#Incesto

Eu convenci minha irmã a fazer isso. Convencendo a irmã a transar.

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Em uma viagem de carro cheia de tensão proibida entre São Paulo e Rio de Janeiro, eu, um homem de 52 anos, descobri que as fantasias de incesto podiam virar realidade com minha irmã de 45 anos, Ana. O que começou como uma simples visita à nossa mãe se transformou em noites quentes de toques ousados, gemidos ecoando no quarto de hotel, peidos inesperados no calor do momento e um anal dolorido que nos deixou ofegantes e viciados. Registrei tudo com uma câmera escondida, capturando cada gota de suor, cada sussurro safado, e agora compartilho essas aventuras pra você imaginar o que vem pela frente – quem sabe, até um reencontro com mais surpresas. Não resista: leia até o fim, visualize as cenas, e sinta o fogo que nos consumiu.

Meu nome é Marcelo, tenho 52 anos, e ultimamente ando viciado em ler contos de incesto que me deixam com a mente fervendo. Tenho uma irmã chamada Ana, de 45 anos, que mora no Rio de Janeiro. Nunca tinha passado pela minha cabeça meter com ela, mas depois de devorar umas histórias daquelas que te deixam duro só de imaginar, comecei a fantasiar. Tipo, e se eu conseguisse? Não seria daqueles contos bobos onde o cara só tira a calça e a mina pula em cima. Não, eu precisava de um plano esperto, sem assustar a coitada.

Ana é casada, vive lá no Rio, e eu aqui em São Paulo. Ela é baixinha, uns 1,60m, magrinha, com peitinhos pequenos que sempre me pareceram inocentes. Nunca vi ela pelada, mas uma vez, uns cinco anos atrás, em uma praia em Copacabana, ela se curvou pra pegar uma bola de vôlei e o biquíni folgado deixou escapar um peito inteiro. Foi rapidinho, uns três segundos, mas aquilo ficou gravado na minha memória como um flash. Agora, quero ver tudo, tocar, lamber, fazer de tudo com ela. Liguei pra ela do nada, inventando uma desculpa: "Ei, mana, que tal você vir pra São Paulo ver a mãe? Ela tá sentindo sua falta." Ela odeia avião, então bolei: "Eu pego um voo pro Rio, alugo um carro e a gente volta dirigindo juntos." A ideia era parar em hotéis pelo caminho, tipo em Paraty ou Angra dos Reis, e ir plantando a semente da conversa sobre incesto durante a estrada. Ela topou na hora, marcamos a data.

Cheguei no aeroporto do Galeão, e Ana veio me buscar com o marido dela. Nada de blusa transparente ou saia curta como nos contos safados que eu lia. Ela tava de short jeans, mostrando as pernas lisinhas e bronzeadas, e uma regata solta. Fiquei um dia na casa dela, e no dia seguinte, peguei o carro alugado. Ela já tava com a mala pronta, de shortinho de novo e outra regata, dava pra ver o sutiã marcando. Nas primeiras horas na BR-101, a conversa era banal, tipo o trânsito no Rio, o calor úmido, aquelas coisas de família. Eu ficava esperando um silêncio pra puxar o assunto. Depois de meia hora quietos, com o ar-condicionado zumbindo e o cheiro de maresia entrando pela janela, eu falei: "Bora brincar de um jogo, mana?"

"Que jogo?", ela perguntou, virando o rosto pra mim, com os olhos castanhos curiosos.

"Aquele de 'e se...', sabe? Tipo hipotéticas malucas."

"Tá bom, eu começo." Nas histórias que eu lia, ela diria logo algo tipo "Se você pudesse foder qualquer um no mundo, quem seria?", mas não. Ela veio com: "E se você ficasse preso numa ilha deserta, com bateria só pra uma ligação? Pra quem ligava?"

"Pro resgate da Marinha, óbvio", respondi rindo. Mas aquilo me deu uma brecha. "Minha vez. Imagina eu preso numa ilha com você e outra mulher qualquer."

Ela ficou ouvindo, mordendo o lábio inferior. "Só tem comida pra dois. Pra sobreviver, preciso matar uma de vocês."

