Essa vai viralizar! Sentada no colo do meu filho
Em um dia escaldante de agosto, enquanto levávamos nosso filho Eduardo para a universidade em São Paulo, uma viagem inocente de carro se transformou em uma aventura proibida e ardente que mudou tudo entre nós. Eu, Ana, uma mulher de 39 anos ainda cheia de curvas e desejos, acabei sentada no colo dele por causa de uma TV que não cabia em lugar nenhum, e o que começou como um desconforto banal evoluiu para toques ousados, penetrações intensas e orgasmos explosivos bem debaixo do nariz do meu marido Roberto, que dirigia alheio a tudo. Mas isso é só o começo; imagine os gemidos abafados, os cheiros misturados de suor e excitação, os peidos inesperados que adicionavam um toque cru e real à loucura, e o anal doloroso que me fez gritar por dentro. Se você quer mergulhar nessa história que deixa um gosto de quero mais, continue lendo para sentir cada detalhe sensorial, cada pensamento pecaminoso, e descubra como eu registro todas essas aventuras com uma câmera escondida para compartilhar depois – quem sabe, você não vira fã e acompanha as próximas, cheias de surpresas que vão te deixar ansioso pelo que pode acontecer no futuro, como visitas secretas ao dormitório ou escapadas noturnas em praias do Nordeste.
Era um calor dos infernos em Recife, onde moramos, e a gente tava suando baldes enquanto arrumava o carro pra levar o Eduardo pra faculdade dele lá em São Paulo. Ele tinha completado 19 anos fazia pouco, um rapaz alto, forte, daqueles que chamam atenção com ombros largos e um sorriso maroto que me fazia lembrar do pai dele nos tempos de juventude. Roberto, meu maridão de 42 anos, tava ali dando ordens, com a camisa colada no corpo, e eu, Ana, tentando manter a compostura com meu 1,55m e uns 48 quilos bem distribuídos – seios firmes que ainda balançam do jeito certo, bunda redonda que o Roberto adora apertar nas noites quentes. "Vai logo, Edu, pega o resto das tralhas!", gritei da garagem, limpando o suor da testa. Ele saiu de casa carregando aquela TV enorme de 50 polegadas, os músculos dos braços flexionando, e eu não pude deixar de notar como ele tinha crescido, virado um homem de verdade.
"Onde raios você vai enfiar essa TV, moleque?", Roberto perguntou, coçando a cabeça e olhando pro carro já lotado. O porta-malas tava abarrotado de malas, caixas de livros e até um cooler com lanches pra estrada. Eduardo parou, pensou um segundinho e disse: "Sei lá, pai, mas não vou deixar pra trás. Talvez no banco da frente, no meio." Eu ri por dentro, imaginando a bagunça. "No meio? E eu sento onde, hein, seu danado?", retruquei, cruzando os braços e sentindo o suor escorrer entre meus seios. Ele me olhou com aqueles olhos castanhos, um brilho safado neles, e falou: "Vem cá, mãe, senta aqui no meu colo. Tem espaço de sobra." Meu coração deu um pulo estranho – era só uma ideia prática, né? Mas algo no ar quente me fez corar. Roberto deu de ombros: "São quase seis horas de viagem, Ana. Você aguenta?" Eu sorri, fingindo confiança: "Claro, amor, se o Edu não se importar com o peso da velha aqui." Eduardo piscou: "Você é leve como uma pluma, mãe. Vamos nessa."
Antes de partir, tomei um banho rápido, sentindo a água fresca escorrer pelo corpo, aliviando o calor. Pensei no que vestir – nada apertado, algo solto pra aguentar o colo dele. Revirei o guarda-roupa e peguei um vestidinho florido, daqueles leves de algodão, curto até o meio das coxas, sem mangas, com botões na frente. Desabotoei tudo, tirei o sutiã porque tava mostrando demais, e vesti só com uma calcinha fina de renda preta. Olhei no espelho: "Caramba, Ana, aos 39 você ainda tá no ponto. Seios empinados, pele morena brilhando... O Roberto que o diga, sempre querendo me pegar de jeito." Senti um formigamento lá embaixo só de pensar. Ouvi a buzina e desci correndo, trancando a casa. Eduardo já tava no banco do passageiro, a TV no meio como uma barreira perfeita. Sentei no colo dele, sentindo as pernas nuas dele contra as minhas, a bermuda folgada roçando na minha pele. "Confortável aí, filho?", perguntei, ajustando o vestido que subiu um pouquinho. "Perfeito, mãe. Você cheira bem, tipo baunilha misturada com sol." Roberto ligou o carro: "Prontos? Vamos pra estrada."
