Putaria no bangalô. Nunca me imaginei numa dessa
Eu até pensei se deveria relatar essa experiência, sei que muita gente curte, mas para mim foi difícil mesmo depois da putaria terminar
Sempre que posso pego promoções fora da alta estação e dou uma “sumida” por uns dias; nessa vez, fiquei de sexta-feira até terça num condomínio em uma praia com vários bangalôs. Cheguei sexta no final da manhã, arrumei as coisas, improvisei um almoço e foi só curtir a solidão, a praia e a pescaria (levo material comigo). Isso é que eu pensei, não o que aconteceu. No mesmo dia, já perto do final da tarde, resolvo dar um mergulho no mar e foi como conheci SANDRA e JONAS, mãe e filho, que estavam brincando na água.
Ela, uma mulher de 42 anos, um corpo legal mas sem maiores atrativos, um biquini bem pequeno mostrava que bunda era bonita mas não grande, os peitos de médios a grandes, cabelos curtos pretos e uma tatuagem nas costas. JONAS, 15 anos, corpo normal, estilo mais para surfista (e não surfava) e interagindo com a mãe. O vento estava frio mas a água morna e nem demorei para mergulhar. Ficando por aí, vendo as brincadeiras da mãe e do filho, não demorou e começamos a conversar. Eram do sudeste, vieram só os dois, ela divorciada, ele filho único, decidiram que JONAS ia perder a semana de aula para viajar. Uma família tranquila, moderna. Confesso que na hora já olhei para SANDRA com bons olhos (um trepada com aquela mulher seria excelente) e já imaginei como seria difícil afastar JONAS para que isso ocorresse. Deixei o “barco seguir” e nem sabia o que me esperava.
Naquela noite, os dois me convidaram para jantar no bangalô deles – levei um vinho que tinha trazido para não chegar com as mãos abanando. Quando cheguei, SANDRA estava na sala e JONAS na cozinha e fui recepcionado como se fosse um amigo antigo deles. O detalhe é que SANDRA estava com um top branco sem sutiã, uma calça dessas meia frouxas com tecido fino que deixava se ver a calcinha fio dental vermelha que usava. Eu fiquei doido quando notei isso. Tomamos o vinho, jantamos e ficamos os três conversando. SANDRA relatou sua vida, que o filho era o melhor amigo dela e que não tinham segredo entre si. Até aí eu julgava que era uma mãe amiga do filho único, se bem que achei estranho o tom de SANDRA ao se referir ao filho. Sei é que ela se insinuava para mim de forma aberta e na frente de JONAS e, ao ver que eu estava travado pela presença do filho, foi direta: “JON (ela o chamava assim), você pode ir ver se eu deixei a carteira no carro?”. Ele riu e foi na hora. “Ele vai demorar”, SANDRA completou. “Por quê?”, perguntei. “É um código nosso, para ele deixar a mamãe livre”, respondeu.
Partimos para os beijos, abraços e a temperatura subiu com tudo. Ela sentou no meu colo, levantou o top para eu beijar aqueles peitos lindos e eu disse que era melhor ir para o quarto – ou para meu bangalô – pela privacidade. “Aqui mesmo”, ela disse. Entramos no quarto dela já tirando a roupa e SANDRA nua era ainda mais bonita. A xoxota toda raspada, eu caí de boca, ela pediu 69 e ficamos nos chupando assim até ela montar no meu pau e gozar rapidamente. Se eu quisesse não conseguiria gozar naquele momento, porém SANDRA ficou quicando ainda, pediu a posição de papai e mamãe e gozei logo após ela gozar novamente. O corpo dela estava quente do sol que tinha tomado. Já com marquinha. Que promoção eu tinha conseguido! Ficamos agarradinhos ali, estilo namoradinho e cochilamos. Acordei com JONAS falando com SANDRA, ele já dentro do quarto!
