava inquieto com esses pensamentos, e agora, eu continuo assim, ou escondo de todos até o fim?
Pensei um pouco e não cheguei a uma conclusão, algo tirou meu foco, pois agora eu havia começado a notar Rhonan, seu corpo ligeiramente mais esguio que o de André estava espalhado, de pernas esticadas e abertas, tentei ignorar mas não consegui, "Ele também não vai notar!" Balanço minha cabeça; "Eu não devia fazer isso!" Eu olho o relógio e falta 27 minutos, se fosse pra agir, eu teria só essa oportunidade, mas será que eu realmente devia tirar vantagem deles, eles estão dormindo! Mas a pressão pareceu maior.
Eu coloquei a mão com calma e paciência e fui colocando pressão aos poucos, suas pernas abertas fez parecer que ele havia planejado que eu fizesse aquilo, e quando finalmente senti, foi maravilhoso, não era tão grossa quanto a de André, mas era grossa o suficiente, e parecia maior, fui com cuidado apertando melhor e sentindo os detalhes, a cabeça tão macia, e o saco tão gordinho; "Que loucura", por cerca de cinco minutos ou mais ainda estava apertando, imaginando como seria a textura, a cor e tudo fora da roupa, e como seria o seu corpo inteiro despido, de repente saio do meu êxtase imediatamente, ouço alguma coisa quebrando uma folha seca distante, mas com certeza era uma coisa grande; Rhonan se contorce, minha mão ainda segurando seu membro, tento disfarçar rapidamente quando ele acorda.
—Cabo, que bom que acordou, ouvi um som de algo se mexendo naquela direção.
—Estranho, eu tive uma impressão que... Ah, deixa! Já acabou o seu tempo?
—Você ouviu o que eu disse? Tem algo na mata.
—Tá sendo insolente recruta!—Respondeu Rhonan de uma forma divertida, dando batidinhas por cima do meu cabelo dourado.
—Isso pode ser qualquer coisa, vai ver é o vento, agora vê se deixa de ser medroso, por favor.
—A gente tem que avisar o Sargento, ele sabe...
—Tá, você precisa dormir, então pode ir...
Um som de vegetação sendo arrastada interrompe Rhonan, dessa vez, bem mais próximo de nós.
—Que porra foi essa?—Ele sussurra pra mim, eu me apoio e tento me levantar devagar.
Antes de pensar em acordar o Sargento um frio me subiu pela espinha, ouvi um gunhido alto, agudo e escandaloso, daqueles que eu só conhecia pela televisão, era uma onça. Ao tentar escapar dali, por acidente, piso na mão de André, o que faz ele recua-la ao peito e acordar, Rhonan puxou ele pelo braço, gritando:
—VEM, VEM, VEM LOGO.
Então corremos nós três, com eu à frente, André com o rifle e Rhonan carregando a mochila na mão, ouvíamos o som da criatura nos perseguindo enquanto corríamos com desespero. Olhei para trás rapidamente, o que me fez tropeçar e cair, em seguida, André me alcançou, tentou mirar a arma enquanto eu levantava, mas Rhonan que vinha atrás tropeçou também, derrubando André e a mim, que havia acabado de me levantar, a arma voou longe da mão de André.
—ONDE ESTÁ?
Eu tinha avistado, numa vala a uns oito metros, eu corri com os outros me seguindo enquanto ouvíamos mais um grito da fera ali. Eu peguei e joguei para o Sargento, mas parecia tarde de mais, os olhos do animal brilhavam no escuro, e antes que pudesse reagir, ela avança.
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