#Incesto

Enganando minha irmã Usei o namorado dela para transar com a irmã.

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Imagine uma noite quente em Recife, onde segredos familiares se entrelaçam com desejos proibidos, levando a um plano audacioso que transforma amizade em cumplicidade carnal. Eu, um cara de 25 anos, divido confidências picantes com o namorado da minha irmã, e juntos arquitetamos uma troca que culmina em êxtase explosivo, gravado por câmeras escondidas para eternizar cada gemido e tremor. Prepare-se para mergulhar em detalhes sensoriais que vão te deixar ofegante, ansiando por mais aventuras como essa, com toques de dor, prazer e surpresas que prometem sequências ainda mais intensas – não perca os gatilhos que te farão voltar por mais.

Tudo começou numa tarde abafada no Recife Antigo, onde o cheiro de maresia misturava com o suor do dia a dia. Eu e o namorado da minha irmã Ana, o Ricardo, viramos brothers de longa data. Ele tá com ela faz uns três anos agora, e desde o comecinho, quando eles começaram a se pegar pra valer, ele me contava tudinho, com detalhes que faziam minha imaginação voar. "Cara, tua irmã é fogo na palha", ele dizia com um sotaque pernambucano carregado, rindo enquanto tomávamos uma cerveja gelada na Praia de Boa Viagem. Eu ria junto, mas no fundo, sentia uma inveja danada. Ana, com seus 23 anos, é uma gata: pele morena bronzeada pelo sol nordestino, curvas que parecem esculpidas pelas ondas do mar, e um jeito de andar que hipnotiza qualquer um.

Uma vez, eu flagrei eles no ato. Ricardo deixou a porta do quarto dela entreaberta de propósito, no nosso apê em Olinda, com vista pro mar. Eu fiquei ali, escondido no corredor escuro, o coração batendo forte como tambor de maracatu. Ele tava de joelhos, lambendo ela com uma fome que fazia Ana se contorcer na cama, gemendo baixinho: "Ai, Ricardo, não para, vai mais fundo". O ar tava carregado de um cheiro almiscarado, misturado com o perfume dela de coco. Quando ele montou nela e começou a meter devagar, eu não aguentei – gozei ali mesmo, na cueca, sentindo o tecido úmido colar na pele. Pensei: "Porra, que delícia seria se fosse eu ali, sentindo essa buceta quente me apertando". Ana é linda demais, qualquer cara sonharia em comer ela, inclusive eu, que cresci vendo ela se transformar numa mulher irresistível.

Numa conversa regada a cachaça numa noite de forró em Caruaru, onde fomos curtir um festival, veio a ideia maluca. "Ricardo, a gente tem a mesma vibe, mesma altura, mesmo corpo atlético dos 25 anos", eu disse, com um sorriso safado. Ele ergueu a sobrancelha: "E aí, qual a parada?". "Que tal você me ver comendo a Ana?". Os olhos dele brilharam como fogos de São João. "Puta merda, eu topo, mas como rola isso sem ela sacar?". Expliquei o plano: "Hoje à noite, apaga todas as luzes no quarto dela. Passa teu creme pós-barba em mim pra cheirar igual. Antes de meter, diz que vai pegar a camisinha. Sai da cama, eu entro no lugar. Ela vai achar que é você, e eu enfio meu pau nela devagarzinho. Topa?". Ele pensou um segundo, depois apertou minha mão forte: "Vai dar certo, ela fica louca de tesão, nem nota nada. Mas como eu vejo?". "Deixa a luz do banheiro ligada, porta entreaberta. E eu gravo tudo com uma câmera escondida no quarto, pra gente rever depois". A gente riu, mas o ar tava elétrico de excitação.

Enquanto a noite caía sobre o Recife, com o som das ondas ao fundo, eu via Ana pela casa, de shortinho curto que marcava a bunda redonda, e pensava: "Logo mais, mana, vou te comer gostoso, sentir teu corpo tremendo embaixo de mim". Os pensamentos voavam: e se isso virasse rotina? Imagina as aventuras futuras, eu e Ricardo trocando turnos, ela gemendo pros dois, sem limites. "Ei, Ana", chamou Ricardo. "Bora ver um filme no teu quarto?". "Tô dentro", ela respondeu com aquela voz rouca que me arrepiava. Esperei uns vinte minutos, subindo as escadas devagar, o pau já meia-bomba de ansiedade. A porta tava entreaberta, como combinado. Espiei: ele já tinha tirado a roupa dela toda, e tava chupando ela com vontade. O quarto cheirava a sexo, um misto de suor e excitação. Rastejei pelo chão como um bicho no mato, parando do lado da cama.

