Parte 3 - A Queda: Arrombado e Cornado
Advogado casado se entrega a um GP pauzudo, vira puta de calcinha, mas o pauzudo quer mais que só o rabo dele...
Ricardo tinha 45 anos agora, um advogado bem-sucedido em São Paulo, casado há 8 anos com Marina, a mesma mulher que ele presenteava com lingeries caras no Natal, fingindo ser o macho dominador. Mas por dentro, ele sabia a verdade: o pau nem sempre obedecia mais, as fantasias o traíam, e aquela noite com a trans Luana, anos atrás, nunca saíra da cabeça. O motel, o cu arrombado, os gemidos de vadia que escapavam da própria boca – tudo voltava em ondas, especialmente quando via Marina gozando nos dedos dele, enquanto imaginava um pau de verdade esticando a boceta dela... e o cu dele.
A filha deles, Beatriz, loira de olhos azuis, seria alta como ele, precoce, já com um um corpo de modelo apesar da tenra idade. Ricardo olhava para ela às vezes e sentia um aperto no peito – orgulho misturado a algo sombrio, proibido, que ele reprimia com força.
Naquela noite de sexta-feira, o desejo venceu. Marina viajava a trabalho, Beatriz estava na casa de uma amiga. Ricardo vestiu o terno cinza impecável, o que usava para audiências importantes, camisa branca engomada, gravata perfeita. Mas por baixo... ele roubou uma calcinha vermelha de renda da gaveta da esposa, aquela fio-dental que mal cobria nada. Deslizou-a pelas pernas peludas, sentindo o tecido fino roçar o pau semi-duro, enterrando-se no rego da bunda. Olhou-se no espelho: por fora, o homem sério; por dentro, uma puta enrustida, pronta para ser exposta.
Pesquisou no site discreto, o mesmo de anos atrás. Encontrou ele: Bruno, 28 anos, acompanhante de luxo para "curiosos". Fotos de academia – corpo musculoso, peitoral definido, abdômen tanquinho, braços grossos. E o volume na cueca... pauzudo, como prometia o anúncio: "22cm de carne grossa pra quem aguenta". Ricardo marcou no mesmo Motel Lido, o lugar das memórias humilhantes. O coração batia forte no caminho, o pau latejando contra a renda da calcinha.
Chegou ao quarto, e Bruno já esperava. Alto, moreno, barba rala, sorriso de predador. Vestia jeans apertado e camiseta justa, realçando os músculos. "Oi, doutor. Pronto pra relaxar?", disse com voz grave, já sabendo quem mandava.
Ricardo tentou manter a pose. "Quero... algo diferente hoje." A voz saiu trêmula. Bruno ergueu uma sobrancelha. "Fala logo, chefe. O que você quer de verdade?"
Ricardo engoliu seco, o rosto queimando. "Quero... virar mulher. Me tratar como uma vadia. Usar e abusar de mim. Como se eu fosse... a vagabunda da minha esposa."
Bruno riu, um som profundo e debochado. "Ah, é isso? Um corno enrustido quer virar puta? Tira a roupa então, sua bichinha. Vamos ver o que você tem aí."
Ricardo obedeceu, mãos tremendo ao desabotoar a camisa, a gravata. Tirou o paletó, a calça... e ficou só de calcinha vermelha, o pau médio marcando o tecido fino, as bolas apertadas. Bruno gargalhou alto. "Porra, olha isso! Usando calcinha da mulherzinha? Você é uma viadinha casada, né? Aposto que sua esposa dá mais que você."
As palavras doeram como tapas, mas o pau de Ricardo endureceu mais, traindo-o. *Ele tá certo. Eu sou uma vadia. Sempre fui.* Pensou na Marina, gemendo nos dedos dele, e no quanto ela merecia um pau de verdade.
Bruno se aproximou, mãos grossas agarrando a bunda de Ricardo por cima da calcinha. "De joelhos, puta. Mostra pra mim como você chupa."
Ricardo caiu de joelhos no carpete, o terno jogado no chão como um símbolo quebrado. Bruno abriu o zíper, tirando o pau – grosso, veiudo, cabeçudo, já semi-duro, maior que o dele em tudo. O cheiro almiscarado invadiu as narinas. "Chupa, sua vadia. Engole o pau que sua esposa merece."