"Fácil, né? Eu sou sua irmã, você mata a outra."

Eu sorri, olhando pra estrada, mas virei pra ela: "Calma aí, maninha. Preciso pensar direito. Se eu matar a outra, sobra nós dois. Mas o ser humano não vive só de pão, né?"

"Como assim?", ela perguntou, franzindo a testa.

"Pensa bem", eu disse, com um tom safado. Os olhos dela se arregalaram. "Você não tá falando o que eu tô pensando."

Olhei fixo pra ela por um segundo, antes de voltar pra estrada. "Se eu te matar, ainda tenho comida e sexo."

"Eu sou sua irmã, Marcelo!"

"Eu tenho minhas necessidades, ué. Comida sozinha não basta."

"Então, pra eu sobreviver nessa ilha com você, eu teria que te dar?"

"Ei, eu não ia reclamar, não. É só sexo. Eu tenho tesão, você também ia ter, né?"

"Sei lá", ela murmurou, corando um pouco. "Acho que sim. Mas nunca pensei em você assim, cara."

"Por que não? Eu sou um cara bem apessoado, né?"

"É, mas enfiar teu pau em mim? Não sei se rola."

Notei que ela disse "enfiar teu pau em mim", não "fazer sexo". Aquilo me deu um gás. "Olha, eu te acho gata pra caramba. Você se cuida, eu te amo, então por que seria tão errado?"

"É incesto, pô."

"Grande merda", respondi. "Sexo é sexo, e como você disse, eu não ia me importar de botar meu pau em você."

"Se a gente estivesse numa ilha", ela rebateu.

"Claro, uma ilha", eu disse, amarelando um pouco. Porra.

"De jeito nenhum, mana. Se eu tivesse a chance, eu te pegava sim."

"Obrigada pelo elogio, mas não sei se eu aguentaria."

Pensei: "Ela não surtou, não disse não de cara." O resto da viagem ficou silencioso, com o rádio tocando MPB baixa, e eu pensando em como meter com ela. Não sei no que ela tava pensando. "Tá na hora de achar um hotel", eu disse, vendo o sol se pondo sobre as montanhas da Serra do Mar.

Achamos um motelzinho em Ubatuba, descarregamos as malas. Sentei na cama, liguei a TV no canal de notícias. "Você tá quietinha, no que tá pensando?", perguntei.

"No que você acha?"

"Aquela parada de incesto?"

"É. Eu sei que devia me incomodar você querer me comer, mas por algum motivo, não me incomoda tanto."

Aquilo me deu esperança. "Penso nisso faz tempo", menti (só comecei depois dos contos). "Quer dizer que talvez...?" Ela me cortou.

"Calma aí, irmãozão. Só disse que você me fez pensar nisso."

Tava indo melhor que o esperado. Se eu jogar certo, talvez eu meta nela até ela pedir arrego. "Vou tomar banho", ela disse, pegando as coisas pro banheiro. Vi ela entrar. Tomei coragem. "Ei, mana, me deixa ver teus peitos."

"Não", ela respondeu e trancou a porta. Suspirei, voltei pra TV. Nem dois minutos depois, ouvi ela chamar: "Marcelo?"

Virei, ela tava vestida ainda. "Que foi?"

Ela agarrou a barra da blusa, levantou rapidinho, mostrando os dois peitos nus, rosados, com mamilos durinhos, depois baixou e correu pro banheiro.

"Puta merda, acabei de ver os peitos da minha irmã", pensei. "Foi rápido, mas ela saiu pra me mostrar." Depois: "Ela planejou isso. Tava de sutiã, tirou, vestiu a blusa de novo e mostrou. Se eu maneirar, ainda meto nela."

Ela saiu de shortinho folgado e camiseta velha. "Sua vez."

Entrei no banheiro, tirei tudo menos a cueca. Ideia maluca: saí. Ana tava deitada na cama. "Ei, irmã?", chamei. Quando ela olhou, baixei a cueca na frente, mostrando meu pau semi-duro, grosso, veias pulsando. Foi um flash rápido, como ela fez. Enquanto corria de volta, ouvi ela soltar um "Caralho!". Ela olhou fixo, não desviou. Meu pau não é daqueles monstros dos contos, mas é médio, grosso, minha ex dizia que preenchia bem.

