Meu Irmão Mais Velho Quebrou Meu cabacinho
Moleque novinho vive olhando os amigos do irmão mais velho, ele fica bravo e resolve castigar o moleque. Sexo pesado com novinho virgem.
Meu nome é Eduardo, mas todos me chamam de Dudu, principalmente por eu ser o mais novo da família, o caçulinha, como minha mãe costumava falar.
Meu pai e minha mãe já estavam passando dos 40 anos quando eu nasci. Já tinham minha irmã Lúcia, e meu irmão Pedro. Eles costumavam dizer que eu tinha sido um acidente, a raspa do tacho. Eu achava aquilo engraçado, mas meu irmão falava que era por isso que eu era tão mimado.
Minha irmã Lúcia já tinha casado com um vizinho nosso, muito bonito e tinha ido morar em outra cidade. Restou somente eu, meu irmão Pedro, que era dez anos mais velho que eu, e meus pais.
Eu estava com quinze aninhos, cheio de energia e curiosidades. Meu irmão com vinte e cinco anos, sempre implicava comigo, por eu não gostar de esportes, não ser safado como os outros moleques da minha idade, e por ser um tanto quanto delicado.
Mesmo com toda essa implicância, eu achava meu irmão lindo e sempre ficava olhando para ele quando ele estava trocando de roupa. Adorava aquelas pernas grossas, peludas e malhadas. Aquela voz grossa e máscula e aquela barba cerrada eram um charme. Meu irmão era um tesão de homem, sempre me deixava excitado quando trocava de roupa na minha frente.
Para não deixar barato, ele sempre implicava quando me pegava olhando pra ele.
Meu irmão estava sempre muito apressado, sempre correndo e se arrumando para siar de casa. Seja para ir para festas ou para ir jogar bola com uns amigos que, de vez em quando, apareciam em casa e me deixavam babando também, principalmente o Thiago, um moreno que morava na vizinhança e era tão gostoso quanto meu irmão.
O Thiago sempre me tratava com carinho, fazia piadas comigo, passava a mão em minha bunda, o que deixava a meu irmão irritado.
Eu ainda era virgem, me acabava na punheta pensando naqueles machos me pegando e me fodendo com força, mas não passava dos sonhos.
Uma vez o Thiago foi tomar banho lá em casa, pois não tinha água na casa dele e, ao trocar de roupa na minha frente, eu fiquei olhando pra ele com cara de gula e sei que ele notou, tanto que piscou o olho pra mim, enquanto arrumava o pacotão na cueca. Meu irmão também percebeu e, quando voltou da festa e me encontrou acordado, entrou no meu quarto e foi logo falando bravo:
— Vou te avisar uma coisa moleque. Eu vi hoje você olhando para o Thiago, quando ele estava se trocando. Se eu souber que você anda dando mole para meus amigos, me envergonhando, eu te meto a porrada e ainda conto para meu pai. Vê se aprende a ser macho. – Eu ouvi aquilo e resolvi revidar.
— Eu olho pra onde eu quiser Pedro. Você não é meu dono e nem é meu pai pra ficar me ameaçando. – Respondi com um pouco de medo da reação dele.
— Sou teu irmão mais velho e não quero te ver me fazendo passar vergonha com os meus camaradas. Os caras vêm aqui tomar banho e você fica secando o pau dos machos.
— Você tá ficando doido, eu não olhei nada com maldade, e se tivesse olhado não era da sua conta. – Respondi bravo.
— Vê se te cuida. Senão eu vou te pegar. Veadinho.
Meu irmão disse isso e saiu do meu quarto, me deixando chateado, mas ao mesmo tempo excitado com aquela maneira rude que ele tinha.
A partir daquele dia meu irmão estava sempre me olhando atentamente. Se me via conversando com algum amigo dele, logo se aproximava e dava um jeito de me afastar. Parece que tinha medo de algum daqueles amigos gostosos quebrar meu cabacinho.
— Tá olhando o que, moleque? Parece que é veadinho. Vai olhar as minhas aí da rua. Fica olhando pra cueca de macho. – Ele falava isso e saía do quarto me deixando triste e excitado ao mesmo tempo. Toda vez que me via o olhando se trocar.
Uma tarde eu estava sozinho em casa, meus pais tinham saído sem hora pra voltar, e eu resolvi tomar um banho. Foi quando meu irmão chegou. Justamente quando eu estava tomando banho.
