#Gay #Grupal

Gang bang com negros dotados.

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Jorge

E aqui estou eu.
Dois anos depois da minha primeira experiência com outro homem, percebendo que o que antes parecia improvável começa a se transformar em rotina.
E que rotina prazerosa — mamar e dar o cu para outro homem deixou de ser exceção e passou a ser desejo recorrente.

O método foi o mesmo.
Grindr.
O cenário também.
Praia.
Verão.

Mais uma vez, sozinho em casa, senti a abertura perfeita para liberar o cú mais uma vez. Mas agora eu estava diferente. Mais ousado. Não queria apenas um. Queria dois. Queria fome dobrada, mãos múltiplas, intenção coletiva.

Foram horas no aplicativo, filtrando, conversando, provocando, até que surgiram Marcelo e Fernando. Ambos com 37 anos. Corpos sarados, negros, presença forte. Logo nas primeiras mensagens minha imaginação correu solta — eu já supunha o tamanho das armas que carregavam.

A conversa era safada, direta, mas curiosamente sem nudes. Diziam que era para não me assustar. O efeito foi o oposto. Meu desejo só cresceu. Desde sempre eu fantasiava em sentar num negão, e agora surgiam dois. A oportunidade parecia escancarada demais para ser ignorada.

Marcamos.
Dessa vez não na minha casa, mas na deles.
Eles dividiam o aluguel — e agora iriam me dividir também.

Durante a conversa, deixei claro o que me excitava: sexo selvagem, tapas no rosto, na bunda, puxões de cabelo. Um jogo bruto, quase um estupro consentido. Era fetiche. Era verdade.

Antes de ir para o abatedouro, cumpri meu ritual. Banho. Chuca bem feita. E, dessa vez, depilei toda a parte íntima. Queria estar liso, pronto para receber duas toras sem resistência.

Às 20h cheguei.
Mal tive tempo de cumprimentar.

Fui atacado pelos dois. Tapas fortes no rosto, daqueles que ecoam. Rasgaram minha roupa, me jogaram na cama — e eu apaguei.

Acordei cerca de dez minutos depois.

E foi então que a cena se ampliou.
Marcelo.
Fernando.
E mais dois homens. Negros, musculosos, mesma faixa etária. Primos deles. Não guardei os nomes.

O susto veio junto com um tesão ainda maior. Aquilo me consumia por dentro de forma absurda. A visão era perfeita: quatro corpos negros, torneados, rostos bonitos, paus enormes. Nenhum deles tinha menos de 20 centímetros. Todos grossos. Reais.

Como eu havia apagado com os tapas, pegaram mais leve comigo depois. Sou mais fraco, nunca tinha apanhado daquele jeito.

Me ajoelhei diante deles.
Enfileirados.
E comecei a mamar um por um.

Não havia troca entre eles. Nenhum beijo, nenhuma brincadeira compartilhada. O prato era só eu. Um loiro, de olhos azuis, completamente indefeso diante de quatro homens dotados e famintos. Eles gemiam. Eu sabia o que fazia. Sempre fui bom nisso.

O objetivo era claro: comer meu rabo. E isso me levava ao delírio.

Me colocaram de quatro. Marcelo encaixou primeiro. Um pau grande, grosso, veiudo, abrindo meu cuzinho com força. Doeu no início. Não gritei porque Fernando calou minha boca com o pau dele, enquanto eu punhetava os primos.

Naquele momento, pensei se ia aguentar.
Se conseguiria andar depois.

Eu era uma pizza num rodízio, passando de mão em mão, troca após troca, e ninguém gozava. Já estava ardido, cansado. Trinta minutos de penetração contínua cobravam seu preço.

Foi quando resolvi ousar mais.
Pedi uma dupla penetração.

Eles aceitaram sem hesitar.

Marcelo deitou de barriga para cima. Sentei no pau dele e me inclinei, abrindo as pernas para que Fernando entrasse também. Lubrificaram bem. E então os dois foram recebidos por mim com prazer absoluto, enquanto os primos calavam minha boca com suas rolas volumosas.

A DP também foi revezada. Trocas constantes, para que todos aproveitassem ao máximo.

Cinquenta minutos depois do início, veio o primeiro gozo. Um dos primos. Engoli tudo. Depois Marcelo. Em seguida o outro primo. Por fim, Fernando. Gozos grossos, fartos, que me deixaram saciado, esgotado, tomado.

No final, eu mal conseguia andar.

Como ficaria sozinho por mais dois dias, decidi dormir ali mesmo. E aqui estou. Acabei de acordar. Eles ainda dormem.

Com certeza vou beber leitinho quentinho daqui a pouco.

Fim.

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