Tomei banho, me masturbei pensando nos peitos dela, no cheiro dela que imaginei doce e salgado. Se eu pegar ela, quero durar horas.

Voltei pro quarto, ela lendo um livro na cama. Olhou pra cima e sorriu safado. Me deitei na minha cama, puxei o lençol fino. Fiquei olhando pra Ana.

"E aí?", eu disse.

"E aí o quê?", ela rebateu.

"Só isso? Você mostrou o teu, eu mostrei o meu?"

Ela tava com as pernas cobertas, livro entre elas. Largou o livro. Vi ela pegar o lençol, puxar das pernas. Não tava de short mais. Joelhos dobrados, dava pra ver a buceta depilada, lábios rosados, inchadinhos. Ela cobriu de novo.

"Essa é a melhor buceta que já vi na vida. Por que cobriu?"

"Ainda não tenho certeza se a gente deve ir pra frente com isso", disse ela, voz tremendo um pouco.

"Tá bom, que tal a gente só brincar um pouco e ver no que dá? Não faz mal, né?", perguntei.

Esperei. Ela ficou um minuto calada. Finalmente, olhou pra mim e disse: "Sua cama ou a minha."

Não acreditei no que Ana tinha falado. A gente tava discutindo incesto e ela solta: "Sua cama ou a minha?" Fiquei olhando pra ela, sentada ali, esperando, com os olhos brilhando no quarto iluminado pela luz fraca do abajur. Pensei: "Porra, isso vai rolar mesmo. Vou comer minha irmã de 45 anos, sentir o corpo dela se contorcendo embaixo de mim."

"A minha", respondi seco. Vi ela puxar o lençol, balançar as pernas pra fora da cama, se levantar e vir devagar na minha direção, rebolando sutil, o cheiro de sabonete floral chegando antes. Olhei pra baixo e vi nitidamente a buceta dela depilada, lisinha, com um brilho úmido já. Puxei meu lençol, ela rastejou pra cama e se deitou de costas, pernas ligeiramente abertas, o ar quente do quarto misturando com o suor começando a brotar.

"E agora?", perguntou, voz rouca, mordendo o lábio.

Eu não tava preparado pra isso de verdade. Me pegou de surpresa. Achei que ia ser mais difícil. Estendi a mão, levantei a blusa dela pela cabeça. Ela sentou e ajudou, jogando pro lado. Olhei pros peitos: pequenos, firmes, mamilos escuros como chocolate, endurecendo no ar fresco. "Você tem uns peitos lindos, mana", disse. "Posso tocar?"

"Ei, irmãozão. Tô aqui na tua cama, pelada. O que você acha?"

Toquei um peito, sentindo a maciez quente, a pele arrepiada. Ouvi ela inspirar fundo, um gemido baixo escapando. Fiquei olhando minha mão massageando o peito da minha irmã, o mamilo endurecendo como uma ervilha dura. Passei os dedos nele, circulei devagar. Eram mamilos perfeitos, do tamanho de uma moeda de um real, rosados nas bordas. O peito era macio, mas ainda empinado pra idade dela. Apertei mais, sentindo o peso.

"Só isso que vai fazer?", perguntou, sorrindo maliciosa.

Mantendo a mão no peito, olhei pro rosto dela, flushing avermelhado. "Não", respondi. "Quero fazer muito mais."

"Bom, você me deixou nua e tua mão tá no meu peito."

"Mana, não que eu reclame, mas achei que ia ser bem mais duro te trazer pra cama."

"Olha, tô casada há 25 anos. Casei aos 20. O único cara que eu peguei foi meu marido. Quero saber como é outro pau. Quem melhor e mais seguro que meu irmão? Só de pensar que você quer me foder já me deixa molhada pra caralho. Nunca pensei nisso até hoje na estrada. Decidi no carro que ia te convencer a me comer. Agora, irmão", disse Ana, se deitando e abrindo as pernas bem, a buceta se abrindo ligeira, cheiro almiscarado subindo, "o que você vai fazer com isso?"

