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Aventuras de Vitinho - 02 – Na fazenda em Petrolina

2.6k palavras | 4 | 4.20 | 👁️
VitinhoPE

Chegamos na rodoviária de Petrolina às 6h e já tinha um motorista do meu tio nos esperando com uma caminhonete. Chegamos na fazendo umas 6h30 e a casa estava silenciosa. Meu pai foi me guiando até o quarto que ele estava acostumado a ficar com mamãe. Ele vai na frente e abre a porta do quarto. Ele olha pra dentro por alguns segundos e fecha logo em seguida dizendo era pra gente esperar um pouco, pois mamãe ainda estava dormindo e não queria acordá-la. Mandou aguardarmos na sala. Fiquei vendo desenho na TV e umas 7h vou no banheiro, que fica em frente ao quarto. Quando estou abrindo a porta do banheiro pra sair, vejo a porta do quarto se abrir e vejo sair de dentro o meu tio Genaro. Fico vendo pela fresta a porta sem ele me ver. Ele estava totalmente pelado. Seu pênis estava meia bomba e com a cabeça inchada. Saiu coçando os pentelhos enquanto fechava a porta com cuidado. Parecia meio tonto, dando a impressão que tinha acabado de acordar. Deixa eu descrevê-lo melhor: era um homem meio baixo, parrudo, loiro, meio calvo, olhos claros, peito peludo, braços e pernas grossos. Sua bunda era um pouco peluda, quadrada e musculosa. Seu pênis era grande e grosso. Além disso o danado era boludo. Após fechar a porta ele entra em outra porta ao lado, talvez fosse outro quarto. E a fecha. Então, entro no quarto da minha mãe com cuidado e a vejo dormir. Ela estava nua de bunda pra cima e pernas abertas. Chego mais perto e vejo uma gosma branca grudada entre sua vagina e o ânus. Então caiu a ficha: meu tio era amante da minha mãezinha e meu pai aceitava. Igual aceitava com o Gorila. Saí rápido do quarto e voltei pra sala, antes que meu pai percebesse algo. Não deu 2 minutos e o Tio Genaro aparece sem camisa, com um calção de futebol, com o pau meia-bomba balançando e uma manchinha de esperma marcando o tecido. Meu pai se levanta pra cumprimentá-lo. E então me apresenta. Ele aperta minha mãozinha. Eu sinto sua mão grossa e pesada, cheia de calos, devido ao trabalho na fazenda. Sinto também o cheiro de sexo que exalava seu corpo. Então ele fala: - Olha como cresceu essi minino! A última veis que te vi ainda cherava a leite! Hahahha . – então dou um sorriso tímido e já fico imaginando outro tipo de “leite”, hehehe. Então ele manda a gente ir pro nosso quarto pra deixar a bagagem. Meu pai me manda esperar um tempo na sala, dizendo que ia primeiro pra acordar a mamãe antes.

