Flagrei minha irmãzinha vendo pornô
Cheguei mais cedo da faculdade e flagrei minha irmãzinha batendo siririca.
Tenho vinte e três anos e vivo com os meus pais e com minha irmãzinha, Ana, que recém completou seus quatorze anos. Nossos pais são separados e moramos com minha mãe, então desde que meu pai foi embora, eu ocupo o cargo de “homem da casa”.
Minha mãe trabalha a tarde e chega em casa por volta das meia noite. Eu passo o dia na faculdade e chego em casa por volta das 15:00, e trabalho como freelancer na área de programação em casa. Nesse dia o professor de Análise de Sistemas faltou e saímos mais cedo. Uns amigos convidaram para ir a um barzinho, mas decidi ir para casa pois tinha um trabalho para entregar no dia seguinte. Cheguei em casa por volta das 13:00 e fui direto para o meu quarto ligar meu computador.
Minha irmã estuda integral e chega em casa por volta das 18:00, então achei estar sozinho, até começar a ouvir alguns sons estranhos vindo do seu quarto, como se a cama dela estivesse sendo arrastada. Achei estranho e decidi checar, talvez o nosso cachorro, Rufus, poderia ter ficado preso ali. Tirei meu fone, fui até a porta e quando fui me aproximar da para abrir a maçaneta, ouvi gemidos, um deles mais alto, e um menor, parecendo vir de um vídeo.
Já tinha pego minha irmã se masturbando algumas vezes, mas ela sempre foi boa em esconder, mas algumas vezes parecia que ela fazia de propósito para eu ver, como quando estávamos vendo um filme no sofá esperando a nossa mãe chegar e vi um volume se mexendo entre as pernas dela por cima da coberta.
Pensar nisso me deixou de pau duro. Se ela estava tão à vontade a ponto de gemer, ela não tinha notado que eu estava em casa. Decidi dar a volta na casa e ir até o corredor, para ter acesso a janela dela. Fui evitando fazer barulho, até chegar na janela dela.
A cortina estava fechada, mas tinha uma brecha. Dei uma espiada e tive uma visão do paraíso. Ela estava sem as roupas debaixo, usando só a camisa do uniforme do colégio. De vez em quando quando ela abria às pernas eu conseguia ver a bucetinha dela, lisinha, apesar da idade ela ainda não tinha atingido a puberdade, minha mãe já havia levado ela ao endocrinologista e aparentemente ela tem Atraso Puberal, ou seja, o corpo dela ainda não se desenvolveu como deveria.
Puxei meu celular para tentar enxergar com o zoom. Naquele ponto eu estava conseguindo ver claramente os dedinhos dela se mexendo entre as pernas. Mas não conseguia ver o rosto dela. Então, por algum motivo, decidi gravar, no começo pensei em gravar para guardar para mim, mas minha cabeça foi inundada por possibilidades. Abri um pouco mais a cortina para conseguir gravar o rosto dela, e gravei cerca de cinco minutos de vídeo.
Ela é uma típica nerd, com vários posters de animes na parede, bichinhos de pelúcia e fotos de ídolos de Kpop. Devido ela parecer muito nova pra idade dela, ela sofria bullying no colégio, e não parecia ter amigas. No tempo livre ela costumava ficar no quarto jogando no computador, ou lendo algum livro.
Parei de gravar, fui até o quarto dela e bati na porta. Ouvi um gritinho.
— Q-quem é?!
— Sou eu, abre a porta, você faltou né? Vou contar pra mãe — falei, forçando a maçaneta. Dentro do quarto consegui ouvi ela se levantando e se vestindo, ela abriu a porta, e vi que ela estava cheio de suor no rosto.
“A mãe deixou eu faltar, tô com dor de barriga.”
— Duvido, vou ligar pra ela agora — falei, pegando meu celular do bolso.
Ela saiu correndo, pegou o celular em cima da cama e me mostrou uma conversa com a nossa mãe no WhatsApp. Ela estava dizendo a verdade.
“Deixa eu ver melhor” falei, pegando o celular da mão dela. Ela não queria entregar, mas ela estava tensa e precisei só de um olhar para ela largar.
Puxei para cima para ver as outras abas e vi o que ela estava assistindo, era um Hentai de estupro. Meu pau começou a endurecer, mas mantive a calma e fingi estar lendo a mensagem.
“Tá, agora me devolve”
Coloquei o celular dela no bolso e saí correndo para o banheiro, ela demorou um pouco para perceber o que estava acontecendo e começou a correr atrás de mim, pedindo para eu devolver. Me tranquei no banheiro e printei o vídeo, abri a galeria dela para ver se encontrava algo, mas nada.
“O que você tá fazendo aí?!” Ela falava desesperada, enquanto batia na porta.
Não tinha nada na galeria, apenas selfies e fotos de personagens de anime, mas então decidi olhar as imagens apagadas. Comecei a rolar pra baixo e dois vídeos me chamaram a atenção, eram vídeos dela no banheiro sem roupa, se masturbando. Imediatamente tirei da lixeira, enviei para mim mesmo no WhatsApp e apaguei a mensagem apenas para ela, para ela não conseguir apagar.
