Mamei o meu padrinho depois de descobrir que ele gostava
A luz do fim de tarde entrava pelo corredor lateral da casa, desenhando sombras compridas sobre o piso de
granito frio. Muriel, 25 anos, entrou devagar com os tênis rangendo de leve, o coração martelando contra o
peito. Há três semanas ele descobrira, por uma conta falsa no Instagram, que o padrão, o Dr. Marcel,
prestigiado clínico de quarenta e sete anos—marcava encontros com caras em motéis de beira de estrada,
sempre com as escondidas, e até matinha um relacionamento com outro homen. A informação queimava como ácido. Durante toda a vida,
Eu admirava o meu padrinho. Agora, o mesmo homem surgia em mensagens picantes, e marcações de encontros escondidos. Vamos entrando respondeu a voz grave do meu padrinho, entrando a sua casa a minha frente.
Fui entrando, o meu padrinho como sempre elegante usava apenas camisa social branca, os primeiros botões abertos, e calça cinza que acentuava o volume em sua calça. Dentro de casa ele me ofereceu um copo de água, e disse sente-se para que eu sentasse no sofá. Já eram sete e meia da noite, e então eu disse.
“Descobri tudo.” A minha voz soou rouca de adrenalina. “todas as suas mensagens para outros homens, os encontros marcados, e até seu relacionamento, eu sei de tudo. Não tô aqui para te expor, padrinho. Mas quero entender.”
O silêncio abriu-se pesado entre eles,
preenchido apenas pelo engolir seco do médico. “Isso não é conversa para você, eu não sei do que está falando”, ele murmurou,
apertando a ponte do nariz, “e como assim de onde você tirou essa história?.”
“Então me diga que é mentira,” eu insisti, dando um passo. “Diga que não é você, que manda mensagem desta forma, e mostrando as mensagens, e tem esse relacionamento.”
O olhar do meu padrinho fulminou-me por um segundo; depois, os ombros abateram-se. Parecia uma armadura
caindo pesada no chão. “Sim, é verdade,” respondeu ele, quase num sussurro. “Mas ninguem não pode saber. Ninguém
pode.”
A confissão detonou algo dentro de mim. Senti o estômago se contrair, calor subindo rapidamente pelas
costas. O ambiente climatizado pareceu, de repente, insuportavelmente quente. A imagem do meu padrinho nos
braços de outros rapazes acendeu uma centelha que ele já tinha: desejo. Não curiosidade apenas, um
desejo seco, urgentemente físico. Aproximei-me mais, a boca seca, o som do meu próprio sangue latejando nos
ouvidos. Quando fiquei a um palmo, parei. “Posso tocar?” perguntou baixo, sem saber exatamente o que pedia.
Meu padrinho entreabriu a boca para protestar, mas a voz morreu na garganta. O silêncio, porém, era permissão
suficiente. Eu me inclinei, os lábios tocando primeiro a curva quente do pescoço, depois roçando a barba por
sentir o aroma amadeirado do desodorante misturado ao suor. Ele deu um leve soluço, “Você não sabe o que está fazendo,” ele
rosnou, mãos tremendo.
“Sei sim.” respondi, deslizei a língua pelo traçado da veia lateral do pescoço, até o ponto em que a barba rareava,
senti o gosto de especiaria e suor. Suas mãos, minhas mãos, seguraram os quadris do meu padrinho por cima da camisa,
depois abaixaram, buscando o cinto. A fivela tilintou ao se abrir; o zíper desceu pausadamente, como cada dente
arranhava a expectativa. Ele respirou fundo, o peito estufando, mas não me empurrou para trás.
A calça desabou até os joelhos, deixando à mostra cueca boxer de algodão pálido abarrotada por um volume
perceptível. O pau do médio estava semicongelado, pulsando sob a malha, o contorno grosso de cabeça roliça
salientando-se. Eu me ajoelhei ali mesmo, sobre o carpete cinza, sentindo o frio subir pelas coxas. Puxei a
cintura da cueca para baixo, devagar, até a folga deixar o membro saltar, ereto, rosado na ponta, as veias
azuladas ramificando-se pela haste espessa de quase vinte centímetros. O cheiro de sexo fresco bateu-lhe no
rosto, uma mistura de desejo reprimido e sabonete hospitalar.