Levantei os quadris, tirei a cueca, meu pau pulando duro, grosso, cabeça vermelha latejando. A gente tava pelado de vez.

"Mana, quero fazer tudo que imaginar com você. Quero que me diga o que quer. Sem esconder nada. Isso vai ser foda."

"Tá bom, irmãozão, quero que sinta cada centímetro do meu corpo, me chupe, me lamba e me foda forte." Inclinei e beijei Ana, língua invadindo, ela enfiando a dela na minha boca, sabor de menta e desejo. Chupei a língua dela como se fosse um pau pequeno. Senti ela pegar meu pau, dedos mal fechando em volta da grossura, pele quente e veias pulsando. Enquanto chupava, ela punhetava devagar, pra cima e pra baixo, o pré-gozo lubrificando. Minha irmã me punhetando, o som úmido ecoando no quarto quieto. Quanto mais forte eu chupava a língua, mais rápido ela ia. Precisei sentir a buceta dela. Parei o beijo, desci a boca pro peito, chupei um inteiro, língua rodando o mamilo. "Mais forte, mais forte", gemia ela. Chupei com tudo, peito todo na boca, mordiscando leve. "Mais forte", repetia. Tava chupando com força total, dentes roçando. "Ahhh, porra, chupa, irmãozão, chupa forte." Não acreditava o quão excitada ela tava, nada como minha ex, que parecia fazer por obrigação. Com Ana, via uma mulher madura explodindo, quadris se mexendo, suor escorrendo entre os peitos. Senti ela levantar os quadris, um peido escapando no movimento, cheiro terroso misturando com o tesão, nos fazendo rir baixinho, mas sem parar. Tirei a boca do peito, olhei pra baixo: pernas escancaradas, buceta brilhando de molho. Toquei, macia como seda. Coloquei a mão por cima, desci, ela pegou minha mão e tentou enfiar meus dedos. "Me deda, Marcelo, me deda agora." Antes, vi ela enfiar o próprio dedo na buceta, gemendo alto, dedo entrando e saindo rápido, clitóris inchado. "Caralho", pensei, "minha irmã se masturbando na minha frente". Coloquei minha mão na dela, tentei enfiar meu dedo. Ela tirou o dela, guiou o meu médio pra dentro, quente e escorregadio como mel quente. Antes de eu mexer, ela enfiou o dela junto. A mão dela na minha, dedos juntos fodendo a buceta dela. Mexíamos sincronizados, dentro e fora, ela rebolando tanto que quase escapava. De repente, um peido mais alto no rebolado, rimos de novo, mas o tesão só aumentava, o cheiro cru tornando tudo mais animal. Ela tensionou, gritou alto, corpo tremendo, buceta apertando os dedos num orgasmo violento, sucos escorrendo na cama. Pelo barulho, os vizinhos deviam tá ouvindo, mas foda-se. Nunca imaginei ver minha irmã assim, gozando como uma vadia, rosto contorcido de prazer. Buceta se abrindo mais, enfiei outro dedo, fodi rápido, ela gritando: "Porra, Marcelo, me fode, me fode. Quero teu pauzão agora. Enfia em mim, caralho."

Abaizei, peguei meu pau, posicionei na entrada, lábios se abrindo pra mim. Empurrei, grosso demais, apertado. Empurrei mais, cabeça passando, ela gritando de dor e prazer misturados. "Ai, porra, Marcelo, tá me rasgando, mas é bom pra caralho." Não tava indo rápido o suficiente, ela agarrou minha bunda, puxou forte, eu deslizando inteiro pra dentro, paredes quentes apertando como um punho. "Ai meu, é maravilhoso. Me estica como nunca." Empurrei fundo, metendo com força, ela rebolando no ritmo, peitos balançando, suor voando. Um peido dela no meio das estocadas, rimos ofegantes, mas continuamos, o som molhado da foda enchendo o quarto. É assim que tem que ser, irmão e irmã se comendo, encaixe perfeito, nada melhor. Meu pau fundo na mana, ela gemendo sem parar. Nunca senti nada igual, o cheiro de sexo, suor e peidos tornando tudo real e sujo. Pensei no futuro: e se a gente repetir em casa da mãe, ou num motel em Recife? Ela tava gozando de novo, paredes pulsando. Senti meu gozo subindo, corpo inteiro latejando. "Tô gozando dentro da minha irmã", pensei. Jatos quentes jorrando fundo, ela envolvendo pernas em mim, puxando mais, gozando junto, apertando meu pau como um torno. Nada existia além disso, o mundo sumiu. Até você foder sua irmã, não sabe o que é prazer de verdade.