Abri a porta e devolvi o celular. Ela puxou com força e ficou me encarando, brava.
“Eu vou contar tudo pra mãe, você tá fudido”
— Eu tô? — Perguntei, tirando meu celular do bolso — não era eu que tava vendo hentai e batendo siririca.
O semblante dela mudou para um estado de choque. Virei o meu celular para ela e mostrei a gravação que fiz e os vídeos que eu tinha pego do celular dela. Ela tentou tirar o celular da minha mão, mas ela não alcançava.
Ela ficou em silêncio e vi seus olhos começando a encher de lágrimas.
“Vou contar tudo pra mãe.”
Ela continuou sem reação. Lágrimas começaram a escorrer e ela começou a soluçar. Por algum motivo isso fez meu pau endurecer.
“Mas eu posso não contar, se você fizer o que eu mandar.”
Ela enxugou as lágrimas, olhou para mim e falou, já sabendo exatamente o que eu queria.
— Você quer me tocar né? Nojento, não vou fazer nada, se eu contar isso pra mãe…
— Se você contar eu vou enviar esses vídeos pra todo mundo da sua escola.
Ela começou a fazer cara de choro, mas não chorou dessa vez. Devolvi o celular dela, e sem falar nada ela voltou para o quarto, derrotada. Fiquei algum tempo no banheiro vendo os vídeos, até que comecei a ouvir ela chorar novamente. Fui até o quarto, puxei a maçaneta e entrei. Achei que ela iria falar para eu sair, mas ela não ligou, sentei no canto da cama, ela estava encolhida no outro canto, chorando enquanto abraçava um pandinha de pelúcia. Me senti culpado, eu não deveria ter feito aquilo.
— Olha, me desculpa eu não vou…
— Todo mundo na escola me acha feia — ela me interrompeu, com voz de choro — s-se você fizer isso, eu-eu…
Ela voltou a chorar, dessa vez mais forte. Me aproximei mais dela e coloquei a mão no joelho dela.
— Eu não te acho feia. Na verdade eu te acho muito bonita, se você não fosse minha irmã eu com certeza te pediria em namoro.
— S-sério? — ela perguntou, parando de chorar.
“Sim, te acho muito fofa, gosto de garotas iguais você, você é meu tipo. Além de você ser muito gostosa.”
Ela fez uma cara feia.
“Não me olha assim, eu vi o que você tava fazendo. Não quero te fazer mal, você é minha irmãzinha, só quero que a gente faça isso junto.”
— Isso o que? — Ela claramente sabia, mas perguntou mesmo assim.
— Eu já vi esse hentai que você tava assistindo. Você é bem safada pra ver uma coisa assim, você não tem curiosidade em saber como é de verdade?
Ela ficou sem jeito e escondeu o rosto no ursinho. “O que você quer fazer?” Ela perguntou, com a voz abafada.
“Vamos assistir juntos” avancei na cama para me sentar ao lado dela, o que fez ela se assustar. “Pega o celular e coloca o vídeo”.
Ela obedeceu, sem falar nada, soltou o ursinho, pegou o celular na cama e colocou na aba do vídeo. Suas mãos estavam tremendo.
— Quer que eu segure pra você?
“Não, tá tudo bem”. A voz dela estava séria. Ela deu play no hentai e começamos a assistir. Era uma cena bem forte, uma personagem estava amarrada enquanto o protagonista usava um dildo gigante na buceta dela.
“Você sente tesão com isso?”
Ela não respondeu. Apenas continuou a assistir, as mãos dela pararam de tremer, e com o tempo, quando vi que ela já estava menos tensa, perguntei:
— Por que você não se toca? Tá com vergonha?
“Uhum, não vou fazer isso com você aqui.”
Passei a mão nos braços dela, o que fez ela estremecer e fui acariciando ela, indo do ombro até o antebraço. Então coloquei a mão na perna dela e comecei a acariciar, dava pra sentir ela se contraindo um pouco.
“Tira seu shorts” falei, calmamente.
“O-ok”, ela largou o celular e tirou o shorts, ficando só de calcinha. Dava para ver o formato da vagina fofinha dela, então voltei a passar a mão nas pernas dela, chegando cada vez mais perto, até que coloquei a mão por cima da bucetinha dela e comecei a mover um pouco. Ela se assustou, mas não tentou me impedir.
Continuei masturbando ela até ela começar a ficar ofegante, então parei, o que fez ela me olhar.
“Por que parou?” Essa pergunta me encheu de tesão. Sabia que ela tava gostando, peguei o celular da mão dela, pausei o vídeo e coloquei o celular de lado.
“Pega no meu pau, você quer ver como é um de verdade né?”
Ela hesitou, mas peguei a mão dela e coloquei por cima da minha calça. Larguei a mão dela e ela não tirou. “Pode apertar se quiser”.
