Transformada em puta pelo meu próprio primo. Parte 2.
A continuação de como meu primo me usou até me transformar no seu brinquedinho à força. Parte 2: o passeio na cachoeira.
Quarta-feira, o dia seguinte após meu primo ter me usado até se sentir satisfeito. Eram 9h da manhã, já tínhamos todos tomado café. Minha vó foi limpar a casa e pediu ajuda para nós, e assim fizemos. Em menos de uma horinha, estava tudo limpo, todas as louças lavadas, minha vó sentou no sofá e disse que ia assistir televisão e descansar. Eu disse para ela aproveitar a paz, fazer tudo que estava com vontade, descansar que eu ia cuidar de tudo na casa dela. Bom, ia me esforçar pra cuidar, meu corpo estava dolorido da noite anterior. Minhas pernas estava doendo, minha buceta também ficou sensível, além das dores nas juntas e nos músculos depois de ter explorado tantas posições em tanto tempo. Meu primo por outro lado parecia estar renovado, sorria atoa, parecia que tinha ganhado na mega sena.
Toda oportunidade que meu primo via de puxar assunto comigo, ele puxava, chegamos até a jogar um joguinho online pelo celular. Ficamos juntos da minha vó por mais umas horinhas, almoçamos todos juntos, e na parte da tarde, meu primo propôs de me levar para a cachoeira que tinha perto do sítio da minha vó. Minha vó disse que estava tudo bem, só pediu para tornar cuidado. Bom, ela era inocente, não fazia ideia da nossa relação.
Meu primo pediu para eu levar roupa de banho, eu disse a ele que não tinha, já que não fazia ideia de que ia em uma cachoeira. Ele deu um sorriso de lado e disse que não tinha problema, mas que era pra ir com uma roupa fresca. Assim que peguei, partimos.
Era uma trilha, tinha que ir a pé. A cachoeira ficava bastante afastada de tudo, levava uns 40 minutos de caminhada. Durante o caminho todo, meu primo ficou me provocando. Fazia comentários elogiando minha aparência, dizia que eu era lindo, que meu corpo era maravilhoso. Ele também perguntou dos meus antigos parceiros sexuais, dos meus namorados. Fomos conversando e ele fazendo perguntas sobre tudo. Mal tinha dado metade do caminho e ele já sabia minha vida inteira. Eu fui contando inocentemente, quando ele disse que eu ia ser a escravinha dele, achei que era só um modo fofo de me convidar para transar sempre. Eu não sabia o que estava por vir.
Quando chegamos, eu fiquei maravilhada. Era linda a cachoeira, tinha espaço de sobra, fresco e bem afastado de tudo. Assim que pisei na água meu primo me segurou pelo braço e disse de forma bem direta:
— Tá louca? Tá pensando o que? Fica pelada, tira toda a roupa. Anda.
— M-Mas- Ele me interrompeu no meu da frase. — Mas nada porra. Anda logo, fica pelada para mim, se não eu te espanco aqui mesmo.
Eu obedeci, meio com vergonha. Mesmo sabendo que ele tinha me usado na noite anterior, era estranho para mim ficar pelada na frente de alguém que eu via em todas as festas de família.
Eu tirei a roupa toda e entreguei para ele. Ele pegou elas e guardou na mochila que ele tinha levado. Logo em seguida, começou a tirar as próprias roupas, e colocou na mochila também.
— Vem, vamos curtir. - Disse ele, me puxando.
Fui entrando de mãos dadas com ele, a água ia cobrindo minha perna. Achei que era raso a cachoeira, mas na parte mais funda a água estava batendo na altura do meu peito. Eu estava desconfortável pelada ali junto com ele. Mas ele logo foi me deixando relaxada. Primeiro ele pegou na minha cintura e me puxou na direção dele, abaixou e me deu um beijo de língua demorado. O beijo foi maravilhoso, me deixou excitada. Aos poucos ele foi subindo as mãos até chegar nos meus peitos, e começou a apertar os dois com as duas mãos. Ele ficou por uns 30 segundos assim, até encostar o pau durasso na minha barriga.
— Pega ele. Bate uma pra mim enquanto eu te beijo, vai. - Ordenou.
