O pai do meu amigo me fez de putinha part 3
Parte três do conto e provavelmente a última, o jogo da sedução finalmente tem um vencedor.
Ele me encarava com aqueles olhos carregados de fúria e desejo, como se estivesse decidindo se me destruía ou se me possuía de vez. Eu não aguentava mais aquela espera, aquela tortura de olhares que nunca acabava.
— Cala a boca e faz logo o que você quer — sussurrei, com a voz firme, mas entregue.
Fernando soltou um gemido abafado, um som gutural de quem finalmente alcança um oásis após dias de deserto. Seus olhos estavam fixos na lingerie, brilhando com uma fúria acumulada que não tinha nada de carinho e tudo de posse. Ele estava descontrolado, e a calma daquela casa parecia estar prestes a ser rasgada junto com o meu silêncio.
De repente, ele segurou o elástico da renda preta com força. Puxou-o para longe do meu corpo o máximo que pôde e, sem aviso, soltou. O elástico estalou contra a minha pele com uma força violenta, um som seco que ecoou no quarto. A dor latejou instantaneamente, deixando uma marca vermelha na minha cintura, fazendo meu corpo saltar e meu fôlego sumir por um segundo.
— Isso é para você aprender a não brincar comigo — ele sussurrou, a voz carregada de uma urgência perigosa — Você não tem ideia... do que essa renda fez com a minha cabeça o dia todo — ele arquejou no meu ouvido, os dentes roçando na minha pele. — Ver você tocando no Lucas, rindo com ele... eu queria te matar e te comer ao mesmo tempo.
Eu tinha passado o dia inteiro no controle, saboreando cada momento daquela tortura psicológica, mas agora o jogo tinha virado. Quando ele se aproximou mais de mim, eu quis sentir o sabor da minha vitória; eu queria um beijo, um sinal de que ele estava totalmente na minha mão.
Mas, assim que tentei me aproximar de seus lábios, o choque veio rápido. Fernando me deu um tapa forte no rosto, um estalo seco que fez minha pele arder instantaneamente. Antes que eu pudesse reagir, ele cuspiu em meu rosto, um gesto de puro desprezo que me deixou paralisado.
— Hoje não vai ter beijinho não, Kayke — ele rosnou, a voz agora carregada de uma autoridade sombria que eu ainda não conhecia. — Você vai ter o que merece. Vou cortar essas suas asinhas agora. Eu é que mando aqui.
Ele me segurou com força, os olhos injetados de ódio e de um desejo que beirava a violência. O Fernando acuado e suplicante da tarde tinha sumido; no lugar dele, havia um homem furioso, querendo retomar o poder que eu tinha tirado dele o dia todo.
— Hoje eu vou te mostrar o seu lugar de puta — ele sibilou, apertando meu braço contra o colchão. — Você queria me enlouquecer com essa renda? Pois agora você vai aguentar as consequências.
Um calafrio percorreu meu corpo. Era uma mistura confusa de medo real com um tesão avassalador. O perigo de ter o Lucas dormindo logo acima de nós, somado à mudança brutal no comportamento do Fernando, fez meu coração martelar no peito. Ele estava possesso, e eu percebi, naquele momento, que a minha vingança tinha despertado um monstro que eu não sabia se conseguiria controlar.
O silêncio do quarto foi engolido pelo som da chuva torrencial que batia no telhado, criando o abafamento perfeito para o que estava prestes a acontecer. Fernando não tinha mais nada do homem suplicante de horas atrás. Ele me agarrou com força e me virou de quatro na cama, expondo a lingerie de renda preta que o tinha torturado o dia todo.
A primeira palmada veio forte, estalando contra a minha pele. Depois outra, e mais uma, com tanta intensidade que eu sabia que a marca da mão dele ficaria gravada na minha bunda por dias. O barulho dos tapas se misturava ao som dos trovões lá fora. Com uma das mãos, ele me mantinha fixo no colchão, enquanto com a outra explorava meu corpo sem nenhuma delicadeza. Ele usava os dedos com uma urgência cega — um, depois dois, até sentir que eu estava totalmente entregue ao seu domínio.
Eu mantinha os ouvidos atentos ao ronco de Lucas na cama de cima. O medo de ele acordar fazia meu sangue ferver. Fernando, possesso, começou a me atacar com a boca. Ele mordia as minhas preguinhas, usava a barba áspera como arame farpado passando no meu cuzinho como uma lixa, causando uma sensação que misturava dor e um prazer proibido. O esforço para não gritar ou gemer alto era quase insuportável; eu enterrava o rosto no travesseiro enquanto sentia os dentes dele cravarem na minha nádega direita, deixando uma marca profunda.