Ela começou a mexer aos poucos, apertando fraco. Soltei um pouco de saliva nos meus dedos e coloquei a mão dentro da calcinha dela e voltei a massagear. Sentir aquela bucetinha macia fez meu pau pulsar, e comecei a masturbar ela, e eventualmente tentava colocar a ponta do meu dedo indicador dentro da bucetinha apertada dela. Ela começou a apertar mais forte e ficar mais agitada, então comecei a elogiar, falando como ela era macia e bonita, como o olhar dela era apaixonante, como o rostinho dela me dava vontade de beija-la e ela começou a abrir cada vez mais as pernas. Eu sabia que nesse ponto eu já tinha conquistado ela.
Então parei, tirei a mão dela de cima de mim e me levantei. O que fez ela me olhar confusa.
— Eu te amo muito maninha, mas isso é errado, nós somos irmãos, desculpa, eu fiz isso sem pensar, vou apagar tudo, me desculpa.
— Mas você que começou — ela falou, desapontada — eu, eu tava… gostando.
— Então você quer continuar?
Ela fez sim com a cabeça. Tirei minhas calças e meu pau pulou, o que assustou ela.
— Isso é um pau de verdade. Quero que você chupe.
Ela continuou no canto da cama, tentando processar o que estava vendo, então começou a se aproximar. Coloquei a mãozinha dela por cima e ensinei ela o movimento até ela fazer sozinha, e quando ia pedir pra ela colocar a boca, ela colocou meu pau dentro da boca e fez uma cara de quem não gostou.
“Não fica só com a boca dentro, chupa, como se fosse um picolé.”
Ela começou a lamber e a chupar de um jeito desajeitado, os dentes dela incomodavam, mas nem tentei corrigir. Coloquei a mão na cabecinha dela e comecei a fazer pressão, até que empurrei a cabeça dela com tudo pro meu pau. Ela começou a me bater e a engasgar, mas sentir meu pau na garganta dela estava tão bom. Deixei ela ali por alguns segundos e soltei, o que fez ela recuar e começar a tossir, com o rosto todo avermelhado.
Puxei a calcinha dela enquanto ela ainda se recuperava, me deitei e coloquei ela em cima de mim, e mesmo sem pedir ela começou a roçar a bucetinha no meu pau. Puxei ela mais pra cima e comecei a beijar a boca dela, enquanto movimentava meu quadril pra massagear a bucetinha dela. Ela gemia baixinho, e eu notei que ela tinha feito xixi enquanto roçava. O som da buceta dela molhadinha tomou conta da minha cabeça, e sem pensar, virei ela bruscamente, o que fez ela soltar um som de dor, me levantei, puxei ela pro canto da cama e falei.
“Vou meter, tudo bem?”
Nem esperei a resposta dela e comecei a forçar meu pau no buraquinho da buceta dela, a cabeça mal entrava, e ela começou a tentar recuar, falando que não queria. Eu puxei ela pelo quadril, e ela começou a se debater, isso fez meu pau virar pedra, e finalmente consegui enfiar a cabeça. Neste ponto ela já estava gritando, pedindo pra parar. Então fui mais fundo, mas ela estava se mexendo tanto que meu pau saiu. Estava cheio de sangue, eu tinha tirado o cabaço da minha irmãzinha, e ela estava chorando.
“Não quero mais” ela falou, recuando e fazendo uma expressão de dor.
— Mas eu quero. Você não gosta desse tipo de coisa?
“Não. N-não quero mais, tá doendo”, ela falou, chorando.
Subi na cama rapidamente e agarrei ela, coloquei ela de barriga pra cima, agarrei ela pelo quadril para ela não escapar enquanto eu enfiava meu pau de novo, e quando ele entrou, coloquei a mão na boca dela pra ela não gritar. Ela tentava me empurrar com as mãozinhas dela, mas isso só me deixava com mais tesão, meu já estava no fundo, e foder aquele corpinho pequeno era como foder uma bonequinha sexual.
Até que ela mordeu minha mão. Instintivamente dei um tapa na cara dela e segurei ela pela garganta, sem enforcar, só fazendo pressão quando ela ameaçava gritar. Por fim, gozei dentro e tirei as mãos dela. Ela já estava cansada demais pra falar qualquer coisa. Tinha bastante sangue na cama. Mandei ela ir tomar banho e coloquei a colcha na máquina de lavar. A mãe com certeza ia perceber o sangue, e assim que ela saiu do banheiro, falei:
— Se a mãe perguntar sobre o sangue, você fala que menstruou.
Ela fez que sim com a cabeça.
Ela ficou tranquila pelo resto do dia, como se nada tivesse acontecido, até minha mãe chegar, e ela fez exatamente o que mandei. Mais tarde, quando minha mãe foi dormir, entrei no quarto dela e vi que ela estava no computador. Estava me sentindo culpado, e pedi desculpas.
“Tá tudo bem, eu gostei” ela falou, olhando pra mim, dando um sorriso sútil.
Fiquei encarando ela, tentando entender através das expressões faciais dela se ela estava sendo sincera, e então ela me disse:
“Eu te amo.”
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