Exausto, deitei em cima dela, respirando pesado, peitos colados suados. Depois de minutos, senti meu pau amolecendo, saindo.

"Não, não", gemeu ela. "Quero teu pau dentro de mim, Marcelo."

Tentei, mas depois daquela gozada épica, não rolava. Saiu, me levantei, olhei pra ela, buceta vermelha, gozo escorrendo. "Mana, não fodi muitas na vida, mas se soubesse como seria com você, tinha tentado anos atrás."

"Caralho, Marcelo, nem nos melhores dias do meu marido eu gozei assim. Faz 20 anos sem orgasmo decente. Tive dois com você. Adoro teu pau grosso, melhor que comprido." Olhou pro meu pau mole. "E agora?"

"Não sei, talvez você ajude." Ela sorriu largo. "Deita de costas", mandou. Obedeci. Vi ela pegar meu pau, abrir a boca, engolir inteiro, garganta quente e úmida. Abocanhou fundo, sem mexer, só segurando, língua lambendo por baixo. Senti crescer devagar, endurecendo na boca da mana, visão surreal: boca esticada, peitos pendurados, buceta visível entre as pernas. Pra achar mais aventuras minhas, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem mais relatos quentes como esse.

Escutem, galera: vocês precisam foder a irmã de vocês. Não sei como, mas arrumem um jeito. Confiem, é o melhor sexo ever. Meninas, se tão lendo, deem pro irmão. Vai ser a foda da vida. Pode ser que ele seja tímido, então contem pra ele. Se tem irmão, vão em frente.

Meu pau tava duro na boca dela. Começou a chupar forte, garganta engolindo, gemidos vibrando. Fazia anos sem boquete assim. Peguei o cabelo dela, forcei pra baixo, fundo e rápido. Não foi fácil, mas segurei e fiz ela foder a boca no meu pau com tudo. Senti o gozo subindo. Não queria parar, mas tirei da boca, gozei no rosto dela, jatos brancos no nariz, boca aberta pegando um pouco, resto escorrendo. Ela lambeu, adorando.

"Queria engolir tudo, Marcelo." "Mas gostei de você gozar em mim também."

Foi pro banheiro, ouvi a água. Saiu, pegou uma toalha, lavou meu pau devagar, língua limpando o resto, sensação divina. "Galera, ter sua irmã limpando teu pau depois de foder... sem palavras, é o céu."

Voltou pro banheiro, saiu e deitou na minha cama. "E aí, mana, pronta pra dormir?"

"Não", disse. "Você tem que fazer algo que nunca fizeram comigo."

"O quê?", perguntei, coração acelerando.

"Me fode no cu."

Meu pau endureceu na hora, mas avisei: "Vai doer, mana. Meu pau é grosso."

"Quero tentar", insistiu ela, virando de quatro, bunda empinada, cu piscando rosa. Lubrifiquei com cuspe e gozo da buceta, posicionei. Empurrei devagar, ela gemendo de dor: "Ai, porra, tá rasgando!" Um peido escapou no esforço, rimos nervosos, mas continuei, cabeça entrando apertado, lágrimas nos olhos dela. "Devagar, Marcelo, dói pra caralho, mas não para." Meti mais, cu esticando, quente como fogo. Ela gritava de dor misturada a prazer, rebolando leve. "Tá me preenchendo todo, ai!" Fodi devagar, depois mais rápido, sentindo o aperto insano, peidos escapando no ritmo, cheiro forte, tesão animal. Gozei fundo no cu dela, ela gozando junto, corpo tremendo. Pensei: e se a gente fizer isso de novo, com brinquedos? Ou na praia de Boa Viagem? Quero mais aventuras assim.

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