Ele bateu na porta do banheiro e gritou meu nome, dizendo para eu sair rápido, pois ele estava atrasado para um compromisso e queria tomar banho. Não dei bola e continuei com meu banho. Mas não demorou muito e ele bateu de novo.
— Espera um pouco Pedro. Tô tomando banho! - Gritei do chuveiro. E resolvi apressar o meu banho.
Ele começou a esmurrar a porta, acho que tinha bebido um pouco a mais. Aquilo me irritou. Saí do box, com o chuveiro ligado ainda, e fui abrir a porta.
— Você não está vendo que eu tô tomando banho?
— Anda logo. Você tem o tempo todo pra isso. Nunca sai de casa. Eu tenho um compromisso daqui a pouco.
— Problema seu. Eu estou quase terminando, espera um pouco. É só enxaguar meu cabelo, tirar essa espuma e pronto.
— Eu vou entrar e começar a tomar o meu. Ele disse isso, arrancou o calçaõ e a cueca fora e entrou no box, me deixando de boca aberta, ele nunca tinha feito isso. Eu olhei para aquele corpão e fiquei sem ação.
— Que merda, Pedro. Você é muito idiota. – Ele nem me ouviu. Entrou debaixo do chuveiro, como se ninguém estivesse ali.
— Pode ficar à vontade, moleque. Cabe nós dois aqui!
Enquanto eu tirava a espuma, meu irmão começou a se ensaboar, passando o sabonete em suas partes intimas, foi difícil não olhar aquela cena. Peguei o condicionador e espalhei no meu cabelo e fiquei massageando. Ele me olhou e logo falou:
— Parece uma menininha cuidando do cabelo, anda logo moleque. - Ele disse já com um tom mais calmo na voz.
Eu me afastei um pouquinho dele e me curvei para tirar o condicionador dos cabelos. Estava bem curvado com minha bundinha na direção dele e, de repente, senti seu pau encostar na minha bunda, bem entre minhas polpas. Me afastei mais uma vez, e seu pau encostou na minha bunda novamente. Disfarcei um pouco e olhei para trás. Para minha surpresa vi que seu pau estava ficando duro. Ele percebeu que eu vi.
Continuei lavando meu cabelo e disfarçando o olhar. Queria observar o corpo do meu irmãozão. O seu pau estava totalmente duro e pude apreciar o quanto era grande e grosso. Ele tentava disfarçar, ficando de costas para mim. Eu fiquei olhando suas pernas fortes e sua bunda durinha e redondinha. Meu irmão era uma delícia de macho. Tinha um corpo de atleta.
De repente ele veio em direção ao chuveiro e disse que ia se enxaguar. Eu senti que foi apenas uma desculpa para encostar seu corpo no meu, mais uma vez.
— Passa o sabonete novamente pra mim, moleque. – Ele pediu. Me estiquei para pegar o sabonete e caiu da minha mão. Quando abaixei minha cabeça para pegar, notei que meu irmão mordeu os lábios, assim que me viu abaixado, naquela posição, com o rabo aberto em sua direção. Eu gostei daquela sensação de deixar meu irmão machão, excitado.
Continuei de costas para o meu irmão, e ele não parava de olhar pra mim, principalmente para minha bunda. Ficamos em silêncio por um bom tempo. Ele me olhava de um jeito muito gostoso! Eu estava excitado com aquilo.
Fiquei olhando a imagem da água escorrendo em seu pau e percebi que ele estava ainda mais duro e muito maior, apontando para mim.
— Pode pegar moleque. Eu sei que você quer. – Ele disse, me tirando do transe.
Eu fiz o que ele mandou. Ao mesmo tempo ele também segurou o meu pau. Aquilo me deu um tesão maravilhoso. Meu irmão bruto segurava o meu caralho. E o safado ainda fez mais. Veio por trás de mim e encostou aquele peitão peludo em minhas costas. Como ele estava quente! E excitado!
Seu caralhão estava colado em minha bunda. E ele fez questão de posicioná-lo bem entre minhas nádegas. Desta vez estava tocando o meu cu. Me arrepiei todo com aquele toque.
Ele percebeu meu corpo todo arrepiado e começou a fazer um movimento de vaivém, me masturbando.