— Minha puta... — ele sibilou, satisfeito ao ver o estrago que estava fazendo. — Eu gosto de marcar assim, com os dentes, para todo mundo saber que você tem dono. Que fique claro quem manda aqui, Kayke. Eu vou te comer do jeito que eu quiser, como eu quiser e quando eu quiser. Entendeu?
— Sim — respondi com a voz abafada, trêmulo.
— Mais alto, que eu não escutei! — ele ordenou, apertando meu pescoço contra o lençol. — O que foi? A putinha valente de hoje à tarde sumiu?
— SIM, ENTENDI! — exclamei num sussurro forçado, sentindo as lágrimas de excitação e medo subirem aos olhos.
— Isso, moleque — ele respondeu, com um sorriso cruel e vitorioso, preparando-se para finalizar a noite exatamente do jeito que ele tinha planejado desde o momento em que me viu entrar por aquela porta.
Eu percebi, naquele momento, que tinha criado um monstro. O Fernando que eu tentava dominar durante a tarde havia desaparecido, dando lugar a um homem que agora saboreava cada segundo da minha humilhação. Ele me puxou da cama e me jogou no tapete, sentando-se na beirada do colchão como se estivesse em um trono, olhando-me de cima para baixo.
— Agora você vai me adorar — ele ordenou, com a voz fria. — Quero que lamba os meus pés como se eu fosse o seu rei.
Eu estava totalmente entregue. Passei a língua entre os dedos dele, sentindo o gosto da sua pele, enquanto ele me forçava a tentar engolir seus cinco dedos de uma vez só, testando o meu limite. Em um gesto de puro domínio, ele pressionou a sola do pé contra a minha cabeça, empurrando meu rosto contra o chão.
— Isso mesmo... é aqui que é o lugar de viado, debaixo do pé de um macho de verdade — ele sibilou, sentindo o poder correr pelas veias, saboreando cada segundo da minha submissão. — Agora me pede. Peço perdão por tudo o que você me fez passar hoje.
— Me perdoa... por favor, me perdoa — eu sussurrei com o rosto contra o chão, sentindo o peso do seu pé e o calor da sua autoridade.
— Ótimo. Agora eu quero ouvir você suplicando. Pede para chupar o meu pau. Vai, pede!
Naquele momento, eu percebi que o tabuleiro tinha virado completamente. Não era mais ele que estava nas minhas mãos; eu é que estava nas dele. O desejo que eu usei para provocá-lo o dia inteiro tinha se voltado contra mim como um feitiço. Eu não queria mais apenas brincar; eu estava possesso, queimando de vontade de sentir aquele mastro preencher minha boca. A necessidade tinha mudado de lado. Agora, quem estava desesperado, quem precisava daquilo para respirar, era eu.
— Por favor, Fernando... deixa eu chupar você. Eu preciso disso, por favor — implorei, olhando para ele de baixo, sentindo que a minha dignidade tinha sido trocada por um desejo faminto que só ele poderia saciar.
— Não! Pede direito. Eu quero ver você suplicar, quero ver você se humilhar por isso — ele rebateu, apertando ainda mais o pé contra o meu pescoço.
— Por favor... me dá o seu pau, por favor — implorei, sentindo o ar faltar e o tesão se misturar com o medo.
— Me pede enquanto beija os meus pés. Quero ouvir a vontade na sua voz.
— Por favor... eu estou com fome da sua pica — respondi, forçando um tom de choro, deixando as lágrimas de excitação rolarem pelo rosto.
Ele soltou uma risada curta e cruel, mas, por trás do ódio, o desejo dele estava no ápice. Ele tirou o pé da minha cabeça e segurou meu queixo com força, obrigando-me a olhar para o volume enorme que saltava da sua bermuda.
— Não precisa chorar — ele sussurrou, agora com um tom de falsa proteção que era ainda mais assustador. — O seu macho vai te dar o que você quer.
O quarto estava escuro, o Lucas dormia logo acima de nós, e eu estava ali, no chão, completamente dominado pelo homem que eu pensei que ia enganar.
Fernando finalmente libertou o membro para fora da bermuda, e eu, no auge do desespero, já ia avançando com a boca aberta para abocanhá-lo. Mas ele foi mais rápido: usou a mão para empurrar o meu rosto com força, impedindo o contato.
— Nada de boca ainda — ele rosnou, segurando-me pelo queixo. — Primeiro, eu quero que você sinta o meu cheiro. Cheira, seu viadinho.