A viagem começou tranquila, o ar-condicionado lutando contra os 35 graus lá fora. Eu me remexia no colo dele, sentindo o calor dos corpos colados. "Tá tudo bem, Ana?", Roberto perguntou pelo retrovisor, vendo só minha cabeça por cima da TV. "Sim, amor, tô ótima." Mas aí veio a surpresa: algo endurecendo debaixo de mim. Primeiro pensei que era imaginação, mas não – o pau do Eduardo tava crescendo, pressionando contra minha bunda. "Meu Deus do céu, o que é isso?", pensei, o coração acelerando. Ele ficou quietinho, mas eu sentia cada centímetro inchando. "Ele deve tá pensando em alguma namoradinha da escola", refleti, mas uma parte safada de mim gostou da ideia. "E se ele soubesse que tô sentindo tudo?" O vestido subiu mais, quase mostrando a calcinha. Eu me mexi de propósito, roçando, e ouvi ele soltar um suspiro baixo. "Filho, tá desconfortável?", perguntei inocente. "Não, mãe, tá... gostoso." Roberto riu: "Gostoso? Que isso, garoto?" Eduardo gaguejou: "Quero dizer, confortável, pai."
Uma hora na estrada, e o tesão tava no ar. Senti um cheiro estranho – ah, um peido silencioso dele, quente e úmido contra minha pele. Em vez de nojo, aquilo me excitou mais, cru e animal. "Desculpa, mãe", ele sussurrou. "Tudo bem, filho, acontece", respondi baixinho, apertando as coxas. Peguei as mãos dele e pus nas minhas coxas nuas: "Melhor assim pros braços?" Ele assentiu, os dedos tremendo perto da calcinha. Pensei: "E se ele subisse mais? Será que eu paro?" Não parei. Acariciava as mãos dele, movendo devagar pra cima, sentindo o calor da minha xota pulsando. "Mãe, você é tão macia", ele murmurou. Levantei o quadril sutilmente, puxando o vestido, expondo a calcinha. Coloquei a mão dele lá, pressionando contra o tecido úmido. "Sente isso, Edu?" Ele gemeu baixo, os dedos explorando. Tirei a calcinha pros joelhos, abrindo as pernas. Ele enfiou dois dedos na minha xota molhada, e eu soltei um gemido abafado, como se fosse um bocejo.
"Roberto, quanto falta pra uma parada?", perguntei, enquanto os dedos do Edu bombavam dentro de mim. "Mais uma hora, amor. Aguenta?" "Sim, tô adorando a viagem." Eduardo sorriu: "Eu também, mãe. Posso ir fundo?" Ele enfiava mais, e eu rebolava devagar. Desabotoei o vestido, expondo os seios, os mamilos duros como pedras. Ele apertava, beliscava, e eu pensava: "Se o Roberto visse... Mas que tesão!" Soltei outro peido, dessa vez meu, quente e fedorento no colo dele, misturando com o suor. "Ops, desculpa, filho." Ele riu baixinho: "Adoro, mãe, me deixa mais duro." Levantei pra ele abrir a bermuda, sentindo o pau enorme – uns 20cm, grosso – escorregar pra fora. "Me posiciona, Edu." Ele guiou a cabeça pro meu cu, não pra xota. "No cu? Vai doer", pensei, mas quis. Desci devagar, a dor lancinante rasgando, lágrimas nos olhos. "Ai, caralho, tá doendo!", gemi mentalmente, mas continuei, o pau esticando tudo. Ele peidou de novo, o cheiro subindo, e aquilo me fez gozar de dor e prazer misturados.
Enquanto Roberto dirigia, eu cavalgava devagar no pau dele no cu, a dor virando êxtase. "Pensa no futuro, Ana: visitas ao dormitório, ele me comendo no banheiro da faculdade, ou na praia de Copacabana, escondidos." Os pensamentos me deixavam louca. "Edu, mais forte", sussurrei. Ele bombava, e eu apertava os seios. Gozei forte, o corpo tremendo, ondas de prazer me invadindo por minutos. Ele gozou dentro, quente e farto, enchendo meu cu. Exausta, deitei no peito dele. "Fome, gente?", Roberto perguntou. "Sim, pai, um lanche cai bem." Eu sorri: "Eu quero algo quente, tipo uma salsicha grossa."
Paramos num posto em Minas Gerais, comi rápido, mas no carro de volta, sentei de novo no colo dele. "Mais duas horas, Edu. Quer repetir?" Ele assentiu, e recomeçamos: dedos, peidos, anal doloroso de novo, gozadas múltiplas. "Mãe, você é incrível. Imagina as próximas aventuras – eu te visitando em Recife, ou a gente no carnaval de Salvador, transando na multidão." Aquilo me deixou ansiosa pelo futuro. No meio da loucura, pensei: pra achar mais sobre mim e minhas aventuras gravadas com câmera escondida, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo – lá tem tudo, pros fãs fiéis.
Chegamos em São Paulo exaustos, mas satisfeitos. Eduardo me beijou escondido: "Isso é só o começo, mãe." E eu sei que é – aventuras que vão te deixar vidrado, querendo mais. Ah, e por favor, não esqueça de dar 5 estrelas pra esse conto; é o que me motiva a continuar compartilhando essas histórias reais e picantes, faz meu coração bater mais forte saber que você amou e quer acompanhar o que vem por aí.
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