Tomei um susto e até tentei me cobrir, pois eu e a mãe do pirralha estávamos nus após uma trepada, cena desconcertante. “Nem se preocupe, RAMON, JON sabe o que mamãe faz e gosta”, disse SANDRA seguido de um riso de JONAS. “A bundinha dele é bonita, SANDRA”, falou JONAS. Fiquei perplexo com a conversa após acordar com um susto desse. E aí SANDRA me explicou tudo: ela criou JONAS salientando que a mãe dele era uma mulher e tinha desejos sexuais também, então ele vi aquilo como “normal”. Eu também acho, porém saber e aceitar é uma coisa, ver a mãe nua e trepando? Bem diferente. Eu não quis me mostrar retrógado, conservador ou algo assim, então elogiei a maturidade e fiquei na minha. “Tem mais e depois eu lhe digo”, falou SANDRA. Nem tive tempo de perguntar o que era, porque JONAS passou nu para tomar banho, botou um calção e disse que ia dormir no outro quarto. E aí foi que a roda girou. Primeiro, eu para manter o clima moderno, disse que a bunda de JONAS era muito bonita também, os dois riram e SANDRA pergunta sobre o cacete dele (estava mole, era depilado na região) e eu disse que o principal era se ele saberia usar a ferramenta. Depois, se JONAS disse que ia dormir no outro quarto, era porque ele dormia com a mãe, o que pode até ser considerado normal. Seria se não fosse o que SANDRA me disse:
- RAMON, já que estamos assim, deixa eu esclarecer logo tudo, aceite se quiser: a primeira mulher que JON conheceu na cama foi eu que escolhi e ele aceitou na hora, pois tinha o olho gordo nela
- Que legal, normalmente essa tarefa é do pai
- Exatamente, mas eu não queria uma profissional
- Então seu filho começou bem demais, garoto de sorte
- Sim. Eu fui sua primeira mulher, sua primeira xoxota
Quase engasguei. Se eu tinha tomado um susto com JONAS no quarto, agora passei perto de ter um surto. Ela tinha tirado a virgindade do filho? Ouvi direito?
- Sim, RAMON, eu e JONAS somos também amigos e mantemos intimidades. Era ele quem estaria comigo aqui se você não tivesse aparecido e eu e ele não tivéssemos gostado de você
- Preciso respirar porque é muita novidade, só tinha visto isso em internet, nunca tinha visto pessoalmente
- E se você curte tudo, ele está com tesão em você também
Curto-circuito! Minha pressão caiu. Era o fim do mundo: a mãe dizendo que trepa com o filho e que o filho queria trepar comigo. SANDRA notou minha perplexidade e disse que eu me acostumasse. Pediu para eu dormir lá e foi o que fiz. Demos mais uma trepada, muito boa, tomamos umas taças de vinho e apagamos. Ainda era muito cedo, o sol estava nascendo e abri os olhos com a sensação de algo estar ocorrendo. Estava. Era JONAS comendo SANDRA no meu lado. Quando percebi, eu me sentei no impulso. Os dois riram e continuaram a trepar até o gozo, quando SANDRA diz que “uma mãe não pode deixar o filhinho sofrer”. JONAS riu e se levanta mostrando que o cacete era de bom tamanho. “Você não se importa, não é?”, perguntou SANDRA. “Claro que não”, respondi.