Eu não tive escolha. Meu nariz deslizou lentamente sobre a extensão do seu membro, inalando aquele aroma de macho quente que subia dali. Era um cheiro forte, que misturava o suor do dia com o calor do desejo acumulado. Subi até a cabeça dele, onde o cheiro era ainda mais intenso e bruto. Aquilo me deixava tonto, com as pernas trêmulas.
— Agora desce. Cheira as minhas bolas — ele ordenou, empurrando minha cabeça para baixo.
Eu obedeci prontamente. Eu era pura obediência naquele momento. Aquilo estava sendo uma tortura psicológica terrível; ele estava devolvendo cada minuto do gelo que eu tinha dado a ele durante a tarde. Eu estava possesso, com a boca salivando, querendo sentir o preenchimento dele, mas ele me obrigava a apenas sentir o perfume da sua virilidade, mantendo-me à distância apenas com o nariz encostado na pele quente.
Ali eu percebi que Fernando era muito mais sádico do que eu jamais conseguiria ser. Ele não queria apenas o prazer físico; ele queria me ver rastejando, implorando pelo que ele estava me negando propositalmente. Ele saboreava a minha agonia, sentindo-se o dono absoluto do meu fôlego e da minha vontade.
Finalmente, ele cedeu. Quando Fernando permitiu que eu o tocasse com a boca, avancei com uma fome descomunal, como um bezerro faminto que encontrou o sustento depois de dias de sede. Eu o mamava com uma urgência que não conseguia esconder; minha saliva escorria pelos cantos e pingava no tapete, mas eu não me importava. Aquele mastro quente era tudo o que eu desejava desde que entrei naquela casa.
O melhor de tudo, porém, não era apenas o gosto ou a textura. O que realmente me dava prazer era poder olhar para cima e ver o rosto dele. Fernando estava com os olhos semicerrados, a expressão de um macho totalmente entregue ao prazer que eu estava proporcionando. Aquilo era a minha maior recompensa: ver que, apesar de toda a sua dureza, ele estava derretendo sob a minha língua.
Ele me empurrou para baixo, forçando meu rosto contra o seu saco. Ele adorava quando eu sugava suas bolas com força, fazendo aquele som de vácuo que ecoava baixinho no quarto escuro.
— Isso... chupa bem essas bolas para produzir mais leite para essa sua bucetinha de viado — ele sibilou, a voz falhando de tanto tesão.
Voltei para o pau dele, tentando engolir cada centímetro, mas, por mais que eu me esforçasse, a rola dele era grande demais. Sempre sobravam uns dois dedos que minha garganta não conseguia alcançar. Fernando, vendo o meu esforço, segurou minha cabeça com as duas mãos, ditando o ritmo.
— Deixa eu bater meu sacão no seu queixo — ele ordenou, empurrando-se contra mim. — Quero ver seu nariz enterrado no meio dos meus pentelhos.
Ele forçou minha cabeça contra a lateral da cama e passou a usar minha boca com uma brutalidade cega. O movimento era rítmico e possessivo, como se ele estivesse me punindo. O pau batia no fundo da minha garganta, e o som que saía dali era sujo e úmido — o barulho de uma boca sendo completamente dominada por um macho.
De repente, ele jogou todo o peso do corpo sobre mim. Eu estava prensado contra o colchão com o membro dele fincado na minha garganta. O saco pesado batia no meu queixo e os pelos da sua virilha faziam cócegas no meu nariz, mas eu não conseguia rir; eu não conseguia nem respirar. Eu tentava puxar o ar, mas ele não vinha. O suor salgado dele escorria e se misturava à minha saliva nos meus lábios.
Meu rosto começou a arder e ficar vermelho, meus olhos lacrimejavam por causa do reflexo do engasgo. Tentei empurrá-lo, usei minhas mãos para tentar tirar aquele peso de cima de mim, mas era inútil. Eu não tinha força. Fernando estava no controle absoluto da minha respiração; eu só voltaria a ter ar quando ele decidisse que era a hora.
— Estica a linguinha... — ele sussurrou, a voz vibrando. — Lambe as minhas bolas enquanto eu estou lá no fundo. Se fizer direito, eu te solto.
Mesmo sufocado, eu obedeci. Estiquei a língua o máximo que pude, fazendo-a dançar sobre a pele quente e tensa do seu saco. Senti o corpo dele estremecer. Quando ele finalmente puxou o pau para fora da minha garganta, fios grossos de baba ficaram ligando a minha boca ao seu membro.