Ricardo abriu a boca, lambendo a cabeça devagar, sentindo o gosto salgado. Bruno agarrou o cabelo dele, enfiando fundo de uma vez, fodendo a garganta. "Isso, engasga, sua puta casada. Aposto que sua mulher chupa melhor que isso. Mas você... você nasceu pra isso, né? Pra ser arrombado."
Ricardo engasgava, lágrimas nos olhos, baba escorrendo, mas sugava com fome, a mente girando: *Eu sou uma mulher agora. Uma puta submissa. Ele me usa como merece.*
Bruno puxou-o para a cama, rasgando a calcinha para o lado sem tirar. "Olha esse cu peludo. Vamos depilar isso da próxima, sua vadia." Lubrificou os dedos grossos, enfiando um de repente no cu de Ricardo. "Ai, porra!", gritou ele, mas Bruno só riu. "Cala a boca, bichinha. Relaxa esse cu que eu vou arrombar igual o da sua vagabunda."
Dois dedos, depois três, abrindo caminho. Ricardo gemia como uma cadela, o pau latejando, próstata sendo massageada sem piedade. "Olha como você gosta, sua viado. Goza no dedo, vai, como uma menininha."
O orgasmo veio forte, da próstata, jatos de porra sujando a calcinha rasgada, o corpo tremendo. *Eu gozo como mulher. Sem tocar no pau. Sou uma puta completa.*
Bruno não parou. Enfiou a camisinha no pauzão duro como pedra, posicionou Ricardo de quatro, bunda empinada como oferenda. "Pede, vadia. Pede pra eu te comer igual sua esposa."
"Por favor... me come. Me usa como mulher. Arromba meu cu como se fosse a boceta da minha vagabunda."
Bruno enterrou de uma vez, grosso e fundo. Ricardo gritou alto, dor misturada a prazer insano. "Tá doendo? Cala a boca, puta! Aguenta rola de homem!" Socava forte, mãos apertando as nádegas, tapas estalando. "Sua esposa deve ser uma safada igual você. Aposto que ela dá pra todo mundo enquanto você trabalha."
Ricardo gemia, "Sim... ela é vadia... me fode mais forte!" Por dentro: *Ele vai comer ela também. Vai esticar a boceta dela como eu nunca consigo. E eu mereço ver.*
Bruno acelerava, pau entrando e saindo com som molhado, bolas batendo na bunda. "Vou te encher de porra, sua bichinha. Mas depois... você me leva pra casa. Quero comer sua esposa de verdade. Foder aquela vagabunda na cama de vocês."
"Sim... leva eu pra casa... come ela na minha frente..."
O ritmo ficou brutal, Bruno ofendendo sem parar: "Corno manso... viado de terno... sua mulher vai gemer no meu pau como nunca gemeu no seu mole."
Ricardo gozou de novo, mãos livres, o cu pulsando ao redor do pauzão. Bruno grunhiu, enchendo a camisinha fundo.
Ofegantes, Bruno tirou, jogou a camisinha no chão. O celular de Ricardo vibrou na mesinha – tela de proteção acendendo com a foto de Beatriz, sorrindo linda em uma praia, biquíni marcando o corpo jovem.
Bruno viu, pegou o celular, riu malicioso. "Olha só... que delícia de filhinha você tem. Aposto que essa putinha é igual os pais. Vagabunda no sangue."
Ricardo gelou, mas o pau traiçoeiro deu um pulo. "Não... por favor..."
Bruno se aproximou, pau ainda semi-duro babado, esfregando na cara dele. "Vou comer ela também, corno. Vou arrombar o cuzinho virgem dessa vadiazinha na frente de você. Ela vai gritar igual você gritou, mas vai pedir mais. 'Pai, olha como ele me fode gostoso...'"
As palavras foram o ápice. Ricardo imaginou: Beatriz de quatro, Bruno socando fundo no cu dela, ela gemendo "Ai, tá grosso...", enquanto ele via, incapaz de a proteger, punhetando o pau mole. O tesão proibido explodiu – ele gozou uma terceira vez, fraco mas intenso, só com as ofensas, a mente quebrada.
Bruno riu, vestindo-se. "Agora me leva pra casa, puta. Vamos começar pela sua esposa... e quem sabe a filhinha não aparece pra completar?"
Ricardo, destruído e excitado como nunca, assentiu. Vestiu o terno amassado por cima da calcinha rasgada, o cu latejando, e saiu com o macho ao lado, sem saber se ele brincava ou se ia entrar no carro com ele.
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