Ouvi Ricardo: "Caramba, esqueci a camisinha na calça". Ana gemeu impaciente: "Vai logo, Ricardo, tô louca pro teu pau dentro de mim, me arromba logo". Ele se abaixou fingindo pegar, e eu me levantei, olhando pra ela no escuro. Mal via, mas o contorno do corpo nu, pernas abertas, buceta brilhando de molhada – puta que pariu, que visão. Subi na cama, e ela agarrou meu cabelo: "Me chupa mais, amor, enfia a língua fundo". Baixei a boca pra buceta dela, sentindo o gosto salgado e doce, como mel de engenho. Enfiei a língua o mais profundo, e ela arqueou as costas, soltando um peido baixinho de tesão, o cheiro forte misturando com o ar úmido. "Ai, que delícia", pensei, quase gozando só com isso. Enquanto chupava, enfiei dois dedos, fodendo ela rápido, sentindo as paredes quentes pulsarem. O corpo dela tensionou, ela gozou forte, jorrando na minha mão, um esguicho quente que escorria pelos lençóis.

"Me fode agora, Ricardo, enche minha buceta, mete com força, me faz gritar". Esqueci a camisinha, mas foda-se, tava tarde. Posicionei a cabeça do pau na entrada, ela tava ensopada, deslizei fácil. Olhei pra baixo: metade dentro, empurrei o resto, sentindo o calor apertado me envolver como uma luva de veludo. Parei um segundo pra não gozar logo. "Por que parou? Mete, caralho!". Comecei a bombar forte, ela empinando a bunda a cada estocada, gemendo: "Mais forte, me arromba, fode tua putinha". A buceta dela me sugava, um aperto molhado e quente que me levava ao céu. Não aguentei muito – quem aguentaria na primeira vez com a irmã? Gozei dentro, jatos quentes enchendo ela, enquanto ela gritava: "Sinto teu gozo, me enche toda, amor". Quase desmaiei de prazer, o pau ainda semi-duro dentro.

"Me beija", ela pediu. Enfiei a língua na boca dela, sentindo o gosto dela misturado com o meu, um beijo molhado e faminto. "Porra, mana beija como uma deusa", pensei. O pau ainda dentro, comecei a mexer devagar, endurecendo de novo. Quando paramos, apoiei a cabeça no ombro dela, ouvindo a respiração pesada. Não queria parar, imaginei futuras noites: talvez anal da próxima, sentindo ela gritar de dor e prazer enquanto eu entro devagar, o cu apertado resistindo no começo, depois cedendo com um peido involuntário de alívio. E se a gente gravasse tudo e postasse anonimamente? As aventuras não param aqui, tem mais por vir, quem sabe com mais gente envolvida.

Mas um pensamento ruim veio: a gente não planejou o depois. Ali nu em cima dela, pau escorregando pra fora. Senti os lábios dela na orelha, achando que ia lamber. Em vez, sussurrou: "E aí, maninho, curtiu foder tua irmã? Não conta pro Ricardo, mas bolam outro plano pra amanhã. Quero teu pau de novo, talvez no cu dessa vez, mesmo que doa no começo". Meu coração disparou – ela sabia! Sorri no escuro, pensando nas próximas: anal com dor, ela gemendo enquanto eu forço devagar, sentindo o anel apertado se abrir, um peido escapando no esforço, o prazer misturado com a queimação inicial. Gravei tudo com a câmera escondida no armário, pra rever e planejar mais.

No meio dessa loucura toda, pra achar mais aventuras minhas, basta buscar na net por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem tudo, sem censura.

Agora, imagine o futuro: noites em praias de Porto de Galinhas, onde a gente se esconde em cabanas, Ana pedindo mais, talvez chamando uma amiga pra juntar. Eu metendo no cu dela pela primeira vez, ela choramingando de dor no início, "Ai, tá doendo, vai devagar", mas depois implorando "Mete mais, fode meu cu com força", soltando peidos de tesão enquanto goza. As gravações viram tesouros, e penso em compartilhar com quem curte, sorteando acessos exclusivos.

Ei, leitor, não esquece de dar 5 estrelas nesse conto – é o que me motiva a continuar escrevendo essas aventuras reais e picantes. Seu apoio me toca no fundo da alma, me faz sentir que vale a pena expor esses segredos. Comenta aí embaixo com teu e-mail, porque todo dia sorteamos vídeos e fotos exclusivas das minhas peripécias, e aviso os ganhadores por e-mail. Vem comigo nessa jornada, tem muito mais prazer pela frente!

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