Eu desabei de lado, tossindo sem parar, os pulmões queimando enquanto eu tentava recuperar o fôlego. O engasgo tinha sido real e profundo. Fernando continuou ali, em pé, olhando para o meu estado com um sorriso vitorioso, saboreando cada segundo da minha fragilidade.
O som da minha tosse seca e desesperada ainda ecoava no quarto quando, de repente, o estrado da beliche rangeu acima de nós. O coração quase saltou pela boca.
— Pai? O que você está fazendo aqui? — a voz de Lucas surgiu, arrastada e pesada de sono.
Fernando congelou. Ele ficou imóvel como uma estátua, o corpo ainda quente e suado por cima do meu. Senti o pânico dele passar para mim por meio do toque.
— O pai só... — ele começou, a voz falhando por um segundo, tentando desesperadamente encontrar uma desculpa.
— Você pode pegar um copo de água para mim? — Lucas pediu, sem nem abrir os olhos direito, virando o rosto de volta para a parede e se acomodando sob o cobertor. O som da respiração dele voltou a ficar lento; ele estava mergulhando no sono de novo.
Fernando não esperou. Ele me agarrou pelos braços com uma força bruta e me puxou para fora do quarto, atravessando o corredor escuro como se fôssemos sombras. Quando chegamos na sala, ele me jogou no sofá sem dizer uma palavra. Ele não precisava falar nada; o olhar dele dizia tudo. Eu já conhecia o ritual. Sem que ele pedisse, eu me virei, empinando o corpo e deixando o rabo pronto para ele, sentindo a frieza do estofado contra a minha pele quente.
Ele me olhou de cima a baixo uma última vez, o desejo brilhando nos olhos, e foi até a cozinha. Ouvi o barulho da torneira e os passos dele subindo as escadas para levar a água ao filho.
Fernando não perdeu tempo com preliminares. Assim que desceu as escadas, ele veio como um animal em busca de sua presa. Senti a pressão brutal quando ele me penetrou de uma vez; o impacto foi tão forte que pareceu me dilacerar por dentro. Minha bunda recebia a punição que merecia por cada provocação e cada minuto de tortura que eu o fiz passar durante o dia.
Ele era bruto. Movia-se com uma força total, me usando como se eu não fosse uma pessoa, mas sim um objeto, uma boneca feita apenas para o seu prazer. Minha dor ou meus sentimentos eram irrelevantes para ele naquele momento; o que importava era a sua descarga, o seu alívio. E, por mais estranho que parecesse, aquele desprezo e a falta de cuidado me enchiam de um tesão incontrolável.
No meio do ritmo frenético, ele apoiou o pé na minha nuca, empurrando meu rosto contra o braço do sofá enquanto me macetava sem piedade. Ele fazia comigo tudo o que nunca teve coragem de fazer — e que nunca faria — com a esposa santa dele. Entre um movimento e outro, ele cuspia nas minhas costas, deixando o rabo marcado pelo suor e pelo desejo sujo.
— De quem é essa bunda que eu estou comendo? — ele rosnou no meu ouvido, a voz rouca de autoridade.
— É sua! É só sua! — respondi em alto e bom som, sem me importar se alguém ouvia. — Esse buraco é seu, Fernando! Faz o que você quiser!
Fernando me virou de frente, querendo encarar o estrago que estava fazendo. Ele me possuía agora, olhando fixamente nos meus olhos, com uma das mãos apertando meu pescoço, ditando o ritmo de cada estocada. O suor brotava da testa dele e pingava no meu peito, e, sem pensar, eu abria a boca para capturar aquelas gotas, querendo beber cada prova do seu esforço.
— Minha puta gosta de suor de macho? — ele perguntou, com um sorriso de lado que misturava deboche e posse.
— Eu gosto... — respondi, quase sem fôlego.
— Então vem cá enxugar meu suvaco.
Ele me puxou para cima com força, esfregando o meu rosto debaixo do seu braço. O cheiro que vinha dali era bruto, um aroma forte de homem que tinha passado o dia sob pressão e a noite em luxúria. Aquele cheiro parecia eliminar qualquer resto de masculinidade que ainda existia em mim; eu me sentia como uma fêmea entregue, totalmente rendida ao odor daquele macho.
Eu lambia o suor salgado da sua pele, enxugando o braço dele com a minha língua, enquanto ele continuava a me usar. Era um momento de entrega absoluta, em que eu não era mais o provocador do dia, mas sim o brinquedo de um homem que tinha decidido me mostrar quem realmente mandava naquela casa.