Durante o farto café da manhã, o Tio Genaro explica a situação delicada da sua esposa (minha tia), que estava de cama e não reconhecia mais as pessoas. Mal falava. E passava a maior parte do tempo dormindo. Antes de terminar o café, ele chama o filho, que tinha uns 14 anos, de um dos seus empregados, pra mostrar a fazenda pra mim. Seu nome era Rodrigo, um menino moreno jambo, já bem desenvolvido e forte pra sua idade. Era quase um homem feito. Já tinha os primeiros pelos de bigode. Saímos de casa e rapidinho fizemos amizade. Durante a caminhada ele começou com uma conversa estranha, dizendo que eu era o filho bastardo do Seu Genaro. Fiquei sem entender, pensando que era uma brincadeira sem graça, e questionei. Então ele tenta mudar de assunto, percebendo que falou demais. Eu insisto pra ele continuar. Ele concorda mas me faz prometer que não falasse nada pra ninguém. Eu aceito. Então ele continua, fala que todos na fazenda sabiam que o Seu Genaro era meu pai, e que meu papai (marido da minha mãe) sabia de tudo e aceitou. Fiquei em choque na hora. Sem saber o que dizer. Passo horas com aquilo na cabeça. Mas tentei esquecer por um momento e aproveitar o passeio. Primeiro ele me mostra o galinheiro, depois o local onde ficam as vacas, depois me mostra o riacho e depois a plantação de milho. As plantas de milho já estavam com uns 2m de altura e ninguém via a gente. Ele então parou e começou a mijar bem ao meu lado, sem vergonha nenhuma. Eu pude ver que ele já tinha pentelhos, seu pênis já era bem maior que o meu. Ele percebeu que fiquei olhando pro seu pênis e perguntou se eu já fazia troca-troca. Eu falei que sim, sem nenhum pudor. Mas falei que só fazia na escola. Não falei que fazia com adultos. Neste momento ele falou: - Humm, sabia que era mulherzinha. Tem todo jeitinho. Vem aqui mim chupá, vem bastardinho. – nessa hora percebi que meu apelido na fazenda era “bastardinho”. Após terminar de falar já balançando o pênis, já meia bomba, pra tirar as últimas gotas de urina e apontando pra mim. Eu, como bom menino obediente, chego já me ajoelhando na sua frente, sem nem me preocupar em molhar minhas pernas na poça de urina que se formou. Encaixo a boca e começo a saborear seu pênis. Já estava bem duro. Ele, meio afoito, já segura minha cabeça e começa a foder minha boca. Como era um pênis juvenil, aceito sem dificuldades, pois eu já tava acostumado com pênis bem maiores, de homens adultos. O coitado não aguentou nem 1 minuto e já encheu minha boquinha de leite. Era em pouca quantidade mas era bem grosso. Tão grosso que ficou entalado na garganta e demorou a descer. Eu espero seu pênis terminar de pulsar, expremo o tronco com as pontinhas dos dedos das duas mãozinhas, de forma a extrair todo seu néctar. Faço biquinho na pontinha da cabeça, bou um beijinho de agradecimento e termino meu serviço. Olho pra cima e agradeço a ele pela mamada. Ele sobe a sua bermuda e me elogia, dizendo que vai querer mais depois. O tampo passou rápido e já era hora do almoço. Chegando em casa, meu pai disse que minha mãe tinha acabado de sair. Teve que voltar pra Recife pra resolver uma coisa urgente no trabalho. E que segunda-feira de manhã a gente voltaria pra Recife. Após o almoço, fui pro quarto descansar junto com meu pai, então criei coragem em tocar no assunto que não saía da minha cabeça: - Papai, o Rodrigo disse que sou filho do Tio Genaro. É verdade, papai? – ele se assusta com a pergura. Então senta do meu lado, coloca a mão sobre meu ombro e começa a falar toda a verdade. Falou que ele não podia ter filhos e pediu ajuda pro Tio Genaro pra colocar a sementinha na barriga da mamãe. Falou que, apesar de não ser meu pai biológico, era meu verdadeiro pai, pois pai é quem cria. E que me amava muito e sempre me amaria. Me abraçou forte e começou a chorar. Também chorei. Foi muito emocionante. Minutos depois, pegamos no sono e cochilamos por meia-hora. Após acordar, já mais aliviado com a conversa, fui pra frente da casa e o Rodrigo já aparece de novo pra mostrar o restante da fazenda. Ele me levou onde ficam os bezerros e depois no estábulo, onde tinha um garanhão lindo, cor de caramelo, bem grandão. Seu nome era Bandido. Fiquei admirando ele, e algo me chamou a atenção: era seu pênis pendurado e seus testículos volumosos. Fiquei hipnotizado. Então escuto Rodrigo me chamar: - Vitinho, Vitinho, acorda! – O que foi Rodrigo? – então notei que Rodrigo percebeu minha admiração pelo pinto do cavalo. – Cê gostô do pinto dele, não foi? – Hum, não sei. É grandão né? – eu estava salivando só de olhar aquele pintão pendurado, que ainda estava mole. Então ele continua: - Mas tá mole ainda, Vitinho, cê qué vê ele ficá duro? – Hum, não sei, acho que sim. Como que faz ficar duro? – Só í pra dibaixo dele e fazê carinho na barriga, não pode tocar nas bolas sinão ele dá coice. – faço o que ele mandou e fui vendo aquele monstro crescer, crescer e crescer. Até chegar a meio metro de pênis, era muito grosso. A cabeça parecia um grande cogumelo de cor bege, e tinha na ponta tipo um canudinho que era a uretra. O cavalo começou a se agitar. Então o Rodrigo prendeu ele com cordas, na frente a atrás, pra ele não se mexer muito. Ele então fala: - Segura no pau dele, Vitinho! – Posso pegar mesmo? Ele vai