Estava muito gostoso. A cabeça do seu pau roçava meu cuzinho e sua mão me batia uma punheta. Para um moleque virgem, era como estar no paraíso.
Ele continuou a me punhetar, forçando o pau na direção do meu buraquinho.
Eu olhei para trás, suspirei fundo e abri bem as pernas. Foi o sinal que meu irmão esperava.
— Já levou rola nesse cuzinho, moleque? Ele me perguntou, colando aquela boca quente em minha orelha.
— Nunca. – Foi a única coisa que respondi, quase gemendo.
— Melhor assim. Se é pra dar o cuzinho, que seja um macho da família o primeiro a estourar o cabacinho. – Ele disse isso e pegou um vidro de óleo de banho que estava ao lado. Meu irmão espalhou o óleo no meu cu e enfiou um dedo. Dei mais um suspiro, misturado com um gemido.
Nesse momento eu vi meu irmão se transformar num animal. Ele passou um pouco óleo no cacetão duro e enfiou lentamente no meu cu, de uma só vez.
Eu senti como se estivesse sendo rasgado. Doeu um pouco, mas era uma dor gostosa, o tesão falava mais alto. Eu inclinei o meu corpo para apoiar minhas mãos na parede, empinei bem a bunda e abri as pernas. A partir daí ele começou o movimento de entrada e saída, indo fundo em meu cuzinho descabaçado. Tudo que senti foi tesão.
As primeiras bombadas me causaram mais dor que qualquer outra coisa, mas depois só consegui sentir prazer e vontade de sentir aquela pica gostosa cada vez mais fundo, me rasgando, me dando todo o prazer do mundo. Ele gemia e me arrombava com muita vontade.
— Isso moleque. Empina o rabo pro teu mano. Agora eu sou teu macho. Estourei o teu cabaço. Agora você vai ficar pronto para levar rola dos machos da rua.
Comecei a rebolar um pouco e meu irmão enlouqueceu. Meteu com muita vontade.
— Mete mano, fode o meu cuzinho. Você é um macho muito gostoso. Estoura o cabacinho do teu maninho. - Eu pedia para ele não parar. Ele não falava nada, apenas metia o pauzão com força. Como se tivesse cumprindo sua obrigação de macho da família. Eu ficava tentando adivinhar seus pensamentos. Sentia sua respiração alta, descompassada.
Estava uma delícia. Eu não queria parar, mas senti seu pau pulsando e ficando mais grosso, esticando minhas preguinhas estouradas. Ele deu uma estocada funda no meu cu e gozou. Gozou muito. Eu sentia o calor dos jatos dentro de mim.
Nesta hora eu apertei meu pau que quase explodia de tão duro e senti ele se desmanchar em um gozo intenso. Meu cuzinho se contraía e mastigava o pau do meu irmão. Ele gemia sentindo essa massagem em seu pauzão, dando suspiros cada vez mais altos. Parecia que ele não gozava há muito tempo.
Eu me virei e encarei meu irmão mais uma vez bem dentro dos olhos.
Ele nada falava. Estava curtindo o final daquele gozo animal.
Fiquei apreensivo, sem saber o que aconteceria a partir dali.
Será que ele sentia culpa, desejo, raiva por ter um irmãozinho veado, ou ele seria meu macho a partir daquele momento?
Terminamos o banho e saímos do banheiro. Eu fui para meu quarto e ele para o dele.
Me deitei na cama e fiquei pensando em tudo o que tinha acontecido. Despertei com o barulho dele abrindo a porta e saindo.
Fiquei ali adormecendo e tentando imaginar o que aconteceria depois daquele dia. O prazer que eu tinha sentido ainda dominava meu corpinho desvirginado.
*****
Primeiro conto do ano.
Espero que gostem. Leiam, comentem e votem.
Quero ouvir vocês para saber se devo continuar trazendo novas histórias.
Feliz Novo Ano.
Abraços a Todos!!!
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Comentários (2)
TwinkAndy: Que delícia de conto! Começou com chave de ouro, viu!!!
Responder↴ • uid:2qlt806idLuiz: Seu conto foi noto 10 muito bom ou melhor excelente agora vc pode da seu cu para os machos da rua inclusive os amigos dele de muito o cu pode ficar tranquilo que ele vai te comer muito
Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic