Conhecendo sexo gay
No quarto de casa e a noite, porta trancada, eu lia. Não era uma leitura comum como outra qualquer. Folheei e logo senti que eu precisava dar um jeito logo nos meus desejos. A mente viajou longe ao ver uma cena picante. Nossa! Como deveria ser isto? Será que é bom? Passei a mão na minha bunda e fiquei imaginando repetir aquilo que via em preto e branco no gibi.
Aos dezesseis anos, eu estava torcendo para o momento real. Nas mãos, o gibi mostrava um coroa negro fodendo a filha loira do patrão bem novinha. Ao contrário daquilo que podia esperar, meu desejo partia para uma curiosidade bem maior: como seria um pau no meu cu? Passei a mão na bunda e dei uma cutucada no rabo branco. Os meus olhos castanhos brilhavam e os cabelos pretos eram conhecidos pela minha mão que também batia uma.
Terminei aquilo numa gozada e limpei tudo indo dormir. Antes, pensei no Sérgio, amigo do meu pai. Quem sabe? Sorridente e bem comunicativo, tínhamos bons papos quando vinha em casa. Negro, alto, gordo, quarenta e dois anos, calvo, rosto comprido, era uma opção! Por quê não? O convite para irmos ao seu sítio ainda estava de pé. Ao menos, eu sentiria sua reação caso eu desse margem.
Dia seguinte liguei e confirmei a ida ao sítio. Período de Julho, férias escolares, o frio intenso em nada convidava para uma viagem ao interior próximo da capital. Ainda assim, fomos na sexta. Confiantes, meus pais tem no Sérgio um irmão. Uns trinta e seis minutos e chegamos. Local deserto, árvores, estrada de terra, mato alto, ali era uma porteira, uma casa bem mal cuidada e mais nada! Vez ou outra, o caseiro vizinho passava uma máquina para deixar limpo e já estava precisando.
Frio de lascar, entramos com o carro, levamos as coisas e Sérgio tratou de tomar um banho. Pensei em alguma coisa, era a chance de ouro para provocar! Banheiro pequeno, bati na porta pedindo para mijar! Ele mandou entrar e logo sua vara estava dura e bem ereta! Nossa, que pau! Na maior cara de pau, sequei aquilo e ele falou:
- Gosta?
Alisou e ficou olhando para mim! Fiquei surpreso, afinal, não esperava aquilo mas se estava dando chance para rolar, eu teria um bom motivo para conhecer sexo com homem. Respondi:
- Eu queria saber como é.
Desligou o chuveiro, deu uma secada e eu só olhando a vara preta dura! Trancou a porta e falou:
- O quê acontecer aqui, morre aqui.
- Tá.
A excitação impedia de negar ou ter medo. Ciente que ele não abrir a boca, ao chegar perto, alisei o pau dele. Nossa! Carnudo e quente, cabeçudo, eu nem sei se aguentaria aquilo se ele comesse minha bunda. Ouvi:
- Chupa.
A vergonha inicial foi substituída pela atitude ao agachar. Sabedor que eu queria, nem ligou e sentiu minha mão em seu pau que enrijeceu mais. Olhei e sorri para ele, falei:
- Fica entre nós!
Caí de boca na cabeça e não fui muito longe! Abri e logo alcancei os pentelhos! Minha excitação deu o tom! Querendo saber como era fazer sexo, dei bandeira para um vai e vem na boca enquanto segurava minha cabeça e babei! Eu disse:
- Eu quero.
- Tira a roupa e encosta na parede.
Rapidinho fiz. Passou a mão na minha bunda e disse:
- Bunda linda.
Botei as mãos na parede e mandou empinar. Fiz. Pernas bambas, senti a cabeça do pau pincelar e meu rabo levou saliva. Senti o momento aproximando e segurando o pau preto, fiquei zonzo!
Segurou minha cintura e abri a boca para fazer uma careta e soltar um...
- Ai, ai, nossa!
O toque da cabeça no fundo do cu foi um alerta e comecei a gemer baixo. Seu caralho preto comprido impôs velocidade e logo eu fechei os olhos, abria boca, mordia o lábio, mais caretas e gemidos!
- Ai, ai, nossa, ai!
O guloso caralho preto viu a chance de mostrar para um cara que estava perdendo a virgindade como era bom levar cacete! Senti ser pressionado na parede e até na ponta dos pés eu acabei indo! Isto não impedia seu pau de mandar ver e começar a colocar um fogo na portinha e também excitar-me!
Tudo que eu pensara estava ocorrendo! Aos poucos, o vai e vem do pau deu uma estabilizada na minha tensão. Deixei rolar pois a curiosidade era saber tudo! Pouco importava a dor e na prática, eu aceitei a relação que foi ficando mais rápida.
- Ai, ai, ainnn!
Sem falar nada, ele agia. No meu caso, os gemidos davam a intensidade dele em mim! As cabeçadas no fundo e o cu esquentando na entrada eram nítidos! Se o Sérgio estava fazendo por safadeza ou sentia alguma tara eu não sabia. O certo que ele aumentou seu ritmo e após alguns segundos...
- Ahhhhhh!
Fiquei travado nele sentindo sua pica soltar esperma! Tirou e meu cu babou! Doía demais e passei a mão estando aberto e melado com esperma cheio de sangue. Pegou papel e disse:
- Se limpa.
Se a relação mostrou uma tensão forte, eu sentia um tesão enorme ao passar a mão no meu cu melado! Neste momento, eu percebi a loucura e também defini que não ficaria só nesta relação! Falou:
- Não comenta.
- Não e nem você.
Meu cu babara muito esperma e limpei o chão com papel. Caímos no banho.
Durante a noite e com o rabo latejando, eu avaliei se havia gostado. Dormi.
Dia seguinte, Sábado, ao acordar, senti que não sairia do quarto sem dar novamente pois o pau preto do Sérgio estava duro como rocha e tive que concordar com nova relação.
Excitado, pediu e fiquei de quatro na cama. O caralho pincelou para ganhar meu cu numa forçada!
- Ohhh, nossa!
Senti aquela sensação de rasgo com menos zonzeira. Experiente, mandou velocidade na pica preta! Isto mexeu rápido com o corpo e logo aceitei numa boa! Desta vez, castigou um pouco mais e fiz caretas! Ouvi:
- Seu rabo é gostoso.
Sorri de leve, safado! As mesmas sensações do dia anterior apareceram com mais excitação no meu cu! Cravou e pediu:
- Rebola!
Fiz e ele voltou a meter com rapidez! Meu tesão disparou e a excitação beirava a loucura! Seu pau preto era um convite para a putaria e estava rolando de novo e mais safada!
- Ai, ai, aiiii! Ohhhh!
O vai e vem do pau preto foi excitando e logo fui deixando tudo rolar! Excita o pau indo e vindo e eu estava percebendo que o cu dava conta daquilo! Vendo facilidades, levantou, apoiou as mãos nas minhas costas e...
- Ai, ai, ainnn, tira, ai, aiii!
A tensão era forte dentro do cu! Eu estava levando uma montada com bombadas fortes e tirou para meu cu piscar! Nem deu ouvidos para mim e repetiu a dose! Desta vez, resisti mais! Por fim, montou uma terceira vez para meu cu acostumar! Tirou!
- Só relaxar. Seu cu gosta de pau!
Ri de leve. Deitou e sentei por cima para cavalgar. Achei a posição melhor e menos tensa, fechei os olhos sentando meu cu até o talo e sorri de prazer!
- Gostoso.
Levei uma surra forte após botar as mãos na minha bunda e gaguejei com caretas quase chorando! Repetiu e meu cu engoliu até o talo de novo! Excitado, optei por sentar meu cu na vara preta e gostei da coisa!
- Bom, delícia!
Tomei muito vai e vem até ouvir:
- Ahhhh, ohhhhh, ahhhhh caralho, ohhhhh!
O pau preto do Sérgio entregou mais esperma dentro do cu. Fosse um útero e estaria inseminado para uma gravidez! Muita porra e que escorreu pela bunda! Voltou a meter mais e após uns dois minutos, tapa na bunda e levantei.
- Banho.
Sorrindo, agradeci a safadeza, trocamos olhares.
Por lá, dei mais um pouco e fechamos o dia pois a noite eu não tinha mais cu.
Dia seguinte, Domingo, levei uma rapidinha no banheiro com gozada na boca! Adorei o esperma, dissolvi e deixei o resto escorrer pelo queixo! Tomamos um banho e voltamos para São Paulo.
Durante a semana, fiquei com medo dele abrir a boca e nada.
Iniciei assim. Fui.
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