Eu peguei meio desajeitado, o pau dele era grande. Eu conseguia enxergar através da água limpinha da cachoeira. Quando peguei, ele começou a me dedar. Foi então que começamos a se pegar ali mesmo. Foi incrível, ele me fez gozar em muito pouco tempo. Parecia que ele sabia como fazer uma mulher sentir prazer. Ele me beijava intensamente, o que fez me entregar completamente. A água gelada nos nossos corpos misturado com nosso calor e o prazer me deixava em êxtase. Quando ele me pegou pela cintura e me levantou no colo, conseguiu encaixar o pau na minha buceta de primeira e começou a meter sem pensar. Enquanto eu estava no colo dele, ele me beijava sem parar e movimentava o quadril com vontade, prazer. Eu estava enlouquecendo. O pau enorme dele me preenchia completamente. Ele expandia minha buceta e batia no meu útero de um jeito sexy. Quando ele viu que não ia mais aguentar ir com calma, foi me levando para a beirada da cachoeira e me colocou de quatro na grama ao redor da cachoeira, e depois começou a meter forte. A intensidade e violência que ele metia me fazia revirar os olhos. Não estava doendo, eu estava amando. Ele me xingava e dava tapas na minha bunda cada vez mais forte. Fazia comentários enquanto gemia sobre mim, dizia que eu era uma putinha excelente, que eu aguentava inteiro sem chorar, que eu nem pedia para ir com calma e que minha buceta masoquista estava amando o pau dele. Eu gemia alto, eu tenho voz de criança então meu gemido era fino e intenso. Ele meteu em mim naquela posição até gozar, e quando gozou, gozou dentro sem dó. Antes dele gozar, eu não aguentei os estímulos que ele fazia na minha buceta com os dedos enquanto metia em mim, não aguentei o prazer indescritível que estava sentindo, tive que gozar de novo no pau dele.
Quando terminou, eu desmontei, cai de barriga na grama. Ele tirou o pau molhado de dentro de mim e se levantou. Minha buceta escorria esperma sem parar, eu respirava ofegante, meu corpo tremia. Foi quando eu lembrei que eu podia ficar grávida, olhei para ele desesperada e disse:
— Você tá louco? Gozou dentro de mim de novo. Você vai me engravidar seu maluco.
— E quem disse que você pode escolher alguma coisa? - Disse ele, gritando.
— Para sua sorte, eu fiz vasectomia. Infelizmente você nunca vai poder carregar um bebê meu no seu útero, mas para minha sorte, eu vou conseguir gozar dentro de você até eu me cansar. Entendeu?
Eu respirei aliviada.
De repente, ele me levantou com uma facilidade enorme e me pegou pelo colo, e foi me levando para dentro da cachoeira de novo. A água gelada foi entrando em contato com minha pele quente. Eu pedi para ele ir devagar porque a água tava gelada, ele só ignorou. Quando chegamos no fundo da cachoeira, ele olhou para mim seriamente e disse:
— Cara, você ainda não entendeu que você não tem que pedir nada? Sou eu quem mando, você só obedece, e sem questionar. Tá com frio? Foda-se. - E logo em seguida me colocou debaixo da cachoeira à força.
A pressão da água caindo, a temperatura da água e a velocidade da água foi me deixando congelada. De repente, ele agarrou minha cabeça e puxou para trás, me fazendo virar a cara para cima. A água começou a cair no meu rosto. Ele me segurava forte. Eu não conseguia respirar, a água foi entrando e eu comecei a me afogar. A pressão da cachoeira era enorme. Eu comecei a me debater mas a força dele era muito maior, eu tentava sair desesperada enquanto me afogava e ele me segurava com força. Passei algo em torno de 20 segundos naquela situação, e então ele me tirou. Assim que me tirou, eu comecei a tossir forte, desesperada. Quando me acalmei, tentei sair do colo dele e comecei a gritar e xingar ele por ter feito aquilo.
— Ainda tá falando? - Disse ele.
Me colocou de baixo da água e puxou minha cabeça. Voltei a me afogar. Porra, ele era muito forte, eu me sentia indefesa, e realmente estava, era isso que ele estava tentando dizer pra mim. Ele me colocou por 5 segundos só, tirou, e perguntou:
— Entendeu agora? Você vai ser obediente escravinha?
Eu xinguei ele. Ele me colocou de novo. Em seguida me tirou. Dessa vez eu entendi o recado, ele estava falando sério, eu realmente tinha me tornado a escrava dele.
— Tá bom, chega. Eu vou te obedecer, para por favor, eu não aguento mais. - Respondi.
Ele deu um sorriso, me abraçou e disse que se eu não fizesse o que ele mandasse, eu ia ser punida sempre. Bom, minha mente estava confusa, só aceitei tudo calada. Ele me largou do colo dele, passamos o resto do dia aproveitando tudo numa boa. Ri e me diverti bastante com ele, fingi que nada daquilo tinha acontecido e aproveitei.
Bom, quando chegou a hora de ir embora, nos enxugamos com a toalha que ele tinha levado, e quando eu pedi minha roupa à ele, ele me olhou com cara de safado e disse:
— Roupa? Que roupa? Você vai voltar pelada, e vai na minha frente. Vou amar ver essa bunda pequena empinada mexendo para todo lado.
Eu fiquei incrédula, mas sabia que se recusasse, ele ia fazer algo que eu ia me arrepender depois.
— Tá. Se eu pegar carrapato ou me cortar, a culpa é sua. - Falei para ele.
Ele deu um sorriso, se vestiu, e lá fomos nós. Eu fui pelada na frente dele, como ele pediu. Eu pensei que ia ser horrível, mas para minha surpresa, eu estava amando aquilo. Ele me comia com os olhos, eu rebolava quando estava andando em linha reta. Eu conseguia notar o volume no shorts dele, ele estava amando. Voltamos o caminho todo conversando, novamente sobre coisas da minha vida. No caminho eu perguntei algumas coisas para ele, como o tamanho do pau dele, e ele tinha dito algo em torno de 19/20 centímetros. Também perguntei se ele estava falando sério em eu ser a escrava dele, e ele disse que estava, e se eu desobedecesse, ia ser castigada. Não é como se eu quisesse isso, então, apenas aceitei que ia obedecer sem questionar o que ele pedisse.
Quando chegamos perto da casa da minha vó, ele me deu minha roupa. Eram 5 da tarde, estávamos famintos. Fomos bem recebidos pela minha vó, com um café da tarde caprichado. Passamos o tempo todo conversando e fofocando com minha vó. Na hora da janta, jantamos normalmente. Bom, era o que eu pensava. Assim que minha vó foi deitar, fui sentindo um sono estranho. Tentava me controlar, eu queria transar de novo com meu primo, mas não conseguia. Em poucos minutos depois de deitar, apaguei. Acordei no outro dia, 6h da manhã, uma hora depois da minha vó acordar. Levantei e passei o tempo com ela, até meu primo acordar. Assim que ele levantou, olhou para mim surpreso. Eu perguntei o que tinha acontecido, ele falou "nada" e o dia seguiu normalmente. Somente depois do almoço, ele me chamou no quarto dele, assim que eu entrei lá, ele perguntou:
— Não notou nada de diferente? No seu celular talvez?
Eu peguei meu celular, não vi nada. Fiquei confusa, perguntei o que tinha acontecido.
— Bom, eu te dopei com o mesmo remédio da nossa vó. Você dormiu igual um bebê. Eu queria te usar, claro, mas vai que você acordasse. Bom, sendo direto, eu peguei seu celular, desbloqueei com sua digital e fiz uma bagunça nele. Eu peguei todas as suas fotos, todos os seus nudes, todos os seus dados, contatos etc. Também achei seu banco de senhas e contas anotados que por coincidência também desbloqueavam com sua digital. Infelizmente para você, eu tenho tudo seu. Acontece que agora você vai ser minha escravinha oficialmente, já que se não me obedecer, todos os seus amiguinhos, parentes e conhecidos vão receber um pack do seu corpinho de brinde. O que acha?
Eu olhei para ele lacrimejando, respirei e disse calmamente:
— Tá bom. Eu vou ser sua escrava.
— Certo. A partir de agora quero que me chame de Gabe. A noite, assim que a vó dormir, vou ir no seu quarto para te gravar pelada e se exibindo. Você vai ter que dizer em vídeo que é minha escravinha, que pertence a mim. Caso não faça, já sabe. Se fizer, vou guardar tudo e usar ainda mais para te ameaçar. Você me pertence, eu não tô brincando, a partir de hoje você é minha e de mais ninguém. - Disse ele.
Bom, ali já não tinha mais o que fazer. Apenas aceitei calada e sai do quarto. Comecei a pensar. Tudo que ele sabia de mim, todas as fotos e ameaças, além do extra de me fazer endoidar no pau dele, me fizeram aceitar o meu destino, e algo em mim despertou. A paixão que eu tinha desenvolvido por ele se intensificou, meu espírito masoquista despertou, e em poucos minutos depois daquela conversa, minha buceta tava parecendo um rio. Meu coração batia forte, sentia um aperto no peito. Fui para o banheiro, não estava aguentando. Os pensamentos inundaram minha cabeça. Tranquei a porta do banheiro, e ali mesmo, comecei a me masturbar. Eu tampava minha boca para não gemer, e me tocava com prazer. Eu batia uma enquanto pensava no que ele me disse. Eu não entendia aquilo, mas estava gostando. Gozei, me limpei e saí como se nada tivesse acontecido. Passei o resto do dia ansiosa para a noite. Durante todos os momentos, eu pensava sem parar em ser a escrava dele de verdade. Comecei a ter imaginações e criar cenários na minha cabeça. Não sei o que estava acontecendo comigo, só sei de uma coisa, ele tinha me adestrado, e sem eu perceber, todas as ações, todos os movimentos, palavras que ele tinham me dito, tudo, tinha me possuído, e eu me tornei a escrava dele antes mesmo dele falar.
Continua...
Espero que tenham gostado. Se gostaram, deixem um feedback, comente aí em baixo se está bom assim, ou se tem algo que eu posso melhorar na minha escrita ou na estrutura do texto. Em breve trago a continuação de como meu primo iniciou meu cu, como ele me entregou para três amigos me comerem, etc. Obrigada por ler. 🙂
Contato:
kyotto1289(arroba)gmail(ponto)com
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Comentários (3)
Gabyzinha: Que delícia de contos, amo homens assim T Gabyrskk
Responder↴ • uid:7btejnns42Tarado: MBAMM deixa seu t pra poder saber mais delícia de conto
Responder↴ • uid:1ebnccc22863Mestre: Continua o conto
Responder↴ • uid:w73qybd1