dexar? – Claro, já prendi ele. Pode pegá tranquilo! – então vou pra baixo do cavalo e seguro no tronco do pênis com as duas mãozinhas. Era maior e mais grosso que meus bracinhos. Era duro e ao mesmo tempo macio. Era quente e pulsava sem parar. Então Rodrigo fala: - Eu sei qui cê qué colocá a boca, seu viadinho! Podi colocá, vá! – Mas não é sujo, Rodrigo? – Sujo é, mas cê vai resisti? – o peste do Rodrigo tinha razão. Como eu ia resistir a um colosso daqueles? Eu tinha que sentir o gosto daquele Bandido. Então, sem pensar muito, fico de joelhos de frente pro pênis e encosto a minha boquinha em uma parte da cabeça. Era macia, esponjosa. Tinha gosto forte de urina. Eu seguro forte o tronco com as mãos e começo a passar a cabeça no minha boca, no rosto. Enfio minha língua na pontinha da uretra. Era bem estranho, mas eu estava adorando. Nisso, sinto o Rodrigo vir pra trás de mim e abaixa minha bermudinha. Segura firme minha cinturinha e encaixa seu pênis no meu orifício sem pedir licença. Eu tento resmungar, mas ele manda eu continuar brincando com o pau do cavalo, que ele só ia meter a cabecinha em mim. Êta brincadeira gostosa! Eu agarrado na estrovenga do Bandido e o filho do empregado me comendo de 4. Eu estava realizado com aquilo. Então, após mais 1 minuto, sinto o pênis do cavalo se enrijecer mais que o normal, a ponto de bater na sua barriga. Eu faço força com as duas mãos pra tentar controlar aquela mangueira. Então sinto a primeira pulsação e um jato forte no meu rostinho. Levo um susto, mas não solto. Recebo mais um, dois, três....Perdi a conta dos jatos. Nisso, tentava encaixar a boca pra sentir o gosto do seu esperma. Consigo receber uns dois jatos na boca. Era um gosto bem forte. Uma mistura de doce, com salgado e muito amargo. Eu estava ofegante, com a cara e o peito lambuzados de esperma. Sentia escorrer pelo meu corpinho, que a esta altura já estava todo nu. Em questão de segundos sinto seu pênis murchar e desaparecer por entre minhas mãos. Vai diminuindo com a mesma velocidade que cresceu, até que some de vez, só ficando a pontinha da cabeça pra fora do prepúcio. Então vejo uma linda gotinha branca se formando na cabeça e tento me aproximar pra coletar com a boca. Mas Rodrigo não deixa. Nessa hora ele me agarra forte e solta um urro. Sinto seu pênis pulsar dentro de mim. Então ele fala ofegante: - Receba minha eguinha! Receba meu leite! – e eu lá, paradinho, com o corpo todo lambuzado com o esperma do cavalo. Uns 10 segundos após Rodrigo gozar, escutamos um barulho de passos se aproximando. Rodrigo então, desconecta rapidamente seu pênis do meu cuzinho, se levanta e some por uma porta. Eu tento me levantar mas estava sem força nenhuma. Então vejo uma pessoa se aproximando. Para meu desespero era meu Tio Genaro. Estava de botas de couro, usava calça surrada, camisa por dentro da calça, com 3 botões abertas no peito. Um chapéu de couro. No cinto tinha uma peixeira pendurada. No lado da boca tinha um cigarro de palha. Ele se aproxima e fica me olhando sem falar uma palavra. Eu começo a falar: - Tio, me desculpa! Não conta nada pro papai, por favor! Eu não vou mais fazer isso! Prometo! – ele continuava calado me olhando. Seu olhar era uma mistura de raiva, desprezo e pena. Eu ali, embaixo do cavalo, nu, de 4, com o cabelo, rosto, peito, cobertos por uma espessa camada de esperma, além de sentir o esperma do Rodrigo começar a vazar do meu cuzinho e escorrer pelas pernas. Não poderia ser mais humilhante pra mim. Quer dizer, poderia sim. A situação ficou mais humilhante quando sinto os primeiros jatos de urina. Sim. Isso mesmo que vocês estão lendo. O cavalo começou a urinar sobre mim. Sinto aquele líquido quente e com cheiro bem forte, mais forte que de homem, bater no meu rosto. Então abaixo a cabeça pra poder respirar melhor e acabo levando um verdadeiro banho de mijo daquele Bandido. Eu nunca me sentira tão envergonhado e humilhado em toda minha vida. Meu tio (pai biológico) estava ali de pé, com as pernas abertas olhando mudo a cena. Eu então começo a chorar. De cabeça baixa. Sentindo os últimos respingos de urina baterem sobre mim. Peço perdão pro meu tio mais uma vez e imploro pra não dizer nada pro meu pai. Ele, sem piedade, fala em tom seco: - Vá tomá um banho seu mariquinha! Cê está um bagaço! Depois da janta eu vô no teu quarto pra genti conversa! – termina de falar, segura no pau sobre a calça e sai com passos firmes em direção ao portão do estábulo. Deu pra perceber que estava de pau duro. Eu termino de chorar, subo minha bermuda, levanto com dificuldade e vou em direção a uma casinha de banho, ao lado do estábulo, que tinha uma ducha com água de poço, sem ninguém me ver.

Continua....

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Comentários (4)

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  • Angel: Continua por favor, um dos melhores contistas do site. Espero ver muitas aventuras do menino

    Responder↴ • uid:ona2nn2hr9
    • VitinhoPE: Obrigado, Ang. Já tô escrevendo o desfecho da minha ida à Fazenda.

      • uid:1ekkbitd7tn7
  • Novinho Safado: Nossa muito bom o conto, o que será que vitinho vai fazer agora ?

    Responder↴ • uid:1dxm09lxvh2o
    • VitinhoPE: Obrigado. Em breve vai saber o que aconteceu.

      • uid:1ekkbitd7tn7