Depois de me usar de tantas formas, Fernando deitou-se e me puxou para cima dele. Por um segundo, achei que finalmente teria o controle da situação, mas ele logo tratou de mostrar quem mandava. Pegou meus pés, apoiou-os sobre seus joelhos e me abraçou com uma força bruta por trás, prendendo meu corpo ao dele. Ele recomeçou o movimento, me macetando com uma energia renovada, fazendo seu saco pesado bater contra a minha bunda com força. Eu adorava sentir que a minha bunda servia de amortecedor perfeito para a virilidade dele.
A pressão começou a aumentar e a força de cada estocada se tornou quase insuportável. O aperto dele em volta do meu corpo ficou ainda mais firme; eu sabia o que aquilo significava. Fernando sempre fazia a mesma coisa quando estava perto do limite: ele atacava com mais violência, empurrando o membro o mais fundo possível, como se quisesse atravessar o meu corpo e tocar o meu umbigo.
Eu não conseguia mais conter os gritos, até que ele soltou um rosnado animal. Senti a carga quente e profunda sendo disparada dentro de mim, me preenchendo e me lotando por completo. Foi uma sensação de invasão total, como se ele estivesse selando a posse sobre mim.
Mesmo depois de gozar, ele não parou. Continuou o movimento rítmico, me possuindo com força até sentir que o pau começava a amolecer lentamente dentro do meu corpo. Eu permanecia ali, imóvel, sentindo cada pulsação e a sensação maravilhosa do leite dele se espalhando dentro do meu rabo, marcando o fim de uma noite em que o jogo de poder tinha um vencedor claro.
Quando ele finalmente se retirou, senti o calor do seu leite escorrendo pelas bordas do meu corpo, um rastro da sua entrega total. Ele não se afastou; em vez disso, trouxe o membro ainda sujo diante do meu rosto, exigindo que eu fizesse a limpeza. O gosto era agridoce, forte e marcante. Ele passava os dedos na entrada do meu buraco, recolhendo os resquícios que insistiam em vazar.
— Toma tudo. Não quero nenhum desperdício — ele ordenou com a voz fria.
Eu obedeci, lambendo cada gota, até mesmo as que haviam caído no chão. Eu estava de joelhos, limpando os vestígios que restavam em suas pernas, quando ele avisou que precisava ir ao banheiro. Disse que estava apertado e que o andar de cima era longe demais para ele agora. Então, ele me deu uma ordem inesperada: pediu que eu abrisse a boca. Mesmo sem entender, eu o fiz.
Senti o jato de mijo quente e salgado atingir minha boca. Foi um misto de estranheza e um tesão avassalador que eu nunca imaginei sentir. Minha boca se encheu rapidamente, e eu engoli todo aquele líquido sem que ele precisasse mandar duas vezes. O desejo era tanto que eu aceitei aquilo como se fosse a bebida mais preciosa do mundo, deixando que o calor descesse pela minha garganta enquanto eu o servia da forma mais humilhante e devota possível.
Fernando soltou uma risada curta, deliciando-se com a minha obediência cega. Quando terminei, olhei para ele e agradeci, minha voz saindo num sussurro de adoração.
Ele se ajeitou, deu as costas e subiu as escadas sem olhar para trás, deixando-me ali, jogado no chão da sala. Fiquei no silêncio, sentindo o latejar dos músculos e a dor no rabo, enquanto o gosto dele ainda permanecia em mim, selando a minha entrega definitiva àquele homem.
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Comentários (7)
Angel: Gostei muito da primeira parte e o rumo da segunda, mas na terceira perdeu o fio da meada. Comer o guri na cama debaixo com o filho q acorda e não fala nada
Responder↴ • uid:ona2nn2hr9Anônimo: O conto fugiu totalmente do tom inicial
Responder↴ • uid:2ql02r51zBareka: Estou surpreso a que rumo levou. Fiquei chocado em relação a perversidao do Fernando. Mas acho que tem algumas coisas pretendo ele. O final com ele mijando em você foi quente. Curioso pra saber até onde mais foram.
Responder↴ • uid:1cr4cvmfwksdMato Grosso 7: Meu adorei as 3 partes ficaram muito boas , faltou deixar uma foto do seu cuzinho pra gente ver como ficou , e a foto do pau dele também
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0yMato Grosso 7: Adorei ficou muito bom conta mais , deixa uma foto do pau dele ai
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0yPretinho: Quero a continuação da aventura de vocês!
Responder↴ • uid:nvpee7arudfCadela corinthiana: Queria que o filho pegasse vocês e também passade a te fuderr
Responder↴ • uid:8d5ex5o20i