Sem cerimônia: abri a boca, deslizei a língua sob a glande por sentir o sabor salgado da fimose ainda
retraída, depois engoli até mais da metade. Meu padrinho soltou um gemido rouco, as costas doendo contra a parede. A mão minha mão esquerda segurou a base do cacete, apertando suave, enquanto minha boca subia
e descia num ritmo lento, lambendo o saco do topo, sugando o ponta da cabeça. A saliva escorreu-lhe do canto
dos lábios, caindo nos próprios joelhos, mas ele nem liguei — queria sentir mais.
“Não para, Murielzinho…” o médico murmurou, a voz quebrada. A mão que antes tremia agora repousava na minha cabeça, sem pressionar, apenas orientando. Os dedos enfiaram-se entre mechas de cabelo preto curto,
acariciando, mas por vezes cerrando de prazer quando o eu engolia mais fundo. O gosto aumentava: notas de
pele quente, toque leitoso de pré-sêmen que impregnava a ponta da língua.
Eu parei por uns segundos, só para admirar o pau babado reluzendo sob a luz dourada que entrava pela
janela. “Você é mais gostoso do que imaginei Dindo,” confessou, ofegante. “Queria isso há semanas.” voltei a abocanhar,
agora abrindo um pouco mais a mandíbula, fazendo o tronco deslizar até tocar a garganta. O reflexo quase o
fazia engasgar, mas controlei a respiração, acolhendo o membro inteiro numa entrada só. A nuca do meu padrinho
caiu para trás, o peito peludo, a camisa abrindo ainda mais e revelando os pelos pretos entre os mamilos.
A sala ecoava com sons úmidos e ofegantes, o clap-clap da minha boca fechando sobre a carne, o roce de
pernas que se moviam, ansiosas. Quando eu apertei os lábios na base e rocei a língua por baixo da haste,
senti o meu dindo inteiro tremer. “Vai gozar?” perguntei, um fio de saliva ligando-o ao pau. “Quero tomar tudo.”
Ele não respondeu com palavras; simplesmente guiou a cabeça de volta, um leve empurrão que dizia sim.
Voltei a sugar com mais gosto, a mão agora masturbando em sincronia com a boca, acelerando
gradualmente. O volume do cacete parecia crescer mais, as veias latejando contra o forro interno da bochecha.
Então veio o primeiro espasmo: um jato espesso, quente, espalhando-se num estalar pela minha língua e toda a boca. Eu
engasguei por um segundo, mas abri a garganta, deixando o gozo escorrer direto, saboreando a salgada
intensidade que invadia. Outro jato, outro, até a boca ficar tão cheia que um resto escorreu pelo canto dos
meus lábios, caindo no queixo.
Quando acabou, permaneci ajoelhado, chupando de leve, limpando a ponta com lambidas lentas, como
saboreando cada centímetro. Finalmente soltei o pau, já meia bomba, e passei o dorso da mão pela boca,
recolhendo o sêmen derramado.
Meu padrinho, ainda prostrado contra a parede, suspirou fundo, a voz trêmula. “Ninguém pode saber,” repetiu,
quase num lamento. “Nem sua mãe, ninguém. Isso não pode se repetir.”
Eu me levantei, sentindo o joelho ranger. “Mas pode,” respondi, limpando-me do resto do gozo com a minha
língua, o gosto ainda vibrando em cada palavra. “Pode sim. Só depende do senhor querer de novo.”
O silêncio que se seguiu pareceu pesar toneladas, mas nos olhos do meu padrinho, havia um brilho que não era só culpa
, era fome adiada, era medo, era o desejo que agora tinha nome. Do lado de fora, a noite caía completamente;
o primeiro neon da rua acendeu, tingindo o vidro de vermelho.
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