O café da manhã foi normal, tomamos conversando sobre o que iríamos fazer no dia. Ao acabarmos e continuarmos a conversa, a putaria entrou na roda. Quando eu disse que curtia ser bi também, os olhos deles cresceram e brilharam. Aquele bangalô virou o Bangalô da Putaria. Tudo era putaria, passada de mão na bunda, no pau, beijo triplo, banho junto, trocar de roupa na frente do outro, um mundo de libertinagem mesmo. Tanto que atrasamos a ida à praia para fazer putaria; fechamos a porta da frente de novo e fomos para a cama. Cachorrada total. Comecei a chupar o cu de SANDRA e JONAS veio chupar o meu, depois a mãe pagava um boquete no filho enquanto eu lambia o cu dele, e por aí vai. Meu pau já estava duro demais. “Deixa JON te comer, RAMON, eu adoro ver”, pediu SANDRA. “Deixo, mas quero gozar no seu cu depois”, falei. Trato feito, eu me deitei na beira da cama com as pernas abertas, JONAS meteu gel e veio com cuidado me comer. Não fiz questão em dar primeiro, eu era o estranho ali. Veio devagar e enquanto me enrabava, a mãe dele ficou olhando, gostando da cena, incentivando e se alisando. “Que tesão”, dizia ela. Tanto que veio sentar na minha frente, de pernas abertas e gozou comigo lambendo a xoxota dela. JONAS começou devagar mas terminou dando tapas e comendo com força. Eu não tinha gozado e já ia reclamar quando SANDRA, tarada toda, me pede para ser enrabada. O pior é que ela parece que fazia aquilo para mostrar ao filho, pois narrava a cena “tá vendo, filho? Sua mãe está sendo arrombada por essa rola grossa... ai... ai... ai... dói mas gosto... ai como é bom levar no cu”. SANDRA falava isso e olhava para JONAS. Gozei no rabo dela e deitei sobre SANDRA, beijando o pescoço suado dela. Ela ria. Eu senti a porra sair do meu cu.
Fomos para a praia e agimos como um casal e seu filho; na rua, eu e SANDRA trocamos uns beijinhos, uns carinhos, típicos de um casal. A mãe beijava o filho na normalidade. Tudo certo. Já no fim da tarde, quando voltamos, mais uma rodada de putaria e foi aí que meti o ferro em JONAS. SANDRA narrando, alisava o filho, que metia a mão na buceta da mãe. Deu trabalho mas a pica quando entrou JONAS se manifestou, chiava como se estivesse gozando a cada estocada que levava. Foi eu gozar e tirar o pau que SANDRA pediu para olhar o cu do filho. “JON, tá um buracão ah ah ah. Guloso”, comentou.
Mal usei o bangalô que aluguei. Nós três trepamos muito e de todas as formas. Confesso que, mesmo assim, as minhas trepadas favoritas foram com SANDRA e no papai e mamãe, ainda que JONAS estivesse ao lado e SANDRA comentasse a penetração. Sabe aquela trepada que dá liga, que você curte além da carne, gosto do hálito do outro, do cheiro, da carinha de tesão? Eu e SANDRA fomos assim. Confesso que fiquei com sentimento por aquela maluca que transava com o filho. Ela me disse o mesmo quando nos despedimos e foi uma confirmação do que eu achava, tanto que por duas vezes ela me chamou para transar quando JONAS tinha ido tomar banho, para curtimos nós dois.
Mantenho contato com SANDRA e ainda não voltamos a nos ver. É uma situação muito louca para mim ainda, apesar de ter adorado aqueles dias e gostar de JONAS, porém aquele sabor de SANDRA, seus cabelos curtos destacando aquele rosto meio angelical, tudo isso me mete medo de me ligar ainda mais a ela e a isso tudo. Não é preconceito meu, é apenas estranheza que sinto.
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Comentários (5)
Gabizinha: Amo conto assim, sempre desejando a mulher T Gabyrskk
Responder↴ • uid:g61ztr4zkPaulo Roberto: Uau....Ótimo conto. Do jeito que eu gosto. Bem escrito, bem contextualizado, sem erros de grafia. Uma delicia. Eu também tenho vários assim com este tema. Quem quiser ler, só procurar por Paulo Roberto.
Responder↴ • uid:jsysjkbpfo1Klausz: Um dos melhores contos que já li aqui. Super bem escrito, criativo, sem tabus, realista, excitante pra caralho. Parabéns!
Responder↴ • uid:1eujh3ggj2lpGuilhermeee01: Me chama
• uid:sbypxz3q6o0@ScaniaG420: Que delicia
Responder↴ • uid:8cipmr1a41